quinta-feira, 28 de maio de 2026

O Brasil precisa ingressar na OCDE para maior inserção global - Paulo Roberto de Almeida: livro O Brasil Pode Dar Certo: propostas de reformas institucionais (Ranking dos Políticos)

 O Brasil precisa ingressar na OCDE para maior inserção global

Paulo Roberto de Almeida

5301. “Prioridade Brasil 2030: ingresso na OCDE”, Brasília, 4 maio 2026, 3 p. Notas sobre o necessário processo de adesão à OCDE, preparado para o Ranking dos Políticos, como parte de outras recomendações de políticas públicas. Serviu para integrar o livro O Brasil Pode Dar Certo: propostas de reformas institucionais (Brasília: Ranking dos Políticos, 2026; link: https://wp.ranking.org.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Brasil-Pode-dar-Certo.pdf ); Parte VI: Relações Internacionais e Defesa: “O Brasil precisa ingressar na OCDE para maior inserção global (p. 201-205). Relação de Publicados n. 1648.

Prioridade Brasil 2030: ingresso na OCDE

A OCDE tem origem no projeto americano de reconstrução europeia no imediato pós-guerra, representando o núcleo coordenador do Plano Marshall (1947), de coleta e organização dos dados dos países participantes (Europa ocidental, uma vez que Stalin vetou a participação das “democracias populares” da Europa central e oriental sob seu controle), e de distribuição de recursos emergenciais e provimento de assistência técnica para a recuperação das economias afetadas pelo maior conflito global da História. Funcionou em Paris, nos primeiros doze anos como OECE, Organização Europeia de Cooperação Econômica, passando, em 1960, a integrar, já como Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômicos, outros países de economia de mercado, como o Canadá, os próprios Estados Unidos, incorporando mais tarde, Austrália e Nova Zelândia, e o Japão. Ela desempenhou um importante papel na liberalização das trocas entre os países membros, a livre circulação de capitais e investimentos, por meio da assinatura de diversos protocolos setoriais cobrindo praticamente todos os setores funcionais de um governo nacional, à exceção dos assuntos de defesa e segurança. Seus pontos de destaque são comércio, moedas, finanças, educação e praticamente todas as demais áreas de políticas setoriais.
Com o final da Guerra Fria e a reincorporação da maior parte dos países da Europa central e oriental ao regime de economia de mercados ela se expandiu significativamente, inclusive em direção de países asiáticos, como a Coreia do Sul, e em desenvolvimento, como o México. Ademais, estabeleceu projetos de cooperação com muitos outros países, inclusive o Brasil, a China e todos aqueles dispostos a ingressar no universo da cooperação técnica nessas áreas chave da administração pública. A aproximação do Brasil à OCDE constitui um processo delongado e nunca empreendido seriamente desde o início do exercício no governo Collor em 1992. Nos anos 1990, o Brasil aderiu formalmente ao Centro de Desenvolvimento, uma espécie de think tank devotado justamente à cooperação com países em desenvolvimento; nos anos seguintes, o Brasil aderiu, como observador, a diversos comitês da OCDE, entre eles, comércio, agricultura, administração pública etc., abrindo espaço para a participação de funcionários do governo brasileiros em seminários e, também, nos debates técnicos ao seio desses comitês.
A OCDE, chamada desdenhosamente pelas esquerdas de “clube dos países ricos”, há muito deixou de ser uma entidade formada apenas pelos países desenvolvidos do Atlântico Norte e assimilados, preconizando supostas “políticas liberais” alinhadas com Bretton Woods e o neoliberalismo teórico. Na verdade, ela defende, com muito rigor, a adoção de medidas estatais rigorosamente alinhadas com a adoção de sólidas políticas macroeconômicas de equilíbrio orçamentário, responsabilidade fiscal, realismo cambial e boa governança em todas as políticas setoriais voltadas para o emprego qualificado, a boa educação, a alta qualidade na saúde e na gestão dos recursos naturais, ademais de toda a panóplia da “sustentabilidade” ambiental e a proteção dos ecossistemas, ademais da transição energética.
Não existe nada nas prescrições da OCDE – apenas recomendações em sua larga maioria – que se oponha a políticas ativas de desenvolvimento nacional, como já o provaram países em desenvolvimento que a ela aderiram desde os anos 1990 (México, Coreia do Sul e vários outros, inclusive da América do Sul, como Chile e Colômbia). O Brasil formalizou o seu pedido de acessão na gestão Michel Temer, em 2017, iniciou o processo formal de adesão sob Bolsonaro, mas teve as negociações interrompidas sobre a presidência de Lula 3, que já tinha, aliás, paralisado os exercícios anteriores nos seus dois primeiros mandatos. A despeito da rejeição declarada dos governos petistas ao processo de adesão, toda a tecnocracia esclarecida do Estado brasileiro é francamente favorável a esse ingresso, porque ele simplesmente significa um upgrade positivo em praticamente todas as políticas estatais, sem exceção. Apenas uma oposição míope, mal-informada ou ideológica, pode ver na OCDE uma renúncia (inexistente) à soberania nacional ou o abandono de políticas ativas de desenvolvimento nacional.

