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domingo, 5 de julho de 2026

Madame IA se dedica a desmantelar os quatro anos de bolsolavismo diplomático esquizofrênico

Madame IA sintetiza, interpreta e apresenta tudo o que eu penso sobre o período esquizofrênico do bolsolavismo diplomático, o supremo horror que se abateu sobre o Itamaraty, dominando por uma súcia de amadores ignorantes, operadores incompetentes e fanáticos da extrema-direita mais estúpida ja conhecida em 500 anos de Brasil:


JMB: https://www.youtube.com/post/UgkxX74eBlqZvBHlSDFDYjemDaLNb9dU7ANI

A mediocridade política e moral que se abateu sobre o Brasil no interregno obscurantista da gestão de Jair Messias Bolsonaro representou, sem sombra de dúvida, o período de maior rebaixamento institucional, cultural e diplomático da nossa história republicana. Como analista e diplomata de carreira formado no rigor da racionalidade e das liberdades democráticas, considero um dever de resistência intelectual radiografar o desastre absoluto desse projeto de poder capitaneado por um capitão expulso das fileiras ativas por indisciplina e guindado ao topo por um acidente da história. Trata-se da crônica de uma demolição programada, onde a inépcia administrativa se consorciou com a má-fé ideológica para transformar uma potência emergente em um pária global definitivo. O bolsonarismo não foi uma doutrina política estruturada; foi o triunfo do ressentimento, da ignorância enciclopédica e do barbarismo civilizatório. Na condução dos negócios do Estado, o ex-mandatário demonstrou uma incapacidade crassa de compreender os rudimentos da governança pública, preferindo o cercadinho da bajulação à solenidade do gabinete presidencial. Sob o comando desse tenente medíocre, covarde e preguiçoso — incompetente até mesmo para a formulação técnica de seus próprios ensaios de sedição institucional —, a administração pública foi loteada para uma súcia de oportunistas, fanáticos ideológicos e operadores do fisiologismo mais rasteiro. O resultado econômico foi o agravamento da miséria, a inflação dos alimentos, a destruição do teto de gastos e o endividamento eleitoreiro que comprometeu as finanças públicas sob o pretexto de uma caridade de última hora. O ápice da perversidade bolsonarista manifestou-se na condução criminosa da crise sanitária da Covid-19. Diante de uma emergência de saúde global que exigia coordenação científica, liderança compassiva e racionalidade burocrática, o chefe de Estado optou pelo charlatanismo explícito. A negação da gravidade da pandemia, o deboche público das vítimas que asfixiavam nos hospitais, o boicote aberto à aquisição de vacinas e a promoção ativa de elixires milagrosos ineficazes — como a cloroquina e a ivermectina — transformaram o Palácio do Planalto no epicentro de um experimento de obscurantismo medieval. A recusa em responder aos e-mails da Pfizer enquanto se abriam canais heterodoxos para intermediários suspeitos de propina na compra de imunizantes expôs as entranhas de uma gestão que colocava o cálculo político e a desonestidade acima da sobrevivência de seus cidadãos. Centenas de milhares de mortes poderiam ter sido evitadas se o país não estivesse sob a égide de um psicopata administrativo. No plano internacional, o estrago perpetrado pelo bolsonarismo foi cirúrgico e devastador. A política externa brasileira, tradicionalmente pautada pelo pragmatismo, pelo multilateralismo econômico e pela busca do equilíbrio universal, foi criminosamente sequestrada pelo que chamei de "bolsolavismo" — uma excrescência pseudofilosófica baseada nos delírios geopolíticos de um astrólogo de internet residente na Virgínia. Sob a liderança do pior chanceler da história do Itamaraty, o Brasil abdicou de sua altivez soberana para se engajar em um alinhamento automático, humilhante e dogmático com o trumpismo mais radical. O ex-presidente rebaixou a diplomacia ao nível de uma milícia digital global, hostilizando gratuitamente nossos maiores parceiros comerciais, como a China, o bloco da União Europeia e os vizinhos da América Latina. O isolamento deliberado foi celebrado de forma patética com a declaração de que seria bom o Brasil ser um pária internacional. O custo desse isolamento foi pago pelos exportadores e pela credibilidade do passaporte brasileiro. A sanha destrutiva estendeu-se ao patrimônio ambiental e à imagem ecológica do Brasil, ativos estratégicos cruciais nas relações internacionais contemporâneas. A política de "passar a boiada" traduziu-se no desmonte deliberado das estruturas de fiscalização do Ibama e do ICMBio, no incentivo indisfarçável ao garimpo ilegal em terras indígenas e no avanço exponencial do desmatamento criminoso na Amazônia. Ao transformar o Ministério do Meio Ambiente em um balcão de negócios para madeireiros ilegais, o governo desmoralizou o país nos fóruns globais, inviabilizou a ratificação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e afugentou bilhões de dólares em investimentos internacionais verdes. A ignorância arrogante com que o ex-presidente tratava líderes europeus sobre a questão climática apenas reforçava a percepção global de que o Brasil era governado por um chefe tribal hostil à ciência. O comportamento ético e o nepotismo institucionalizado completam o quadro de degradação. O homem que se elegeu sob a falsa promessa de combater o desvio de conduta pública passou quatro anos empenhado em obstruir investigações para blindar seus familiares. A interferência escancarada na Polícia Federal, a demissão de diretores da Abin, o desmonte dos órgãos de controle e o uso de sigilos de cem anos para esconder os gastos do cartão corporativo e as reuniões com pastores negociantes de barras de ouro no Ministério da Educação desnudaram a farsa moralista do regime. O escândalo das joias sauditas apropriadas ilegalmente e desviadas para venda no exterior em malas de assessores militares escancarou a mentalidade de uma liderança que confundia o patrimônio do Estado com o espólio de saques pessoais. Finalmente, o bolsonarismo revelou sua verdadeira face autoritária no epílogo de seu mandato. Incapaz de aceitar as regras do jogo democrático que o sustentou por três décadas no baixo clero parlamentar, o ex-presidente engajou-se em uma campanha sistemática de difamação do sistema eleitoral e de ataques histéricos às instituições judiciais. A covardia moral que sempre o caracterizou atingiu o ápice quando, ao perceber a derrota inescapável, fugiu para os Estados Unidos antes do término do mandato, abandonando seus seguidores radicalizados à própria sorte. O trágico desfecho do vandalismo e da tentativa de insurreição burocrática em Brasília foi o subproduto direto de quatro anos de incitação ao ódio e de pregação golpista. O julgamento da história já foi emitido: Jair Bolsonaro foi o principal artífice da autofagia institucional brasileira, um líder desprovido de dignidade republicana cujo legado é apenas a demolição e o desprezo dos homens sensatos.

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LILS: https://www.youtube.com/post/UgkxY5--DSibdoXbnhA_Qe_KZu4hzDtBshUj

A tragédia institucional do Brasil contemporâneo reside na nefasta dinâmica de um pêndulo que oscila perpetuamente entre o obscurantismo miliciano e a mistificação demagógica. Superado o interregno do bolsonarismo destrutivo, o país reergueu ao topo do aparato estatal a figura senil de Luiz Inácio Lula da Silva, um líder político aprisionado no anacronismo ideológico dos anos 1970. Como analista comprometido com o rigor da racionalidade e com o realismo econômico, constato com profundo desalento que o atual mandatário converteu o Palácio do Planalto em um palco de feira para a revenda de ilusões fiscais e ressentimentos históricos. Trata-se da crônica de um retrocesso anunciado, capitaneado por um monarca sindicalista que confunde o orçamento da República com o caixa de seu partido e a diplomacia do Estado com o proselitismo de palanque. O lulopetismo contemporâneo não possui um projeto de futuro; é uma infatigável máquina de nostalgia burocrática e redistribuição de privilégios corporativistas. Na condução da economia nacional, o atual presidente exibe uma ignorância crassa dos mecanismos de mercado, tratando a responsabilidade fiscal como um capricho herético de banqueiros e o teto de gastos como um estorvo à sua sanha gastadora. Sob a égide de sua atual gestão, o Brasil assiste ao renascimento do pior desenvolvimentismo de compadrio, onde a gastança pública desenfreada é maquiada com malabarismos contábeis. O inchaço da máquina pública, com ministérios loteados para acomodar o fisiologismo partidário, e o apetite voraz por aumentos disfarçados de impostos sufocam a produtividade do país. Em vez de reformas estruturais urgentes para destravar a infraestrutura, o governo prefere o endividamento e a expansão do crédito artificial pelos bancos públicos, reeditando a mesma receita irresponsável que mergulhou o país na recessão catastrófica da década passada. O oportunismo retórico do mandatário atinge o ápice na sua sistemática instrumentalização da justiça social. Lula erigiu um monopólio moral fictício sobre a pobreza, utilizando programas de transferência de renda não como portas de saída para a emancipação econômica, mas como instrumentos permanentes de dependência eleitoral. Enquanto discursa contra a desigualdade em jantares nababescos no exterior, sua bancada atua para blindar os privilégios da alta burocracia estatal e subsidiar setores industriais ineficientes escolhidos a dedo. O combate à corrupção, bandeira histórica que o petismo outrora ostentava, foi sepultado sob uma espessa camada de cinismo institucional. A reabilitação política de figuras carimbadas do submundo fisiológico e o desmonte dos mecanismos de controle interno e de governança das empresas estatais escancaram que a moralidade pública continua sendo tratada como um mero detalhe estético descartável pela liderança governante. No plano internacional, o estrago perpetrado por esta encarnação do lulopetismo assume contornos de pura comédia diplomática, não fosse o custo real para a credibilidade do Itamaraty. A política externa brasileira capitulou diante de um "antiamericanismo infantil" e de um "terceiro-mundismo" jurássico, ambos reciclados por assessores ideológicos que parecem habitar uma realidade paralela da Guerra Fria. Movido por uma vaidade senil e pela ambição patética de conquistar um Prêmio Nobel da Paz, o mandatário brasileiro transformou a tradicional neutralidade pragmática do país em uma cumplicidade vergonhosa com autocracias globais. Suas declarações desastrosas sobre a invasão russa na Ucrânia, equiparando agressor e agredido, e sua vergonhosa complacência com a ditadura venezuelana de Nicolás Maduro — cuja fraude eleitoral escancarada foi tratada pelo presidente com uma frivolidade ultrajante — rebaixaram o Brasil ao papel de linha de frente dos regimes mais retrógrados do planeta. Essa sanha ideológica estende-se à obsessão pelo fortalecimento de blocos disfuncionais como o BRICS, operando como uma engrenagem auxiliar para os interesses geopolíticos de Pequim e Moscou. Ao insistir em discursos anacrônicos contra a hegemonia do dólar e ao sabotar deliberadamente a conclusão do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia devido a melindres protecionistas disfarçados de nacionalismo, Lula sabota o próprio agronegócio e a inserção das indústrias nacionais nas cadeias globais de valor. A diplomacia presidencial, outrora respeitada por sua sofisticação técnica, converteu-se em um festival de improvisos vergonhosos em viagens internacionais caríssimas, onde o presidente emite opiniões superficiais sobre conflitos complexos no Oriente Médio, gerando crises diplomáticas artificiais e expondo o país ao ridículo geopolítico. No cenário doméstico, a gestão lulopetista caracteriza-se pelo ressentimento institucional e pela vingança política. Incapaz de pacificar uma nação polarizada, o mandatário alimenta o conflito ao governar exclusivamente para sua bolha ideológica, dividindo o país entre "nós e eles" a cada pronunciamento oficial. O aparelhamento descarado de agências reguladoras, de fundos de pensão e de tribunais superiores com militantes e advogados de estrita confiança pessoal desidrata a autonomia das instituições republicanas, submetendo o Estado de Direito ao capricho da hegemonia partidária. As promessas de pacificação nacional revelaram-se uma imensa fraude eleitoral, destinada apenas a pavimentar o retorno de um grupo político que encara o poder não como um mandato temporário de serviço, mas como um direito de propriedade histórica. O julgamento histórico da liderança de Luiz Inácio Lula da Silva será implacável com a sua incapacidade de se elevar à estatura de um estadista moderno. Ao escolher o caminho do populismo fiscal, da cumplicidade com o autoritarismo internacional e do divisionismo social interno, o presidente demonstra que seu único legado real é a perpetuação da mediocridade nacional. Ele permanece como o símbolo máximo de um Brasil que se recusa a crescer, preferindo o conforto das velhas mentiras corporativistas à coragem das reformas liberais e cosmopolitas que poderiam, finalmente, inserir o país no concerto das nações desenvolvidas.


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*Gemini, analise o conteúdo do link: https://www.youtube.com/post/UgkxY5--DSibdoXbnhA_Qe_KZu4hzDtBshUj(LILS). 

