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Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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Uma nova Internacional Autoritária?
Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Nota sobre a grande divisão mundial entre autocracias e democracias
Existe, isso está claro, uma certa solidariedade por diversos motivos, entre regimes e líderes autoritários.
Sempre houve esse tipo de coalizão entre, de um lado, governos que atuam mais pela força do que pelo Direito, e, de outro lado, aqueles Estados, não muitos, regidos constitucionalmente, buscando atuar guiados por princípios e valores que tomaram inspiração no Iluminismo europeu do século XVIII e em algumas normas liberais que foram se afirmando ao longo dos tempos, várias materializadas em regimes liberais e burgueses que tomaram forma e consistência a partir do século XIX.
Regimes autoritários costumam ser agressivos, vis-à-vis sua própria população, em primeiro lugar, mas também em seu entorno imediato, mas também em direção de paragens mais distantes.
Os regimes democráticos e liberais, por sua vez, buscam agir por meio de consensos possíveis, pelo diálogo e por normas escritas ou consuetudinárias dos instrumentos constitucionais e por tratados internacionais. Não se tem notícias de regimes liberais lançarem guerra contra outros regimes democráticos, fora de impulsos imperiais por governos disfuncionais ou dirigidos por personalidades autoritárias.
Na atualidade, existem alguns exemplos dessas disfuncionalidades. Os EUA de Trump, desbancando tradições liberais e democráticas de sua origem como democracia agropastoril, já no passado industrializante, começou a impor sua vontade sobre vizinhos menores, antes de se lançar, desde 2017, numa ofensiva contra regimes autoritários, a exemplo de Venezuela e Cuba.
A despeito de laços de amizade e até de acordos formais nenhum dos impérios autocráticos mais visíveis veio em socorro desses regimes atacados pelo novo Estado autoritário de Trump, dotado de uma nova doutrina de segurança nacional claramente autoritária e agressiva, pretendendo se apossar unilateralmente de territórios sob jurisdição soberana de outros Estados. A Rússia porque está enredada em suas próprias aventuras imperiais no seu entorno — aliás desde a Georgia em 2008, culminando com a Ucrânia, em 2014 e 2022 — e não pode sequer fazer valer sua solidariedade plena com a Síria de Hassad, a Venezuela de Maduro ou o Irã da teocracia militarizada. A China porque não pretende exercer nenhuma projeção imperial fora dos estritos limites de sua soberania histórica, e porque simplesmente não é um Estado militarista expansionista, buscando estender sua influência pelo sistema multilateral de comércio e pelas normas existentes, flexíveis, do Direito Internacional.
O governo Trump, um regime apenas temporário, destoa dos princípios liberais dos governos democráticos e de economias de mercado avançadas.
O Brasil dos governos lulopetistas parecer ser uma das poucas democracias de países ditos em desenvolvimento que apoiam abertamente regimes autocráticos, na companhia da Índia e da África do Sul, primeiro consorciados no IBAS, depois dando um salto paradigmático para se agruparem no bloco do BRICS, um Frankenstein improvisado, atuando como se fosse um grupo oposto ao G7 (do qual a Rússia já fez parte, nos tempos do G8) e à OCDE.
Tenho procurado nas notas do Itamaraty, sempre tão frequentes a propósito de quaisquer eventos externos dignos de registro, alguma manifestação de solidariedade, até formal, a respeito dos inúmeros, frequentes, constantes ataques terroristas da Rússia contra alvos civis na Ucrânia, provocando muitas mortes e destruições massivas por meio de mísseis balísticos, e NÃO TENHO ENCONTRADO. Só posso explicar como o resultado de alguma conivência com o agressor, o que me parece francamente inaceitável. Eu não esperava isso de uma diplomacia em favor da qual trabalhei incansavelmente durante mais de quatro décadas.
Não creio que o Brasil digno mereça fazer parte de uma Internacional Autoritária. Seria extremamente decepcionante para todo brasileiro defensor de certos valores e princípios que sempre enfeixaram a sua política externa, aliás consolidados na própria Constituição do Brasil.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5392, 8 julho 2026, 2 p.
Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/uma-nova-internacional-autoritaria.html).
Um debate sobre o parlamentarismo no Brasil
Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Comentários a postagem inicial de Luís Alexandre Carta Winter, a propósito de sua preferência por um regime de tipo parlamentar no Brasil
Começo por transcrever uma postagem do colega e amigo Luís Alexandre Carta Winter em seu Facebook, em 7/07/2026, defendendo a implantação de um regime de tipo parlamentar no Brasil, proposta com a qual concordo, mas efetuando algumas qualificações tal como transcritas no imediato seguimento de seus argumentos.