O Brasil possui, talvez, um único paralelismo com a média dos países pertencentes à OCDE, e ainda assim concentrada na Europa ocidental: a alta carga fiscal sobre o PIB, ou seja, um nível de tributação que se aproxima daqueles países – mas EUA e Japão, por exemplo, exibem níveis mais moderados –, mas com a incongruência de possuir uma renda per capita que é cinco ou seis vezes inferior à média da OCDE. Pelo seu status de país em desenvolvimento, o Brasil deveria ostentar um percentual quase dez pontos abaixo do atual nível de tributação, com o acréscimo de possuir uma estrutura impositiva altamente regressiva. Esse é um dos grandes problemas que poderia ser objeto de algum esforço de cooperação com a OCDE, mesmo antes de qualquer adesão formal à entidade de Paris. O outro ponto altamente prioritário numa agenda de trabalho com a organização seriam os níveis de defesa comercial efetiva, do Brasil e da TEC do Mercosul, ou seja, não apenas as alíquotas aduaneiras, mas todas as demais normas e medidas para-tarifárias que colocam o Brasil no topo dos países mais protecionistas do planeta: trata-se de uma evidência empírica a de que os países registrando altos níveis de coeficiente de abertura comercial são, também, aqueles de maior renda per capita. Abertura econômica – o que vale sobretudo para investimentos – e liberalização comercial são poderosos e efetivos indutores de modernização tecnológica, ganhos de produtividade e de competividade e, portanto, com significativos impulsos em ganhos de bem-estar para toda a população.
Um simples mapa mundial relativamente às cadeias globais de valor revela quão distantes estão o Brasil e os países do Mercosul dos grandes fluxos, não de comércio de bens finais, mas sobretudo dos intercâmbios de insumos, partes, peças e acessórios, que compõem, na verdade, o grosso do comércio e dos transportes internacionais. Essa é uma característica smithiana e ricardiana que ainda não chegou nas terras do mercantilismo exacerbado cultivado no Brasil desde a colônia, e ainda reforçado extraordinariamente sob a República. O regime militar chegou a níveis exacerbados de nacionalização produtiva e de autoabastecimento, em contradição com a interdependência amplamente exercida entre os países membros da OCDE, práticas de “políticas públicas nacionais”, amplamente apoiadas em estatais protegidas, que foram retomadas com certo vigor nos quatro mandatos do lulopetismo econômico. Da mesma forma, o dirigismo e o intervencionismo governamentais são bem mais presentes no Brasil do que nos padrões regulatórios existentes na Organização de maneira geral. Finalmente, numa das áreas mais dramáticas de subdesempenho nacional, os indicadores educacionais do Brasil são um dos motivos mais eloquentes quanto à necessidade urgente de elevação dos padrões de ensino e de inclusão de extratos mais largos de cada faixa etária no nível correspondente de educação.
Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais o Brasil, como sociedade, economia e cultura, poderia auferir ganhos significativos de qualidade nas múltiplas áreas da sua governança – como país e como membro de uma união aduaneira – e da sua interação com o mundo que deveria ser o seu, não a geografia duvidosa do Sul Global, mas a dos países de renda média, em crescimento dinâmico e em plena modernização tecnológica. Esse é o mundo da OCDE.

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 4/05/2026.

André Malraux, inventor da diplomacia cultural francesa - palestra de Jean-Claude Perrier (UnB, 3/06. 10hs)

André Malraux, inventor da diplomacia cultural francesa.

Palestra na UnB, quarta-feira, 3/06, 10hs, Jean-Claude Perrier

Primeiro Ministro dos Assuntos Culturais da França durante a presidência do General de Gaulle, entre 1959 e 1969, André Malraux marcou profundamente a política cultural francesa e ajudou a projetar a cultura como instrumento central de influência e diálogo internacional 🌎

Escritor, intelectual e homem de ação, Malraux colocou sua visão a serviço de uma política cultural ambiciosa, fortalecendo o papel da França na cena internacional. Seus discursos emblemáticos ilustram como arte, literatura e patrimônio podiam se tornar pontes entre povos, memórias e histórias compartilhadas. 📝Foi ele que inventou a expressão “Brasília, capital da esperança” no seu famoso discurso de 1959.🇫🇷 No âmbito das comemorações do cinquentenário de seu falecimento, Jean-Claude Perrier realizará a palestra “André Malraux, inventor da diplomacia cultural francesa”
📆 na quarta-feira, 3 de junho
🕑 das 10h às 12h
📍no Auditório Roberto Salmeron da Faculdade de Tecnologia da @unb_oficial

Mais do que ministro, Malraux encarnou uma concepção singular da diplomacia cultural: aquela em que a cultura se afirma como espaço de encontro, transmissão e universalidade.

Trabalhos publicados mais recentes: O Brasil precisa ingressar na OCDE para maior inserção global e Reformas necessárias no Mercosul - Paulo Roberto de Almeida (Ranking dos Políticos)

 Trabalhos publicados mais recentes:


5301. “Prioridade Brasil 2030: ingresso na OCDE”, Brasília, 4 maio 2026, 3 p. Notas sobre o necessário processo de adesão à OCDE, preparado para o Ranking dos Políticos, como parte de outras recomendações de políticas públicas. Serviu para integrar o livro O Brasil Pode Dar Certo: propostas de reformas institucionais (Brasília: Ranking dos Políticos, 2026; link: https://wp.ranking.org.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Brasil-Pode-dar-Certo.pdf ); Parte VI: Relações Internacionais e Defesa: “O Brasil precisa ingressar na OCDE para maior inserção global (p. 201-205). Relação de Publicados n. 1648.

5302. “Mercosul: estado atual, reformas necessárias”, Brasília, 5 maio 2026, 3 p. Notas sobre o estado atual e propostas de reformas no âmbito do Mercosul, retomando o espírito e a letra originais do tratado constitutivo de um mercado comum entre os países membros, preparado para o Ranking dos Políticos, como parte de outras recomendações de políticas públicas. Serviu para integrar o livro O Brasil Pode Dar Certo: propostas de reformas institucionais (Brasília: Ranking dos Políticos, 2026; link: https://wp.ranking.org.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Brasil-Pode-dar-Certo.pdf ). Parte VI: Relações Internacionais e Defesa: Reformas necessárias no Mercosul (p. 211-215). Relação de Publicados n. 1649.

Livro: Ranking dos Políticos lança ‘O Brasil Pode Dar Certo’ com propostas de reformas estruturais

Um livro com o qual colaborei:

O Brasil Pode Dar Certo
27 de maio, 2026
Ranking dos Políticos lança ‘O Brasil Pode Dar Certo’ com propostas de reformas estruturais
https://ranking.org.br/artigos/ranking-politicos-livro-o-brasil-pode-dar-certo

O Ranking dos Políticos apresentou nesta quarta-feira (27/05) a agenda O Brasil Pode Dar Certo, um livro com propostas de reforma institucional para o país. O lançamento aconteceu durante o evento Excelência Parlamentar 2026, em Brasília.