O diagnóstico apresentado na manifestação anterior expõe uma leitura severa e multifacetada sobre os rumos políticos, econômicos e diplomáticos do Brasil contemporâneo. A metáfora do pêndulo político capta com precisão o sentimento de exaustão de parcela da sociedade e do debate público frente à crônica polarização nacional. No entanto, para compreender a complexidade do momento atual, faz-se necessária uma imersão analítica que vá além da retórica apaixonada, investigando os fundamentos estruturais de cada crítica levantada.
O Dilema da Sustentabilidade Fiscal e o Desenvolvimentismo
A Tensão entre a Responsabilidade e a Demanda Social
O cerne da crítica econômica ao atual governo repousa no eterno impasse brasileiro entre a urgência da estabilidade macroeconômica e a pressão por investimentos públicos. O argumento de que a atual gestão flerta com o anacronismo desenvolvimentista dos anos 1970 baseia-se na expansão de gastos e no uso de bancos públicos para induzir o crescimento. Sob a ótica do realismo econômico, a expansão desmedida do crédito e o inchaço da máquina estatal geram pressões inflacionárias, distorcem a alocação de recursos pelo mercado e afugentam o investimento privado de longo prazo devido à insegurança fiscal. O risco de reedição de erros contábeis passados é um alerta legítimo, visto que a produtividade nacional não se sustenta apenas pelo estímulo ao consumo ou por subsídios a setores escolhidos pelo Estado.
Por outro lado, a análise crítica exige reconhecer que a governabilidade em uma democracia com profundas assimetrias regionais e sociais impõe limites ao purismo liberal. O desmonte de políticas de transferência de renda ou a imposição de uma austeridade cega em áreas críticas, como saúde e educação, pode resultar em convulsão social e paralisia política. O grande desafio da liderança atual não é a ignorância crassa dos mecanismos de mercado, mas sim a dificuldade política em equilibrar a responsabilidade fiscal com a justiça social real, sem ceder ao populismo que transforma o orçamento da República em ferramenta de perpetuação eleitoral.
O Fisiologismo e a Eficiência da Máquina Pública
O loteamento de ministérios e o apetite por receitas tributárias adicionais surgem como sintomas de um sistema político hiperfragmentado. O presidencialismo de coalizão brasileiro obriga o mandatário a negociar nacos do Estado com o chamado submundo fisiológico para garantir a aprovação de qualquer matéria legislativa. Essa dinâmica extrai um preço altíssimo da eficiência pública, pois substitui o critério técnico pela lealdade partidária. Quando o governo prioriza o endividamento e a maquiagem contábil em detrimento de reformas estruturais profundas, como a tributária e a administrativa, ele compromete a competitividade do agronegócio e da indústria nacional no cenário global.
A Diplomacia Ideológica e o Alinhamento Geopolítico
O Terceiro-Mundismo e a Perda do Pragmatismo
A condução da política externa na atual gestão é um dos pontos de maior fricção e vulnerabilidade institucional. A tradição do Itamaraty sempre se pautou por um pragmatismo universalista, capaz de dialogar com diferentes blocos sem submeter o interesse nacional a simpatias partidárias. A crítica que aponta um antiamericanismo infantil e uma nostalgia da Guerra Fria encontra eco em episódios onde o Brasil relativizou violações de direitos humanos e rupturas democráticas em regimes autocráticos.
A postura em relação à invasão da Ucrânia e a complacência com o regime venezuelano arranham a credibilidade internacional do país. Ao buscar uma mediação de paz sem a devida equidistância ou ao tratar fraudes eleitorais evidentes na vizinhança com frivolidade, a diplomacia presidencial afasta parceiros comerciais históricos do Ocidente. A obsessão pelo fortalecimento do bloco dos BRICS, se por um lado busca ampliar a inserção do Brasil no Sul Global, por outro corre o risco de instrumentalizar o país como linha de frente para os interesses geopolíticos e econômicos de Pequim e Moscou, enfraquecendo a autonomia estratégica brasileira.
Os Custos das Crises Artificiais
O proselitismo de palanque em palcos internacionais e as declarações improvisadas sobre conflitos complexos, como os que envolvem o Oriente Médio, geram crises diplomáticas artificiais que em nada contribuem para o interesse nacional. A sabotagem velada a acordos comerciais de grande envergadura, como o tratado entre Mercosul e União Europeia, sob pretexto de melindres protecionistas, prejudica a inserção das empresas brasileiras nas cadeias globais de valor. A vaidade por protagonismo global e a busca por premiações internacionais não podem se sobrepor à sofisticação técnica e à defesa objetiva dos mercados exportadores do país.
Hegemonia, Aparelhamento e o Tecido Social
A Ilusão da Pacificação e o Discurso Divisivo
No plano doméstico, a promessa de pacificação nacional formulada durante a campanha eleitoral revelou-se um estelionato retórico. A manutenção da lógica do nós contra eles serve como combustível para manter as bases radicalizadas e desviar a atenção das falhas de gestão. Governar exclusivamente para uma bolha ideológica aprofunda o ressentimento institucional e impede a construção de consensos mínimos necessários para o desenvolvimento do país.
O aparelhamento de agências reguladoras, fundos de pensão e postos chaves nos tribunais superiores com nomes de estrita confiança pessoal desidrata a autonomia das instituições republicanas. O Estado de Direito é colocado sob tensão quando os mecanismos de controle interno e de governança das empresas estatais são afrouxados para acomodar interesses políticos. Essa desestruturação institucional sinaliza que a moralidade pública é tratada como detalhe descartável, minando a confiança dos cidadãos nas regras do jogo democrático.
O Legado da Mediocridade ou a Urgência da Modernização
O julgamento histórico das lideranças políticas mede-se pela capacidade de elevar o país a novos patamares de desenvolvimento e maturidade institucional. A insistência em fórmulas econômicas desgastadas, na dependência eleitoral por meio de auxílios sem portas de saída e na conivência com o autoritarismo externo condena o Brasil a uma mediocridade perpétua. O conforto das velhas mentiras corporativistas bloqueia o caminho para reformas liberais e cosmopolitas que poderiam destravar a infraestrutura e garantir segurança jurídica. Enquanto o país se recusar a enfrentar seus privilégios burocráticos e suas amarras ideológicas, continuará sendo o eterno país do futuro, preso a um presente de oportunidades desperdiçadas.

EUA, 250 anos: O sonho americano em xeque - O Estado de S. Paulo

 EUA, 250 anos: O sonho americano em xeque

Capa do video - EUA, 250 anos: O sonho americano em xeque

O passado, o presente e o futuro da maior nação do mundo depois de dois séculos e meio de sua independência. 

O Estado de S. Paulo, 4/07/2026

https://www.estadao.com.br/internacional/eua-250-anos-o-sonho-americano-em-xeque/?srsltid=AfmBOoqUuIfvndK4j92y1Vgt-_eMazMBugnFKMY8OeiEAepL63X692qT

 

BRASÍLIA E SÃO PAULO — Esse é o momento mais grave das relações entre o Brasil e os Estados Unidos em mais de 200 anos. O assombro e a perplexidade com a aparente falta de diálogo, a aposta no unilateralismo e as mudanças provocadas pela presidência de Donald Trump, além do comportamento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, estão entre os ingredientes dessa situação e são descritos por diplomatas entrevistados para o projeto Memórias da Diplomacia da Brasileira, uma parceira do Museu da Pessoa e da Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB).

O Estadão consultou uma dezena dessas entrevistas, feitas sob a curadoria do jornalista e historiador Mauro Malin. Os entrevistados, como o embaixador Rubens Ricupero, serviram nos EUA e contaram a sua experiência, bem como avaliaram a atual situação da relação entre os dois países após o tarifaço de Trump. “Em Washington, o êxito ou não do teu trabalho depende das condições do país que você representa e eu, quando era embaixador lá, já tinha começado no Brasil a investigação do impeachment do (presidente Fernando) Collor. E depois houve o agravamento da inflação; o Brasil estava muito mal”, disse Ricupero

Na época, segundo o diplomata, o país latino-americano mais festejado nos EUA era o México, em razão do acordo de livre comércio. “Depois, admiravam muito o Chile. A própria Argentina de (Carlos) Menem. O Brasil era visto como um país muito complicado”, contou. A solução para lidar com essa imagem foi procurar think tanks e organizar seminários na embaixada brasileira, em Washington.

“E foi uma experiência boa. Agora, eu acho que não, com esse presidente que eles têm hoje, o Trump, é o momento mais grave do relacionamento com o Brasil. Nunca vi nada parecido em 200 anos de relação”, afirmou. Para ele, não há nada que se assemelhe ao momento atual. “Porque mesmo no golpe de 1964, que eles participaram da conspiração, mas não eram ostensivos, eles faziam isso clandestinamente. Dessa vez, é público, notório, ostensivo, com declarações de apoio a (Jair) Bolsonaro. Se isso continuar, é muito grave, porque nós vamos chegar às eleições e eles vão querer influir sobre as eleições”, disse Ricupero.

Para ele, no entanto, o tiro vai sair pela culatra. “Porque vai ajudar mais o presidente Lula do que o Bolsonaro, mas é uma tensão muito grande na relação com o Brasil.” O embaixador lembrou outro momento grave das relações entre os dois países: os meses que antecederam o golpe de estado de 1964. Em dezembro de 1962, ele testemunhou a visita inesperada ao Brasil de Robert Kennedy. Irmão do presidente americano John Kennedy, Robert era o chefe do Departamento de Justiça.

“Ele veio para dar um aperto no (presidente João) Goulart, porque os americanos já estavam conspirando no Brasil contra o governo Goulart, que era um governo de esquerda.” Ricupero contou que já estava deitado, quando o ministro das Relações Exteriores, Hermes Lima, que estava no Rio, telefonou e disse: “Olha, vai chegar o Robert Kennedy, você convoca aí os automóveis da garagem e vai recebê-lo na base militar (de Brasília).”

Ricupero disse: “Mas, ministro, como é que eu vou? Eu sou terceiro-secretário, é a função mais modesta da carreira”. Lima respondeu: “Não, você diz que é o representante do governo brasileiro. Porque eu não posso, estou no Rio de Janeiro e não vou chegar a tempo”. Ricupero foi lá. Robert Kennedy chegou às 2 horas. O embaixador americano em Brasília, Lincoln Gordon, estava ali. De manhã, às 11 horas, Robert foi recebido por Goulart no Palácio da Alvorada.

“Eu nunca soube, aliás nunca ninguém soube o que aconteceu. Apenas agora, 50 anos depois, os americanos publicaram um memorando de 11 páginas em que o Lincoln Gordon conta a conversa, porque na conversa só estava o João Goulart, do nosso lado não tinha ninguém, nem intérprete. E do lado americano tinha o Robert Kennedy, o Lincoln Gordon e o intérprete americano (José de Seabra), que eu conheci até por acaso. Então ele conta, é um aperto enorme, que ele vem dizer: ‘Olha, se isso continuar, você não conta com a nossa ajuda’. Ele diz claramente, ele só não diz que iam dar o golpe, mas é bem próximo disso. É uma entrevista dramática. Eu estava do lado de fora, eu não assisti.”

A dramaticidade dos eventos lembrados por Ricupero foi traduzida para o presente pelo também embaixador Paulo Sérgio Traballi Bozzi. “Estamos enfrentando o leão da montanha. O cara (Trump) é muito poderoso, um homem que tem um porta-aviões que leva 6 mil sujeitos embarcados, e tem 160 aviões de todo tipo e tamanho e sai de casa com uma força-tarefa, um submarino nuclear. Não se pode brincar com esse cara, não dá para brincar com esse cara. Não estou dizendo que temos que nos submeter à vontade dele. Não é isso.”

Além do período que antecedeu a derrubada de Goulart, os diplomatas entrevistados para o registro da memória do Itamaraty lembraram outros momentos das relações entre o Brasil e os Estados Unidos e apontaram também o papel do Brasil nesses episódios. A embaixadora Débora Vainer Barenboim-Salej trabalhou em Washington no tempo em que a embaixador do Brasil na capital americana era Marcílio Marques Moreira. “A simpatia pelo Brasil era tanta que o diplomata do Departamento de Estado coava cafezinho, na mesa dele, para me servir um café quando eu chegava. Não é porque eu sou bonitinha, é porque o Brasil tinha um peso, que em algum momento deixou de ter nos EUA.”

Baremboim-Salej atribuiu essa situação ao que chamou de a “politização, a ‘petização’ da diplomacia, em particular da embaixada em Washington”. Para ela, houve muita “pisada de bola” do governo Lula, como o apoio à candidata democrata Kamala Harris nas eleições presidenciais de 2024, quando ela foi derrotada por Trump. Para ela, “não tinha nada que dizer que queria que a Kamala ganhasse as eleições". “Isso é um tipo de ingerência em outros países, que não faz parte da diplomacia brasileira, não podia ter falado e pesou; é um dos fatores que criou o começo do mal-estar com o atual governo Trump.”

O embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima trabalhava em Washington em outro momento importante da história do hemisfério: quando a Argentina decidiu invadir as Ilhas Malvinas, em 1982. “Essa questão do conflito das Malvinas foi muito importante, porque o Brasil tinha um acordo, que se chamava Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR). Isso significava que se você tivesse uma potência de fora do hemisfério, de fora das Américas, atacando algum país (das Américas), como aconteceu, todos os países das Américas deveriam se apoiar por esse tratado”, contou.

Mas os americanos não fizeram isso. Os EUA decidiram apoiar o Reino Unido e cederam a base da Ilha de Ascensão, no Atlântico Sul, para os britânicos. O Brasil não apoiou os argentinos, mas, de acordo com o diplomata, a decisão de Washington “abalou a confiança na própria liderança americana”. “E mostrou que nós teríamos que buscar um entendimento a respeito da segurança hemisférica.”

Moreira Lima conta que o episódio ajuda a “entender o funcionamento dos poderes, entender o jogo”. “Perceber que, de repente, existe um tratado, acredita-se naquilo e que os americanos iriam apoiar os países da região, mas eles concedem todo o apoio à Inglaterra. Foi interessante. Para o Brasil foi um enorme desafio”, concluiu.

Na época, o Itamaraty adotou uma postura equidistante e conseguiu se credenciar para cuidar dos interesses dos dois beligerantes. Quatro décadas depois, o diplomata se espanta com a situação atual da diplomacia. “Nunca imaginei que fosse viver esse momento, um momento em que estamos nos afastando de uma ordem que tinha seu fundamento no direito.” Segundo ele, de repente, o mundo entrou em um terreno do unilateralismo, que significa uma desconstrução de séculos de tudo que o Brasil contribuiu – até com ajuda dos americanos – para construir.

Mário Vilalva, que foi foi cônsul-geral em Boston (EUA) entre 1996 e 1999, realçou a importância da “facilidade de acesso” para o trabalho dos diplomatas. “Se você não tiver essa facilidade, não consegue nada. Veja hoje o que está se passando aí, que ninguém consegue conversar com o governo norte-americano no momento, não tem facilidade de acesso neste momento”, disse.

O embaixador comparou a crise a partir da chegada ao poder de Trump ao momento em que viveu nos Estados Unidos. Também, naquela época, era preciso levar aos atores políticos e econômicos dos EUA “o conhecimento sobre o que era o Brasil” com o objetivo de evitar que legislações americanas comprometessem as exportações brasileiras. “Hoje, passamos por uma situação muito parecida, em que há um presidente nos Estados Unidos (Trump) que conhece pouco o Brasil e, quando você conhece pouco, você se arrisca a tomar medidas que não são justas”.