Os nossos principais candidatos são, unicamente, populistas e demagógicos. Um, com uma péssima assessoria, inaugura, algo até agora inexistente, no Rio Grande do Norte: canal do rio São Francisco só que sem água; outro vai ao Trump pedir a não sobretarifa dos produtos brasileiros, mas que puna representantes de nosso STF.
Ridículo! Sou pela implantação do sistema parlamentarista!
Perguntaram-me, ontem, afinal de contas, qual a razão de eu defender, tanto, esse sistema! Usando um raciocínio reverso, qual de nossos "presidenciáveis", tem, realmente, programa de governo? Nenhum tem! E, para que ter? Em nosso sistema presidencialista de coalizão, se governa, "acomodando" os interesses dos congressistas!
Ideologia? Completamente desnecessária! Há um pragmatismo do possível, e, não, do necessário! Lembrando que no presidencialismo, o presidente é chefe de estado(isto é, representa o Brasil perante o mundo), e chefe de governo(isto é, é o responsável pela condução do programa de governo). No sistema parlamentarista, não! O executivo é separado na chefia de estado e na chefia de governo! O chefe de governo é o gabinete, presidido por um primeiro-ministro! A eleição se passa, necessariamente, pelo programa de governo! Se vencedor, na eleições, o partido não implementar o que defendia, para ganhar as eleições, há dois caminhos: voto de desconfiança, caindo o governo, convocando-se novas eleições; ou, o governo, tentando implementar novo programa, ele mesmo propõe, ao chefe de estado, a dissolução do gabinete, e antecipação das eleições, visando "legitimar" o novo programa. Acrescente-se, a isso, que a responsabilidade do gabinete é solidária! Isto é, se um dos ministros for pego, por corrupção, cai o gabinete e são convocadas novas eleições! Necessariamente há uma maior participação popular!
Mas parlamentarismo, com esses políticos e esses partidos, não funciona! Sei! Temos esses políticos e esses partidos, em razão do sistema presidencialista de coalizão! Hora de mudar as coisas!
Pela implantação do sistema parlamentarista!!!
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Sou inteiramente a favor de um sistema parlamentar de governo, como já tivemos no passado, de forma mais consolidada a partir do segundo reinado, com as interferências ocasionais do Poder Moderador, sob responsabilidade do Imperador.
A experiência histórica reconhece no parlamentarismo a melhor e mais eficiente forma de governo, mas com as marcas da estrutura política e social de cada país. Estou convencido de que, em função do extremo fisiologismo do sistema político-partidário atualmente existente no Brasil, a baixa educação politica do eleitorado, para não dizer a baixa educação tout court, o rent-seeking embutido de maneira deformada no estupro orçamentário das emendas parlamentares obrigatórias (o que transforma cada vez mais os representantes nas duas Casas em meros vereadores federais, com imensas doses de corrupção, desmandos e desvios em toda a cadeia dos recursos da União), a deformação ampliada do sistema representativo introduzido pela ditadura militar por razões oportunistas desde 1977, e por uma série de outros motivos e fatores institucionais e de comportamento venal de muitos caciques dos partidos políticos, por todos esses motivos, um eventual e futuro parlamentarismo brasileiro representará, durante vários anos, a exacerbação de todos os “ismos” negativos do atual sistema: fisiologismo, prebendalismo, patrimonialismo, nepotismo, rentismo, populismo, para não dizer corrupção pura e simples a partir de organizações criminosas já instaladas no cenário politico, financeiro e outros.
Teremos um longo caminho de purificação de um sistema parlamentar credível, com limitação da orgia partidária hoje existente. Para isso, é absolutamente necessária a EXTINÇÃO do Fundos Partidário (pois partidos são entidades de DIREITO PRIVADO) e do Fundo Eleitoral, pois cada simpatizante escolhe contribuir para o que lhe apetece, e também da propaganda eleitoral a cargo dos poderes públicos. Com essas mudanças, progressivas, sou a favor do parlamentarismo, sabendo, porém, realista que sou, que tais alterações são e serão extremamente difíceis no curto prazo, e de implementação altamente duvidosa.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5393, 8 julho 2026, 2 p.
Divulgado no blog Diplomatizzando (8/07/2026; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/07/um-debate-sobre-o-parlamentarismo-no.html).
Unwavering Support
Foreign Policy, July 7, 2026

French President Emmanuel Macron (right) shakes hands with Syrian President Ahmed al-Sharaa during a visit to the Umayyad Mosque in Damascus, Syria, on July 6.Ludovic Marin/AFP via Getty Images
Syrian President Ahmed al-Sharaa was hoping to demonstrate Syria’s shift toward democracy during his first Damascus-hosted summit with a major Western leader on Tuesday. Instead, French President Emmanuel Macron’s historic visit was marred by violence as explosions in the capital—the second such attack this month—injured at least 18 people. No group has claimed responsibility for either attack.