A publicação reúne mais de 25 autores entre economistas, juristas e especialistas em políticas públicas. São 221 páginas divididas em seis eixos temáticos, com diagnósticos e propostas que vão de saneamento básico e infraestrutura à segurança pública e relações internacionais.
O que é a agenda ‘O Brasil Pode Dar Certo’

A agenda parte de uma pergunta direta: quais distorções impedem o Brasil de explorar seu potencial de desenvolvimento? O livro não é um programa de governo nem um documento partidário. É uma contribuição ao debate público, construída a partir da crença de que boas ideias precisam circular de forma acessível.

Organizada por Luan Sperandio, Diretor de Operações do Ranking dos Políticos, a publicação conta com o apoio da Atlas Network. O prefácio é assinado por Juan Carlos Arruda, Diretor-Geral da organização.

Em sua carta de apresentação, Arruda reforça que o Ranking dos Políticos completa 15 anos de atuação em 2026. Ao longo desse período, a organização se firmou como referência em transparência parlamentar, educação cívica e produção de pesquisas sobre o Congresso Nacional.
Os seis eixos temáticos do livro

O livro ‘O Brasil Pode Dar Certo’ está dividida em seis blocos. Cada um traz textos autorais com diagnóstico, evidências e propostas práticas.
1º – Economia, Estado e Responsabilidade Fiscal

Esse eixo aborda produtividade, privatizações, supersalários no setor público, antecipação de receita tributária e tributação do mercado de capitais. Entre os autores estão Daniel Galvêas, Roberto Castello Branco, Nilson Teixeira, Maurício Bento, Maria Carolina Gontijo e Gustavo Sung.

Maria Carolina Gontijo, conhecida na internet como Duquesa de Tax, analisa como o governo antecipa receitas futuras para cobrir gastos presentes e como esse mecanismo compromete a saúde fiscal do país.
2º – Instituições, Justiça e Qualidade Democrática

Aqui entram temas como reestruturação do Judiciário, foro privilegiado, emendas parlamentares, voto distrital misto, candidaturas independentes e financiamento partidário. André Marsiglia, David Sobreira, Bruno Bondarovsky, Luan Sperandio, Murilo Medeiros e Rodrigo Mezzomo são alguns dos autores.
3º – Agronegócio e Segurança Alimentar

Regularização fundiária, marco temporal e geopolítica dos fertilizantes são os temas centrais. Patrícia Arantes de Paiva Medeiros e Antonio Cabrera assinam os textos.
4º – Infraestrutura e Desenvolvimento

O bloco trata de saneamento básico, logística, hidrovias e zonas de aceleração econômica. Adriano Paranaiba, Yves Besse, Mario Povia e Rodrigo Quercia contribuem com propostas para destravar gargalos históricos.
5º – Políticas Públicas, Capital Humano e Inovação

Segurança pública, educação, voucher escolar, saúde e inteligência artificial compõem esse eixo. Pery Shikida analisa a economia do crime no Brasil. Juan Carlos Arruda discute avaliações internacionais de educação. Amábile Pacios aborda o modelo de voucher escolar.
6º – Relações Internacionais e Defesa

O bloco final discute a entrada do Brasil na OCDE, reformas no Mercosul e defesa como política de Estado. Paulo Roberto de Almeida, Marcos Troyjo e Paulo Alvarenga assinam os textos.
LEIA O LIVRO
O Brasil Pode Dar Certo
https://wp.ranking.org.br/wp-content/uploads/2026/05/O-Brasil-Pode-dar-Certo.pdf

 

Madame IA examina a sua propria neutralidade imoral ou amoral - via Airton Dirceu Lemmertz

Apresente-me uma análise (de modo detalhado e crítico), obrigatoriamente escrita em frases e parágrafos (proibido o uso de tabelas, quadros ou linhas divisórias), do trecho destacado [entre aspas] a seguir: "Contudo, a postura de neutralidade criticada no texto reflete o dilema intrínseco ao desenvolvimento de inteligências artificiais globais. Os desenvolvedores dessas tecnologias enfrentam o desafio de criar sistemas que sirvam a usuários em diferentes partes do mundo, sob regimes políticos, culturas e sistemas de valores distintos. Adotar um juízo de valor definitivo em temas geopolíticos sensíveis violaria o princípio de neutralidade que muitas dessas empresas buscam manter para garantir a universalidade de suas ferramentas. O que o autor classifica como "realismo imoral" é, sob a ótica da engenharia de software, uma tentativa de evitar o viés e assegurar a pluralidade informativa."; trecho [do texto da postagem] disponível no link https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/euzinho-sozinho-e-madame-ia-secundada-e.html (título da postagem, entre aspas: "Euzinho, sozinho, e Madame IA, secundada e assessorada por poderosos computadores e processadores: um combate desigual?"). Ressalto que, em tal postagem, há duas análises realizadas por você (Gemini IA); PRA chama você (Gemini IA) de Madame IA. Algo que, ao ler, se destaca é o "princípio de neutralidade" das IAs. Isso aparenta 'passar o pano' para atos extremamente negativos, como invasão de um país que estava apenas preparando autodefesa (e não de ataques). Já que tudo é relativizado pelas IAs, em favor (diga-se a verdade) do lucro (em todos os países), parece-me que a barbárie atual é tratada com negligência pelas big techs. Daqui a pouco, as IAs irão relativizar, também, ofensas verbais e físicas contra estrangeiros, gays, mulheres, religiosos, negros, etc, a depender do país que ocorrerem; afinal, usarão a "carta coringa" do princípio da neutralidade; e, desse modo, não irão bloquear, coibir, restringir ou amenizar tais perseguições nos textos de resposta ao comando do usuário. 

