quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Pesquisadores contestam veracidade de relíquias judaicas ocultas em casarão dos Buenos na Cidade de Goiás - Jornal Opção

Pesquisadores contestam veracidade de relíquias judaicas ocultas em casarão dos Buenos na Cidade de Goiás. É fake news
Redação Jornal Opção,
22 janeiro 2026 às 15h23

O Jornal Opção consultou pesquisadores, como Antônio Caldas, Nilson Jaime, Graça Fleury e Yuri Baiocchi. Nenhum endossa texto que foi publicado nas redes sociais
Material supostamente judaico 867
Suposta relíquia judaica 

Giovanna Campos e Euler de França Belém

Seria bom que um arquiteto, um historiador, outras pessoas especialistas pudessem visitar a fazenda, ver se a construção é do século XVIII (Bartolomeu faleceu em 1740), pesquisar e ver se as terras pertenceram ao Anhanguera etc. Agora, se não permitem visitar a fazenda e analisar os artefatos, como se pode avaliar isso? Então por que noticiaram o achado? Nesse caso uma pesquisa in loco é fundamental. É o que posso dizer. Não tenho como emitir opinião sobre algo que não permitem ser visto. Se realmente isso se ligar ao Anhanguera, que bom, que beleza! Mas é preciso facultar aos entendidos a pesquisa para corroborar ou não tudo isso. A presença de sefarditas é conhecida em Goiás no século XVIII, mas não somente aqui, eles estavam em diversos lugares da colônia. Para dizer que Goiás era um reduto de sefarditas é preciso mais que artefatos que não são passíveis de serem estudados. É preciso mergulhar na documentação da época e muito mais. — Antônio Caldas, pesquisador e professor da PUC-Goiás
Uma suposta descoberta de relíquias judaicas ocultas em um antigo casarão atribuído à família Bueno, na Cidade de Goiás, tem gerado repercussão nas redes sociais, mas encontra forte resistência entre historiadores, genealogistas e instituições de referência no estudo da história goiana. Pesquisadores ouvidos pelo Jornal Opção alertam que, até o momento, não há qualquer comprovação científica ou documental que sustente a narrativa, levantando a hipótese de que o caso possa se tratar de fake news ou de uma construção fantasiosa sem lastro acadêmico.

O Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) informou, por meio de seu representante Jales Mendonça, que desconhece completamente o assunto. Segundo ele, não há registros, comunicações oficiais ou pedidos de análise formal envolvendo a suposta descoberta. A ausência de informações nos arquivos institucionais e o silêncio de órgãos oficiais reforçam o ceticismo da comunidade acadêmica.

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Nilson Jaime: doutor pela Universidade Federal de Goiás | Foto: Euler de França Belém/Jornal Opção
Para o ex-professor-doutor da Universidade Federal Nilson Jaime — pesquisador do bandeirantismo —, a forma como a história veio a público já compromete sua credibilidade. “Descobertas históricas não são anunciadas dessa maneira. O pesquisador sério publica, assina suas teses, apresenta documentos, submete o material ao crivo dos pares. Um ‘pesquisador que não quis se identificar’ não existe no meio acadêmico”, afirma.

Nilson Jaime contextualiza o debate a partir da formação histórica do Brasil Central. Segundo ele, os bandeirantes que chegaram a Goiás descendiam majoritariamente dos mamelucos paulistas, oriundos da linhagem de João Ramalho e do cacique Tibiriçá, considerados fundadores da São Paulo colonial. “Há autores que levantam a hipótese de João Ramalho ser cristão-novo. Se isso fosse confirmado, não seria novidade encontrar essa origem em Goiás. Mas isso é muito diferente de afirmar a existência de um reduto judaico estruturado no território goiano.”

Antônio César Caldas: professor-doutor da PUC-Goiás | Foto: Divulgação
O pesquisador ressalta que extensos estudos genealógicos realizados por ele, por Jarbas Jaime e por outros genealogistas não identificaram, nas famílias que se estabeleceram em Goiás, a manutenção de práticas judaicas clandestinas. “Se o medo era a Inquisição, por que essa tradição não persistiu após o seu fim? Goiás não desenvolveu tradição judaica, como ocorreu em outras regiões. As cidades históricas não apresentam esse traço”, observa.

Para Nilson Jaime, mesmo que algum indivíduo de origem cristã-nova tenha participado da ocupação do território, isso não altera a narrativa central da colonização. “Eles vieram atrás de ouro e de indígenas. O fato de alguém ser cristão-novo não muda a história de Goiás. Dizer que isso ‘reescreve’ a história é absolutamente inapropriado.”