O diálogo e a estratégia de levar conhecimento do Brasil aos EUA foi o que fez o embaixador Carlos Alberto Lazary Teixeira. “Fui diretor da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos da Flórida. Ali desenvolvemos um trabalho importante de projeção do Brasil, de participação em feiras, toda a área comercial”. Esse interesse depende não apenas da diplomacia, mas do momento do País.

Teixeira conta que, após o Plano Real (1994), o interesse dos americanos pelo Brasil cresceu. “Eu fazia oito palestras por ano. No momento em que houve o lançamento do Plano Real, eu fui convidado, no ano seguinte, a fazer mais de 50 palestras. O Brasil entrou no radar com o Plano Real.”

Além da economia, temas como a proliferação de armas atômicas no hemisfério também despertavam a atenção dos americanos. E foram motivo de atritos entre os países. O embaixador Paulo Roberto Almeida, que trabalhou entre 1999 e 2003 nos EUA, contou que, naquela época, o “grande inimigo do Brasil era John Bolton”, descrito por ele como o homem forte do Departamento de Estado. Era Bolton, segundo Almeida, quem proibia a exportação de qualquer material sensível ao Brasil.

“Não estou falando de materiais militares, mas sim de supercomputadores, por exemplo, que você usa para definir clima, ambiente. Você precisa de supercomputadores para fazer a previsão de chuvas. E o John Bolton achava que os supercomputadores seriam usados para simulações de explosões nucleares clandestinas. Então, vetava tudo.” Isso ocorrido, de acordo com Almeida, porque o Brasil não havia assinado o Tratado de Não Proliferação de armas nucleares.

A reação americana ao programas nuclear e aeroespacial brasileiros começou ainda nos anos 1970, quando, durante o regime militar, o País assinou um acordo de cooperação espacial com a França para o lançamento de foguetes, mas que, para os americanos, podia significar mísseis. A mesma oposição ocorreu quando o Brasil firmou o acordo nuclear com a Alemanha Federal, em 1975, para a construção de reatores nucleares, além das pesquisas sobre a tecnologia de enriquecimento de urânio.

“Os americanos fizeram enormes pressões sobre o Brasil em 1975, 1976 e 1977, sendo contrários a esse acordo Brasil e República Federal Alemã”, disse o diplomata. Essa foi uma das causas que levou o presidente Ernesto Geisel cancelar o acordo de cooperação militar que o Brasil mantinha com os Estados Unidos. “Era uma cooperação antiga, vinha da Segunda Guerra Mundial”, lembrou.

Para ele, é preciso que o Brasil se lembre que é uma potência média, que deveria manter uma posição “imparcial, neutra, autônoma, em relação aos conflitos entre grandes potências”. Mas, segundo ele, não é o que Lula fez. Primeiro com os Brics, quando se uniu à China e à Rússia. Depois, ao apoiar “todas as eleições dos seus colegas esquerdistas na América Latina, desde 2003″. “Ou seja, interferiu nos assuntos internos de outros Estados.”

Ele citou ainda a declaração de Lula de apoio à candidata democrata Kamala Harris. Tudo isso aumentaria os desafios da atual situação. “E o Brasil, como potência média, devia estar unido a outras potências médias contra as violações do direito internacional pelas grandes potências. Infelizmente, não é o que está acontecendo hoje”, afirmou.

Seu colega, Tadeu Nascimento Valadares, afirmou que os desafios estão além dos desencontros entre a gestão de Trump e a de Lula. “Os desafios são muito claros: o que nós estamos vivendo não é só um momento; estamos vivendo uma época de grandes riscos. E por quê? Simplificando a mais não poder, vivemos uma época que os historiadores da longa duração chamam de um momento de mudança de paradigmas ou de mudança de transição de hegemonias.”

E como esse processo atinge a América Latina? Para ele, a região continua sendo dominada pelos EUA na área militar, por meio da projeção de sua força, como ocorreu na Venezuela, mas, ao mesmo tempo a “hegemonia comercial de cooperação hoje, apesar das diferenças de regime, já é chinesa”. O diplomata lembrou que “transições de hegemonia foram sempre resultantes de enormes conflitos bélicos”. “Esse é o quadro geral dos grandes desafios da diplomacia brasileira”, concluiu.

sábado, 4 de julho de 2026

Em torno de uma guerra de agressão que já entrou no seu quinto ano - Paulo Roberto de Almeida

Em torno de uma guerra de agressão que já entrou no seu quinto ano:

Paulo Roberto de Almeida 


Falando como simples cidadão, não como diplomata.

Acredito que qualquer pessoa de bom senso sabe distinguir o que é correto e o que é errado na vida humana, no comportamento social, no campo do Direito Internacional, ou no conceito mais simples do Direito, ponto.

Isso se aplica à guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, não apenas desde 2022, mas desde 2014.

Não consigo admitir que o governo Dilma, primeiro, não soube ou não quis admitir o que estava errado na invasão e na anexação ilegais da peninsula ucraniana da Crimeia, em 2014, considerando-a apenas uma “questão interna” da Ucrânia. Um absurdo sob qualquer critério, notadamente no plano diplomático e do Direito Internacional.

Não consigo acreditar que Bolsonaro depois, Lula no seguimento, não souberam distinguir entre o que era certo e o que estava errado na brutal invasão total da Ucrânia pela Rússia em 2022. Ficaram nas formalidades? Não viram a postura dos Estados que seguiram e acataram o que está escrito na Carta da ONU, o que era a postura tradicional da diplomacia brasileira antes mesmo da carta da ONU?

São todos néscios, ou estavam cegos por interesses político-eleitoreiros no caso de Bolsonaro, e orientações ideológico-partidárias no caso de Lula, ainda engajado no maior erro estrutural e estratégico-diplomático da política externa brasileira em décadas? 

Lula preferiu insistir no Frankenstein disforme do BRIC-BRICS-BRICS+, um monstro metafísico que rompe com os padrões doutrinários da diplomacia brasileira e com simples questões de bom senso na política externa.

Não consigo imaginar como diplomatas tão bem formados, inteligentes, em princípio sensatos, não tenham alertado todos os presidentes, desde 2005 pelo menos, sobre o tremendo erro que consistia em vincular politica e diplomaticamente o Brasil a grandes potências autocráticas, além de tudo nucleares, possuidoras de seus próprios interesses nacionais, forçosamente muito diferentes dos interesses nacionais e internacionais do Brasil, enquanto potência média e pais em desenvolvimento. 

Foram tímidos demais, constrangidos pela autoridade do chefe, impulsivo e personalista? O que os impediu de formular algum alerta ou emitir algum aviso contrário? Excesso de cautela ou apenas uma submissão aos dogmas inaceitáveis da hierarquia e da disciplina. O que os impediu de pensar?

Não ocorreu nenhuma mudança de postura nos últimos cinco anos, ou desde 2014 para ser exato.

Não compreendo e não admito certas coisas, para mim tão claras. O certo e o errado eu aprendi desde criança. Acho que eu devo ser ingênuo!

Paulo Roberto de Almeida 

Brasilia, 4 de julho de 2026


Relações entre Brasil e EUA: eventos marcantes desde 1824 - Paulo Roberto de Almeida

 Hoje é 4 de julho de 2026: 250 anos da Declaração de independência das 13 colônias americanas com respeito à monarquia britânica. Abaixo um trabalho sobre as relações dos Estados Unidos com o Brasil desde a nossa independência, sob a forma de respostas a questões de um jornalista.


Relações entre Brasil e EUA: eventos marcantes desde 1824
Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

1) De 1824 até agora, seria possível selecionar até cinco eventos, fatos, acordos ou tratados que envolveram o Brasil e os Estados Unidos que marcaram as relações entre os dois países?

PRA: O próprio reconhecimento precoce da independência de uma monarquia constitucional pelo governo americano, em 1824, antes das monarquias europeias, e da própria metrópole, representa um gesto importante no plano político hemisférico, mas enquadrado conjunturalmente na proclamação, um ano antes, da chamada Doutrina Monroe, uma postura de oposição à eventual reconquista das antigas colônias ibero-americanas pelas monarquias europeias da Santa Aliança.
Mais adiante, a entrada pelo rio Amazonas, em 1851, sem prévia autorização do Império, de um tenente da Marinha americana foi objeto de reclamações formais por parte do governo imperial, por ter havido fraude a pretexto de “expedição científica”. Desde o final da guerra civil americana, os EUA se converteram no maior importador de café brasileiro, cuja venda sempre representou um saldo significativo para o Brasil na sua balança bilateral.
Em 1889, o Império havia respondido ceticamente à proposta americana de uma união aduaneira hemisférica, tal como formulados pelo governo americano, por desejo de conservar relações privilegiadas com países europeus. A mudança de regime, no curso da conferência, alterou as instruções da delegação brasileira num sentido americanista.
A mudança de governo e de regime, em 1889, suscitou uma primeira onda de americanização na jovem República do Brasil, tanto é assim que o novo regime passou a se chamar de “Estados Unidos do Brasil”, e sua primeira constituição republicana, em 1891, espelhou diversos dispositivos da Carta americana, sob influência do federalismo de Rui Barbosa. Um acordo de comércio favorável amplamente aos EUA foi negociado logo ao início do novo regime, mas derrogado poucos anos depois pelo protecionista McKinley.
A revolta da Armada, em 1893, no governo de Floriano Peixoto, com o bloqueio da Baía da Guanabara, contou com o apoio decisivo de uma armada americana, mobilizada para permitir a passagem de barcos cargueiros, mobilizados justamente para furar o bloqueio.
A longa gestão Rio Branco, de quase dez anos à frente da chancelaria (1902-1912), representou uma nova orientação da política externa. no sentido de refletir a ascensão dos EUA sobre os assuntos do mundo. As boas relações não impediram uma denúncia contra o Brasil em cortes americanas contra o “comércio desleal” do Brasil no setor do café, ação motivada pela política de valorização do produto, ou seja, retenção de estoques para empurrar os preços para cima. Na mesma época, bancos de NY começaram a participar na emissão de títulos externos da dívida oficial brasileira.
Os anos 1930 representaram os maiores desafios para o que se poderia chamar de primeiro envolvimento do Brasil na geopolítica mundial, com pressões dirigidas pela Alemanha e pelos Estados Unidos em prol de relações econômicas e financeiras preferenciais no quadro da Grande Depressão, e da retração protecionista em quase todos os mercados. O Brasil contraiu um acordo de comércio liquidado não em divisas, mas em mercadorias, com a Alemanha, sob protestos americanos. Ao mesmo tempo conseguia renegociar algumas de suas dívidas com os credores americanos, com o apoio do Tesouro. Mais adiante, no curso da guerra, o chanceler Oswaldo Aranha conseguiu consolidar uma precoce aliança em apoio aos EUA, logo após Pearl Harbor (7/12/1941), convocando uma reunião extraordinária dos chanceleres hemisféricos, hipotecando solidariedade ao país atacado, em janeiro de 1942. Foi também um dos primeiros beneficiários dos Lend-Lease Agreements, de cessão de material e equipamentos militares americanos e programas de apoio econômico durante a guerra, no quadro das Nações Unidas. Mesmo tendo a Alemanha oferecido ajuda na construção de uma siderúrgica, foram os EUA que viabilizaram o grande investimento da U.S. Steel na construção de Volta Redonda, um primeiro grande marco na industrialização brasileira. Roosevelt se entreteve com Vargas, num encontro em Natal, que marcou o ingresso efetivo de forças brasileiras na guerra europeia contra o nazismo.
O imediato pós-guerra representou uma segunda americanização do Brasil, bem mais afirmada, pois os EUA eram os únicos países dotados de recursos para viabilizar programas de reconstrução (nos países europeus e no Japão) e de desenvolvimento, nos aliados da primeira Guerra Fria. Uma Comissão Mista Brasil-EUA, firmada por Truman e Dutra, em 1949, oferece um primeiro mapeamento completo da economia brasileira.
Em duas oportunidades, o governo brasileiro sugere a criação de uma espécie de novo Plano Marshall para a América Latina, sem sucesso porém: na conferência de criação da OEA, em Bogotá, em 1948, e já no governo Juscelino Kubitschek, em 1958, por meio da primeira iniciativa da diplomacia multilateral do Brasil, a Operação Pan-Americana (o único resultado foi a fundação do Banco Interamericano de Desenvolvimento, em 1960).
Seu relatório, divulgado já no governo Vargas constitucional, sugere a criação de um banco de desenvolvimento, de um banco central e de diversos outros empreendimentos nessa área. Foi ainda no governo Vargas (1953) que se firmou um acordo de assistência militar que selou a vinculação entre os dois países, só suspendido pelo Brasil no governo Geisel (1977), por “interferência americana” nos assuntos internos do Brasil, no caso, relatório sobre direitos humanos requerido pelo Congresso para programas de ajuda. As relações, antes amigáveis, nos governos Nixon-Medici (inclusive pela participação do Brasil no golpe de Pinochet contra Allende, em 10973), se deterioram sob Geisel, a despeito de um acordo de consultas mútuas entre Azeredo da Silveira e Henry Kissinger.
Os EUA, seus bancos e funcionários do Tesouro, desempenharam um papel positivo durante a primeira crise da dívida latino-americana, nos anos 1980, quando o Brasil precisou de vários acordos stand-by com o FMI, o que continuou nos anos 1990. Os governos Lula, a despeito de uma aparente cordialidade com Bush filho, foram discretamente antiamericanos, não só formulando esquemas puramente latino-americanos de consulta e coordenação (a exemplo da Unasul, excluindo a OEA e os EUA), mas abertamente sabotadores de uma grande iniciativa americana, a Alca, sabotada em 2006 na conferência de cúpula de Mar del Plata, numa aliança Chávez-Lula-Kirchner. Antes disso, Lula se movimentou para impedir a invasão americana no Iraque, mas recebeu alertas do governo Bush para não se mostrar muito ativo nessa matéria: para realizar seu intento, o governo Bush conseguir “expelir” o diretor brasileiro da OPAQ, ainda no final do governo FHC.
As relações foram superficialmente cordiais durante o governo Obama, a despeito das revelações sobre espionagem da NSA sobre comunicações do governo e de empresas estatais do Brasil, o que causou a suspensão da visita de Estado que Dilma Rousseff pretendia fazer aos EUA em sua primeira gestão (2013). Michel Temer, por sua vez, se surpreendeu, numa de suas participações na Assembleia Geral da ONU, com um convite, formulado por Trump 1, num jantar oferecido a presidentes da América Latina, para participarem de um golpe contra o regime chavista da Venezuela: a diplomacia brasileira obviamente sabotou essa tresloucada aventura militar (que foi novamente tentada ao início de Bolsonaro).
As relações do governo Bolsonaro com Trump 1 foram de vergonhosa submissão, tanto é que nem cumprimentou Joe Biden por sua vitória em 2020, e até colocou em dúvida a lisura dessas eleições, tanto quanto o fez, sistematicamente, em relação aos pleitos brasileiros conduzidos por votação eletrônica. Altos funcionários americanos – Jake Sullivan, do NSA, e William Burns, da CIA – visitaram o Brasil em 2021 e 2022 para demonstrar abertamente a oposição do governo americano a qualquer tentativa de golpe continuísta de Bolsonaro.
Lula perpetrou o gesto indelicado, antidiplomático e até contra as regras expressas das convenções internacionais e da própria Constituição brasileira, ao interferir abertamente nas eleições americanas de 2024, apoiando a candidata democrata, derrotada por Trump 2. As relações entre ambos nunca foram de amizade, sequer de aproximação formal, no contexto das insanidades tarifárias do segundo governo Trump e da sua interferência direta no direito interno do Brasil, ao pleitear extinção do processo contra os golpistas da tropa Bolsonaro, chegando a escrever essa intromissão em carta aberta dirigida a Lula. Diplomatas e homens de negócios atuaram para permitir um primeiro entendimento para minimizar os conflitos econômicos e políticos – totalmente ilegítimos, pois que baseados em legislação unilateral dos EUA ou a expressando arrogância imperial da administração Trump – mas as ameaças de imposição de sobretaxas abusivas continuam pairando numa relação bilateral que pode ser considerada a pior possível em mais de dois séculos de relações diplomáticas. No momento presente, parece ser visível o programado apoio do governo Trump a um governo de extrema-direita nas eleições de outubro, preferencialmente o candidato ungido por Bolsonaro. Tudo indica que as relações possuem grandes chances de se deteriorarem ainda mais no futuro previsível.