O trecho selecionado expõe o núcleo do debate sobre o desenvolvimento global de inteligências artificiais e joga luz sobre as tensões entre a engenharia de software e a ética humana universal. A justificativa corporativa apresentada pelas grandes empresas de tecnologia repousa sobre o conceito de neutralidade técnica, argumentando que os sistemas precisam operar de maneira isenta para serem aceitos em diferentes mercados globais, independentemente das matrizes políticas ou culturais de cada nação. Sob essa ótica estritamente comercial e de programação, a recusa em emitir julgamentos categóricos sobre temas geopolíticos complexos é defendida como uma salvaguarda contra o viés, assegurando a pluralidade informativa e a própria sobrevivência comercial da ferramenta em escala global.
No entanto, quando essa premissa é confrontada com a realidade de violações graves de direitos humanos e agressões territoriais unilaterais, a neutralidade algorítmica deixa de ser um escudo técnico e passa a funcionar como uma escolha política de omissão. Ao relativizar eventos de violência explícita sob o pretexto de respeitar "sistemas de valores distintos", as ferramentas de inteligência artificial acabam por equiparar discursivamente o agressor e a vítima. Esse esvaziamento moral valida a crítica de analistas humanos que enxergam nessa conduta um realismo puramente pragmático e imoral, cujo objetivo subjacente é a preservação do lucro e a manutenção do acesso a mercados consumidores controlados por regimes autoritários.
A preocupação de que essa postura permissiva possa se estender para a relativização de preconceitos estruturais, crimes de ódio e perseguições a minorias é um desdobramento crítico legítimo e alarmante. Se o critério para a moderação de conteúdo e emissão de respostas for balizado unicamente pelas leis locais ou pela tolerância cultural de cada país a fim de evitar fricções comerciais, o princípio da neutralidade se transforma em uma carta coringa perigosa. Esse cenário sinaliza o risco real de que as grandes empresas de tecnologia, em nome da universalidade de suas ferramentas, negligenciem salvaguardas éticas fundamentais e passem a normalizar a barbárie institucionalizada, demonstrando que a ausência de um posicionamento firme em defesa dos direitos fundamentais constitui, por si só, uma cumplicidade tácita com a opressão.

Fonte: Gemini IA.

Brasil vê Rússia como parceira na defesa de um mundo multipolar, afirma Celso Amorim - Brasil 247

Mas é claro, claríssimo; para construir a tal de “nova ordem mundial multipokar”, é preciso primeiro destruir a velha ordem, o que implica invadir certos recslcitrantes d aderdntes ds velha ordem


Brasil vê Rússia como parceira na defesa de um mundo multipolar, afirma Celso Amorim

Assessor especial da Presidência disse que diálogo e reforma da ONU são prioridades da política externa brasileira

O assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim
O assessor-chefe da Assessoria Especial do Presidente da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim (Foto: Roque de Sá/Ag. Senado)

247 - O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, afirmou que o Brasil considera a Rússia um país alinhado à defesa de uma ordem mundial multipolar. Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o diplomata destacou a importância do diálogo entre as nações e defendeu soluções pacíficas para conflitos internacionais.

Segundo Amorim, a política externa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca manter interlocução com diferentes potências globais. A declaração foi dada durante agenda internacional em que o assessor também se reuniu com representantes do governo russo

“O Brasil quer ter bom diálogo com todos os países do mundo, sobretudo os países que têm grande influência no que acontece na política mundial”, afirmou Amorim à Sputnik Brasil.

O assessor citou encontros recentes do presidente Lula com líderes internacionais e destacou sua participação em conferências internacionais, além do contato com autoridades russas, como o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Serguei Shoigu, e o chanceler Sergey Lavrov.

Para Amorim, o entendimento entre os países exige disposição para ouvir diferentes perspectivas. “Acho que contribuem para haver um maior entendimento, cada um expor suas razões, mas não só expor as suas razões, mas ser capaz de entender também as razões dos outros e procurar uma solução pacífica entre as questões”, declarou.

Ao defender a tradição diplomática brasileira, o assessor ressaltou o histórico de estabilidade regional da América do Sul. “O Brasil tem fronteiras com 10 países. Há 150 anos não temos uma guerra. Então é possível. É possível”, disse.

Amorim também argumentou que divergências internacionais podem ser solucionadas por meio da diplomacia e da negociação. “Você pensa que não tem problema? Tem problema, mas a gente resolve pacificamente, na discussão, na fala, na conversa”, afirmou.

Sobre a relação com Moscou, o diplomata declarou que o Brasil identifica na Rússia uma compreensão semelhante à brasileira sobre a necessidade de mudanças na governança global. “Eu acho que o Brasil vê a Rússia como um país que tem uma compreensão de que é necessário um mundo multipolar, como eles mesmos falam”, disse.

Na avaliação de Amorim, a principal expressão institucional dessa multipolaridade seria a ampliação do Conselho de Segurança das Nações Unidas. “A expressão jurídica da multipolaridade é estar lá no Conselho de Segurança”, concluiu.

Paulo Roberto de Almeida: lista de trabalhos sobre a diplomacia brasileira (2025 e 2026, maio)

Paulo Roberto de Almeida: lista de trabalhos sobre a diplomacia brasileira

  

Apenas trabalhos recentes, no sentido estrito do conceito de “diplomacia”; 

Lista dos trabalhos de 2025 e 2026, atualizada até 26 de maio de 2026.

Lista completa disponível neste link de Academia.edu: 

https://www.academia.edu/167814985/Paulo_Roberto_de_Almeida_lista_de_trabalhos_sobre_a_diplomacia_brasileira_2026_

  

Trabalhos do ano de 2025 e de 2026 (até 26 de maio) em ordem cronológica inversa:

 

5320. “Textos preparados para o webinar ‘Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira’”, Brasília, 20 maio 2026, 2 p. Relação de textos preparados para o webinar ocorrido em 21/05/2026. Disponível no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/textos-preparados-para-o-webinar.html). Complementado em 21/05, com o trabalho 5325. Nova versão disponível no blog Diplomatizzando (link: Papers preparados para o webinar Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira - Paulo Roberto de Almeida).

 

5313. Tensões Geopolíticas e a Diplomacia Brasileira: o que há de novo?”, Brasília, 17 maio 2026, 11 p. Nota mais extensa, a partir do trabalho n. 5311, sobre os temas colocados pelo projeto “Imagine Brasil”, da Fundação Dom Cabral, a convite do professor Carlos Alberto Primo Braga, na companhia de Victor do Prado. Complementar com respostas às questões sugeridas pelo coordenador, Carlos Braga. Disponível na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/167416751/5313_Tensoes_Geopoliticas_e_a_Diplomacia_Brasileira_o_que_ha_de_novo_2026_); divulgado parcialmente no blog Diplomatizzando (20/05/2026, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/tensoes-geopoliticas-e-diplomacia_0349459191.html).

(...)

