Depois do “custo Ernesto Araujo”, que significa restrições a negócios e exportações brasileiras derivadas da postura deformada em diversas áreas da política externa — como o Oriente Médio, por exemplo, uma vez que se tomou partido por Israel nos diversos conflitos que assolam a região —, temos de agregar um novo custo, “Ricardo Salles”, dada a postura anti-ambientalista do patético ministro do Meio Ambiente (que obviamente cumpre desígnios superiores), em vista do verdadeiro boicote que entidades científicas, universidades, organizações ambientalistas e mesmo governos podem fazer a negócios e contatos com o Brasil e suas entidades correspondentes, inclusive o próprio governo Bolsonaro.
Esqueçam acordo UE-Mercosul, esqueçam grandes projetos de cooperação: estamos condenados à rejeição em diversas áreas de real interesse nacional. Esses dois custos “ministeriais” nada mais são do que o reflexo do custo maior que se chama “governo aloprado da Bolsofamiglia” e seus gurus associados.
Ou seja, o país está tendo menores possibilidades no cenário mundial atual com o tipo de governo que temos.
Quase se pode parodiar um famoso filme de ficção científica de Hollywood:
“Honey, I shrink the kids!”.
Traduzindo para o nosso ambiente:
“Queridos, encolhemos o país!”
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5 de maio de 2019
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