quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Venezuela: os partidos brasileiros tomam posicao

Primeiro a favor da matança:

Nota do PT:

1. Condenamos os fatos e ações com vistas a desestabilizar a ordem democrática na Venezuela; rechaçamos ainda as ações criminosas de grupos violentos como instrumentos de luta política, bem como as ações midiáticas que ameaçam a democracia, suas instituições e a vontade popular expressa através do voto. Lembramos que esta não é a primeira vez que a oposição se manifesta desta forma, o que torna ainda mais graves esses fatos.

2. Nos somamos à rede de solidariedade mundial para informar e mobilizar os povos do mundo em defesa da institucionalidade democrática na Venezuela, fortalecer a unidade e a integração de nossos povos.

3. Nos solidarizamos aos familiares das vítimas fatais fruto dos graves distúrbios provocados, certos de que o Governo Venezuelano está empenhado na manutenção da paz e das plenas garantias a todos e todas cidadãos e cidadãs venezuelanas.

São Paulo, 18 de fevereiro de 2014.

Rui Falcão
Presidente Nacional do PT

Mônica Valente
Secretária de Relações Internacionais do PT

Comeco da Fronda Empresarial? - Marcelo de Paiva Abreu

Parece que alguns empresários estão perdendo o medo de contestar o governo...
Paulo Roberto de Almeida

 'Beicinho' e política industrial
Marcelo de Paiva Abreu
O Estado de S.Paulo, 19/02/2014

A preocupação do governo com a fragilidade do seu desempenho econômico foi explicitada pelas reações do ex-ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e do ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, à entrevista do presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Pedro Passos, concedida ao Estado (9/2). O presidente do Iedi, sócio da Natura, enfatizou o esgotamento do atual modelo econômico e defendeu a sua reformulação com ênfase na integração da economia brasileira à economia internacional, por meio de acordos com a União Europeia (UE) e os EUA, com equacionamento dos obstáculos argentinos.
A reação de Fernando Pimentel foi desqualificar a entrevista, com o argumento de que seria "política": "A Natura hoje tem uma posição partidária, de apoio a uma candidatura de oposição ao governo Dilma Rousseff". Passos seria "militante de um projeto eleitoral de oposição" e não seria o caso de responder às suas críticas "porque elas não foram feitas no âmbito do debate". E, no entanto, as críticas de Passos são mais do que razoáveis, alinhadas com o sentimento generalizado de que a política industrial do governo, que teve Pimentel como principal responsável, tem sido um retumbante fracasso.
Em sua entrevista de despedida como ministro, Pimentel, mais uma vez, mostrou falta de intimidade com os assuntos de sua pasta, ao referir-se enfaticamente às altas margens de lucros das montadoras como se fosse algo surpreendente. É bem sabido que foi na sua gestão que foi implementado o programa Inovar Auto, hoje questionado pela UE, que beneficia as montadoras com vantagens tributárias associadas ao IPI que, somadas à atual tarifa de 35%, levam a proteção nominal a pornográficos 70%. Talvez proteção alta tenha alguma relação com margens de lucro despropositadas?
É curioso que, à época em que o Iedi defendia ardorosamente a proteção alta e a desvalorização cambial, sem preocupações quanto às consequências macroeconômicas, em sintonia com a emergente "nova matriz macroeconômica", nunca se tenha ouvido qualquer comentário no governo sobre o alinhamento político de seus dirigentes.
Há grande heterogeneidade nas posturas empresariais em relação ao governo. A posição de alguns setores, como o automotivo, de apoio à política industrial, simplesmente revela o tratamento diferenciado de que se beneficiam. Segundo a Anfavea, "o governo (...) minimizou possíveis consequências (da crise) ao (sic) setor automotivo e à (sic) economia como um todo". Não é por acaso que, no recente confronto entre a Anfavea e a emergente Abeifa, concorrente na representação empresarial do setor automotivo, tenha escapado o argumento de que a Anfavea teria "acesso livre aos gabinetes em Brasília".
Paulo Bernardo, na sua crítica a Passos, optou por alegações também rasteiras. Como Pimentel, fugiu da substância como o diabo da cruz. Sugeriu que Passos estaria "fazendo beicinho" e que as dificuldades entre governo e empresariado poderiam ser resolvidas com "discussões da relação". Para o ministro, analistas que tenham independência em relação ao governo são descartados pois "ninguém entende o que eles falam". E pontifica: "O cidadão não entende conceitos macroeconômicos, mas sabe se a economia está indo bem ou mal". O recorrente truque presidencial de apelar para discurso enfático quando falta substância ao argumento está sendo copiado por sua equipe.
Quem fez de fato "beicinho" nos últimos tempos foi a chefe de Paulo Bernardo, ao ameaçar não participar da programada cúpula Brasil-União Europeia. Em reação pueril, estaria irritada com a queixa europeia em Genebra quanto ao IPI discriminatório e à Zona Franca de Manaus. Se tivesse tomado melhores decisões quanto à política industrial, teria evitado tais achaques e turbulências. "Beicinho", agora, não vai resolver.
*Marcelo de Paiva Abreu é doutor em economia pela Universidade de Cambridge e professor titular no departamento de Economia da PUC-RIO. 