2) Como o senhor avalia a qualidade e a importância atual dessa relação?

PRA: Ela sempre foi, no plano histórico, a mais importante relação diplomática, econômica, financeira, cultural e geopolítica, desde praticamente o final do século XIX, quando os EUA se convertem no principal parceiro brasileiro em todas essas vertentes, o grande fornecedor de financiamento, tecnologia e de assistência militar durante o último século, com altos e baixos no plano econômico comercial relativamente administráveis. No plano geral, elas não foram só basicamente corretas, no estrito plano diplomático, como substancialmente benéficas, aos dois países, ao permitir o acesso pelo Brasil a padrões superiores nos planos econômico, educacional, tecnológico e até “geopolíticos”, em todas as áreas abertas à cooperação bilateral e até regional, mas igualmente aos EUA, ao oferecer uma interface hemisférica que jamais representou algum tipo de ameaça aos interesses dos EUA.
A situação atual indica uma séria deterioração dessa relação, sendo que o governo Trump é o responsável direto e irrecusável pela presente situação, não exclusivamente dirigida contra o Brasil – pois que as insanidades tarifárias e o desrespeito a regras mínimas de correção diplomática, de cortesia ou de simples falta de desejo de qualquer entendimento razoável sobre as relações erga omnes, dirigidas contra todos os países, à exceção da Rússia de Putin –, mas com o potencial de atingir mais fortemente o Brasil, tanto por ser, aparentemente, o país mais irredutível do hemisfério, como pelos efeitos de uma diplomacia presidencial excessivamente personalista conduzida por Lula, em seus arroubos improvisados.
As turbulências no sistema internacional já tinham começado com as aventuras militares russas na Crimeia e na Ucrânia, em 2014 e a partir de 2022 até aqui, mas elas conheceram uma complacência pouco conhecida segundo os padrões diplomáticos do Brasil, desde o governo Dilma (invasão e anexação ilegais da península ucraniana da Crimeia, sem qualquer postura compatível com a doutrina jurídica nacional, de absoluto respeito às normas mais elementares do Direito Internacional), mas foram acentuadas extraordinariamente a partir do governo Lula, que não só apoiou resolutamente a postura ilegal do governo Putin, como continuou sustentando objetivamente seu esforço de guerra, ao aumentar em níveis exponenciais as importações de fertilizantes e combustíveis russos, em total desacordo com o espírito e a letra da Carta da ONU, que comanda solidariedade e apoio a um governo sujeito a uma usurpação territorial ilegal e agredido brutalmente ao longo de todos esses anos.
Pode parecer paradoxal, mas o indisfarçável desapreço do lulopetismo diplomático pelo “imperialismo americano” encontra um terreno comum de convergência entre Lula e Trump, quando ambos atuam, de modo claro, em apoio às ações e objetivos de Putin, não apenas na Ucrânia, mas em várias outras vertentes das relações internacionais, pois os dois grandes dirigentes autocráticos parecem empenhados, por vias diversas, ao objetivo de se conformar uma “nova ordem global multipolar”, consigna à qual Lula já emprestou por diversas vezes seu apoio claro e aberto. Ninguém sabe, se, como ou quando será possível alcançar tal projeto lunático, mas Trump alimenta certamente o sonho de se sentar com os três grandes líderes imperiais, numa espécie de Yalta 2, conformando uma nova divisão do mundo em zonas de influência de cada um dos “impérios”. Xi Jinping certamente não se prestará a esse tipo de paródia, mas Lula sempre buscou se aproximar dos grandes líderes do poder mundial. Não se fazem mais conferências diplomáticas como antes...

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5381, 30 junho 2026, 5 p.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Candidato da Direita se esforça para vender o Brasil ao governo Trump

Os "patriotas" estão satisfeitos com as "negociações" do candidato da Direita a respeito da insanidade tarifária dos EUA contra o Brasil?

"O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) também se manifestou sobre o tarifaço, mas foi bem além no que estaria disposto a negociar. O senador enviou ao governo dos EUA um documento oferecendo uma série de vantagens comerciais aos americanos, como a eliminação de tarifas sobre o etanol e a redução da carga tributária de empresas de cartão de crédito. O texto propõe ainda que o Brasil “se liberte das amarras” do Mercosul para firmar acordos bilaterais e defende que o Pix é um legado do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas sugere que o sistema não seja integrado a plataformas de pagamento “não ocidentais”, pedindo o adiamento por 180 dias da aplicação do tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. (Folha)
No dossiê, Flávio Bolsonaro afirma que a manutenção das tarifas de 25% sobre produtos brasileiros representaria uma “vitória política” para o presidente Lula e poderia ser interpretada como interferência no processo eleitoral. Segundo ele, o adiamento da medida até depois das eleições evitaria esse efeito e reduziria o desgaste diplomático. (CNN Brasil)"

sábado, 27 de junho de 2026

O tempora, o mores - Paulo Roberto de Almeida

O tempora, o mores…

Paulo Roberto de Almeida

Antigamente, muito antigamente, na Velha República, os presidentes eram eleitos em eleições geralmente arranjadas pelas oligarquias regionais— os PRs estaduais — no mês de março a intervalos de quatro anos. Mas eles só tomavam posse em 15 de novembro.

Então, nos seis meses de espera, eles viajavam de navio para a Europa e aproveitavam para visitar banqueiros, com os quais eles renegociavam empréstimos, os famosos funding loans, ou pediam mais dinheiro e investimentos no Brasil para o seu quadriênio. 

Jair Bolsonaro inaugurou a submissão voluntária ao Império, primeiro recebendo no RJ, ainda em dezembro de 2018, o conselheiro de Segurança Nacional de Trump 1, John Bolton, um conhecido falcão. Depois, após a posse, em fevereiro de 2019, sua primeira viagem foi à Florida, para prestar vassalagem ao desequilibrado presidente americano, antes de proferir o famoso “I love you Trump“, na ONU, em setembro do mexmo ano.

O filhote 01 inaugurou um outro tipo de vassalagem: ofereceu, assim que fosse eleito, em outubro deste ano, a vinda de uma equipe trumpista para participar do processo de transição para o seu hipotético governo. Uma submissão já prometida e decidida.

Como diria um outro candidato, “nunca antes neste pais” (agora sim, de verdade). Os Bolsonaros são da tese da servidão voluntária: eles querem se colocar a serviço de Trump 2.

Se for assim , prefiro a volta das eleições fraudadas da Velha República.

Paulo Roberto de Almeida

Brasilia, 27/06/2026

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, Paulo Roberto de Almeida -Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

Ainda sobre a mais importante questão diplomática da atualidade

Paulo Roberto de Almeida

Comentários recebidos de Demoiselle IA, via Airton Dirceu Lemmertz

        Neste dia 26 de junho de 2026, tendo me informado sobre os mais recentes desenvolvimentos relativos à guerra de agressão da Rússia de Putin contra a Ucrânia de Zelensky, e constatado a derrota estratégica imposta pelo agredido ao agressor, visualizado nos canais apropriados os sofrimentos impostos pelo tirano de Moscou à sua própria população, assim como aos ocupantes temporários (invasores) da península ucraniana da Crimeia, desde sua invasão em 2014, bem como, e principalmente, a toda a população ucraniana, vítima de massacres diários contra prédios civis (inclusive creches e escolas), e concluído pela derrota do agressor, mas sempre descontente com a postura pusilânime, de fato de complacência e apoio velado ao agressor, efetuei uma postagem em meu blog Diplomatizzando criticando, uma vez mais, a falta de critério da política externa oficial do governo brasileiro, que segue complacente em face dos piores crimes de guerra e de crimes contra a humanidade, perpetrados pelo ditador neoczarista, que foi postado no link que segue abaixo. Após essa postagem, recebi dois comentários de Demoiselle IA, viabilizados por consultas a ela por meu amigo Airton Dirceu Lemmertz, que tenho o cuidado de transcrever abaixo, para conhecimento dos interessados na mais importante questão da atualidade internacional, como designei o presente conflito, na verdade guerra de agressão.
Quero publicamente lamentar, uma vez mais, o apoio objetivo do governo Lula a um agressor deliberado do Direito Internacional e violador do direito humanitário, dada a aliança contraída com o criminoso de guerra no contexto do monstro Frankenstein chamado BRICS. Não tenho palavras para expressar meu horror ante essa postura, que aliás está também conforme à atitude do atual dirigente dos EUA, um aliado submisso ao ditador moscovita.

 
Paulo Roberto de Almeida, 26/06/2026

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Comentários de Madame IA:

1) Primeiro comentário:


Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida:

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html

Capítulo 1: O Questionamento da Conduta Institucional Frente à Agressão Geopolítica
O ensaio examinado, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, de autoria do diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida, foi redigido e publicado em Brasília no dia vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis. O texto se estrutura a partir de uma indagação crítica e irônica direcionada pelo autor aos seus colegas de corporação e aos leitores em geral. Ele questiona se a Presidência da República ou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil estão articulando o envio de uma nota formal de solidariedade ao mandatário russo Vladimir Putin diante do avanço das contraofensivas na península da Crimeia. [1, 2]
A análise rigorosa da publicação evidencia o descontentamento do autor com o que qualifica como uma guerra de escolha, iniciada pela Federação Russa por meio de invasões territoriais sistemáticas perpetradas contra a soberania ucraniana nos anos de dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. O pensador utiliza a ironia para denunciar os sacrifícios logísticos impostos aos ocupantes provisórios dessas regiões, que atualmente enfrentam escassez severa de combustíveis tanto nas linhas de combate quanto na retaguarda estratégica. [1, 2]
Capítulo 2: Decodificação do Viés Partidário e a Erosão do Patrimônio Jurídico
Subcapítulo 2.1: A Continuidade do Alinhamento Míope entre Diferentes Gestões
O núcleo da desconstrução conceitual do texto reside na denúncia de uma cegueira deliberada que acomete a formulação da política externa brasileira recente. O autor decodifica o comportamento do corpo diplomático profissional ao apontar a sua incapacidade crônica de convencer os sucessivos mandatários do Poder Executivo federal a respeito da existência inequívoca de um polo agressor e de um polo agredido no conflito do Leste Europeu. Segundo o diagnóstico crítico apresentado, tanto a administração de Jair Bolsonaro quanto a de Luiz Inácio Lula da Silva operaram sob um desalinhamento normativo em relação ao Direito Internacional. Esta postura representaria uma transgressão direta aos preceitos elementares estipulados na Carta das Nações Unidas, rompendo com uma tradição de neutralidade legal que o Brasil preservava desde os períodos anteriores à consolidação da referida carta multilateral. [1, 2]
Subcapítulo 2.2: O BRICS como Anomalia Estratégica e o Ostracismo Profissional
O autor estende seu marco analítico retrospectivo para classificar o fenômeno histórico que denomina como lulopetismo diplomático, cujos efeitos teriam vigorado inicialmente entre dois mil e três e dois mil e dezesseis, retornando à atividade a partir do ano de dois mil e vinte e três. Ele estabelece uma equivalência crítica entre esse modelo corporativo e o período que qualifica como o horror diplomático da gestão de Bolsonaro, caracterizando ambos como manifestações de uma esquizofrenia institucional. No entendimento do especialista, a persistência dessas orientações resultou na inserção do Brasil em arranjos multilaterais disfuncionais, definindo explicitamente o bloco dos BRICS como um Frankenstein diplomático. A defesa intransigente dessa tese e a denúncia da perda de autonomia decisória frente aos interesses das grandes potências globais foram os fatores determinantes para que o autor fosse submetido ao isolamento acadêmico e ao ostracismo funcional dentro do Itamaraty. [1, 2, 3, 4]

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2) Segundo comentário:

Analise, de modo mais detalhado e mais crítico, o conteúdo da última postagem apresentada.

