Mostrando postagens com marcador velho populismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador velho populismo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eleicoes 2014: por um punhado de votos...

Quais outras categorias profissionais conseguirão ser classificadas dentro do conceito "atividades perigosas" ou "de risco", para aumentar o salário em 30%?
Os ciclistas, os skatistas, os pedestres?
Paulo Roberto de Almeida 

Adicional a motociclistas será regulamentado pelo MTE

Regulamentação será submetida a consulta pública a partir de 15 de julho. Adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário do empregado.
Fonte: Assessoria de Imprensa/MTE

Brasília, 27/06/2014 – O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) vai regulamentar o adicional de periculosidade criado pela Lei 12.799, de 18 de junho de 2014. A Lei considera perigosas as atividades dos trabalhadores com motocicletas e o adicional representa 30% a mais no salário do empregado.

O Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (DSST/SIT) vai coordenar a regulamentação, por meio da elaboração do Anexo V da Norma Regulamentadora Nº 16 (NR-16). O instrumento vai definir as situações que geram direito ao adicional de periculosidade, considerado o disposto na Lei.

O processo de elaboração se inicia pela redação de um texto técnico básico, submetido à consulta pública por 60 dias. Recebidas as contribuições da sociedade, o debate é feito por um Grupo de Trabalho Tripartite, com participação de trabalhadores, empregadores e governo. O texto estará disponível para sugestões a partir do dia 15 de julho.

O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário do empregado, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. O pagamento passa a ser obrigatório a partir da publicação da regulamentação.

terça-feira, 23 de abril de 2013

A velha teimosa e o velho boquirroto: pode-se levar a AL em serio?


América do Sul

Cristina Kirchner admite: 'Sim, sou teimosa e estou velha'

Depois da gafe de José Mujica no início do mês, presidente argentina se manifestou antes de viajar ao lado do uruguaio para reunião da Unasul

"Essa velha é pior que o vesgo", disse Mujica em referência a Cristina e Néstor Kirchner
"Essa velha é pior que o vesgo", disse Mujica em referência a Cristina e Néstor Kirchner(Juan Mabromata / AFP)
Os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e do Uruguai, José Mujica, parecem ter resolvido suas diferenças depois da gafe do uruguaio, que no início do mês chamou a colega de 60 anos de “velha” e “teimosa” sem perceber que seu microfone estava ligado.

Depois de informar que viajaria a bordo do avião oficial argentino ao lado de Mujica para areunião da União das Nações Sul-americanas (Unasul), realizada na sexta-feira no Peru, Cristina postou em sua conta oficial no Twitter: "Sim, sou mesmo meio teimosa e também estou velha. Mas depois de tudo... é uma sorte poder chegar à velhice, não? Sobretudo se sua vida serviu para fazer as coisas que sua pátria necessitava. Tranquilo. Está tudo bem".

Escândalo –
 Há duas semanas, Mujica caiu na armadilha que já pegou vários governantes imprudentes. Sem perceber que seu microfone estava ligado, fez um comentário que ganhou repercussão contra a vontade do presidente. "Essa velha é pior que o vesgo ... o vesgo era mais político, ela é teimosa", disse ele, fazendo refência a Cristina e seu falecido marido, o ex-presidente argentino Néstor Kirchner.

Em resposta, o chanceler argentino, Héctor Timerman, entregou uma nota de protesto à embaixada do Uruguai em Buenos Aires, transmitindo o “profundo mal-estar” com as declarações de Mujica. No texto, o governo argentino considera “inaceitável que comentários degradantes que ofendem a memória de uma pessoa morta, que não pode responder nem se defender, tenham sido realizados, particularmente, por alguém a quem Kirchner considerava seu amigo”.

Mujica, de 78 anos, pediu desculpas por sua fala e enviou uma carta direta para Cristina. Segundo ele, sua forma áspera de se expressar é fruto de seu tempo como preso político e de combatente guerrilheiro em clandestinidade nas décadas de 1960 e 1970.

Postagem em destaque

Quais foram as grandes tensões geopolíticas do passado? Paulo Roberto de Almeida

  Quais foram as grandes tensões geopolíticas do passado?     Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.   Com vistas a responder possí...