Graça Fleury Foto Divulgação 2 400 por 400
Graça Fleury: pesquisadora-doutora | Foto: Divulgação
A presidente do Instituto Bertran Fleury, Graça Fleury, também se posiciona com extrema cautela. Segundo ela, qualquer parecer só pode ser emitido após uma verificação técnica rigorosa. “Para existir esse tipo de material, é imprescindível que a casa seja, de fato, do século XVIII. Um arquiteto especializado em arquitetura colonial consegue identificar isso imediatamente. Se a edificação for posterior, a narrativa cai por terra.”

Graça Fleury defende que a apuração envolva, obrigatoriamente, um arquiteto especialista em arquitetura colonial e um historiador reconhecido, com acesso direto ao imóvel e aos supostos objetos. “Se não querem mostrar, não há prova. Sem prova, não se pode tratar isso como verdade jornalística.” Ela acrescenta que já ouviu referências esparsas à fazenda mencionada, mas nunca associadas a qualquer achado histórico relevante.

Yuri Baiocchi, pesquisador: há mitômanos nas redes sociais | Foto: Facebook
A presidente do Instituto Bertran Fleury ressalta que vários pesquisadores consultados — entre eles historiadores locais — também afirmaram desconhecer completamente o caso. “Todo mundo que foi procurado disse não saber de nada. Isso é, no mínimo, estranho. Se fosse algo sério, o alarde já teria sido feito pelos canais corretos.”

Para os especialistas, o episódio reforça a necessidade de responsabilidade na divulgação de temas históricos sensíveis. “Se for verdade, será extraordinário e merece estudo profundo. Se for mentira, também é importante desmentir, para não se criar fatos inexistentes”, conclui Graça Fleury.

Enquanto não houver acesso aos supostos artefatos, laudos técnicos, datação precisa da edificação e autoria clara das pesquisas, a chamada “descoberta” permanece no campo da especulação. Para a comunidade acadêmica goiana, a história da Cidade de Goiás segue ancorada em documentos, métodos científicos e no rigor que o passado exige.

A interpretação do doutor pela USP Adelto Gonçalves

Adelto Gonçalves: doutor pela USP e pesquisador consagrado no Brasil e em Portugal | Foto: Euler de França Belém/Jornal Opção
O professor-doutor, pesquisador e crítico Adelto Gonçalves — autor do livro “O Reino, a Colônia e o Poder. O Governo Lorena na Capitania de São Paulo 1788-1797” — disse ao Jornal Opção: “Por enquanto, não se pode dizer nada. Seria necessário que algum estudioso pesquisasse a documentação referente a Goiás que está no Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), em Lisboa, e que foi microfilmado pelo Projeto Resgate”.

Adelto Gonçalves acrescenta: “No meu livro ‘O Reino, a Colônia e o Poder: o Governo Lorena na Capitania de São Paulo — 1788-1797’ (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2019), há várias referências às expedições do capitão Bartolomeu Bueno da Silva, filho do Anhanguera, a Goiás em  busca de ouro. Em outubro de 1725, ele e alguns remanescentes de sua bandeira retornaram a São Paulo e anunciaram que haviam encontrado ouro na região de Goiás. Depois, em 1726, Bartolomeu retornou e, com a ajuda dos índios caiapós, chegou ao local onde seu pai acampara cinquenta anos antes. Nos arredores fundou o arraial que depois levaria o nome de Vila Boa de Goiases. Tudo isso está escrito em meu livro com base na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino, de Lisboa, mas, em nenhum documento, infelizmente, encontrei qualquer referência a práticas judaicas clandestinas. Seria preciso pesquisar com o foco exclusivamente nesse tema”.

Doutor em História, Bento Fleury disse ao Jornal Opção: “Achei um pouco confuso [o texto postado nas redes sociais]. Deverá ter mais desdobramentos e pesquisa para um conceito melhor”.

O que diz Murah Rannier Peixoto Vaz

Sou membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e interajo com diversas entidades culturais e históricas do Estado e ninguém ouviu falar de uma descoberta como essa. Sendo verdade, estaria sendo alardeada e anunciada pelos quatro cantos.

Os órgãos do governo federal e estadual estariam a par e esses objetos seriam encaminhados para um museu, pois, por lei, seriam de propriedade da União. Reservo-me a desacreditar da informação e a tê-la como fake até que se prove o contrário.”

O que diz o pesquisador Yuri Baiocchi

“É mentira de cabo a rabo.” Yuri Baiocchi diz que é preciso ter cuidado com os mitômanos, que usam a internet para espalhar fake news.