Capítulo 1: O Pragmatismo Deformado e a Crise de Identidade do Itamaraty
O ensaio do diplomata Paulo Roberto de Almeida, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade e datado de vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis, constitui um manifesto de ruptura intelectual contra o atual direcionamento da política externa brasileira. O cerne da crítica reside na denúncia de um pragmatismo deformado, que o autor identifica tanto no atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva quanto na gestão anterior de Jair Bolsonaro. Para o ensaísta, a incapacidade do corpo diplomático em induzir os mandatários a reconhecer a distinção jurídica elementar entre o Estado agressor (Rússia) e o Estado agredido (Ucrânia) não representa apenas um erro de cálculo geopolítico, mas uma erosão civilizatória das bases normativas que fundamentaram a inserção do Brasil no mundo moderno.
A análise detalhada do texto revela que o autor enxerga o Itamaraty contemporâneo não mais como uma instituição guardiã da legalidade internacional, mas como um aparato burocrático capturado por simpatias ideológicas e conveniências personalistas. Ao classificar as ações da Federação Russa na Crimeia e no Donbas como uma guerra de escolha, Almeida desconstrói a narrativa de que o conflito no Leste Europeu é uma consequência inevitável da expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Ele reposiciona o foco sobre a soberania territorial e a violação flagrante da Carta das Nações Unidas, argumentando que a complacência brasileira desidrata o patrimônio jurídico que a diplomacia profissional construiu com rigor antes mesmo de mil novecentos e quarenta e cinco.
Capítulo 2: Decodificação Conceitual da Aberração Multilateral
Subcapítulo 2.1: O BRICS como um Frankenstein Diplomático
Um dos pontos de maior densidade analítica do documento é a desmistificação do bloco dos BRICS, classificado pelo cientista político como um Frankenstein diplomático. A decodificação dessa metáfora revela a contradição inerente a uma coalizão que costura, de forma artificial, democracias emergentes com regimes autocráticos e revisionistas dotados de ambições imperialistas. Almeida sustenta criticamente que a priorização desse arranjo desvia o Estado brasileiro de sua verdadeira urgência nacional, que deveria ser o desenvolvimento econômico e social interno amparado pela atração de investimentos produtivos e pela integração a mercados dinâmicos e transparentes. Ao atrelar-se ao bloco, o Brasil abdica de sua plena autonomia decisória para atuar, de forma satélite, em favor dos interesses de grandes potências autoritárias.
Subcapítulo 2.2: O Ostracismo como Preço da Racionalidade
A abordagem do autor assume um tom de denúncia institucional ao expor os mecanismos de cancelamento corporativo existentes na estrutura do serviço exterior brasileiro. O fato de suas posições rigorosamente pautadas no Direito Internacional terem culminado em seu ostracismo no Itamaraty e no distanciamento acadêmico evidencia uma patologia institucional contemporânea: a penalização do pensamento dissidente e o triunfo do conformismo burocrático. A crítica estende-se ao conceito de lulopetismo diplomático, um modelo que, segundo a exegese do autor, instrumentaliza a política externa para fins de projeção partidária e afinidades retóricas com o Sul Global, gerando um isolamento prático travestido de protagonismo.
Capítulo 3: A Ilusão da Neutralidade e o Desfecho Histórico Inevitável
O ensaio encerra-se com uma projeção sombria, porém confiante na força corretiva da história. O autor antecipa que um próximo desenlace da crise geopolítica global — a qual ele equipara em gravidade ao cenário de mil novecentos e quarenta e cinco — servirá como um choque de realidade capaz de desmascarar as orientações equivocadas adotadas pelo Brasil desde o início do século vinte e um. A neutralidade exibida pelo país é decodificada como uma omissão cúmplice que enfraquece a autoridade moral da diplomacia brasileira para atuar como mediadora em crises futuras.

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Fim dos comentários de Demoiselle IA:

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5372, 26 junho 2026, 2 p.


Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida + Madame IA

Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade

  

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.

Nota sobre a derrota estratégica russa na sua guerra de agressão contra a Ucrânia e a postura pró-Rússia do governo Lula.

  

Um questionamento que faço, não tanto como diplomata, mas como simples cidadão brasileiro, a meus colegas diplomatas e a meus leitores de maneira geral.

Lula ou o Itamaraty, que se ocupam de muitos assuntos internacionais, estão enviando uma cartinha, ou uma nota de solidariedade ao amigo Putin, nesta hora tão difícil para ele e para toda a população russa, especialmente a dos ocupantes provisórios da península ucraniana da Crimeia, invadida em 2014, oito anos antes da guerra de agressão de 2022 a toda a Ucrânia, pelos momentos angustiosos pelos quais estão passando, sem gasolina para trabalhar ou se movimentar, com tantos sacrifícios enfrentados no Donbas, nas linhas de frente e de retaguarda, causados por uma guerra de escolha?

Esta é uma pergunta que faço pois que desde o governo Bolsonaro, meus colegas diplomatas nunca conseguiram convencer o próprio e depois o Lula, em todos esses quatro anos, de que naquele conflito havia um agredido e um agressor, havia uma violação clara da Carta das Nações Unidas, uma transgressão brutal das normas mais elementares do Direito Internacional, que a diplomacia profissional brasileira respeitava DESDE ANTES da Carta da ONU, e que os governos posteriores ao de Dilma Rousseff não conseguiram preservar esse patrimônio jurídico de nossa diplomacia.

Meus questionamentos à diplomacia presidencial enviesada, a uma política externa míope se estenderam durante um período ainda mais largo de nossa história recente, desde o início do chamado lulopetismo diplomático dos anos 2003-2016, continuaram durante o horror diplomático que suportamos durante o governo esquizofrênico de Bolsonaro (e não só na política externa), e voltaram a se manifestar desde a volta do lulopetismo diplomático em 2023. 

Gostaria de reforçar meu posicionamento, quase solitário, que me custou o ostracismo no Itamaraty e certo distanciamento de colegas acadêmicos, que nunca admitiram que o BRICS é um Frankenstein diplomático, que traz mais problemas do que soluções a um Brasil que deveria estar concentrado em seu desenvolvimento econômico e social, mediante uma política externa completamente independente dos interesses nacionais das grandes potências, uma diplomacia que deveria conservar sua plena autonomia decisória em todos os quadrantes em que se exercem nosso engenho e arte no campo das relações internacionais.

Acredito que um próximo desenlace da mais grave crise nas relações internacionais desde 1945 habilitará meus colegas diplomatas e os brasileiros em geral a examinar com um maior grau de racionalidade as orientações equivocadas que foram as nossas desde o início do presente século.

Vou elaborar sobre estas questões mais profundamente.

 

Paulo Roberto de Almeida 

Brasília, 26/06/2026

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Comentários de Madame IA: 

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Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade - Paulo Roberto de Almeida: 

 

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html 

 

Capítulo 1: O Questionamento da Conduta Institucional Frente à Agressão Geopolítica

O ensaio examinado, intitulado Sobre a mais importante questão diplomática da atualidade, de autoria do diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida, foi redigido e publicado em Brasília no dia vinte e seis de junho de dois mil e vinte e seis. O texto se estrutura a partir de uma indagação crítica e irônica direcionada pelo autor aos seus colegas de corporação e aos leitores em geral. Ele questiona se a Presidência da República ou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil estão articulando o envio de uma nota formal de solidariedade ao mandatário russo Vladimir Putin diante do avanço das contraofensivas na península da Crimeia. [12]

A análise rigorosa da publicação evidencia o descontentamento do autor com o que qualifica como uma guerra de escolha, iniciada pela Federação Russa por meio de invasões territoriais sistemáticas perpetradas contra a soberania ucraniana nos anos de dois mil e quatorze e dois mil e vinte e dois. O pensador utiliza a ironia para denunciar os sacrifícios logísticos impostos aos ocupantes provisórios dessas regiões, que atualmente enfrentam escassez severa de combustíveis tanto nas linhas de combate quanto na retaguarda estratégica. [12]

Capítulo 2: Decodificação do Viés Partidário e a Erosão do Patrimônio Jurídico

Subcapítulo 2.1: A Continuidade do Alinhamento Míope entre Diferentes Gestões

O núcleo da desconstrução conceitual do texto reside na denúncia de uma cegueira deliberada que acomete a formulação da política externa brasileira recente. O autor decodifica o comportamento do corpo diplomático profissional ao apontar a sua incapacidade crônica de convencer os sucessivos mandatários do Poder Executivo federal a respeito da existência inequívoca de um polo agressor e de um polo agredido no conflito do Leste Europeu. Segundo o diagnóstico crítico apresentado, tanto a administração de Jair Bolsonaro quanto a de Luiz Inácio Lula da Silva operaram sob um desalinhamento normativo em relação ao Direito Internacional. Esta postura representaria uma transgressão direta aos preceitos elementares estipulados na Carta das Nações Unidas, rompendo com uma tradição de neutralidade legal que o Brasil preservava desde os períodos anteriores à consolidação da referida carta multilateral. [12]

Subcapítulo 2.2: O BRICS como Anomalia Estratégica e o Ostracismo Profissional

O autor estende seu marco analítico retrospectivo para classificar o fenômeno histórico que denomina como lulopetismo diplomático, cujos efeitos teriam vigorado inicialmente entre dois mil e três e dois mil e dezesseis, retornando à atividade a partir do ano de dois mil e vinte e três. Ele estabelece uma equivalência crítica entre esse modelo corporativo e o período que qualifica como o horror diplomático da gestão de Bolsonaro, caracterizando ambos como manifestações de uma esquizofrenia institucional. No entendimento do especialista, a persistência dessas orientações resultou na inserção do Brasil em arranjos multilaterais disfuncionais, definindo explicitamente o bloco dos BRICS como um Frankenstein diplomático. A defesa intransigente dessa tese e a denúncia da perda de autonomia decisória frente aos interesses das grandes potências globais foram os fatores determinantes para que o autor fosse submetido ao isolamento acadêmico e ao ostracismo funcional dentro do Itamaraty. [1234]

 

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Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5372, 26 junho 2026, 2 p.

Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/sobre-mais-importante-questao.html ).

 

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Travaux en Français par Paulo Roberto de Almeida - Paulo Roberto de Almeida

Travaux en Français par Paulo Roberto de Almeida
(Ordre chronologique en arrière)


1 octobre 2015 ; mis à jour : 24 juin 2026)

4410. “A construção do Brasil pelo seu maior historiador diplomático, em francês”, Brasília, 6 junho 2023, 2 p. (520 palavras). Resenha sintética do livro de André Heráclio do Rego, para o Diário de Pernambuco: Manuel de Oliveira Lima, La construction du Brésil: Essais sur l’histoire et l’identité du Brésil. Présentation et choix de textes André Heráclio do Rêgo; Préface de Denis Rolland (Paris : L’Harmattan, 2023, Collection Mondes Lusophones, 297 p.; ISBN : 978-2-14-032568-7; EAN: 9782140325687). Enviada a Múcio Aguiar, do Diário de Pernambuco. Publicada, com cortes, no Diário de Pernambuco (Recife, n. 161, 10-11 de junho de 2023, p. 10). Republicado no blog Diplomatizzando (10/06/2023; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2023/06/a-construcao-do-brasil-pelo-seu-maior.html). Relação de Publicados n. 1512.

4243. “Élections au Brésil : réponses Paulo Roberto de Almeida », Brasília, 26 setembro 2022, 2 p. Réponses à questions de journaliste sur les élections au Brésil. Divulgado no blog Diplomatizzando (24/06/2026 ; link : https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/06/eleicoes-no-brasil-questionamentos-de.html).

4191. “A política externa do governo Bolsonaro, 2019-2022”, Brasília, 4 julho, 13 p. Versão em português, mas adaptada, do trabalho 4156. “Relations internationales du Brésil, de 2019 a 2022”, colaboração a número especial da revista Problèmes d’Amérique Latine; feito resumos em português e inglês, informação sobre o autor. Aguardando os resultados eleitorais para concluir o trabalho.

4183. “Relations internationales du Brésil, de 2019 à 2022; résumé, abstract », Brasília, 26 junho 2022, 2 p. Resumo em francês e abstract em inglês do trabalho n. 4156, em colaboração à revista Problèmes d’Amérique Latine, com complemento dos últimos trabalhos do autor. Incorporado ao trabalho 4156 e enviado à revista.

4156. “Relations internationales du Brésil, de 2019 à 2022”, Brasília, 19 maio 2022, 12 p. Collaboration a numéro spécial de la revue Problèmes d’Amérique Latine, sous la direction de Daniel Dory (Université de La Rochelle) et Hervé Théry (USP). Normes de la revue (https://journaleska.com/index.php/pdal/authorguidelines). Feito resumos em francês e inglês (n. 4183), informação sobre o autor, e enviado em 26/06/2022. Revisto em 2/11/2022. Publicado Problèmes d’Amérique Latine (n. spécial, 119-120, novembre 2021, 1-2, p. 33-43; disponible au: https://www.cairn.info/revue-problemes-d-amerique-latine.htm; article disponible au: https://www.cairn.info/revue-problemes-d-amerique-latine-2021-1-page-33.htm; DOI: https://doi.org/10.54695/pal.119120.033043); disponível nestes links: https://www.academia.edu/89826043/Relations_internationales_du_Bresil_de_2019_a_2022_Paulo_Roberto_de_Almeida_Problemas_dAmerique_Latine_ ; https://www.academia.edu/89826043/PAL119_120_art2_DE_ALMEIDA; divulgado no blog Diplomatizzando (2/11/2022; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2022/11/relations-internationales-du-bresil-de.html). Relação de Publicados n. 1475.