Golpe à Brasileira - Marco Antonio Villa

Golpe à Brasileira
Marco Antonio Villa*
O Estado de S.Paulo, 19 de Fevereiro de 2013

Às vésperas dos 50 anos do golpe militar torna-se necessário um resgate da História para entendermos o presente. Em 1964 o Brasil era um país politicamente repartido. Dividido e paralisado. Crise econômica, greves, ameaça de golpe militar, marasmo administrativo. O clima de radicalização era agravado por velhos adversários da democracia. A direita brasileira tinha uma relação de incompatibilidade com as urnas. Não conseguia conviver com uma democracia de massas num momento de profundas transformações. Temerosa do novo, buscava um antigo recurso: arrastar as Forças Armadas para o centro da luta política, dentro da velha tradição inaugurada pela República, que já havia nascido com um golpe de Estado.
A esquerda comunista não ficava atrás. Sempre estivera nas vizinhanças dos quartéis, como em 1935, quando tentou depor Getúlio Vargas por meio de uma quartelada. Depois de 1945, buscou incessantemente o apoio dos militares, alcunhando alguns de "generais e almirantes do povo". Ser "do povo" era comungar com a política do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e estar pronto para atender ao chamado do partido numa eventual aventura golpista. As células clandestinas do PCB nas Forças Armadas eram apresentadas como uma demonstração de força política.
À esquerda do PCB havia os adeptos da guerrilha. O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) era um deles. Queria iniciar a luta armada e enviou, em março de 1964, o primeiro grupo de guerrilheiros para treinar na Academia Militar de Pequim. As Ligas Camponesas, que desejavam a reforma agrária "na lei ou na marra", organizaram campos de treinamento no País em 1962 - com militantes presos foram encontrados documentos que vinculavam a guerrilha a Cuba. Já os adeptos de Leonel Brizola julgavam que tinham ampla base militar entre soldados, marinheiros, cabos e sargentos.
Assim, numa conjuntura radicalizada, esperava-se do presidente um ponto de equilíbrio político. Ledo engano. João Goulart articulava sua permanência na Presidência e necessitava emendar a Constituição. Sinalizava que tinha apoio nos quartéis para, se necessário, impor pela força a reeleição (que era proibida). Organizou um "dispositivo militar" que "cortaria a cabeça" da direita. Insistia em que não podia governar com um Congresso Nacional conservador, apesar de o seu partido, o PTB, ter a maior bancada na Câmara dos Deputados após o retorno do presidencialismo e não ter encaminhado à Casa os projetos de lei para tornar viáveis as reformas de base.
Veio 1964. E de novo foram construídas interpretações para uso político, mas distantes da História. A associação do regime militar brasileiro com as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai) foi a principal delas. Nada mais falso. O autoritarismo aqui faz parte de uma tradição antidemocrática solidamente enraizada e que nasceu com o Positivismo, no final do Império. O desprezo pela democracia rondou o nosso país durante cem anos de República. Tanto os setores conservadores como os chamados progressistas transformaram a democracia num obstáculo à solução dos graves problemas nacionais, especialmente nos momentos de crise política. Como se a ampla discussão dos problemas fosse um entrave à ação.