Texto apontado como fake news que circula nas redes sociais

Airton Bueno

19 de janeiro às 13:32

DESCOBERTA HISTÓRICA: Relíquias judaicas ocultas em casarão dos Bueno podem reescrever a história de Goiás

​GOIÁS VELHO – Uma descoberta acidental durante a restauração do casarão da histórica Fazenda Ruá está abalando os alicerces da história colonial brasileira. Escondidas atrás de uma parede falsa, selada há mais de duzentos anos, foram encontradas relíquias sagradas do judaísmo que pertenceriam à linhagem de Bartolomeu Bueno, o Anhanguera.

​O Achado no Coração do Sertão

​A descoberta ocorreu durante uma reforma estrutural na propriedade que pertence à família Bueno desde sua fundação. Ao removerem uma camada de reboco antigo, operários encontraram uma porta camuflada que dava acesso a um armário de madeira de lei preservado.

​No interior do compartimento, historiadores preliminarmente identificaram objetos de valor inestimável:

​Um Sefer Torá: Rolo da lei judaica, escrito à mão em pergaminho.

​Uma Menorá: O candelabro de sete braços, símbolo central da fé judaica.

​Lamparinas de Azeite: Utilizadas em rituais específicos, datadas do século XVIII.

​Documentos em Hebraico: Manuscritos que podem detalhar a vida religiosa clandestina da família.

​A Confirmação das Teses de Anita Novinsky

​A descoberta dá peso material às pesquisas da renomada historiadora Anita Novinsky (1922-2021), que dedicou décadas ao estudo dos cristãos-novos no Brasil. Novinsky sempre defendeu que Bartolomeu Bueno possuía origens judaicas e que muitos bandeirantes se embrenhavam no sertão para fugir da vigilância da Inquisição em Portugal e no litoral brasileiro.

O achado prova que a antiga Vila Boa de Goiás não foi apenas um posto avançado de mineração, mas um reduto secreto de judeus sefarditas, que mantinham sua fé sob o manto do catolicismo oficial.

​Mistério e Resistência da Família

​Apesar da magnitude do achado, o clima é de tensão. A família Bueno, atual proprietária da Fazenda Ruá, mantém-se em silêncio absoluto. Fontes locais indicam que os herdeiros não permitem o acesso de pesquisadores externos e se recusam a autorizar a exposição das peças, alegando tratar-se de herança privada e íntima.

​“Estamos diante do maior elo perdido da história de Goiás. Se essas peças forem de fato do período da fundação, a narrativa oficial sobre a colonização do Brasil Central terá de ser inteiramente revisada”, afirma um pesquisador da UFG que preferiu não se identificar.

​Impactos Imediatos

​Revisão Histórica: O papel dos cristãos-novos na expansão territorial brasileira ganha prova material incontestável.

​Turismo Religioso: A Cidade de Goiás pode se tornar um novo ponto de interesse para a comunidade judaica internacional.

Arquivos Históricos e Geográfico do Estado de Goiás.

Trancando a porta do aviário de Trump - Jorio Dauster (Relatório Reservado)

 O que precisa ser dito

Trancando a porta do aviário de Trump

  • Relatório Reservado, 22/01/2026

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Na manhã de hoje foi formalizada a criação do Conselho da Paz proposto por Donald Trump numa cerimônia realizada em Davos em que estiveram presentes, além do atual ocupante da Casa Branca, chefes de Estado de numerosos países, incluindo Argentina, Catar, Hungria, Indonésia, Paquistão e Paraguai, além de altos representantes da Arábia Saudita, Emirados, Jordânia e Turquia. Segundo autoridades norte-americanas, dos cerca de 60 países convidados mais da metade já teria concordado em participar, embora muitos países ainda estudem o convite (incluindo China e Rússia) e seis já o tenham recusado (Dinamarca, Eslovênia, França, Itália, Noruega e Suécia).

Com essa formalização, deixa de ser a válida a sugestão que fiz em artigo anterior, intitulado “O aviário de Trump” (https://relatorioreservado.com.br/noticias/o-aviario-de-donald-trump/), no sentido de que o Brasil poderia condicionar sua presença no órgão a determinadas modificações (certamente inaceitáveis) no projeto de estatuto que havia acompanhado o convite de Trump a Lula. Isso porque, segundo o próprio estatuto, não são admitidas reservas ao texto depois que a entidade entrasse em vigor como acaba de ocorrer.

Nessas circunstâncias, só resta agora ao Brasil negar sua participação devido à série de graves defeitos que apontei em outro artigo neste espaço, intitulado “Uma pomba sobrevoa o Palácio do Planalto”  (https://relatorioreservado.com.br/noticias/uma-pomba-sobrevoa-o-palacio-do-planalto/). Entre os mais obviamente impossíveis de serem aceitos pelo Brasil constavam a possibilidade de atuação do Conselho da Paz fora da Faixa de Gaza (que foi exclusivamente contemplada na Resolução 2083 do Conselho de Segurança das Nações Unidas) e o fato de que Donald Trump deterá a presidência vitalícia da nova entidade, devendo designar seu sucessor de maneira a gerar naquele território um feudo dinástico.