Just two years ago, Sharaa had a $10 million U.S. bounty on his head for his ties to al Qaeda. However, since ousting longtime dictator Bashar al-Assad in December 2024, Sharaa has implemented democratic reforms in an effort to rebrand his (and his country’s) global image. In a little more than a year, Syria has joined the U.S.-led coalition against the Islamic State, convinced the European Union to lift all economic sanctions on Syria, signed investment deals worth tens of billions of dollars to rebuild the war-torn country, and allowed millions of Syrian refugees to return home.
Yet bouts of violence by religious and ethnic minorities have plagued Sharaa’s efforts. Many groups remain skeptical of his agenda. Across the country—particularly in regions with large Alawite, Druze, and Kurdish communities—hundreds of people have been killed in clashes between government forces and minority rebels. And on Thursday, a bombing at a crowded café in Damascus killed at least 10 people and injured more than 20 others.
However, Macron’s faith in Syria’s future appears to be unwavering. “Nothing can smother the aspiration of Syrian women and men to live in a fully sovereign, safe, pluralistic, and united Syria,” Macron wrote on X on Tuesday just hours after the explosions. “This morning, I met Syria in all its diversity. I saw dignity, courage, and determination.”
Macron signaled his support for Sharaa’s government by carrying out his scheduled meetings even after the explosions had occurred. During these talks, the two leaders signed more than a dozen agreements, including a pact to reappoint their ambassadors for the first time in roughly 14 years.
“France is ready to be a partner,” Macron said, adding that Paris will return more than $50 million in confiscated assets that once belonged to Assad’s family.
Tuesday’s deals also included new efforts to bolster cooperation in healthcare, transportation, and banking. French investment dominated discussions, with the CEOs of TotalEnergies and French container shipping group CMA CGM accompanying Macron in Damascus. Regional security issues were also addressed, as Macron warned Sharaa against deploying Syrian forces to Lebanon—a strategy that U.S. President Donald Trump has suggested could be useful to fight Hezbollah—and Sharaa pushed for greater Syrian influence in the Strait of Hormuz.
“Syria, which shaped its recovery and reconstruction priorities by the hands of its own people, opens its doors today to an equal partnership,” Sharaa said on Tuesday in a joint press conference with Macron. “A partnership that repositions Syria as a secure and vital connecting node and an indispensable civilizational and economic bridge between East and West.”
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Uma brevíssima história do mundo
- Do caos primitivo para os primeiros impérios do mundo (busquem no Arnold Toynbee a variedade dos poderes regionais)
- Império Persa, vencido por Alexandre, da Macedônia, que estende a influência grega na Antiguidade clássica.
- Império Romano de um lado, tendo vencido o Império cartaginês, e império do Meio do outro, além de uma variedade de impérios regionais.
- Pax Romana durante alguns séculos, da República ao Império.
- Autodestruição e fragmentação na Europa; expansão árabe e muçulmana na maior parte do mundo mediterrâneo.
- Novo caos durante alguns séculos, inclusive causado pelas Cruzadas.
- Início da preeminência europeia a partir dos Descobrimentos e da revolução cientifica do século XVII.
- A primeira revolução industrial coloca a Inglaterra no topo dos avanços tecnológicos; disputas territoriais e geopolíticas entre vários impérios europeus e o império otomano.
- Pax Britannica e preeminência da libra no padrão ouro e da City como centro dads finanças mundiais, apooados pela Royal Navy
- Disputas interimperiais e emergência dos EUA como novo centro da economia mundial no contexto de uma segunda guerra dos Trinta Anos na Europa.
- Concorrência dos impérios centrais, czarista e soviético, nipônico, precipita a maior catástrofe global.
- Arranjo dos vencedores estabele novo equilibrio, dual, no contexto da Guerra Fria.
- Mundo socialista soviético implode pela força de suas contradições.
- Breve periodo unilateral enquanto a China restabelece as bases de seu antigo Império do Meio
- Segunda Guerra Fria, com a ascensão irresistivel do novo Império do Meio
- Declínio relativo dos EUA impulsiona o irracionalismo populista agressivo.
- Novo período de turbulências generalizadas, provocadas por dois pretensos novos dominadores; equilíbrio instável, com recuo das instituições políticas e econômicas multilaterais.
- Suposto Sul Global se diversifica e engaja parcerias erráticas.
É o que temos atualmente.
Pelo resumo:
Paulo Roberto de Almeida
Brasilia, 7/07/2026
Foram precisos dois séculos e meio para que o farol das liberdades e da democracia chegasse ao pináculo da glória!