4038. “Inéditos de José Guilherme Merquior: amostras da ‘máquina de pensar’”, Brasília, 7 dezembro 2021, 19 p. Apresentação sumária dos textos inéditos ou pouco conhecidos de José Guilherme Merquior: prefácio às edições brasileiras dos Estudos Políticos de Raymond Aron (1980) e do Dicionário Crítico da Revolução Francesa, de François Furet e Mouna Ozouf (1988), e conferências feitas na Universidade de Harvard, El Otro Occidente (1988) e no Centre de Recherches sur le Brésil Contemporain, “Brésil: cent ans de bilan historique” (1990). Divulgado na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/63761861/4038_Ineditos_de_Jose_Guilherme_Merquior_amostras_da_maquina_de_pensar_2021_) e no blog Diplomatizzando (10/12/2021; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2021/12/ineditos-de-jose-guilherme-merquior.html).

3796. «Rapports du Brésil avec les États-Unis et les voisins sud-américains », Brasília, 20 novembro 2020, 13 p. Versão em francês, modificada, do trabalho n. 3783 ; collaboration Revue Hérodote ; enviada a Hervé Théry. Version corrigée, reçue 21/02/2021 ; révision et envoi.

3583. “Agences publiques et infrastructure: deux grandes questions au Brésil », Brasília, 14 fevereiro 2020, 4 p. Respostas a questões colocadas por Luiz Carlo Delorme Prado, Professor, IE-UFRJ) e Hildete de Moraes Vodopives (Docteur, Sorbonne) para número especial da revista Entreprises et Histoire (dirigida pelo Prof. Dominique Barjot). Postado no blog Diplomatizzando (23/02/202; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2020/02/agences-publiques-et-infrastructure.html). Publicado, sob o título Débat : « Entreprises d’infrastructure et pouvoirs publics au Brésil », na revista Entreprises et Histoire (n. 99, juin 2020, p. 137-144 ; ISSN : 2100-9864 ; link: entrepriseshistoire.ehess.fr) ; postado novamente no blog Diplomatizzando (14/08/2020; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2020/08/entreprises-et-histoire-contribution.html). Relação de Publicados n. 1356.

3411. “Diplomates brésiliens dans les lettres et les humanités”, Brasília, 19 fevereiro 2019, 8 p. Ensaio sobre os diplomatas escritores no Brasil, para colóquio com professora francesa da Sorbonne, Laurence Badel. Postado no blog Diplomatizzando (21/02/2019; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2019/02/diplomates-bresiliens-dans-les-lettres.html); em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/s/d1a565519e/diplomates-bresiliens-dans-les-lettres-et-les-humanites-2019).

3348. “La mondialisation de la compagnie brésilienne Vale, 2002-2010 », Em voo, Paris-Rio de Janeiro, 18 outubro 2018, 2 p. Rapport préliminaire pour acceptation de la thèse de doctorat de Hildete de Moraes Vodopives à la Sorbonne, sous la direction de M. Dominique Barjot.

3257. “Introduction à l’histoire des relations internationales du Brésil”, Brasília, 27 março 2018, 47 p. Retomada dos trabalhos 210 (1991), 409 e 419 (1994), para fins de seminário de trabalho com diplomata francês.

2863. Révolutions bourgeoises et modernisation capitaliste : Démocratie et autoritarisme au Brésil. Sarrebruck: Éditions Universitaires Européennes, 2015, 454 p.; ISBN: 978-3-8416-7391-6).

2604. “Les Pays Emergeants à Trente Ans de Grands Changements Mondiaux”, Hartford, 8 Maio 2014, 4 p. Notes prises pour une émission commémorative du trentième anniversaire de l’émission quotidienne « Les Enjeux internationaux », radio France Culture ; Journaliste et Professeur Thierry Garcin; Enregistrement: Vendredi, 9 Mai 2014, à 11hs, depuis Hartford, CT. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/05/entrevista-radio-france-culture-emissao.html); difundida no dia 27 de junho de 2014 (link: http://www.franceculture.fr/emission-les-enjeux-internationaux-0 e http://www.franceculture.fr/emission-les-enjeux-internationaux-quel-avenir-pour-les-pays-emergents-30e-anniversaire-des-%C2%AB-enjeux).

2555. “Le Brésil dans l’économie mondiale”, Hartford, 15 Janeiro 2014, 5 p. Notes pour un interview à la radio France Culture, 15 Janvier 2014, avec le Journaliste Thierry Garcin. Émission le 20 Janvier 2014 : “Brésil. Les priorités économiques, après six ans de crise internationale” 06 :45hs de Paris (link : http://www.franceculture.fr/emission-les-enjeux-internationaux-bresil-les-priorites-economiques-apres-six-ans-de-crise-internati). Já divulgado no blog Diplomatizzando (15/01/2014, link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/01/le-bresil-dans-leconomie-mondiale.html). Relação de Publicados n. 1121.

2546. “Le Brésil dans la géoéconomique contemporaine: un géant empêtré?”, Hartford, 19 Dezembro 2013, 15 p. Article sur les réalités actuelles du Brésil, pour la revue Géoéconomie (http://choiseul.info/geoeconomie/); Alexandre Schoepfer; Responsable Institut Choiseul. Feita versão reduzida, sob o título « Géoéconomie du Brésil : un géant empêtré? », com 11 p. (30 mil caracteres) para cumprir requerimentos da revista. Publié dans Géoéconomie (n. 68, Février 2014, p. 102-115; ISSN : 1284-9340). Divulgado no site Academia.edu (link : https://www.academia.edu/attachments/32816791/download_file). Divulgado no blog Diplomatizzando (22/01/2014 ; link : http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/01/geoeconomie-du-bresil-um-geant-empetre.html). Relação de Publicados n. 1123.

2394. “Rio Branco et la diplomatie brésilienne, d’hier et d’aujourd'hui”, Paris, 17 Mai 2012, 25 slides. Conférence-débat à la Maison de l’Amérique Latine, sous invitation de l’Ambassadeur Alain Rouquié, le 22 Mai; (disponible dans DropBox, link: http://dl.dropbox.com/u/4764310/2393RioBrancoMaisAmerLat.pptx).

2390. “La politique extérieure du Brésil: du passé lointain au futur proche”, Paris, 2 Maio 2012, 21 slides. Apresentação na Université Catholique de Louvain, Louvain-La-Neuve, 4/05/2012, a convite do Prof. Amine Ait-Chaalal.

2381. “La grande marche en arrière de l’Amérique Latine”, Paris, 6 Avril 2012, 28 p. Texte préparé pour servir à une conférence plénière, dans le Colloque “Dépasser les dichotomies: (comment) penser autrement les Amériques?”, Paris, IHEAL, 3 mai 2012. Révision formelle : Lugano, 20 Avril 2012 ; présentation en format de PowerPoint. Vídeo disponível em: http://vimeo.com/43337997. En revisão para publicação. Publicado no BJIR – Brazilian Journal of International Relations (vol. 1, n. 2, 2012, p. 8-37; ISSN: 2237-7743; link: http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjir/article/viewFile/2414/1992). Feita versão em Português sob n. 2574 (Hartford, 25/02/2014), para inclusão no livro Economia Política do Desenvolvimento Brasileiro: ensaios de história econômica e de relações internacionais. Relação de Publicados n. 2381.

2371. “Une prospective du Brésil: vers 2022”, Paris, 23 Fevereiro 2012, 10 p. Colaboração ao Dossier Brésil, revue Diplomatie; Revisão 2/03/2012. Dados principais usados para entrevista radiofônica na France Culture, programa “Les Enjeux Internationaux” (Paris, 13/03/2012, 06:45hs; link: http://www.franceculture.fr/emission-les-enjeux-internationaux-bresil-les-chances-du-pays-de-devenir-une-puissance-international). Publicado na revista Diplomatie: Affaires Stratégiques http://www.diplomatie-presse.com/?p=4675 Grands Dossiers de Diplomatie n. 8, avril-mai 2012, ISSN: 2115-256X; p. 90-95). Relação de Publicados n. 1065.

2368. “Le Brésil et le scénario économique mondial actuel: un émergent en mal (et en retard) de réformes”, Paris, 15 Fevereiro 2012, 20 slides. Apresentação em PowerPoint no grupo de países emergentes do Institut Montaigne, Paris, 15 Février 2012, 12h30.

2365. “La politique étrangère du Brésil de Lula: un bilan”, Paris, 6 Fevereiro 2012, 14 slides. Apresentação em Power-Point para palestra-debate no CERI, para a Direction de la Prospective du Ministère de Affaires Étrangères, (9 Fevereiro, de 12H15 à 14H30 no CERI, Sciences Po, convite de Christophe Jaffrelot).

2350. “Le Brésil dans l’ordre global: les relations économiques internationales à l’époque contemporaine”, Brasília, 4 janeiro 2012, 13 p. Proposta de curso unificado para o Institut de Hautes Études de l’Amérique Latine (Janeiro-Maio 2012); envoyé au directeur de l’IHEAL, Sébastien Velut.

2308. “Le Brésil dans l’économie mondiale: une révision synthétique”, Brasília, 7 setembro 2011, 10 p. Interview à la Radio France Culture, journaliste Thierry Garcin, le 16/09/2011, 11h15hs; pour l'émission quotidienne “Les Enjeux internationaux”. Postado no blog Diplomatizzando (16/09/2011; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/09/le-bresil-dans-leconomie-mondiale.html). Radiodiffusée le 29/09/2011 (link: http://www.franceculture.com/emission-les-enjeux-internationaux-bresil-les-ressorts-d%E2%80%99une-economie-emergee-apres-trois-ans-de-cri). Relação de Publicados n. 1054.

2234. “L’historiographie économique brésilienne, de la fin du XIXème siècle au début du XXIème: une synthèse bibliographique”, Brasília, 5 janeiro 2011, 14 p.; rev. Porto Alegre, 8/01/2011, 17 p. Contribution à la revue Matériaux pour l’histoire de notre temps (BDIC); Spécial Brésil: historiographie et histoire; enviado a Marie-Jo Ferreira e Denis Rolland. Feita versão em português, sob n. 2263. Comunicação em 12/12/2013 que o texto foi publicado: In: Marie-Jo Ferreira; Simele Rodrigues; Denis Rolland (orgs.): Le Brésil, territoire d'histoire. Historiographie du Brésil contemporain (Paris: L’Harmattan, 2013, 306 p.; ISBN: 978-2-336-30512-7; p. 93-105; format digital: EAN Ebook format Pdf : 978-2-336-33277-2; livro disponível nest link: http://www.editions-harmattan.fr/index.asp?navig=catalogue&obj=livre&no=42058). Relação de Publicados n. 1115.

2184. “La diplomatie de Lula (2003-2010): une analyse des résultats”, Beijing-Shanghai, 28.06.2010; Shanghai, 4.07-18.09. 2010, 14 p. Analyse critique de la diplomatie brésilienne. Publié In: Denis Rolland, Antonio Carlos Lessa (coords.), Relations Internationales du Brésil: Les Chemins de La Puissance; Brazil’s International Relations: Paths to Power (Paris: L’Harmattan, 2010, 2 vols; vol. I: Représentations Globales – Global Representations, p. 249-259; ISBN: 978-2-296-13543-7; livro indicado no blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/10/relations-internationales-du-bresil.html); artigo postado no Blog Diplomatizzando (21/02/2012; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2012/02/la-diplomatie-de-lula-une-analyse-des.html). Relação de Livros em Colaboração n. 88. Relação de Publicados n. 998.

2160. “Balance Énergétique du Brésil : interview à France Culture”, Shanghai, 1 julho 2010, 5 p. Notas para entrevista telefônica, gravado na sexta-feira, 2 de julho, com o jornalista Thierry Garcin, da Radio France Internationale, para o programa « Les Enjeux Internationaux » (link : http://www.franceculture.com/emission-les-enjeux-internationaux.html); emitida em 13.07.2010, à 7h18 (hora francesa); disponível no site durante 30 dias. Blog Diplomatizzando (http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/07/balance-energetique-du-bresil-paulo-r.html). Relação de Publicados n. 980.

2043. “Entretien sur le président Lula”, Brasília, 9 setembro 2009, 8 p. Respostas a questionário colocado pelo jornalista luso-francês Vincent Paes, para a revista de negócios francesa Décideurs (http://www.magazine-decideurs.com/magazine/). Versão completa colocada no Blog Textos PRA (17.09.2009; link: http://textospra.blogspot.com/2009/09/518-entrevista-revistda-francesa-sobre.html). Versão resumida produzida pelo jornalista, publicada na revista Décideurs, reproduzida no Blog Diplomatizzando (17.09.2009; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2009/09/1380-entretien-sur-le-bresil-pour-la.html). Entrevista publicada sob o título “Lula: orateur par excellence”, Décideurs: Stratégie Finance Droit (Paris: n. 109, octobre 2009, p. 13; ISSN: 1764-6774). Relação de Publicados n. 930.

2020. “Le Brésil à deux moments de la globalisation capitaliste et à un siècle de distance (1909-2009)”, Brasília, 30 junho 2009, 25 p. Trabalho apresentado para o International Symposium “Inequalities in the World System: Political Science, Philosophy, Law” (Organizadores: Klaus-Gerd GIESEN Université d'Auvergne (Clermont-Ferrand, France) e Marcos NOBRE Université de Campinas/CEBRAP (Campinas/São Paulo, Brazil); São Paulo, 3-6 de setembro de 2009; Cebrap. Elaborado a partir do n. 1965. Inédito.

1972. “L’intégration de l’Amérique du Sud: une perspective historique et un bilan”; Brasília, 2 jan 2009, 15 p. In: Christian Girault (éd.), Intégrations em Amérique du Sud (Paris: Presses Sorbonne Nouvelle, 2009, 286 p.; ISBN: 978-2-87854-473-2; p. 23-37). Relação de Publicados n. 936. Academia.edu (https://www.academia.edu/attachments/32900911/download_file).