O regime militar brasileiro não foi uma ditadura de 21 anos. Não é possível chamar de ditadura o período 1964-1968 - até o Ato Institucional n.º 5 (AI-5) -, com toda a movimentação político-cultural que havia no País. Muito menos os anos 1979-1985, com a aprovação da Lei de Anistia e as eleições diretas para os governos estaduais em 1982. Que ditadura no mundo foi assim?
Nos últimos anos se consolidou a versão de que os militantes da luta armada combateram a ditadura em defesa da liberdade. E que os militares teriam voltado para os quartéis graças às suas heroicas ações. Num país sem memória, é muito fácil reescrever a História.
A luta armada não passou de ações isoladas de assaltos a bancos, sequestros, ataques a instalações militares e só. Apoio popular? Nenhum. Argumenta-se que não havia outro meio de resistir à ditadura a não ser pela força. Mais um grave equívoco: muitos desses grupos existiam antes de 1964 e outros foram criados pouco depois, quando ainda havia espaço democrático. Ou seja, a opção pela luta armada, o desprezo pela luta política e pela participação no sistema político, e a simpatia pelo foquismo guevarista antecederam o AI-5, quando, de fato, houve o fechamento do regime. O terrorismo desses pequenos grupos deu munição (sem trocadilho) para o terrorismo de Estado e acabou sendo usado pela extrema direita como pretexto para justificar o injustificável: a barbárie repressiva.
A luta pela democracia foi travada politicamente pelos movimentos populares, pela defesa da anistia, no movimento estudantil e nos sindicatos. Teve em setores da Igreja Católica importantes aliados, assim como entre os intelectuais, que protestavam contra a censura. E o MDB, este nada fez? E os seus militantes e parlamentares que foram perseguidos? E os cassados?
Os militantes da luta armada construíram um discurso eficaz. Quem os questiona é tachado de adepto da ditadura. Assim, ficam protegidos de qualquer crítica e evitam o que tanto temem: o debate, a divergência, a pluralidade, enfim, a democracia. Mais: transformam a discussão política em questão pessoal, como se a discordância fosse uma espécie de desqualificação dos sofrimentos da prisão. Não há relação entre uma coisa e outra: criticar a luta armada não legitima o terrorismo de Estado. Temos de refutar as versões falaciosas. Romper o círculo de ferro construído, ainda em 1964, pelos adversários da democracia, tanto à esquerda como à direita. Não podemos ser reféns, historicamente falando, daqueles que transformaram o antagonista em inimigo; o espaço da política, em espaço de guerra.
*Marco Antonio Villa é historiador, autor do livro 'Ditadura à Brasileira'

Venezuela: a CELAC parece ser maior do que o Mercosul...

La Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) ha conocido con preocupación los hechos violentos que tuvieron lugar en la República Bolivariana de Venezuela el día 12 de febrero del 2014 y días posteriores y lamenta profundamente la pérdida de vidas humanas.
 
Nuestra Comunidad rechaza la violencia y promueve la seguridad ciudadana, la paz, la estabilidad y el desarrollo; y considera que en todo momento debe garantizarse la institucionalidad democrática,  el respeto a la ley, la información fidedigna y veraz; así como  el pleno respeto de todos los derechos humanos.
 