No entanto, como não há o menor interesse de que o Brasil hostilize o proponente do Conselho e os numerosos membros já confirmados, é recomendável que nossa recusa seja justificada por razões constitucionais. Com efeito, o artigo 4 da Carta Magna lista os princípios que regem as relações internacionais do país e, entre eles, como item quinto, se afirma a igualdade entre os Estados. Ora, o estatuto do Conselho da Paz viola esse princípio ao estabelecer diferenças frontais entre a) Estados convidados e não convidados por Trump, e b) Estados com mandato inicial de três anos sujeito a renovação por decisão monocrática de Trump e Estados com assento permanente caso paguem US$ 1 bilhão pela cadeira cativa.

Valendo-se desse argumento perfeitamente válido e correto, a ser explicitado em carta sóbria do presidente Lula ao presidente Trump, ficam nossas autoridades eximidas de declarar quaisquer outros motivos para sua decisão. Nessa comunicação, aliás, é fundamental enfatizar nosso desejo de que se estabeleça a paz duradoura na Faixa de Gaza, de que os palestinos gozem de padrões de vida condizentes com sua condição de cidadãos de pleno direito daquele território e de que as novas condições a serem ali criadas conduzam à formação definitiva do Estado palestino e à solução dos dois Estados.

Nada impedirá que possamos contribuir com o Conselho da Paz na realização de tais objetivos e até mesmo formar, com outros países que se neguem a dele participar, um grupo permanente de acompanhamento de suas atividades.

Cabe, porém uma última palavra dirigida àqueles que têm ótimas razões para crer que esse Conselho, tal como constituído, possa se transformar numa gigantesca fonte adicional de riqueza para o genro de Trump, Jared Kushner, outros membros de sua família e os multibilionários que o cercam. Os dirigentes de Egito, Catar e Turquia (conegociadores do cessar-fogo com os Estados Unidos em novembro de 2024), bem como os da Jordânia, Emirados e Arábia Saudita – em suma, todos os países árabes da região direta ou indiretamente envolvidos no conflito -, têm pleno conhecimento do que está em jogo. Se aceitam participar do Conselho é devido à convicção de que o mesmo ocorreria caso Israel anexasse a Faixa de Gaza e os palestinos que ali moram se transformassem eternamente em cidadãos de segunda classe sem qualquer respeito por suas vidas, bem-estar ou o direito de um dia criarem um Estado próprio.


Carta de Trump ao primeiro-ministro da Noruega sobre o Prêmio Nobel: o que o dirigente norueguês respondeu?

Carta de Trump ao primeiro-ministro da Noruega sobre o Prêmio Nobel.

Será que o dirigente norueguês respondeu?

Confesso que não sei, e não recebi, dentre as dezenas de postagens que recebo diariamente das mais diversas fontes, qualquer texto que teria sido a resposta a esta carta, absolutamente surpreendente do "colega" americano.
Para quem ainda não conhece a "carta" de DJT (eu. a postei aqui mesmo), eu a transcrevo aqui abaixo:

“Dear Jonas: Considering your Country decided not to give me the Nobel Peace Prize for having stopped 8 Wars PLUS, I no longer feel an obligation to think purely of Peace, although it will always be predominant, but can now think about what is good and proper for the United States of America. Denmark cannot protect that land from Russia or China, and why do they have a ‘right of ownership’ anyway? There are no written documents, it’s only that a boat landed there hundreds of years ago, but we had boats landing there, also. I have done more for NATO than any other person since its founding, and now, NATO should do something for the United States. The World is not secure unless we have Complete and Total Control of Greenland. Thank you! President DJT”

Bem, à falta de alguma indicação, eu mesmo sugiro – se por acaso fosse primeiro-ministro do Reino da Noruega – uma possível carta-resposta ao inacreditável missivista:

"Dear Mister President, I must confess, in first place, my total surprise as receiving from you a letter on two objects that neither my government, nor the Kingdom of Norway have anything to do whatsoever, albeit we have a great concern, first for your ignorance on that matter of Nobel Prizes, second for the worries that you are carrying for the Kingdom of Denmark and its autonomous territory of Greenland.

Let me explain to you, once and for all, that the Noewegian Nobel Committee has no connections with the Norwegian government: it is an independent body, charged with the attribution of Nobel Peace prizes, together with a corresponding Swedish Committee, which is in charge of all other prizes, in literature, sciences and economy (a discipline you should carefully study, excuse me for the remark, but I suppose that from your erractic application of abusive tariffs everywhere and against every country in the world, allied and adversaries alike).