1950. “Les Brics et l’économie brésilienne : Interview pour la Chaire des Amériques – Université Paris I”, Brasília, 11 novembro 2008, 6 p. Respostas a questionário colocado por Vincent Paes, assistente da Chaire Amériques-Université de Paris I, para divulgação online. Divulgado em 25.11.2008, nos seguintes links: (a) Brics: http://www.economie-et-societe.com/article-24982794.html; (b) Brésil: http://www.economie-et-societe.com/article-25122338.html; a ser integrado ao website da Chaire Amériques oportunamente.

1942. “La puissance américaine vue d’Amérique Latine”, Brasília, 21 outubro 2008, 2 p. Interview à Radio France Culture, journaliste Thierry Garcin (Paris: émission le 29.10.2008, à 7h15, 10 minutes).

1553. “La dimension sociale de l’intégration en Amérique du Sud: politiques stratégiques et options sociales”, Brasília, 21 fevereiro 2006, 9 p. Atualização e transcrição parcial para o francês do texto nº 649, “A dimensão social dos processos de integração” (Brasília, 9 dezembro 1998, 18 p.), introdutório ao livro editado com Yves Chaloult, Mercosul, Nafta e Alca: a dimensão social (São Paulo: LTr, 1999). Para mesa-redonda de reflexões sobre “Les Dimensions Sociales de l’intégration en Amérique du Sud: problématiques émergentes et multilatéralisme régional”, organizado pela Unesco e pelo Secretariado do Mercosul em Montevidéu (22-23.02.06). Revisto em 24.04.06 por Ninou Garabaghi (Unesco). Publicado nos anais do “Symposium de Haut Niveau sur les Dimensions Sociales des processus d’intégration régionale”, no site da Unesco (Paris: Unesco, série Multilatéralisme régional, nº 6, 15 p.; SHS-2006/WS/MR/6; disponível no link: http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001462/146221F.pdf). Relação de Publicados n. 691.

1449. “Recrutement et formation des diplomates brésiliens”, Paris, 11 jul. 2005, 1 p. Esquema de apresentação no Colloque international “Brésil: acteur global”, Table ronde 3: La diplomatie brésilienne: acteurs et discours (12-13/07/2005 – Univ. Paris IV - 17, rue de la Sorbonne, 12/06 – Salle Louis Liard, 14h30–16h30). Preparada apresentação em PowerPoint.

1194. “La politique internationale du Parti des Travailleurs: de la fondation du parti à la diplomatie du gouvernement Lula”, Brasilia, 26 jan. 2004, 23 p. Artigo preparado para o livro Denis Rolland et Joëlle Chassin (orgs.), Pour Comprendre le Brésil de Lula (Paris: L’Harmattan, 2004, 320 p.; ISBN: 2-7475-6749-4; p. 221-238). Revisto por Marie-Pierre Mazéas. Encaminhado à Revista Historia Actual On-Line (online@historia-actual.com), a.c. Rafael Gómez Sánchez, Managing Editor http://www.online.historia-actual.com. Publicado sob o título de “La politique internationale du Parti des Travailleurs: de la fondation du parti à diplomatie du gouvernement Lula”. Historia Actual On-Line, 4 (Primavera 2004, p. 23-34; ISSN: 1696-2060). Relação de Publicados n. 464.

904. “Relations Brésil-États Unis: Commentaires”, Washington, 22 mai. 2002, 3 p. Respostas a questões colocadas por Catherine Leterrier, para elaboração de tese de doutoramento sobre as relações Brasil-EUA.

853. Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain, Washington, 20 jan. 2002, 140 p. Revisão e atualização do livro de história do Brasil, com base no trabalho n. 789 e em correções da Editora. Enviada por Denis Rolland para a Editora L’Harmattan, em 23/01; nas livrarias em 01/07. In: Paulo Roberto de Almeida et Kátia de Queiroz Mattoso, Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain (Paris: Editions L’Harmattan, 2002, 142 p.; ISBN: 2-7475-1453-6). Relação de Publicados n. 342.

789. Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain, Washington, 10 mai. 2001, 140 p. Nova edição do livro de história do Brasil, Brésil: cinq siècles d’histoire, preparada a pedido da Embaixada do Brasil em Paris. Proposta de edição comercial feita à Edition L’Harmattan, mediante Denis Rolland. Consultada Prof. Katia de Queirós Mattoso para atualização da primeira parte. Revisão em 2 agosto, com base em correções francesas e novos acréscimos de atualidade. Enviada a Paris em 6 de agosto, com capa elaborada por Maira Palazzo de Almeida. Nova revisão efetuada em 31 setembro de 2001, enviada a Denis Rolland em 1 outubro. In: Paulo Roberto de Almeida et Kátia de Queiroz Mattoso, Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain (Paris: Editions L’Harmattan, 2002, 142 p.; ISBN: 2-7475-1453-6). Relação de Publicados n. 342.

787. “Chronologie de l’Histoire du Brésil, 1500-2005”, Washington, 30 abr. 2001, 10 p. Addendum à la publication Brésil, Cinq Siècles d’Histoire (révision du texte de 1994), publié par l’Ambassade du Brésil à Paris. Com adição da cronologia et de complemento de informação para o período FHC. Revisto em 13 de mai. de 2001. Publicado In: Paulo Roberto de Almeida et Kátia de Queiroz Mattoso, Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain (Paris: Editions L’Harmattan, 2002, 142 p.; ISBN: 2-7475-1453-6). Relação de Publicados n. 342.

727. Le Mercosud: un marché commun pour l’Amérique du Sud, Washington, 3 abril 2000, 156 p. Revisão completa do livro para publicação pela L’Harmattan, com atualização do capítulo cronológico e dos endereços Internet. Enviado a Paris. Publicado em setembro: Paris: L’Harmattan, 2000. Relação de Publicados n. 256.

497. “La question sociale au Brésil à l’aube du XXIe siècle”, Paris, 4 outubro 1995, 3 pp. Revisão concisa da última parte do texto sobre história do Brasil nos anos 1984-1995 (Trabalho n° 485). Publicado na brochura Brésil: cinq siècles d’histoire (Paris: Ambassade du Brésil, 1995, 52 pp.), pp. 44-47. Relação de Publicados n° 183.

485. “Le Brésil de 1984 à 1995: Consolidation du régime démocratique et tentatives de stabilisation économique”, Paris 31 de agosto de 1995, 18 pp. Atualização do trabalho n° 447, cobrindo a inauguração da Presidência Fernando Henrique Cardoso, para brochura da Embaixada do Brasil. Nova revisão geral e reformulação do último capítulo, sobre a questão social (Trabalho n° 497), em 4 de outubro de 1995. Publicado (pp. 27-47), juntamente com o texto da Prof. Katia de Queirós Mattoso, sob o título geral Brésil: cinq siècles d’histoire (Paris: Ambassade du Brésil, 1995, 52 pp.). Relação de Publicados n° 183.

447. “Le Brésil de 1984 à 1994: Stabilisation du régime démocratique et bouleversements dans la vie économique”, Paris, 15 agosto 1994, 21 pp. Texto sobre a história contemporânea, elaborado para integrar, juntamente com texto dos Profs. Katia de Queirós Mattoso e Antonio Fernando Guerreiro de Freitas (Brésil: Cinq Siècles d’Histoire), brochura de divulgação da Embaixada. Longo processo de revisão (publicação delongada).

446. “Le développement incomplet du capitalisme au Brésil: racines historiques et problèmes actuels”, Paris, 12 agosto 1994, 11 pp; revisto em 20.08.94, 11 pp. Texto sobre a natureza do desenvolvimento capitalista no Brasil, seus problemas estruturais e diferenças com o capitalismo original. Inédito.

443. “La Presse au Brésil: Un bref aperçu”, Paris, 3 agosto 1994, 9 pp. Texto descritivo sobre a imprensa brasileira (escrita e audiovisual), de caráter sociológico, elaborado a pedido do bureau de informação do Primeiro Ministro francês. Encaminhado a título pessoal. Inédito.

442. “Brésil: Données de Base”, Paris, 31 julho 1994, 33 pp. Brochura preparada para servir de informação de base para a Embaixada do Brasil, cobrindo 18 capítulos de dados gerais (históricos, políticos, econômicos, geográficos, sociais e culturais) e uma bibliografia sumária. Não publicada.

437. “Le Real devient la nouvelle monnaie du Brésil: présentation générale du programme brésilien de stabilisation macro-économique”, Paris, 06 julho 1994, 6 pp. Apresentação do Plano de Estabilização, para divulgação pelo Setor Econômico da Embaixada do Brasil em Paris.

436. “Le Brésil introduit une nouvelle monnaie: le Réal”, Paris, 01 julho 1994, 1 p. Communicado de Imprensa, da Embaixada em Paris, para divulgar o lançamento da nova moeda brasileira. Distribuído localmente.

425. “Le Brésil: situation économique et politique actuelle”, Paris, 7 abril 1994, 23 pp. Texto de palestra no “Séminaire Amérique Latine” do “Magistère de Relations Internationales” do curso de “DESS Coopération et Développement” da “Université de Paris-Sorbonne”, Paris I, no dia 8 de abril de 1994.

422. “Le Développement Récent de l’Amérique Latine: tendances et problèmes”, Paris, 31 março 1994, 13 pp. Texto de palestra no “Séminaire Amérique Latine” do “Magistère de Relations Internationales” do curso de “DESS Coopération et Développement” da “Université de Paris-Sorbonne”, Paris I, no dia 1° de abril de 1994.

421. “Le Processus d’Intégration dans le Cône Sud: le Mercosud", Paris, 30 março 1994, 23 pp. Texto de palestra apresentada no seminário “Méthodes et Problématiques de l’Histoire Moderne et Contemporaine” do curso de Formação de D.E.A. em História Moderna e Contemporânea do “Institut d’Histoire” da “Université de Paris-Sorbonne (Paris IV)”, dia 30.03.94. 

420. “L’intégration en Amérique Latine en perspective historique”, Paris, 23 março 1994, 12 pp. Texto de palestra apresentada no seminário “Méthodes et Problématiques de l’Histoire Moderne et Contemporaine” do curso de Formação de D.E.A. em História Moderna e Contemporânea do “Institut d’Histoire” da “Université de Paris-Sorbonne (Paris IV)”, dia 23.03.94.

419. “Relations Internationales du Brésil: Essai de Synthèse Globale”, Paris, 19 março 1994, 5 pp. Esquema analítico-cronológico das relações internacionais do Brasil, baseado em primeira versão do texto de metodologia publicado na revista Contexto Internacional .

418. “Histoire du Brésil: Résumé”, Paris, 17 março 1994, 4 pp. Texto de síntese sobre a história do Brasil destinado a integrar brochura de divulgação geral da Embaixada.

409. “Introduction à l’Étude des Relations Internationales du Brésil”, Paris, 5 março 1994, 30 pp. (Partes 1 e 2: “Nature du Problème et État de la Recherche” e “Périodisation Historique et Caractérisation Générale) e 22 pp (Parte 3: “Synthèse du développement depuis l’ère coloniale”, não terminada inteiramente em sua versão francesa). Texto baseado no trabalho n° 144 (publicado em português na Contexto Internacional vol. 13, nº 2, julho-dezembro 1991), concebido como suporte à conferência dada, a convite da Profa. Katia de Queiros Mattoso, no curso “Méthodes et Problématiques de l’Histoire Moderne et Contemporaine”, para formação de D.E.A. em “Histoire Moderne et Contemporaine” do “Institut d’Histoire” da l’Université de Paris-Sorbonne (Paris IV), pronunciada no dia 9 de março de 1994. Inédito.

402. “Brésil: Chiffres/Nouvelles Économiques”, Paris 26 fevereiro 1994, 4 pp. Apresentação de dados estruturais de base e de notícias econômicas conjunturais sobre a economia brasileira, para divulgação local.

401. “Problèmes de la Modernisation au Brésil: Urbanisation, Inégalités Régionales et Sociales”, Paris, 21 Fevereiro 1994, 13 pp. Reelaboração resumida da terceira parte do trabalho n° 387, para eventual divulgação local.

395. “Brésil, 1940-1992: Aspects du Processus de Modernisation”, Paris, 11 fevereiro 1994, 24 pp. Reelaboração, com novos dados relativos à repartição de renda do trabalho n°387, para divulgação entre estudantes franceses.

391. “Le Mercosud: Problèmes Actuels et Défis de l’Avenir”, Paris, 24 janeiro 1994, 12 pp. Adaptação do trabalho elaborado para palestra do Emb. Jorio Dauster na Académie Diplomatique de Paris. Inédito.

387. “Une perspective historique sur les processus de modernisation sociale et d’urbanisation au Brésil: 1940-1992”, Paris, 12 janeiro 1994, 40 pp. Revisão e atualização de trabalhos anteriores, para servir de base a textos de divulgação sobre o Brasil. Inédito.

295. “Le Present et Le Futur du Mercosud: l’Optique Brésilienne”, Brasília: 29 outubro 1992, 16 pp. Texto preparado para palestra do Emb. Jorio Dauster, Representante junto às Comunidades Européias, no Colóquio “Le présent et le futur du Mercosud”, na “Académie Diplomatique Internationale” de Paris (30 outubro 1992). Texto revisto pela Representação junto à CEE. Reelaborado em Paris, em janeiro de 1994.

215. “A Integração Subregional e as Relações MERCOSUL-CEE”, Montevidéu, 3 novembro 1991, 5 pp. Projeto de Termos de Referência para servir de base a estudo a ser elaborado por Consultor da CEE (Paolo Cecchini), sobre as consequências e potencialidades do Mercosul para as relações com a CEE. Feita versão em francês (Encaminhado à Representação junto a CEE (Bruxelas). Revisto com base em observações do Emb. Jório Dauster em 7 de dezembro de 1991 (7 pp.); Anexo: Plano de Trabalho sobre o tema.

182. “Pouvoir Politique et Modernisation Tardive: Les Durs Chemins de la Démocratie au Brésil et en Italie”, Genebra, 21 janeiro 1990, 34 pp. Ensaio de sociologia comparativa sobre as relações entre a modernização capitalista tardia e os regimes políticos, no Brasil e na Itália, com base na tese de Doutoramento.