Los países miembros de la CELAC expresan su solidaridad con el pueblo hermano de la República Bolivariana de Venezuela y alientan a su  gobierno a continuar los  esfuerzos para propiciar  un diálogo entre todas las fuerzas políticas del país,  en aras de la paz y la unidad nacional que el pueblo venezolano requiere para continuar su marcha hacia el progreso y el bienestar.
 
San José, Costa Rica, 17 de febrero de 2014

Lingua Sem Fronteiras, ou turistas acidentais, tropecando na lingua...

Se é para fazer um Berlitz federal, acho que teria jeito (ou geito, como diriam os çábios da UFRJ) de fazer mais barato...
Paulo Roberto de Almeida

Artigo de Matias Spektor, Folha de S. Paulo, 19/02/2014
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/matiasspektor/2014/02/1414331-sem-fronteiras.shtml 

Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). 
As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo.
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Crise no Ciência sem Fronteiras

19 de fevereiro de 2014 | 2h 10

Editorial O Estado de S.Paulo, 19/02/2014
Lançado em 2011 pela presidente Dilma Rousseff como uma das mais importantes iniciativas de sua gestão no campo da educação, o programa Ciência sem Fronteiras - que prevê a concessão de 101 mil bolsas a estudantes interessados em fazer iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado no exterior - está enfrentando duas grandes dificuldades.
A primeira dificuldade diz respeito ao perfil dos estudantes beneficiados pelo programa. Muitos não atendiam ao requisito de fluência em inglês quando foram escolhidos para estudar na Europa, Estados Unidos, Canadá e Austrália. Por esse motivo, não conseguiram acompanhar os cursos nos quais se matricularam. Como as bolsas estão chegando ao fim, correm o risco de voltar sem ter aprendido inglês e sem ter se qualificado academicamente. Também há alunos que, por terem perdido muito tempo apreendendo inglês, não se prepararam suficientemente e não foram aprovados no processo seletivo das universidades que escolheram.
Para tentar contornar o problema, os órgãos que lideram o programa Ciência sem Fronteiras - o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) - estariam estudando algumas alternativas. Uma delas é determinar o retorno imediato desses bolsistas para o País, o que pode acarretar um desgaste político para o governo num ano eleitoral. Outra saída é conceder financiamento adicional de seis meses para esses bolsistas, a fim de evitar que retornem sem curso acadêmico. Mas, por causa das variações cambiais, do aumento do IOF e das taxas bancárias, essa saída exigiria um gasto de mais de R$ 800 milhões com o Ciência sem Fronteiras, cujas contas já estão desequilibradas.
A segunda dificuldade do programa está no modo como foi concebido. A meta era mandar 101 mil estudantes brasileiros para o exterior no período de quatro anos, mas o governo dispunha de recursos para bancar apenas 75 mil bolsas. Pediu, portanto, a instituições financeiras, conglomerados industriais e entidades empresariais que financiassem as outras 26 mil bolsas. Desse total, até o momento a iniciativa privada teria financiado apenas 3,4 mil bolsas de estudo - cerca de 13% do prometido, segundo a Capes. Esse número é questionado pelas empresas privadas, que alegam já ter concedido 5,3 mil bolsas - ou seja, 20% do previsto.
Apesar de continuar prometendo que cumprirá a meta firmada com o Ciência sem Fronteiras, a iniciativa privada afirma que está enfrentando dificuldades para captar recursos. A entidade que assumiu o maior compromisso com o governo, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), prometeu financiar 6,5 mil bolsas de estudo, mas até agora só pagou 650 bolsas. Em nota, a Associação Brasileira de Indústria de Base, que reúne as maiores empreiteiras do País, afirma que ainda não conseguiu reunir o montante necessário para cumprir o que prometeu.
Evidentemente, essas entidades têm plena condição de bancar as 26 mil bolsas pedidas pelo governo. Na realidade, o problema não é financeiro. O que o setor privado discute é o perfil dos bolsistas do Ciência sem Fronteiras. Informalmente, o setor privado alegou que o governo os selecionou sem critérios precisos, distribuindo bolsas de forma indiscriminada. A iniciativa privada quer definir ela própria os critérios das bolsas que financiará. Entre outras reivindicações, ela deseja financiar pesquisadores que estejam vinculados não a uma universidade, como quer o governo, mas a cursos tecnológicos que atendam às necessidades do setor produtivo. A Confederação Nacional da Indústria pleiteia o direito de financiar mestrados profissionalizantes, mas enfrenta resistências veladas.
Quando lançou o Ciência sem Fronteiras, o governo foi altamente elogiado, dada a contribuição que o programa poderia trazer para ampliar o nível de formação acadêmica e profissional das novas gerações. Quase quatro anos depois, a inépcia do governo compromete o que poderia ter sido a grande realização da presidente Dilma Rousseff.