As it concerns the Danish affairs, I recommend you to address a letter, or a message, as you prefer, to the Prime-Minister of that Kingdom, but I would recommend you to be aware of any menace made against that small kingdom, in territory, but a greater country in the history of Europe and the world.

Have my salute, simply Jonas

Oslo, January 22, 2026 (with the help of a Brazilian citizen)"


Lecturas al cerrar el dia... - Miguel de Cervantes


Lecturas al cerrar el dia...
"En resolución, él [el ingenioso Hidalgo de la Mancha] se enfrascó tanto en su lectura, que le pasaban las noches leyendo de claro en claro, y los días de turbio en turbio; y así, del poco dormir y del mucho leer, se le secó el celebro de manera que vino a perder el juicio.
(p. 29-30 da edição do IV Centenario, por la Real Academia Española, 2005.



 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Academia.edu continua me premiando com meus próprios trabalhos - Paulo Roberto de Almeida

 

Academia.edu


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Author Photo Paulo Roberto de Almeida
2025, Política Externa e Diplomacia do Brasil: visão histórica por um ativo estudioso e um modesto praticante
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ABSTRACT
Política Externa e Diplomacia do Brasil: visão histórica por um ativo estudioso e um modesto praticante Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor. Palestra na Academia de Letras de Brasília, em 4 de junho de 2025. Esquema da palestra: 1. Introdução: da ordem mundial do segundo pós-guerra à desordem atual 2....
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A incrível carta de DJT ao primeiro-ministro da Noruega para reclamar não ter ganho o Prêmio Nobel da Paz em 2025 (encaminhado aos embaixadores europeus em Washington) - Heather Cox Richardson (Letters from an American)

A incrível carta de DJT ao primeiro-ministro da Noruega para reclamar não ter ganho o Prêmio Nobel da Paz em 2025 (encaminhado aos embaixadores europeus em Washington)


From: Heather Cox Richardson from Letters from an American <heathercoxrichardson@substack.com>
Date: January 20, 2026 at 1:54:59 AM EST

    Late last night, Nick Schifrin of PBS NewsHour posted on social media that the staff of the U.S. National Security Council had sent to European ambassadors in Washington a message that President Donald J. Trump had already sent to Prime Minister Jonas Gahr Støre of Norway.
    The message read:

“Dear Jonas: Considering your Country decided not to give me the Nobel Peace Prize for having stopped 8 Wars PLUS, I no longer feel an obligation to think purely of Peace, although it will always be predominant, but can now think about what is good and proper for the United States of America. Denmark cannot protect that land from Russia or China, and why do they have a ‘right of ownership’ anyway? There are no written documents, it’s only that a boat landed there hundreds of years ago, but we had boats landing there, also. I have done more for NATO than any other person since its founding, and now, NATO should do something for the United States. The World is not secure unless we have Complete and Total Control of Greenland. Thank you! President DJT”