Creio que aqui Trump conseguiu superar a si mesmo. Nenhuma criança de 2 anos conseguiria ter um desempenho excepcionalmente tão performático quanto Trump logo depois dos 250 anos da gloriosa declaração de 1776. God bless America:
“TRUMP ON THE LAST NIGHT RUSSIAN ATTACK ON KYIV
President Putin wants it to end, I will tell you that very strongly. We had a good call. And President Zelenskyy actually wants it to end now. And we're gonna be going to NATO, and we're gonna be talking about it.
It's drone technology. Who would've thought that drones would've become such a factor? They're killing machines. It's amazing. You hide behind a tree, and it goes and gets you.
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JOURNALIST: Mr. President, Vladimir Putin, shortly after speaking to on July 4th, struck Kyiv and killed innocent civilians. Why isn't he feeling any pressure after speaking with you?
TRUMP: Well, I think he does feel pressure. He wants to end it, and Ukraine wants to end it, and we're in talks, and we'll see if we can get it ended.
It's a terrible thing. I ended eight wars, and this was, in my opinion, (this one) going to be an easier one, because I know both heads. I didn't know most of the heads. I did India, I did Pakistan, I did others. That could've been a real bad one. Nuclear. That was gonna be nuclear. Could've been... As the prime minister of Pakistan (said)… 40 million people would've been killed. Maybe 50 million. They had shot down 11 planes. It was raging for four days, and I got it stopped, and I did that.
But this is one, I think we're getting much closer than people realize. And President Putin wants it to end, I will tell you that very strongly. We had a good call. And President Zelenskyy actually wants it to end now. And we're gonna be going to NATO, and we're gonna be talking about it, and we... I think we're gonna get it... I think we're gonna get it ended.
It's been a terrible situation. Think of this, 25,000 people. Two months ago, 25,000 people were killed, one-month soldiers. Last month set the record. 36,000 people were killed in one month. Young soldiers, they go off to war, and they, they're dead before the first weekends.
It's drone technology. Michael, who would've thought that drones would've become such a factor? And they're killing machines. It's amazing. It's amazing. You hide behind a tree, and it goes and gets you.
And I've seen scenes that I don't wanna see. I don't want you to see 'em, on that battlefield. You know, you hear about the Civil War, you hear about all of these different terrible wars, but this is really horrible.
So, I had a very good call, and I think we'll I think we're getting close to getting it done.”
O governo Lula aprofunda o que melhor sabe fazer: aumentar o déficit público e agravar a situação fiscal do país, no futuro imediato e no curto, médio e longo prazo.
Copiado de Ricardo Bergamini:
Tesouro deve rever análise para garantir novo empréstimo aos Correios após críticas do TCU
No fim de dezembro de 2025, os Correios tomaram um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a cinco bancos
Redação Jornal de Brasília, 04/07/2026
IDIANA TOMAZELLI
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)
O Tesouro Nacional deverá rever procedimentos para conceder garantia soberana ao novo empréstimo dos Correios, após o órgão virar alvo do TCU (Tribunal de Contas da União) pela conduta na primeira operação de salvamento da estatal, no fim do ano passado.
A corte de contas abriu um processo para apurar a eventual responsabilidade de gestores do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por entender que a análise de risco não foi feita com a profundidade requerida em casos dessa magnitude.
No fim de dezembro de 2025, os Correios tomaram um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a cinco bancos, dois deles controlados pelo governo federal (Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil). A garantia soberana significa que a União vai assumir os pagamentos em caso de inadimplência.
Em grave crise financeira, os Correios não tinham capacidade de pagamento suficiente para fazer jus ao aval do Tesouro, e o governo precisou flexibilizar regras para permitir à empresa acessar o empréstimo com base nos resultados esperados de seu plano de reestruturação.
Como o pagamento em dia das prestações dependerá do sucesso do plano, o TCU esperava que o governo fizesse uma análise mais detalhada de sua consistência, inclusive avaliando as premissas adotadas. Na visão da corte de contas, isso não aconteceu, o que levou a União a assumir um “risco fiscal relevante”.
Como mostrou a Folha de S.Paulo, a garantia foi concedida apenas dois dias após o envio formal do contrato ao Tesouro Nacional. O TCU ressaltou que a versão definitiva do plano foi encaminhada apenas três dias antes da tomada de decisão. Para o tribunal, houve apenas verificação formal da existência de fluxos de caixa, e a rapidez da análise não foi condizente com sua complexidade.
Matéria completa clique abaixo:
https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/tesouro-deve-rever-analise-para-garantir-novo-emprestimo-aos-correios-apos-criticas-do-tcu/
Por que a democracia americana importa ao mundo – A construção institucional dos Estados Unidos e sua contribuição para a Ordem Internacio...