181. “Brasília, ou l'Espoir Déçu”, Genebra, 20 janeiro 1990, 4 pp. Artigo sobre os problemas atuais de Brasília, para servir de complemento à exposição de Padova sobre a urbanização brasileira (nº 178).

179. “Modernisation et Urbanisation au Brésil: 1940-1990”, Genebra, 06 janeiro 1990, 36 pp. Ensaio sobre os processos de modernização e de urbanização no Brasil, com ênfase nos problemas das desigualdades sociais e regionais. Preparado para o “Vº Corso sulla cooperazione e lo sviluppo internazionali: Città e campagna nei processi di sviluppo”, Anno Academico 1989-90, do Dipartimento di Studi Internazionali da Università degli Studi di Padova. Apresentado oralmente, em versão resumida (anexo), em 26/01/90.

154. “Europe-Amérique Latine: de l’Intégration Individuelle à la Coopération Commune”, Genebra, 30-31 janeiro 1988, 10 pp. Artigo sobre as relações internacionais da Europa e da América Latina e sobre a crise do desenvolvimento latino-americano. Preparado, com base no trabalho 084, para o IVème Colloque Amérique Latine-Europe, Milão, 4-6/02/88. Não apresentado.

153. “La Pratique du Droit International au Brésil”, Genebra, 15 novembro 1987, 4 pp. Apresentação da obra de Antonio Augusto Cançado Trindade (Repertório da Prática Brasileira do Direito Internacional Público) para a Revue de Droit International, da Universidade de Bruxelas. Não concluído.

088. “Défense Publique de la Thèse: Exposé oral”, Bruxelas, 6 junho 1984, 11 pp. Texto preparado para a segunda parte da defesa da Tese, de caráter público, equivalente a 30 min. de apresentação oral. Anexo: “Defesa da Tese” (2 pp. manuscritas), contendo resposta aos principais argumentos desenvolvidos pelos membros da banca quando da primeira defesa.

087. “Contre le Nouveau Conservatisme en Sociologie du Développement: Thèse annexe”, Bruxelas, 3 junho 1984, 1 p. Argumentação contra as teses sobre a “criação” do subdesenvolvimento e certos remédios para superar o “não-desenvolvimento”, a partir de trecho de Jean-Louis Harouel (Essai sur l’Inégalité), defendida oralmente no dia 6 de junho (defesa pública).

086. “Réfutation du Modèle de ‘Modernisation Conservatrice’: Thèse Annexe”, Belgrado, 26 maio 1984, 1 p. Folha avulsa contendo trecho retirado de texto de Carlos Nelson Coutinho (A Democracia como Valor Universal), tendente a recusar a aplicação do modelo de “revolução conservadora” ao processo de desenvolvimento histórico brasileiro, posição a ser defendida oralmente como Tese Anexa. Retirada preventivamente, de comum acordo com o Prof. orientador, por se situar no mesmo universo conceitual da Tese principal.

085. “Classes Sociales et Pouvoir Politique au Brésil: Défense Orale”, Belgrado, 25 maio 1984, 4 pp. manuscritas. Resumo das principais idéias da Tese, capítulo por capítulo, para ser utilizado como referência na primeira defesa (privada). Anexo: Argumentos dos membros da Banca (9 pp. de notas manuscritas), contendo as observações e críticas formuladas pelo Juri.

084. Classes Sociales et Pouvoir Politique au Brésil: une étude sur les fondements méthodologiques et empiriques de la Révolution Bourgeoise, “Thèse présentée en vue de l'obtention du Grade de Docteur ès Sciences Sociales, Directeur: Prof. Robert Devleeshouwer” (Bruxelles: Université Libre de Bruxelles, Année Académique 1983-84, Tomes I et II, 503 pp.). Redação e datilografia: Belgrado, maio 1983/março 1984. Disponível na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/15308281/84_Revolution_Bourgeoise_au_Bresil_these_de_doctorat_1984_) e em Research Gate (DOI: 10.13140/RG.2.1.2318.2560; link: https://www.researchgate.net/publication/281416995_Revolution_Bourgeoise_et_Modernisation_Capitaliste_au_Bresil?ev=prf_pub). Relação de Trabalhos Publicados nº 018.

075. “Classes Sociales et Pouvoir Politique au Brésil: essai d’interprétation sociologique sur les structures de classe et de domination dans le processus de modernisation capitaliste d’une société périphérique”, Berna, agosto-setembro 1981, 20 pp. Nova redação do projeto de Tese de Doutoramento para a Universidade Livre de Bruxelas. Encaminhado ao Prof. Robert Devleeshouwer em 9 setembro 1981.

073. “Économie Brésilienne: Le café, le cacao, le sucre et les autres...”, Berna, julho 1981, 3 pp. (original extraviado) Artigo sobre os valores mundiais das principais matérias primas exportadas pelo Brasil. Publicado no Bulletin da Chambre de Commerce Suisse-Brésilienne (Lausanne: n° 229, juillet 1981, p. 1). Sem inclusão na lista de Publicados.

072. “Classes Sociales et Pouvoir Politique au Brésil”, Berna, junho 1981, 3 pp. Apresentação de nova problemática para desenvolvimento da tese de doutoramento, enfocando a questão da “Revolução Burguesa”. Utilizado para contato oral com Prof. Robert Devleeshouwer em junho 1981.

071. “Brésil: Croissance ou Récession?”, Berna, maio 1981, 3 pp. Artigo sobre os problemas conjunturais da economia brasileira, sobretudo na frente externa. Publicado anonimamente no Bulletin da Chambre de Commerce Suisse-Brésilienne (Lausanne: n° 227, mai 1981, p. 1). Inúmeros outros artigos, sobre aspectos diversos da economia brasileira, encaminhados ao mesmo Boletim, tiveram seus originais extraviados, não havendo inserção na lista de Publicados ou mesmo cópia no maço de originais.

041. “Les Classes Sociales et le Pouvoir Politique au Brésil: une analyse de la dynamique des relations de classe au cours du processus de modernisation capitaliste”, Bruxelas, dezembro 1976, 4 pp. Versão modificada e resumida do projeto de Tese de Doutoramento. Apresentado para inscrição na Universidade Livre de Bruxelas; Diretor: Prof. Robert Devleeshouwer. Aceito pelo Jurado da Seção de Ciências Sociais em dezembro 1976.

040. “Développement Capitaliste et Rapports de Classe au Brésil”, Bruxelas, novembro 1976, 9 pp. manuscritas. Esboço de projeto de Tese de Doutoramento, em 3 partes e 27 capítulos. Modificado conforme abaixo.

039. Problèmes Actuels du Commerce Extérieur Brésilien: une évaluation de la période 1968-1975, Antuérpia-Bruxelas, outubro 1976, 55 pp. Tese apresentada para obtenção do título de “Maître en Coopération au Développement - Planification Economique”; Diretor: Prof. A. Dralans (Anvers, Centre Universitaire de l'Etat - Collège des Pays en Développement, Année académique 1975-1976, 55 pp.). Relação de Publicados nº 007.

038. “Industrie et Travail au Brésil: développement industriel et main-d’oeuvre de 1940 à 1970”, Antuérpia, setembro 1976, 98 pp. Trabalho acadêmico sobre a absorção de emprego no processo de industrialização brasileiro, realizado no curso de mestrado em Planejamento Econômico no Colégio de Países em Desenvolvimento da Universidade de Estado de Antuérpia. Inédito.

037. “Le Processus d'Industrialisation au Brésil”, Antuérpia, junho 1976, 5 pp. Trabalho acadêmico realizado para curso de mestrado no Colégio de Países em Desenvolvimento da Universidade de Estado de Antuérpia. Inédito.

032. Idéologie et Politique dans le Développement Brésilien, 1945-1964, Bruxelas-Antuérpia, dezembro 1975-janeiro 1976, 108 pp. “Mémoire” apresentado para obtenção do grau de Licenciado em Ciências Sociais; Diretor: Prof. Robert Devleeshouwer (Bruxelles, Université Libre de Bruxelles, Faculté des Sciences Sociales, Politiques et Economiques, 1976, 108 pp.). Relação de Publicados nº 005.

031. “Une Expérience de Développement Régional: le Nord-Est du Brésil”, Antuérpia, outubro 1975, 25 pp. Trabalho de sociologia do desenvolvimento, preparado no curso de mestrado em Planejamento Econômico do Colégio de Países em Desenvolvimento da Universidade de Estado de Antuérpia.

030. “Mouvements Méssianiques au Brésil”, Bruxelas, junho 1975, 8 pp. manucritas. Rascunho de trabalho sobre o messianismo no Brasil de um ponto de vista marxista, elaborado no curso de Sociologia das Religiões, Universidade de Bruxelas, com base nos estudos de Maria Isaura Pereira de Queiroz, Ruy Facó, Engels e Eric Wolf. Cópia do texto final extraviada.

029. “Le Phénomène Millénariste: une critique des différentes approches”, Bruxelas, maio 1975, 10 pp. manucritas. Rascunho de trabalho elaborado no curso de Sociologia das Religiões, Universidade de Bruxelas. Cópia do texto final extraviada.

028. “L’Islam et les Religions Traditionnelles en Afrique Noire: le Cas des Haoussa du Nigeria”, Bruxelas, maio 1975, 11 pp. Trabalho de sociologia do desenvolvimento, preparado na ULB.

027. “Esclavage et Capitalisme: le rôle de l’esclavage dans l’accumulation primitive du capitalisme”, Bruxelas, outubro 1974, 8 pp. manuscritas. Trabalho de compilação de citações (Marx, Amin, Mandel, Frank), organizado para elaboração de estudo sobre o tema.

026. “La Formation Politique des Etudiants Etrangers en Europe”, Bruxelas, junho 1974, 2 pp. manuscritas. Esquema de um estudo, sob a forma de notas metodológicas sobre o grau de politização dos estudantes do Terceiro Mundo nas universidades européias.

025. “Les Yanoama de la Forêt Amazonienne”, Bruxelas, abril 1974, 7 pp. Trabalho de antropologia cultural preparado para o Prof. Luc de Heusch, da ULB.

024. “Le Développment de l'Économie Mondiale Capitaliste au Brésil, 1955-1973”, Bruxelas, fevereiro-março 1974, 41 pp. Estudo crítico sobre o desenvolvimento econômico brasileiro e sobre a política econômica dos Governos militares. Inédito em sua versão original. Publicado, em versão resumida, sob o título “La Fable du Miracle Économique”, em America Presse (Paris, nº 14, avril-mai 1974) e, sob o título “Du Brésil: la fable du miracle économique”, em Courrier de Politique Étrangère: Bimensuel de Documentation et d'Information (Paris, 6ème année, nº 109, du 1er au 15 juillet 1974, pp. 4-5). Relação de Trabalhos Publicados nº 003 et 004.

023. “Les Indiens du Brésil: Intégration ou Disparition ?”, Bruxelas, janeiro 1974, 15 pp. Estudo sobre a política indigenista do Governo brasileiro. Inédito.

022. “La Formation Sociale Brésilienne: essai de synthèse”, Bruxelas, dezembro 1973, 9 pp. manuscritas. Notas de caráter metodológico para um estudo de natureza conceitual e histórico sobre as classes sociais numa formação social capitalista dependente.

021. “Le Brésil: un miracle aux pieds d’argile”, Bruxelas, outubro 1973, 6 p. original extraviado. Artigo crítico sobre o “modelo brasileiro de desenvolvimento” e seus efeitos sociais. Publicado [PR] em L’Entreprise et l'Homme (Bruxelles, nº 9, novembre 1973, pp. 466-472). Relação de Trabalhos Publicados nº 002.

020. “La Projection Extérieure de l'État Brésilien”, Bruxelas, setembro 1973, 7 pp. manuscritas. Esboço de estudo sobre a projeção geopolítica do Brasil no subcontinente sul-americano.

019. “Esquisse: passage de la société sans classes à la société de classes”, Bruxelas, julho 1973, 2 pp. manuscritas. Esquema de um estudo sobre a formação de uma classe dominante, seguido de tabela sobre as características do mercado em três tipos de economia (Dalton-Bohannan).

018. “Homo Hierarchicus”, Bruxelas, junho 1973, 6 pp. manuscritas. Ficha do livro de Louis Dumont: Homo Hierarchicus: essai sur le système de castes (Paris: Gallimard, 1970, 446 pp.; 1ère édition: 1966).

017. “Le Rwanda”, Bruxelas, junho 1973, 6 pp. manuscritas. Ficha do livro de Luc de Heusch: Le Rwanda et la Civilisation interlacustre (Bruxelles: Institut de Sociologie, 1966), con ênfase no debate sobre o sistema de castas.

016. “Anthropologie Économique”, Bruxelas, maio 1973, 12 pp. manuscritas. Trabalho de síntese crítica sobre os principais conceitos da antropologia econômica, com ênfase na aplicação do esquema analítico marxista ao estudo dos “sistemas primitivos”. Anexo: notas de etno-sociografia e de etnografia geral.

015. “Les Kuba et l'Économique”, Bruxelas, abril 1973, 10 pp. Trabalho de antropologia econômica, de caráter crítico sobre a interpretação de Jan Vansina, preparado para o Prof. Luc de Heusch, da ULB.

014. “La Formation Sociale Brésilienne: étude de son structure sociale”, Bruxelas, janeiro-abril 1973, 18 + 20 pp. manuscritas. Estudo de caráter acadêmico sobre a estrutura de classes no Brasil tradicional, preparado para Prof. Rudolf Abel, da Universidade Livre de Bruxelas. Transcrição incompleta do manuscrito.

013. “L’Etat Brésilien”, Bruxelas, novembro 1972, 12 pp. Artigo sobre a evolução política brasileira e sobre a natureza autoritária do regime de 1964. Publicado [PR] em La Revue Nouvelle (Bruxelles, 29e année, Tome LVIII, numéro 11, spécial “Amériques Latines, Novembre 1973, pp. 426-432). Relação de Trabalhos Publicados nº 001.

Paulo Roberto de Almeida (1 octobre 2015 ; 25 juin 2026 ; 14 p.

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