UFRJ: dando trotes no Portugueis de araque...

O GLOBO (EMAIL·TWITTER)
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O comunicado oficial da UFRJ enviado por e-mail aos alunos tem erros como ‘sugeitos’ e ‘indígnos’
Foto: Reprodução
O comunicado oficial da UFRJ enviado por e-mail aos alunos tem erros como ‘sugeitos’ e ‘indígnos’ Reprodução
RIO — Um comunicado oficial emitido pela UFRJ na tarde desta terça-feira (18) virou motivo de chacota entre estudantes nas redes sociais. Isso porque, no texto enviado por e-mail aos alunos, há erros graves de grafia e acentuação, como “sugeitos” e “indígno”, além de desvios de concordância verbal e nominal nos trechos “aquele que a promovem” e “às penalidade”, como antecipou o blog da coluna Gente Boa.
O texto é assinado pela “SUPERAR - Sperintendência (sic) de Acesso e Registro - PR-1/UFRJ” e informa sobre a proibição de trotes vexatórios e humilhantes. O comunicado virou alvo de comentários irônicos no grupo de Facebook formado por alunos do Centro de Tecnologia da UFRJ. Um estudante chegou a duvidar da autenticidade do aviso: “Isso não pode ser sério. Tem muito erro”, postou ele. Outra aluna escreveu a palavra “sugeitos” acompanhada da foto de um menino com a mão no coração e a frase “Ai meu corassaum”.
Em outra foto postada, o professor de língua portuguesa Paquale Cipro Neto aparece com uma cara de reprovação. Um universitário fez um trocadilho com a sigla da Superintendência de Acesso e Registro, escrevendo que “dessa vez eles se SUPERARAM”. Horas depois de o e-mail original ter sido recebido, já na madrugada desta quarta a UFRJ enviou um novo comunicado, com o texto corrigido.
Procurada pelo GLOBO para comentar o caso, a UFRJ informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o e-mail foi disparado por engano, antes de o servidor responsável conferir a redação do texto. Segundo a nota enviada, "logo depois do disparo, o informe foi disparado com as devidas correções".
Ainda de acordo com a nota, a UFRJ aproveita para reforçar o compromisso da reitoria em alertar para a prática dos trotes vexatórios na universidade. Os estudantes que se sentirem intimidados a participar de alguma prática podem entrar em contato com a ouvidoria, no site www.ouvidoria.ufrj.br.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/comunicado-da-ufrj-com-erros-como-sugeitos-vira-piada-na-web-11651585#ixzz2tqUwZ5AK 
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Imaginemos que a Venezuela fosse a Ucrania, ou que ela estivesse na Europa...