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Faisal Islam of the BBC voiced the incredulity rippling across social media in the wake of Schifrin’s post, writing: “Even by the standards of the past week, like others, I struggle to comprehend how the below letter on Greenland/Nobel might be real, although it appears to come from the account of a respected PBS journalist… this is what I meant by beyond precedent, parody and reality….” Later, Islam confirmed on live TV that the letter was real and posted on X: “Incredible… the story is actually not a parody.”
International affairs journalist Anne Applebaum noted in The Atlantic the childish grammar in the message, and pointed out—again—that the Norwegian Nobel Committee is not the same thing as the Norwegian government, and neither of them is Denmark, a different country. She also noted that Trump did not, in fact, end eight wars, that Greenland has been Danish for centuries, that many “written documents” establish Danish sovereignty there, that Trump has done nothing for NATO, and that European NATO members increased defense spending out of concern over Russia’s increasing threat.
This note, she writes, “should be the last straw.” It proves that “Donald Trump now genuinely lives in a different reality, one in which neither grammar nor history nor the normal rules of human interaction now affect him. Also, he really is maniacally, unhealthily obsessive about the Nobel Prize.” Applebaum implored Republicans in Congress “to stop Trump from acting out his fantasy in Greenland and doing permanent damage to American interests.” “They owe it to the American people,” she writes, “and to the world.”
Former Vice President Dick Cheney’s doctor Jonathan Reiner agreed: “This letter, and the fact that the president directed that it be distributed to other European countries, should trigger a bipartisan congressional inquiry into presidential fitness.”
Today three top American Catholic cardinals, Blase Cupich of Chicago, Robert McElroy of Washington, D.C., and Joseph Tobin of Newark, New Jersey, issued a joint statement warning the Trump administration that its military action in Venezuela, threats against Greenland, and cuts to foreign aid risk bringing vast suffering to the world.
Nicole Winfield and Giovanna Dell’Orto of the Associated Press reported that the cardinals spoke up after a meeting at the Vatican in which several fellow cardinals expressed alarm about the administration’s actions. Cupich said that when the U.S. can be portrayed as saying “‘might makes right’—that’s a troublesome development. There’s the rule of law that should be followed.”
“We are watching one of the wildest things a nation-state has ever done,” journalist Garrett Graff wrote: “A superpower is [dying by] suicide because the [Republican] Congress is too cowardly to stand up to the Mad King. This is one of the wildest moments in all of geopolitics ever.”
In just a year since his second inauguration, Trump has torn apart the work that took almost a century of struggle and painstaking negotiations from the world’s best diplomats to build. Since World War II, generations of world leaders, often led by the United States, created an international order designed to prevent future world wars. They worked out rules to defend peoples and nations from the aggressions of neighboring countries, and tried to guarantee that global trade, bolstered by freedom of the seas, would create a rising standard of living that would weaken the ability of demagogues to create loyal followings.
In August 1941, four months before the U.S. entered World War II, U.S. president Franklin Delano Roosevelt and British prime minister Winston Churchill and their advisors laid out principles for an international system that could prevent future world wars. In a document called the Atlantic Charter, they agreed that countries should not invade each other and therefore the world should work toward disarmament, and that international cooperation and trade thanks to freedom of the seas would help to knit the world together with rising prosperity and human rights.
The war killed about 36.5 million Europeans, 19 million of them civilians, and left many of those who had survived homeless or living in refugee camps. In its wake, in 1945, representatives of the 47 countries that made up the Allies in World War II, along with the Byelorussian Soviet Socialist Republic, the Ukrainian Soviet Socialist Republic, and newly liberated Denmark and Argentina, formed the United Nations as a key part of an international order based on rules on which nations agreed, rather than the idea that might makes right, which had twice in just over twenty years brought wars that involved the globe.
Four years later, many of those same nations came together to resist Soviet aggression, prevent the revival of European militarism, and guarantee international cooperation across the Atlantic Ocean. France, the U.K., Belgium, the Netherlands, and Luxembourg formed a defensive military alliance with the U.S., Canada, Portugal, Italy, Norway, Denmark, and Iceland to make up the twelve original signatories to the North Atlantic Treaty. In it, the countries that made up the North Atlantic Treaty Organization (NATO) reaffirmed “their desire to live in peace with all peoples and all governments” and their determination “to safeguard the freedom, common heritage and civilisation of their peoples, founded on the principles of democracy, individual liberty and the rule of law.”
They vowed that any attack on one of the signatories would be considered an attack on all, thus deterring war by promising strong retaliation. This system of collective defense has stabilized the world for 75 years. Thirty-two countries are now members, sharing intelligence, training, tactics, equipment, and agreements for use of airspace and bases. In 2024, NATO countries reaffirmed their commitment and said Russia’s invasion of Ukraine had “gravely undermined global security.”
And therein lies the rub. The post–World War II rules-based international order prevents authoritarians from grabbing land and resources that belong to other countries. But Russia’s president Vladimir Putin, for example, is eager to dismantle NATO and complete his grab of Ukraine’s eastern industrial regions.
Trump has taken the side of rising autocrats and taken aim at the rules-based international order with his insistence that the U.S. must control the Western Hemisphere. In service to that plan, he has propped up Argentina’s right-wing president Javier Milei and endorsed right-wing Honduran president Nasry Asfura, helping his election by pardoning former president Juan Orlando Hernández, a leading member of Asfura’s political party, who was serving 45 years in prison in the U.S. for drug trafficking. Trump ousted Venezuelan president Nicolás Maduro and seized control of much of Venezuela’s oil, the profits of which are going to an account in Qatar that Trump himself controls.
This week, Trump has launched a direct assault on the international order that has stabilized the world since 1945. He is trying to form his own “Board of Peace,” apparently to replace the United Nations. A draft charter for that institution gives Trump the presidency, the right to choose his successor, veto power over any actions, and control of the $1 billion fee permanent members are required to pay. In a letter to prospective members, Trump boasted that the Board of Peace is “the most impressive and consequential Board ever assembled,” and that “there has never been anything like it!” Those on it would, he said, “lead by example, and brilliantly invest in a secure and prosperous future for generations to come.”
The Kremlin says Putin, whose war on Ukraine has now lasted almost four years and who has been shunned from international organizations since his indictment by the International Criminal Court for war crimes, has received an invitation to that Board of Peace. So has Putin’s closest ally, President Alexander Lukashenko of Belarus, who Ivana Kottasová and Anna Chernova of CNN note has been called “Europe’s last dictator.” Also invited are Hungary’s prime minister and Putin ally Viktor Orbán as well as Javier Milei.
And now Trump is announcing to our allies that he has the right to seize another country.
Trump’s increasing frenzy is likely coming at least in part from increasing pressure over the fact the Department of Justice is now a full month past the date it was required by law to release all of the Epstein files. Another investigation will be in the news as well, as former special counsel Jack Smith testifies publicly later this week about Trump’s role in trying to overturn the results of the 2020 election. Smith told the House Judiciary Committee in December that he believed a jury would have found Trump guilty on four felony counts related to his actions.
Smith knows what happened, and Trump knows that Smith knows what happened.
Trump’s fury over the Nobel Peace Prize last night was likely fueled as well by the national celebration today of an American who did receive that prize: the Reverend Doctor Martin Luther King Jr. The Nobel Prize Committee awarded King the prize in 1964 for his nonviolent struggle for civil rights for the Black population in the U.S. He accepted it “with an abiding faith in America and an audacious faith in the future of mankind,” affirming what now seems like a prescient rebuke to a president sixty years later, saying that “what self-centered men have torn down men other-centered can build up.”
Trump did not acknowledge Martin Luther King Jr. Day this year.
While the walls are clearly closing in on Trump’s ability to see beyond himself, he and his loyalists are being egged on in their demand for the seizure of Greenland by White House deputy chief of staff Stephen Miller, who is publicly calling for a return to a might-makes-right world. On Sean Hannity’s show on the Fox News Channel today, Miller ignored the strength of NATO in maintaining global security as he insisted only the U.S. could protect Greenland.
He also ignored the crucial fact that the rules-based international order has been instrumental in increasing U.S.—as well as global—prosperity since 1945. With his claim that “American dollars, American treasure, American blood, American ingenuity is what keeps Europe safe and the free world safe,” Miller is erasing the genius of the generations before us. It is not the U.S. that has kept the world safe and kept standards of living rising: it is our alliances and the cooperation of the strongest nations in the world, working together, to prevent wannabe dictators from dividing the world among themselves.
Miller is not an elected official. Appointed by Trump and with a reasonable expectation that Trump will pardon him for any crimes he commits, Miller is insulated both from the rule of law and, crucially, from the will of voters. The Republican congress members Applebaum called on to stop Trump are not similarly insulated.
Tonight Danish troops—the same troops who stood shoulder to shoulder with U.S. troops in Afghanistan from 2001 to 2021—arrived in Greenland to defend the island from the United States of America.