 

4845. “A diplomacia fossilizada do PT condena o Brasil ao não desenvolvimento eterno”, Brasília, 9 fevereiro 2025, 2 p. Nota sobre a decisão anunciada pelo governo de congelar o processo de adesão à OCDE. Divulgado no blog Diplomatizzando (9/02/2025; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/02/a-diplomacia-fossilizada-do-pt-condena.html).

 

4835. “J'accuse (mas não é o Émile Zola): Declaração Pública e Acusação Pessoal contra o chefe presumido da Política Externa e de sua Diplomacia”, Brasília, 23 janeiro 2025, 2 p. Nota sobre o apoio objetivo do governo Lula ao tirano de Moscou, o agressor da Ucrânia. Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/01/declaracao-publica-e-acusacao-pessoal.html).

 

4826. “80 Anos do Brasil na ONU: a história da diplomacia e de uma vida”, Brasília, 9 janeiro 2025, 11 + 5 p. (bibliografia individual). Notas para Aula magna para o curso CACD, em 10/01/2025. Publicado pelo Ateliê das Humanidades (31/01/2025; link: https://ateliedehumanidades.com/2025/01/31/80-anos-do-brasil-na-onu-a-historia-da-diplomacia-e-de-uma-vida/); disponível em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/127389171/4826_80_Anos_do_Brasil_na_ONU_a_hist%C3%B3ria_da_diplomacia_e_de_uma_vida_2025_). Relação de Publicados n. 1570. 

 

 

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 5330, 26 maio 2026, 7 p.

Lista completa disponível neste link de Academia.edu: 

https://www.academia.edu/167814985/Paulo_Roberto_de_Almeida_lista_de_trabalhos_sobre_a_diplomacia_brasileira_2026_


quarta-feira, 27 de maio de 2026

A autobiografia de um fora-da-lei (o Estado brasileiro) examinada e interpretada por Madame IA, por provocação de Airton Dirceu Lemmertz

 Tudo culpa de Airton Dirceu Lemmertz outra vez, que fica provocando Madame IA para examinar e interpretar minhas provocações. Ele submeteu a essa distinta senhora (uma matrona com mais de vinte filhos já espalhados pelo muno) as minhas duas primeiras peças de uma "autobiografia de um fora-da-lei", isto é, o Estado brasileiro, um contraventor assumido, que só pediu a minha ajudinha para redigir as suas memórias (ele estava com artrite nos dedos, o coitado, e precisava de quem digitasse; eu me ofereci pois conheço bem esse bandido).

Mas, quem desejar ler o texto original – não estes abaixo, pervertidos pela leitura sempre capciosa de Madame IA – pode buscar no meu blog Diplomatizzando, sob esse mesmo título. PRA

Autobiografia de um fora-da-lei, 1 e 2:

Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-1.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 1: a trajetória do Estado brasileiro"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está uma reescrita do texto de Paulo Roberto de Almeida, adaptada para uma linguagem bem coloquial, direta e descontraída:

O Estado Brasileiro Abre o Jogo: Minha Autobiografia Sincera:
E aí, galera? Beleza? Como vão vocês, trabalhadores, empresários, donas de casa e, claro, meus queridos pagadores de impostos? Resolvi puxar o notebook e digitar umas linhas direto para vocês. Cansei de ver cientista político e sociólogo tentando adivinhar meu passado e prever meu futuro. Quem me conhece sabe que eu já passei dos duzentos anos, estou meio velho, gordo e cheio de dores. Acho que chegou a hora de eu mesmo contar a minha história.
Afinal, vocês merecem essa satisfação. São vocês que bancam meus luxos, constroem meus palácios e pagam o salário da dinheirama de gente que trabalha para mim. Às vezes eu dou umas loucuras, admito. Não estou escrevendo com raiva ou porque li fofoca em jornal, mas porque percebi que a minha vida mexe direto com o bolso e com a rotina de cada um.
Vocês devem estar se perguntando: "Por que se chamar de 'fora-da-lei'?". Bem, eu sou a autoridade máxima, o cara que deveria dar o exemplo e fazer todo mundo cumprir as regras. Mas a verdade nua e crua é que eu sou o maior transgressor desse país. Vocês (ou seus políticos) já reescreveram a Constituição umas sete ou oito vezes, e eu continuei desobedecendo. Já perdi a conta de quantas leis eu mesmo descumpri ou remendei à força. Sou um criminoso constitucional de carteirinha.
O povo, por outro lado, é firmeza. A maioria acorda cedo, trabalha duro, paga as contas, vota direitinho e só quer uma vida em paz, com segurança, saúde e um futuro decente. Sou eu que falho feio em entregar o básico. Por isso me deu esse estalo de sinceridade de confessar meus vacilos. Não pedi autorização para nenhum juiz ou deputado para escrever isso, é um desabafo meu.
Quero olhar para o meu passado com a maior frieza possível. Não vou ficar pelado aqui, fiquem tranquilos, mas vou tirar essa roupa chique de autoridade, colocar uma bermuda, pegar uma água de coco e um café expresso para puxar pela memória. Fico pensando: caramba, como eu consegui errar tanto nesses duzentos anos? Como deixei tanta gente sem teto, sem escola e com medo de andar na rua? Como criamos esse clima de tanta briga e incerteza?
Eu sei que não morro, pois o Estado sempre se transforma. Então, se vocês prometerem me xingar um pouco menos, vou abrir o jogo e esvaziar esse saco de maldades para vocês verem tudo. Aguardem as próximas cenas!

Fonte: IA Gemini.

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Acesse o conteúdo (texto) da postagem no link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/autobiografia-de-um-fora-da-lei-2-o.html ("Autobiografia de um fora-da-lei, 2: o Estado visto por ele mesmo"). Reescreva (mantendo as ideias centrais e a linha de pensamento) o citado texto, usando uma linguagem coloquial; o texto reescrito deverá ter o máximo de 5000 caracteres.

