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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Madame IA parte de meu último sobre as potências médias, para se pronunciar sobre os dilemas dos países médios

As potências médias podem sustentar uma ordem global funcional?

Paulo Roberto de Almeida

Revista Será?, 20/02/2026; link: https://revistasera.info/2026/02/as-potencias-medias-podem-sustentar-uma-ordem-global-funcional/

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/02/as-potencias-medias-podem-sustentar-uma.html


O texto propõe uma mudança de lente: o grande gargalo global não seria uma disputa geográfica entre "Ocidente" e "Sul Global", mas a erosão do Direito Internacional por superpotências que se colocam acima das regras.

Conectando essa visão internacional ao seu questionamento inicial sobre a produtividade brasileira, surge um diagnóstico sombrio. Se a produtividade depende de investimentos, tecnologia e estabilidade, a desordem global descrita — com o Brasil inserido em um BRICS alinhado a potências que desafiam a Carta da ONU — coloca o país em uma posição de risco:

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Isolamento de Cadeias de Valor: Ao ser associado a um bloco que o autor define como "parte do problema", o Brasil pode enfrentar barreiras em mercados que exigem padrões rigorosos de governança e respeito a tratados. Sem acesso pleno ao "Ocidente" tecnológico, o salto de produtividade dos US$ 21/hora fica inviabilizado.

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A Armadilha do Diagnóstico Errado: Assim como o autor critica líderes que tentam resolver problemas demográficos com expulsões ou econômicos com tarifaços, o Brasil sofre com prescrições populistas (como mencionado por Hartung) que ignoram a raiz do problema: o baixo capital humano e a fricção institucional.

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A Relevância das Potências Médias: O texto sugere que a salvação da ordem global está em potências médias dispostas a manter princípios. Se o Brasil abdicar desse papel de "nação respeitadora do Direito" para ser apenas um satélite de superpotências transgressoras, ele perde o soft power que atrai investimentos de longo prazo.

Em última análise, o autor sugere que a "ordem internacional" não precisa ser substituída, mas sim que os "poderosos" sejam contidos. Para o Brasil, isso significa que a produtividade não virá de um novo bloco geográfico, mas da capacidade de se integrar a um mundo regido por regras claras, onde o investimento em educação e infraestrutura não seja drenado por incertezas geopolíticas.

Fonte: https://share.google/aimode/Xx8iXfYlBX3qQYWSK


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