O que fariam os líderes regionais, internacionais, multilaterais, bilaterais, unilaterais, laterais?
Nada, ou talvez alguma coisa...
Bem, vejamos o que estão fazendo outros, em relação à Ucrânia...
Paulo Roberto de Almeida

Germany and France have condemned the violence in Ukraine, French President Francois Hollande said after talks with German Chancellor Angela Merkel on Wednesday. "There are unspeakable, unacceptable, intolerable acts being carried out in Ukraine," Mr Hollande told reporters at a news conference.
Poland's Foreign Minister, Radoslaw Sikorski, has announced on Twitter that he is "on his way to Kiev", after earlier saying he was heading to Ukraine on a mission on behalf of the EU.  
More international reaction coming in...the White House says it is monitoring the situation in Ukraine closely, and will consult with the EU on the next steps, including possible sanctions, according to Deputy National Security Adviser Ben Rhodes.
The US is urging the Ukrainian government to pull back riot police from Independence Square in Kiev and call a truce to allow discussions with the opposition, he adds.
BBC News has compiled some before and after pictures of Independence Square, with close-up views of the main protest camp from the north and the south. You can take a look at our Big picture: Close-up of Kiev's Independence Square here.
The foreign ministers of France, Germany and Poland are to meet in Kiev on Thursday to assess the situation before an EU meeting in Brussels to decide whether to impose sanctions on Ukraine, French Foreign Minister Laurent Fabius says.
The US secretary of state, John Kerry, earlier said the US was discussing the possibility of sanctions with its European allies.
More from the White House. US Deputy National Security Advisor Ben Rhodes said the deaths in clashes were "completely outrageous" and have "no place in the 21st Century".
"The fact of the matter is we have made very clear to the Ukrainian government that it is their responsibility to allow for people [to] protest," said Mr Rhodes.
      
Gavin Hewitt Europe editor
tweets: Polish, German and French foreign ministers all in Ukraine tomorrow. Will meet the President and opposition leaders. A key moment in crisis.
Reacting to the latest developments, UK Prime Minister David Cameron has condemned the use of violence "by all sides" and urged President Yanukovych "to pull back government forces" and engage with the opposition.             
Mr Cameron warned the Ukrainian president that "the world is watching" and "those responsible for violence will be held accountable".
Amid the violence, Canada has shut its Kiev embassy as a "security precaution", and the UK Foreign Office has updated its Ukraine travel advice to say its embassy is "temporarily closed to visitors".
US President Barack Obama warns that "there will be consequences" for anyone who steps over the line in Ukraine.
Mr Obama, who is in Mexico for a conference, told reporters that the military should not step in to a situation that civilians should resolve.
tweets: As NATO's military commander I ask that responsible leaders avoid the use of military force against the people of Ukraine.
19:40: Paul Adams BBC News 
Two weeks ago, in a telephone call leaked to the media, a senior American diplomat dismissed European efforts with a single Anglo-Saxon expletive. Today in Paris, US Secretary of State John Kerry stood shoulder to shoulder with French counterpart Laurent Fabius and said the allies were offering President Yanukovych a choice. He said: "We believe the choice is clear and we are talking about the possibility of sanctions or other steps with our friends in Europe and elsewhere in order to try to create the environment for compromise." 
Why has violence erupted across Ukraine? What do Western countries think? And where does Russia stand? To find out, take a look at our pieceexplaining the crisis.    

UN Secretary General Ban Ki-moon says the use of violence in Ukraine "by any side is totally unacceptable". He urges in a statement that the authorities to "desist from the use of excessive force" and adhere to international human rights norms.
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Enfim, infelizmente para o povo venezuelano, em especial os democratas, os estudantes, os homens e mulheres que defendem as liberdades democráticas e os direitos humanos, a Venezuela não é a Ucrânia, nem os líderes regionais são outra coisa senão eles mesmos...
Paulo Roberto de Almeida 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Nota lamentando mortes por crise politica: mutatis, mutandis

Transcrevendo, apenas. Mas se poderia fazer um pequeno ajuste no texto, trocando de país e de capital, não é mesmo?

Nota
19 de fevereiro de 2014
 
Situação na Ucrânia
 
O Governo brasileiro acompanha com preocupação a deterioração do quadro político e institucional na Ucrânia e lamenta profundamente as mortes ocorridas em Kiev. O Governo brasileiro conclama todas as partes envolvidas a dialogar. A crise política na Ucrânia deve ser equacionada pelos próprios ucranianos, de forma pacífica e com base no respeito às instituições e aos direitos humanos.