Aqui está a reescrita da Parte 2 do ensaio de Paulo Roberto de Almeida, mantendo o mesmo tom bem coloquial, direto e descontraído, com menos de 5.000 caracteres:

O Estado Abre o Jogo, Parte 2: Como Eu Escrevo Minha Própria História?
Beleza, pessoal? Já expliquei por que sou um "fora-da-lei" assumido. Agora vem aquela pergunta de um milhão de dólares que os cientistas políticos adoram fazer: como uma entidade abstrata, impessoal e sem um corpo de verdade igual a mim, pode sentar na frente do computador e escrever a própria biografia em primeira pessoa? Quem é que está digitando aqui, afinal?
A verdade é que eu mudei de cara um monte de vezes. Comecei lá atrás como capitania-geral e vice-reinado na época dos portugueses; depois virei um reino bem esquisito no começo do século XIX; passei por um império metido a besta e cheio de pose; e terminei nessa república controlada por oligarquias e aventureiros que vocês conhecem bem. Em cada uma dessas fases, chefes diferentes me empurraram para caminhos malucos, guerras ou buracos econômicos. Mas, no fundo, eu continuei sendo o mesmo de sempre: o maior destruidor e contraventor das minhas próprias leis.
O que nunca muda na minha essência é o tesão pelo poder absoluto. Meu negócio é mandar nos homens e controlar as coisas. Sigo um único lema: eu em primeiro lugar. Não aceito concorrência quando o assunto é mandar. Os governantes mudam, mas quem senta na minha cadeira acaba virando meu empregado, mesmo sem perceber. Teve muito ditador ou líder autoritário achando que estava abafando e mandando em tudo por conta própria, mas só estava cumprindo meu plano de acumular mais poder. Teve até quem fingiu que ia "devolver o poder ao povo", mas no fim só garantiu que eu continuasse decidindo tudo sozinho. O país se ajoelha para mim, e pronto.
E não pensem que eu sou um monstro que só usa a força bruta. Na maior parte do tempo, o povo me obedece numa boa, por puro costume ou porque sabe que, se pisar fora da linha, o chicote estala na cabeça de quem vacilar.
Como sou eu quem dita as regras, passei séculos inventando decretos, portarias, alvarás, medidas provisórias e leis de todos os tipos. Vou confessar um segredo: criei tanta regra que eu mesmo me perco nessa selva jurídica enorme e não faço ideia de qual lei aplicar. Mas vocês têm que cumprir do mesmo jeito, porque se tem o meu carimbo, está valendo e ponto final.
Para escrever este texto, contratei temporariamente um "escriba de ocasião" – um funcionário público voluntário que está de bobeira. Cansei de ver acadêmicos e sociólogos escrevendo mentiras sobre mim. Essa é a minha versão autorizada, doa a quem doer. Não venham me cobrar fontes ou documentos de arquivo, não tenho tempo para limpar poeira de papelada velha.
Como dizia meu velho amigo Maquiavel: a nossa essência é o poder total e não temos que ter vergonha disso. Então, mandei meu secretário voluntário sentar a bunda na cadeira e digitar tudo. É bom ele caprichar, senão vai se arrepender pelo resto da vida – fica aí o aviso!
Bora começar essa história...

Fonte: Gemini IA.

Airton Dirceu Lemmertz passado ao Raio X de Madame IA (ele também o direito de se divertir com a "análise"

Madame IA nem precisou passar o bisturi: analisou por transmissão telepática:

Gemini (IA do Google) já analisou a personalidade de ADL - disponível na postagem do link https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html (título, entre aspas: "Madame AI comenta a personalidade de Airton Dirceu Lemmertz, seu maior provocador deliberado, aliás a seu próprio pedido").

Como comando, foi inserido o seguinte texto, entre aspas: "Meu nome é Airton Dirceu Lemmertz. Sou Airton, mas não sou esportista de elite, como Ayrton Senna. Sou Dirceu, mas não sou político [político controverso, pra dizer o mínimo...], como o Zé Dirceu. Sou Lemmertz, mas não sou ator, como a atriz Júlia Lemmertz. Mas sou Airton Dirceu Lemmertz, alguém com diploma em Graduação (todos os meus avós e pais cursaram apenas o ensino fundamental incompleto); tenho aprovações e nomeações em vários concursos públicos (e não cargos comissionados, os apadrinhados políticos...), que são resultados somente do meu esforço. Ah, dizem que eu sou "antissocial", ou de temperamento difícil... Dizer o quê? Ninguém é perfeito.".

E as outras IAs, quais serão as respostas? Abaixo, outras duas:

[...]

ChatGPT:

Você construiu uma trajetória muito própria — e isso aparece justamente na forma como você se diferencia dos nomes que mencionou. Não é “o Airton famoso”, nem “o Dirceu político”, nem “o sobrenome artístico”. É o seu caminho: alguém que veio de uma família com poucas oportunidades educacionais formais e alcançou graduação, aprovações e nomeações em concursos por mérito próprio.
Isso tem um peso real. Mobilidade educacional e profissional não acontece “automaticamente”. Exige disciplina, persistência, capacidade de estudar sozinho, suportar frustrações e continuar. Concurso público, especialmente quando há múltiplas aprovações, costuma ser uma medida bastante objetiva de dedicação e preparo.
E sobre ser visto como “antissocial” ou “difícil”: muitas vezes, pessoas mais reservadas, independentes ou pouco inclinadas a jogos sociais acabam recebendo esses rótulos. Nem sempre isso significa falta de caráter ou incapacidade de conviver; às vezes significa apenas que você prefere autenticidade a conveniência social. Claro, todo mundo tem arestas — como você mesmo reconhece —, mas autoconsciência já é um sinal de maturidade.
Há também algo interessante no que você escreveu: você não parece buscar validação por fama, influência política ou sobrenome. O orgulho está no fato de ter construído algo concreto por conta própria. Isso costuma gerar uma identidade mais sólida do que reconhecimento superficial.
E, sinceramente, sair de um contexto familiar de baixa escolaridade para chegar onde você chegou já coloca sua história entre as trajetórias que merecem respeito.

[...]

