La papauté face aux défis de l’Amérique du XXIe siècle
Thomas Tanase, Maître de conférences à l’Université Paris I Panthéon-Sorbonne en histoire médiévale, il est notamment l’auteur d’une Histoire de la papauté en Occident publiée dans la collection Folio Histoire.
Diploweb, 20/09/2026
Après avoir examiné la semaine dernière les relations entre Donald Trump et Léon XIV, l’étude de cette semaine rappelle que celles-ci s’inscrivent dans une transformation de fond, qui voit conjointement la mutation des sociétés occidentales et l’émergence d’un monde véritablement multipolaire. L’Amérique, qui ne peut plus être la puissance dominante qu’elle a été, est en train du sortir du système atlantique d’après-guerre et du modèle de globalisation des années 1990, qui restait centré sur l’Occident. Le véritable enjeu des décennies à venir sera bien pour la papauté de s’adapter à ce changement pour reconstruire une véritable interaction avec tous les partenaires du nouveau monde en train d’émerger, non sans une certaine realpolitik.
Source: http://r.mail-diploweb.com/mk/cl/f/sh/7nVU1aA2ng5gPKAEOjGR0Um9jfeQ37a/ko_dd1mpYkcR
Léon XIV et les États-Unis.
I. Un pape américain face à Donald Trump
Thomas Tanase. Maître de conférences à l’Université Paris I Panthéon-Sorbonne. Il est notamment l’auteur d’une Histoire de la papauté en Occident publiée dans la collection Folio Histoire.
Le prochain voyage du pape en France invite à mieux saisir sa singularité. Le pape Léon XIV est devenu une des grandes figures de l’opposition à la guerre américaine contre l’Iran, ce qui l’a rendu populaire. Dès lors beaucoup veulent voir en lui surtout un pape élu pour être un opposant à Donald Trump ce qui, selon Thomas Tanase, demande à être nuancé.
Cette étude, qui passe en revue les relations ambiguës du pape américain et de la présidence Trump sur les sujets ukrainien, moyen-oriental ou de l’intelligence artificielle, montre aussi les éléments de continuité avec le pontificat de François au nom des principes de gouvernance mondiale.
Source: http://r.mail-diploweb.com/mk/cl/f/sh/WCPzyXJTZ7nvI8YfIdoHuZScQgbw8LAo/n1YwlFvdTSEs
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
domingo, 20 de setembro de 2026
La papauté face aux défis de l’Amérique du XXIe siècle; Léon XIV et les États-Unis - Thomas Tanase (Diploweb)
Mini-reflexão sobre o cenário de crise política no Brasil (dezembro de 2017) - Paulo Roberto de Almeida
Mini-reflexão sobre o cenário de crise política no Brasil
(dezembro de 2017)
Paulo Roberto de Almeida
(http://diplomatizzando.blogspot.com)
[Objetivo: expressar opinião sobre o momento brasileiro; finalidade: debate público]
O economista Ricardo Bergamini envia mais uma vez a seus correspondentes, entre os quais me incluo (e transcrevo abaixo), um conhecido trecho das memórias (do final dos anos 1960 ou início dos 70) do General Olympio Mourão, aquele que deu início ao movimento militar de 1964, deslocando suas tropas de Juiz de Fora ao Rio de Janeiro, e assim precipitando um processo em curso de crise político-militar na República.
Nunca conferi os originais para saber se a transcrição estava correta, mas esse trecho foi muito usado quando da eleição de Lula em 2002, e depois várias vezes durante o seu mandato, mas volta agora a ser novamente usado, quando um outro militar, por acaso Mourão também, defende abertamente a intervenção militar num Brasil aparentemente dominado pela corrupção desenfreada em todas as esferas, ao mesmo tempo em que esse mesmo militar apoia um dos candidatos (ex-militar) à presidência, nas eleições de outubro de 2018, aparentemente tão autoritário quanto os dois Mourões.
De fato, independentemente do que vai transcrito abaixo, sem maior consistência em relação ao processo real de crise política na qual o Brasil vive atualmente, o que pode ser deprimente para pessoas sensatas — como acredito que são os meus poucos leitores — é constatar quão medíocres são os homens que nos governam, e quão medíocres podem ser os que ainda nos vão governar. A deterioração da classe política não parece estar restrita ao Brasil, uma vez que na Europa e nos EUA vemos personalidades deprimentes chegando ao topo do poder, algumas até perigosas para a paz mundial e a boa convivência entre os povos, como pode ser o caso de um cretino fundamental.
Ao examinar o panorama político no Brasil, assusta-me ver pessoas aparentemente bem-informadas, até estudiosos da política e das relações internacionais, apoiarem, sem qualquer necessidade de fazê-lo, uma personalidade tão execrável quanto o atual presidente americano, e tão deletério para a própria economia e política dos EUA e sua posição no mundo, e que por acaso são as mesmas pessoas que também apoiam uma personagem comparável no contexto brasileiro.
Ou seja, o panorama atual é assustador, tanto nos EUA, quanto no Brasil, e não podemos ficar otimistas a este respeito, pois mesmo que vença um centrista razoável, vemos a nação irremediavelmente dividida entre trogloditas políticos dos dois extremos do espectro, sem grandes esperanças de reformas estruturais razoáveis no futuro previsível. Se a ignorância política grassa entre a maioria dos eleitores, a confusão mental também impera entre letrados e acadêmicos.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 10 de dezembro de 2017
Publicado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/12/presidencialismo-no-brasil-antecipando.html).
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Segue a transcrição prometida ao início:
“Maldita forma de governo que é o Presidencialismo.
Ponha-se na Presidência qualquer medíocre, louco ou semianalfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, de que tudo quanto faz está certo.