Ucrania, Venezuela: dois regimes de autoritarios, duas resistencias, os mortos de sempre...


Affrontements entre la police anti-émeutes et les manifestants sur le Maïdan, à Kiev, le 18 février. REUTERS/DAVID MDZINARISHVILI

A Kiev, le sang, les cendres et la crainte d'un assaut final

Le Monde.fr avec AFP et Reuters
L'assaut tant redouté par les opposants ukrainiens se poursuivait, mercredi 19 février, au lendemain de la journée la plus violente depuis le début de la contestation.
A l'aube, les forces spéciales prennaient position autour du centre de Maïdan, la place centrale et berceau de la contestation, où étaient encore regroupés des manifestants. Tout autour, des flammes et des barricades témoignaient du chaos qui s'est déchaîné depuis près de 24 heures. Les autorités, qui affirment contrôler la moitié de la place, ont limité la circulation et fermé le métro afin d'empêcher l'arrivée de renforts.
Les bilans varient encore en fonction des sources. Officiellement, le pouvoir ukrainien parle de 25 morts – policiers et civils confondus, la plupart par balles – et plus de 240 blessés. Viatcheslav Vérémiï, un journaliste du quotidien ukrainien Vesti a également été tué par des inconnus masqués à proximité de la place.
>> Suivez la situation sur Maïdan en direct avec ce flux vidéo :

Durée : 00:00 | Images : YouTube
Maïdan en direct vidéo.
  • Des blindés contre un mur de feu
L'offensive contre le camp des manifestants a commencé en fin de journée, mardi. Trois blindés munis de canons à eau, accueillis par des cocktails Molotov, des pierres et des feux d'artifice, ont repoussé les protestataires. Des milliers de policiers antiémeutes – les redoutés Berkout – ont ensuite dépassé les barricades, usant de grenades lacrymogènes et assourdissantes. Ils étaient suivis par des policiers armés de fusils.
Pour se protéger, les manifestants ont dressé un mur de feu. Derrière ce rideau de flammes, des opposants, casqués, équipés de gourdins et de boucliers en métal semblables à ceux des policiers, formaient une première ligne de défense. Un activiste ukrainien a diffusé la vidéo ci-dessous, assurant que les tirs venaient de civils – les « titouchkis » payés par le pouvoir. Selon lui, deux personnes ont été touchées, dont l'une mortellement.
Plus tôt dans la journée, le pouvoir avait lancé un ultimatum pour mettre fin à l'occupation d'un des bâtiments mis à disposition de l'armée, la Maison des officiers, situé à proximité du Parlement, et où gisent, d'après la députée d'opposition Lesya Orobets, élue du parti Batkivchtchina (« Mère patrie »), les corps de trois manifestants.
  • Viktor Ianoukovitch menace les « criminels »
Le président Viktor Ianoukovitch, qui a reçu plusieurs responsables de l'opposition après le début de l'assaut, a menacé de « changer de ton » s'ils ne prennent pas leurs distances avec les manifestants les plus radicaux, notamment ceux d'extrême-droite du parti Praviy Sektor (Secteur de droite).
Il a accusé certains manifestants d'avoir « franchi les limites » en apportant des armes à feu sur Maïdan. Qualifiant ces manifestants de « criminels », il a assuré qu'ils seraient traduits en justice. « Il n'est pas trop tard pour mettre fin au conflit », a-t-il assuré Viktor Ianoukovitch.
D'après l'opposant Vitali Klitschko, cité par le Kyiv Post, les opposants ont dû essuyer pendant plus d'une heure les accusations de M. Ianoukovitch, selon lequel les manifestants sont les seuls à  blâmer pour les morts dans les affrontements. Les opposants plaident pour un retrait des forces de l'ordre afin de permettre une désescalade de la situation.