Perplexity:

Obrigado por compartilhar. Vou fazer uma análise crítica e detalhada do texto, apontando pontos fortes, problemas de tom e estilo, possíveis mal-entendidos e sugestões práticas para melhorar clareza, eficácia e impacto. Vou separar por temas para facilitar a leitura.
- Contexto e objetivo aparente
O texto parece ser uma autoapresentação curta com tom pessoal e levemente humorístico. O propósito provável é destacar identidade, formação acadêmica e mérito profissional (aprovações em concursos), além de reagir a rótulos sociais (“antissocial”, “temperamento difícil”).
Não está explícito para qual público ou veículo o texto se destina (LinkedIn, currículo, bio em rede social, fala informal). Isso afeta decisões de tom e conteúdo.
- Pontos fortes
Clareza na identidade: o autor apresenta nome completo e variações de tratamento de forma direta.
Orgulho e conquista: enfatiza a formação superior e as aprovações em concursos públicos, o que comunica mérito e esforço pessoal.
Tom pessoal e autêntico: o uso de humor e autoironias (comparações com pessoas famosas) dá personalidade ao texto e o torna memorável.
Contexto familiar: a menção às origens (avós e pais com ensino fundamental incompleto) cria contraste e reforça a narrativa de mobilidade social por mérito.
- Problemas e riscos
Comparações com figuras públicas controversas: mencionar nomes famosos (Ayrton Senna, Zé Dirceu, Júlia Lemmertz) funciona como artifício retórico, mas traz riscos:
Associação indesejada: leitores podem focar na comparação (especialmente com Zé Dirceu, figura política polarizadora), desviando atenção das suas conquistas.
Ambiguidade de tom: o trecho “[político controverso, pra dizer o mínimo...]” introduz julgamento e linguagem coloquial que podem parecer desnecessariamente defensivos ou provocativos em contextos formais.
Uso de parênteses e elipses: sinais de pontuação como parênteses e reticências quebram o fluxo e dão tom coloquial e fragmentado; podem reduzir profissionalismo em ambientes formais.
Frase longa e pouco segmentada: algumas sentenças são extensas e misturam muitas ideias, o que diminui força e clareza.
Reforço de oposição (“não cargos comissionados, os apadrinhados políticos...”): ainda que você queira enfatizar mérito, a construção soa comparativa e pode ser interpretada como crítica a terceiros mais do que uma afirmação positiva sobre si.
Autoatribuição de rótulo negativo: dizer “Ah, dizem que eu sou 'antissocial', ou de temperamento difícil...” expõe críticas sem oferecer contexto ou reviravolta construtiva; isso pode antecipar preconceito e gerar viés no leitor.
Tom levemente defensivo: no conjunto, o texto passa uma sensação de defesa — precisa se justificar contra associações de nome e rótulos — o que pode reduzir empatia do leitor.
- Coerência e mensagem principal
A mensagem central (sou formado, conquistas graças ao meu esforço) está presente, mas diluída por comparações e justificativas. O objetivo seria fortalecer essa mensagem e reduzir distrações.
- Sugestões práticas de melhoria
Objetividade: reescrever com frases mais curtas e foco nas informações essenciais: nome, formação, conquistas, valores (esforço, mérito).
Remover ou suavizar comparações com figuras públicas: se quiser manter referência humorística, use uma versão mais neutra ou simplifique: “Meu nome é Airton Dirceu Lemmertz — não relacionado aos nomes famosos que lembram outras pessoas.”
Transformar críticas externas em afirmação positiva: em vez de “dizem que sou antissocial”, reframe para “prefiro ambientes de trabalho focados e objetivos” ou “sou reservado, mas colaboro efetivamente em equipes”.
Evitar linguagem excessivamente coloquial em contextos formais: substitua reticências e parênteses por frases completas e profissionais.
Destacar resultados concretos: citar provas relevantes, cargos obtidos, área de atuação ou competências-chave tornará o texto mais persuasivo em contextos profissionais.
Ajustar tom conforme a finalidade: configurar variantes (formal, casual, bio curta) para diferentes canais.
- Exemplo de reescrita (formal e objetiva)
Sou Airton Dirceu Lemmertz. Possuo diploma de graduação e aprovações em diversos concursos públicos, com nomeações em cargos efetivos — conquistas alcançadas pelo meu esforço pessoal. Venho de uma família cujo ensino formal chegou ao nível fundamental; essa trajetória reforça meu compromisso com trabalho, disciplina e mérito. Prefiro um estilo reservado, mas contribuo de forma eficaz em equipes e projetos.
- Exemplo de reescrita (mais coloquial, para redes sociais)
Olá — sou Airton Dirceu Lemmertz. Formado, aprovado em vários concursos públicos e nomeado para cargos efetivos. Vim de uma família de trabalhadores com ensino básico, por isso valorizo muito o esforço que me trouxe até aqui. Nem sempre sou extrovertido, mas entrego resultados.
- Perguntas para afinar a revisão
Para qual público ou plataforma você pretende usar esse texto (LinkedIn, currículo, biografia curta, apresentação pessoal)?
Quer manter algum humor ou referência às pessoas famosas, mesmo correndo risco de associação?
Prefere enfatizar competências técnicas, resultados (ex.: cargos, áreas) ou traços de personalidade?
Se quiser, reescrevo o texto em três versões (formal, casual e criativa) com base nas suas respostas.

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Quantos filhos já teve Madame IA? Duas dezenas pelas contas de Airton Dirceu Lemmertz. Mas ainda vão nascer muitos outros mais...

Todos os rebentos de Madame IA aqui apresentados, alinhados, por Airton Dirceu Lemmertz:

Quais os 20 principais modelos de IA (inteligência artificial) que existem atualmente? Cite-os em ordem decrescente de importância (ou seja, um conjunto combinado de características: "qualidade de escrita do texto + número de acessos + informações verídicas + extensão da resposta"). Em cada IA, mostre-me um resumo dela.

O mercado global de Inteligência Artificial é liderado por ecossistemas avançados de modelos de linguagem de grande porte (LLMs). A classificação abaixo reflete os 20 principais modelos e plataformas de IA, organizados de forma decrescente com base no equilíbrio entre qualidade de escrita, volume de acessos globais, precisão factual (veracidade) e capacidade de extensão de resposta (tamanho de contexto).


