domingo, 23 de agosto de 2026

Um livro pronto para ser publicado: Economia política das constituições brasileiras: seu impacto nas relações econômicas internacionais do Brasil -- Paulo Roberto de Almeida

 Em revisão, para envio a alguma editora. Divulgo apenas o prefácio:

  Economia política das constituições brasileiras: seu impacto nas relações econômicas internacionais do Brasil

Paulo Roberto de Almeida

Índice

 

 

Apresentação:

As constituições e as relações internacionais do Brasil, 7

 

1. A representação política no Brasil até a Constituição de 1824 , 17

1.1.    Uma longa tradição de representação política

1.2.     O controle da metrópole   

1.3.     A tradição liberal de Cádiz chega no Porto  

1.4.     O nascimento do federalismo  

1.5.     Um parlamentarismo “presidencialista”?   

1.6.     Monarquistas “republicanos”?      

1.7.     Uma divisão de poderes sui generis    

1.8.     O imperador dissolve a primeira Constituinte  

1.9.     A primeira insurreição contra a Constituição outorgada  

 

 

2. Formação do constitucionalismo luso-brasileiro no século XIX , 30

2.1. As grandes datas da evolução constitucional na Europa e nas Américas

2.2. Pré-história da Revolução do Porto de 1820: a Constituição de Cádiz (1812)

2.3. O mundo restaurado e novamente turbulento: ascensão do liberalismo    

2.4. O processo liberal português e suas consequências no Brasil: nova colonização? 

2.5. A constituição liberal portuguesa de 1822 e as consequências para o Brasil  

 

 

3. Da Constituinte de 1823 à Constituição de 1824: aspectos econômicos , 53

3.1. No Brasil, as receitas seguem as despesas, não o contrário

3.2. A Constituinte de 1823 e o seu “pai fundador”: Antonio Carlos Ribeiro de Andrada 

3.3. A economia política do projeto de Constituição de 1823 

3.4. A Constituição Política do Império do Brasil: seus aspectos econômicos 

3.5. Uma economia comandada pelo gasto público, não pela poupança ou investimento 

 

 

4. A economia nas constituições brasileiras, de 1824 a 1946 , 68

4.1. A interpretação econômica das constituições 

4.2. A estrutura constitucional do império liberal escravista

4.3. A República aprofunda a intervenção do Estado na economia   

4.4. A União e os estados na repartição do bolo tributário  

4.5. O estatismo e o nacionalismo nascentes na Constituição de 1891 

4.6. O nacionalismo econômico é constitucionalizado a partir de 1930 

4.7. Intervencionismo econômico constitucionalmente assegurado em 1937 

 

 

5. Uma interpretação econômica das constituições (1986) ,  93

5.1. A constituição como instrumento econômico  

5.2. A representação dos interesses na experiência de 1946  

5.3. A elaboração do processo constituinte de 1987-88 

5.4. A “economia política” da Constituição na perspectiva de 1987  

 

 

6. As relações internacionais na ordem constitucional de 1988 , 119

6.1. Constituição e sociedade no Brasil 

6.2. Relações exteriores e Constituição 

6.3. A Experiência histórica brasileira 

6.4. As relações internacionais na nova Constituição 

6.5. Implicações para a política externa do Brasil 

 

 

7. Análise crítica do conteúdo econômico da Constituição de 1988 ,  147

7.1. Introdução: sobre mudanças de regime econômico

7.2. Mudanças de regime econômico no Brasil contemporâneo

7.3. A Constituição de 1988: um novo contrato social para o Brasil? 

7.4. O que a Constituição promete, e o que ela produz, na realidade?

7.5. A Constituição “cidadã”: distribuindo bondades para todos 

7.6. A Constituição “estatal”: reduzindo o espaço da livre iniciativa

7.7. A Constituição “parlamentar”: muitos privilégios, baixa produtividade 

7.8. A Constituição “econômica”: equívocos em cadeia 

7.9. A Constituição dos “direitos sociais”: sem qualquer análise dos custos 

7.10. Uma Constituição economicamente esquizofrênica 

 

 

8. A Constituição e a integração regional , 189

8.1. Um país voltado para si mesmo 

8.2. Uma vocação integracionista, a despeito de tudo

8.3. Supranacional vs. Intergovernamental   

 

 

9. Brasil: um país de ponta-cabeça? Sobre as propostas de Modesto Carvalhosa , 195

9.1. O Brasil de ponta cabeça?

9.2. Como ficamos de pés para cima?

9.3. Como fazer o Brasil apoiar-se sobre os seus próprios pés? 

9.4. O que nos diz a história sobre o papel dos municípios na administração do Brasil? 

9.5. O diferencial de produtividades como indicador crucial de desenvolvimento

9.6. Um manual para colocar o Brasil sobre os pés 

9.7. Há salvação para o Brasil com seu atual sistema político? A regeneração pela base

 

 

Referências bibliográficas  , 231

Apêndices  ,    241

Nota sobre o autor , 241

Livros de Paulo Roberto de Almeida , 242

 

 

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