Não torço para NENHUMA seleção, nem mesmo para a seleção brasileira, a não ser que ela jogue bem, o que não é o caso até aqui (e duvido que venha a ser).
Eu torço apenas para o bom futebol, o futebol com arte, técnica, graça e lealdade, nessa ordem, ou em qualquer outra que se desejar.
Detesto o futebol engessado, as caneladas, os golpes baixos, as trapaças, as vuvuzelas, as patriotadas e outras bobagens associadas.
Os jogadores de seleção, hoje em dia, são perfeitos mercenários. Jogam por dinheiro, e nada mais. Impossível torcer por mercenários.
Fico com o futebol em estado puro, que está cada vez mais raro.
Fico com a seleção que exibir o melhor futebol, qualquer que seja o país...
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
sábado, 26 de junho de 2010
Pausa para a Copa, ou melhor, para o futebol...
Labels:
Copa do Mundo 2010,
futebol
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
Noberto Bobbio sobre a liberdade de destruir a liberdade (2009) - Paulo Roberto de Almeida
Sempre vale a pena relembrar, e republicar, Norberto Bobbio. Eis o que escrevi sobre ele em 2009, com base num livro, lembro bem, adquirid...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
History If the Ottoman Empire had not collapsed Sultans of spring The Economist, THE WORLD IF 2017 Jul 6th 2017, 12:07 https://worldif.ec...
-
Nada de coadjuvantes: historiador revê papel da mulher na História do Brasil Biógrafo da Marquesa de Santos e da Imperatriz Leopoldina,...
-
Um professor catedrático convidado numa universidade portuguesa consultou-me sobre a dívida externa do Brasil na interação com Portugal na é...
-
Golpe contra a democracia Hermes Rodrigues Nery https://www.youtube.com/watch? v=LDspWPatQSs Exmo. Senador Anibal Diniz, que pre...
-
The Palgrave Handbook on Geopolitics of Brazil and the South Atlantic Overview Editors: Francisco José B. S. Leandro , Rodrigo Franklin Fro...
-
Personagens Bíblicos / História do Profeta Samuel: Quem foi Samuel na Bíblia? https://estiloadoracao.com/historia-do-profeta-samuel/ Histó...
-
FAQ do Candidato a Diplomata por Renato Domith Godinho TEMAS: Concurso do Instituto Rio Branco, Itamaraty, Carreira Diplomática, MRE, Diplom...
-
Aprenda a ser um ditador Veja, 14/01/2012 Para os cientistas políticos americanos Bruce Bueno de Mesquita e Alastair Smith, a política...
-
Transcrevo aqui uma mensagem por e-mail de Mauricio David, sobre um artigo de Rana Mitter, um especialista na China moderna, que li desde 20...
3 comentários:
Agora defendes o mercado, dizes que os governos sobejam; agora acusas de mercenários os jogadores.
Penso que o mercado é perfeito pro futebol, e o que sobram são pessoas que querem controlá-lo vendendo ingressos baratos, fazendo copas do mundo em estádios que não vão servir pra nada, ou querendo que jogadores joguem por amor à pátria.
http://blogdojuca.uol.com.br/2010/06/uma-entrevista-explosiva-e-verdadeira/
Acho que vc vai gostar...
abs
André Rozenbaum
Já não há diamantes negros por lapidar, anjos de pernas tortas que nos encante, até o Rei está nú, vendido ao dinheiro plástico, não há mais alma e poesia em nosso futebol...perdera-se o encanto pela bola...mulher...a pátria pendurou as chuteiras...mas ainda nos resta a lembrança do jogador Cabral...que com a pena fez um gol de placa...
O futebol brasileiro evocado da Europa
A bola não é a inimiga
como o touro, numa corrida;
e, embora seja um utensílio
caseiro e que se usa sem risco,
não é o utensílio impessoal,
sempre, de gesto usual:
é um utensílio semivivo,
de reações próprias como bicho
e que, como bicho, é mister
(mais que bicho, como mulher)
usar com malícia e atenção
dando aos pés astúcias de mão.
(*João Cabral de Melo Neto; in:"Novas seletas".Organização de Luiz Raul Machado, Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 2002, p. 36).
Vale!
Postar um comentário