Notes:
https://www.theatlantic.com/ideas/2026/01/trump-letter-to-norway/685676/
https://www.theguardian.com/world/2013/nov/22/honduras-elections-leftist-party-libre
https://www.cnn.com/2026/01/19/europe/putin-board-of-peace-gaza-trump-intl
https://www.icc-cpi.int/defendant/vladimir-vladimirovich-putin
https://www.nato.int/en/about-us/official-texts-and-resources/official-texts/1941/08/14/the-atlantic-charter
https://www.nato.int/en/about-us/nato-history/a-short-history-of-nato
https://www.nobelprize.org/prizes/peace/1964/summary/
https://www.nobelprize.org/prizes/peace/1964/king/acceptance-speech/
https://eng.belta.by/president/view/trumps-letter-to-lukashenko-full-text-and-what-it-means-175942-2026/
https://abcnews.go.com/International/wireStory/us-catholic-cardinals-urge-trump-administration-embrace-moral-129346423
https://www.politico.eu/article/denmark-to-boost-military-presence-in-greenland/
https://www.nato.int/en/about-us/official-texts-and-resources/official-texts/1949/04/04/the-north-atlantic-treaty
https://www.nato.int/en/about-us/official-texts-and-resources/official-texts/2024/07/10/washington-summit-declaration
https://fortune.com/2026/01/17/trump-nations-1-billion-membership-payment-peace-board-united-nations/
https://www.bloomberg.com/news/articles/2026-01-17/trump-wants-nations-to-pay-1-billion-to-stay-on-his-peace-board
https://judiciary.house.gov/sites/evo-subsites/republicans-judiciary.house.gov/files/2025-12/Smith-Depo-Transcript_Redacted-w-Errata.pdf
X:
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O aviário de Donald Trump - Jorio Dauster (Relatório Reservado)

 

O aviário de Donald Trump

  • Relatório Reservado, 21/01/2026

  • (Seqüência de “Uma pomba da paz sobrevoa o Planalto”)
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Tomando conhecimento da minuta do estatuto do Conselho da Paz proposto por Donald Trump a cerca de 60 chefes de Estado, fica claro que a pomba mencionada em meu artigo anterior sobre o assunto ganha características de filhote de urubu.