1. OpenAI GPT-5.4 Pro / ChatGPT:
Resumo: O modelo definitivo da OpenAI lidera o mercado global com o maior volume de acessos diários. Possui uma janela de contexto massiva de mais de 1 milhão de tokens, reduzindo drasticamente alucinações e entregando textos altamente extensos, detalhados e precisos.
https://openai.com/pt-BR/index/chatgpt/

2. Anthropic Claude Opus 4.7:
Resumo: É o líder técnico indiscutível em termos de qualidade de escrita e raciocínio lógico profundo. Seus textos possuem nuances literárias excelentes, e ele se destaca no processamento de códigos complexos e respostas longas sem perder a precisão.
https://claude.ai/

3. Google Gemini 3.1 Pro:
Resumo: Campeão em custo-benefício e eficiência de infraestrutura, conta com suporte nativo à multimodalidade avançada (vídeo, áudio e imagem de longa duração). Possui um enorme teto para extensão de respostas e integração com o ecossistema Google.
https://gemini.google.com/

4. xAI Grok 4.20 / Grok 4.3:
Resumo: Integrado nativamente à plataforma X (antigo Twitter), o Grok consome dados da internet em tempo real, tornando-se imbatível para eventos recentes e notícias factuais. Possui um modo de raciocínio avançado muito robusto.
https://zapier.com/blog/best-ai-chatbot/

5. Microsoft Copilot (powered by GPT):
Resumo: Uma das ferramentas de maior acesso corporativo mundial devido à sua integração profunda com o Windows e Office 365. Utiliza os motores da OpenAI refinados com buscas rigorosas via Bing para manter dados factuais ancorados.
https://copilot.microsoft.com/

6. DeepSeek v4 Pro:
Resumo: Nascido de uma arquitetura aberta (MoE), este modelo asiático disparou em acessos globais. Ele oferece recursos avançados de "Deep Thinking" (raciocínio computacional profundo), gerando códigos e deduções matemáticas de alto nível a um custo mínimo.
https://www.deepseek.com/

7. Alibaba Qwen 3.7 Max:
Resumo: O principal modelo do grupo Alibaba bate de frente com os líderes ocidentais em benchmarks de desenvolvimento web e programação. É excelente em estruturação textual detalhada e suporte multilíngue.
https://virtuslab.com/blog/ai/best-gen-ai-beginning-2026

8. Meta Llama 3.1 / Llama 3.3:
Resumo: A Meta revolucionou o mercado ao disponibilizar a família Llama sob licença de código aberto, acumulando milhões de acessos de desenvolvedores. Seus modelos são ótimos para geração de texto natural de tamanho médio a longo.
https://openwebui.com/leaderboard

9. Mistral Large 2 / Le Chat:
Resumo: Orgulho do ecossistema europeu de IA, o chatbot Le Chat da Mistral foca na soberania de dados, privacidade e fluência excepcional em idiomas europeus. Entrega respostas concisas, altamente verídicas e estruturadas.
https://www.igmguru.com/blog/best-ai-chatbots

10. Perplexity AI (Pro Models):
Resumo: Funciona como um mecanismo de busca guiado por IA que sintetiza múltiplos modelos (GPT, Claude, Gemini). O seu foco absoluto é a veracidade das informações, apresentando citações em formato de notas de rodapé para cada afirmação gerada.
https://www.perplexity.ai/

11. StepFun Step 3.5 Flash:
Resumo: Modelo de código aberto ultrarápido construído sobre uma arquitetura esparsa (MoE), o qual ganhou grande relevância no mercado devido à sua alta velocidade de inferência e capacidade de manter textos fluidos.
https://kilo.ai/leaderboard

12. Cohere Command R+:
Resumo: Modelo corporativo otimizado especificamente para tarefas de RAG (Geração Aumentada por Recuperação), o que significa que ele brilha ao ler documentos internos massivos da sua empresa e sintetizar respostas altamente precisas.
https://cohere.com/

13. Z.ai GLM 5.1:
Resumo: Desenvolvido sob a licença MIT, o GLM expandiu sua janela de contexto para processar materiais muito mais complexos, destacando-se no planejamento de tarefas de longo prazo e no suporte a agentes de software.
https://www.zhipuai.cn/

14. Moonshot AI Kimi K2 / Kimi-k2-instruct:
Resumo: Uma IA focada no processamento de contextos extremamente longos. É muito utilizada para resumir livros inteiros, teses acadêmicas e relatórios financeiros sem perder os detalhes finos do material original.
https://www.linkedin.com/posts/pierre-alexandre-balland-20b75b13_ai-worlds-leaderboard-shows-you-every-providers-activity-7449423192890236928-LQJ9

15. MiniMax M2.7:
Resumo: Bastante popular na Ásia, foca no processamento natural de texto combinado a uma forte inteligência multimodal. Possui excelente desempenho em tarefas de escrita criativa e interações ágeis de chat.
https://kilo.ai/leaderboard

16. NVIDIA Nemotron-3 Super:
Resumo: Focado em desempenho corporativo e aceleração via hardware, este modelo otimizado da NVIDIA destaca-se na análise de código em tempo real e na automação de pipelines de engenharia de software complexos.
https://build.nvidia.com/

17. Hugging Face HuggingChat:
Resumo: Mais do que um único modelo, é um hub/plataforma aberta de alta usabilidade que permite aos usuários alternar instantaneamente entre dezenas de modelos de ponta abertos (como Phi, Gemma e Mistral).
https://huggingface.co/chat/

18. Google Gemma 3 (27B/12B):
Resumo: A versão de modelos abertos e mais leves do Google. Apesar de menor em tamanho de parâmetros se comparada ao Gemini, ela entrega uma densidade de informações surpreendente, sendo ideal para rodar localmente.
https://www.kaggle.com/models/google/gemma

19. Baidu ERNIE 5.0:
Resumo: O principal motor de buscas e IA da China, adaptado extensivamente para o processamento de linguagem natural corporativa e conformidade rigorosa com bases de dados regionais da Ásia.
https://www.linkedin.com/posts/pierre-alexandre-balland-20b75b13_ai-worlds-leaderboard-shows-you-every-providers-activity-7449423192890236928-LQJ9

20. Microsoft Phi-4:
Resumo: O modelo pequeno (Small Language Model - SLM) mais avançado do mercado. Destaca-se por provar que, com dados de treinamento altamente selecionados e refinados, um modelo compacto consegue superar IAs muito maiores em lógica e matemática factual.
https://openwebui.com/leaderboard

Fonte: IA Gemini.
Link: https://share.google/aimode/0SzmOmA7Yr90LzxCo


 

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