Durée : 01:32 | Images : Reuters
Des heurts entre manifestants et policiers ont éclaté aux abord du Parlement ukrainien, mardi 18 février à Kiev. Plus de 20 000 opposants avaient prévu de marcher vers le bâtiment, mais ils en ont été empêchés par les forces de l'ordre alors que doit être examinée une réforme constitutionnelle destinée à réduire les pouvoirs présidentiels au profit du gouvernement et du Parlement.
Les tensions demeurent dans l'attente des prochaines décisions du président Viktor Ianoukovitch, dont la rupture avec l'Union européenne, en novembre, a déclenché un mouvement de protestation qui s'est étendu depuis à l'ensemble du pays.
  • Dans l'Ouest, des bâtiments officiels pris d'assaut par les manifestants
Dans la soirée, des manifestants ont pris d'assaut le siège de l'administration et de la police dans la ville occidentale de Lviv. Environ 500 opposants ont investi l'administration régionale, puis le siège de la police régionale, sans rencontrer de résistance, après y avoir lancé des pierres. Dans cette ville, à l'issue d'affrontements au cocktail Molotov, qui ont mis le feu à des bâtiments militaires, quelque 5 000 manifestants ont pris le contrôle des dépôts d'armes.
Devant l'ampleur des violences, les Etats-Unis et l'Union européenne ont appelé les autorités à faire preuve de retenue. Pour la Russie, ces violences sont avant tout la « conséquence directe de la connivence de responsables politiques occidentaux et des structures européennes qui ont fermé les yeux (...) sur les actions agressives de forces radicales ».
>> Lire la synthèse des réactions internationales : L'Ukraine doit « immédiatement reprendre le chemin du dialogue »

Do Mercosul a Unasul (algum progresso?) - livro coletivo, lancamento em SP

Convite para o lançamento do livro "Mercosul a Unasul. Avanços do processo de integração", organizado pela profa. Regina Maria A. F. Gadelha.

A Coordenação do NACI-Programas de Estudos Pós-Graduados em Economia Politica e em Ciências Sociais-PUC/SP tem a satisfação de convidá-lo para a APRESENTAÇÃO DO LIVRO

MERCOSUL A UNASUL. AVANÇOS DO PROCESSO DE INTEGRAÇÃO
Org. Regina Maria A. F. Gadelha
Editora EDUC/Fapesp

Dia 24 de Fevereiro de 2014 - Horário: 19h30 - 22h30.
Rua Ministro Godoy, 956 - Perdizes
1º andar - Auditório 117-A.

MESA REDONDA: MERCOSUL À UNASUL - PERSPECTIVAS ATUAIS
Mediador: Prof. Dr. Miguel Chaia - Diretor da EDUC
Apresentação: Prof. Dr. Edison Nunes - NACI-Pós Graduação de Ciências Sociais-PUC/SP
Autores Interventores:
Dr. Alberto de Sosa - Revista AmerSur - Buenos Aires-AR.
Dr. Darc Costa - FEDERACAMARAS (Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da América do Sul).
Dr. Antônio Corrêa de Lacerda - Pós Graduação de Economia Política-PUC/SP
Dra. Regina Gadelha - NACI-Pós Graduação de Economia Política-PUC/SP

Regina Gadelha e Edison Nunes (Coordenadores do NACI).

Informações:
P.E.P.G. em Economia Política
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Telefone: (11) 3670-8516
Site do Programa: www.pucsp.br/pos/ecopol

EDUC
Rua Monte Alegre, 984 - sala S16 - Perdizes
05014-901 - São Paulo-SP - Brasil
Tel./Fax: (55 11) 3670-8085 e 3670-8558
E-mail: educ@pucsp.br.

Postagem em destaque

The World according to Madame IA, supostamente encarnando este blogueiro - Paulo Roberto de Almeida

  Não sou espírita, não acredito em reencarnação – CORRIJO: NÃO EXISTE reencarnação –, não sou sequer religioso, nem torcedor de qualquer ti...