São os seguintes os mais graves inconvenientes da referida Carta:

  1. ir além das questões relativas a Gaza nos termos da Resolução 2083 do Conselho de Segurança das Nações Unidas ao estabelecer como sua missão, no Artigo 1, “promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legítima e assegurar a paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”. Ora, tal amplitude de ação faria do Conselho um órgão tão ou mais importante quanto a ONU, criticada indiretamente no preâmbulo por sua falta de efetividade; e
  2. conceder poderes vastíssimos a Trump como presidente do Conselho, dentre os quais: escolher seus membros (artigo 2.1); renovar ou não a participação de qualquer membro após 3 anos caso ele não tenha contribuído com US$ 1 bilhão (2.2.c); criar, modificar e dissolver entidades subsidiárias (3.2.b); designar seu sucessor e só deixar de ser presidente por decisão voluntária ou voto unânime de incapacidade pelo Comitê Executivo cujos membros são de sua escolha (3.3); ter autoridade final com respeito ao significado, interpretação e aplicação do estatuto (7); adotar resoluções e diretivas em nome do Conselho (9); dissolver o Conselho quando achar necessário ou adequado (10.2).

Diante desses sérios defeitos do documento constitutivo do Conselho, como deve o Brasil reagir ao convite que Trump dirigiu a Lula para integrá-lo?  

O primeiro ponto a considerar é que o Conselho de Paz mandatado pelas Nações Unidas efetivamente previa a presidência de Donald Trump sem entrar em detalhes sobre a estrutura e funcionamento do órgão. Sua finalidade, porém, era de fato impedir a continuidade do genocídio conduzido por Israel em Gaza e a anexação pura e simples da Faixa. Como as forças militares israelenses ainda controlam mais da metade daquele território e limitam fortemente os fluxos de assistência aos dois milhões de seres que ali sobrevivem em condições subumanas, não surpreende que Benjamin Netanyahu e seus comparsas da direita radical estejam furibundos com a iniciativa de Trump. Mais certo ainda, uma das milhares de mães palestinas que vive numa tenda e cuida de filhos sem comida suficiente, sem remédios, sem escolas e sem perspectivas não terá um minuto de sua triste existência para dedicar-se às questões geopolíticas em jogo ainda hoje. Nada impedirá que Israel alcance seus terríveis propósitos sem uma ação internacional eficaz.

Por tal motivo, e também pelos outros elementos de juízo que expus no artigo anterior sob o título de “Uma pomba sobrevoa o Palácio do Planalto”, não seria cabível uma negativa peremptória – coisa que até agora só foi feita pela França sem dúvida sob a influência do tratamento humilhante que Trump vem dando à Europa, ameaçando inclusive tomar a Groenlândia à força. Igualmente não caberia apressar-se com um sim sicofântico como tratou de fazer, por exemplo, o áulico Javier Milei. Na realidade, tal como já declarado pelo porta-voz do Kremlin. Putin e dezenas de chefes de Estado em todo o planeta estudam neste momento com seus chanceleres como responder a tão incômodo convite sem sacrificar o futuro dos palestinos em Gaza e sem provocar uma crise política com o vingativo ocupante da Casa Branca.

Durante esse período necessário de reflexão, os agentes diplomáticos devem estar realizando consultas urgentes a fim de tentar conhecer a posição de outros players importantes. Assim, por exemplo, o Brasil teria muito a ganhar caso esteja auscultando as opiniões de Canadá, Austrália, Reino Unido, Alemanha, Arábia Saudita, Egito e Emirados – para só citar algumas das nações que não reagirão de forma amadorística ao se verem confrontadas com situação tão desafiadora. Quem sabe pode até surgir uma resposta coletiva ou coordenada que evite a particularização aceita por Emmanuel Macron em troca de uma possível tarifa de 200% sobre os vinhos franceses nos Estados Unidos. Embora o artigo 12 diga que o estatuto não admite reservas, uma possibilidade consiste em que o Brasil aceite o convite, mas condicione sua entrada no Conselho à efetivação de determinadas alterações no texto plenamente explicadas. Caso tais mudanças sejam rechaçadas por Trump, isso faria com que nossa não participação se devesse a ele próprio.

Enquanto isso, as atenções devem continuar concentradas em buscar conhecer que outras criaturas habitam o estranho aviário de Donald Trump.


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