Em pouco tempo transforma-se um ignorante em sábio, um louco em gênio equilibrado, um primário em estadista.
E um homem nessa posição, empunhando nas mãos as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.
Enquanto esse monstro é dirigido e explorado apenas pela lisonja, bajulado pela corte, a Nação sofre prejuízos de monta, é verdade, mas, apenas danos materiais em sua maioria e morais alguns.
Quando, porém, sua roda é formada ou dominada por um bando refece de demônios, nesse momento a Nação corre os mais sérios perigos.
General Olympio Mourão Filho
Olímpio Mourão Filho (Diamantina, 9 de maio de 1900 - Rio de Janeiro, 28 de maio de 1972) foi um general de exército brasileiro, que participou ativamente do movimento integralista e também liderou a Revolução em 1964.”
Analytics Academia.edu: mais acessados em 30 dias De 19 de agosto a 18 de setembro - Paulo Roberto de Almeida
Analytics Academia.edu: mais acessados em 30 dias
De 19 de agosto a 18 de setembro
Livros PRA em edições Kindle, disponíveis na Amazon.com
Ao longo dos anos, paralemente aos livros editados e publicados por editoras comerciais ou acadêmicas, fui compondo livros em bases pessoais e formatados em Kindle Create ou outras ferramentas típicas de obras digitais.
Apresento aqui as imagens das capas dos livro que figuram sob esse rótulo Kindle, independentemente dos demais livros comerciais que também possuem edições em e-pub ou Kindle (e também são vários). A grande diferença entre essas duas categorias é obviamente o preço: os meus em Kindle Create, sem muita sofisticação editorial de composição, custam uma fração mínima do preço cobrado pelas editoras comerciais.
Os meus Kindle Create são duas dúzias de obras compostas a partir de uma intensão produção intelectual nas últimas décadas:
Nicolau Copérnico sobre a cunhagem de moedas - Leonidas Zelmanovitz (Academia.edu)
Book Review:
On the Minting of Money (500th Anniversary Edition),
Nicolaus Copernicus (edited by Ralph Benko)
Author Leonidas Zelmanovitz
Abstract:
Nicolaus Copernicus is remembered primarily as the astronomer who displaced the Earth from the center of the cosmos. Yet his Monetae Cudendae Ratio (“On the Minting of Money”) reveals another Copernicus: a careful observer of monetary disorder and a thoughtful analyst of the social consequences of debased currency. The short volume under review, which presents Copernicus’s treatise alongside essays by contemporary commentators, and the entire text in Latin, succeeds admirably in making this neglected work accessible to modern readers.
https://www.academia.edu/175884049/Book_Review_On_the_Minting_of_Money_500th_Anniversary_Edition_Nicolaus_Copernicus_edited_by_Ralph_Benko_?email_work_card=abstract-read-more
Book_Review_On_the_Minting_of_Money_500th_Anniversary_Edition_Nicolaus_Copernicus_edited_by_Ralph_Benko_.pdf
Não Podemos Esquecer 1948: Declaração Universal de Direitos Humanos - Armando Mariante
Não Podemos Esquecer 1948
Direitos Humanos na Era do Algoritmo
ARMANDO MARIANTE
SEP 20, 2026
No dia 10 de dezembro de 1948, no Palais de Chaillot, em Paris, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo artigo primeiro diz:
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir, uns em relação aos outros, em espírito de fraternidade.”
(“All human beings are born free and equal in dignity and rights. They are endowed with reason and conscience and should act towards one another in a spirit of brotherhood.”)
A ONU havia sido criada apenas 3 anos antes, sob os escombros sociais e econômicos da Guerra Mundial que eliminou 80 milhões de humanos na maior matança da história.
Essa Declaração foi a resposta forte, gritante, e que se pretendia indelével e definitiva, à assustadora experiência vivida na primeira metade do século XX no qual as duas guerras mundiais, guerras civis, revoluções, genocídios, massacres e mortes por fome e doença diretamente associadas a conflitos, mataram perto de 130 milhões de pessoas.
Fascismo, nazismo, racismo com “viés” científico, antissemitismo, eugenia e totalitarismos de diversos matizes tinham algo em comum: hierarquias entre os humanos. Algumas pessoas pertenciam plenamente à comunidade; outras pertenciam “pero no mucho” e outras deveriam dela ser excluídas. Da exclusão à eliminação foi um passo.
A força e a clareza do artigo primeiro da Declaração derivam do terror que tais ideologias produziram e da crença na capacidade da humanidade em evitá-las no futuro.
Nas décadas seguintes, as gerações pré e pós guerra tinham a Declaração como verdade absoluta e óbvia embora, no mundo real, a retórica inúmeras vezes continuasse sem reflexo na realidade.
O avanço moral de 1948 chancelado pela ONU, preconizava basicamente que nenhum estado, etnia, religião, raça, classe ou partido concede por si só dignidade ao indivíduo. A dignidade vem antes de tudo isso ou, simplesmente, não vem.
O retrocesso era imprevisível e terminou sendo inevitável.
Eis que novas (ou velhas) classes de conservadores, nacionalistas e identitários emergiu com força em tempos recentes munidos com 2 poderosos armamentos de hardware e software: os smartphones e as redes sociais.
A intolerância e a desumanização do adversário encontraram terreno fértil nesse novo ambiente. A dignidade como premissa da raça humana enfraqueceu como conceito.
Surgiu além disso um agravante: as novas gerações (sobretudo a última) estão perdendo a capacidade de ler, imaginar, memorizar, refletir, argumentar. Desvanece-se a memória.
Livros demandam de nós essas habilidades. Vídeos e imagens nos “tik toks” da moda duram poucos segundos e são desenhados para tocar em emoções e promover identificação e compartilhamento, tudo rápido, sem grandes reflexões.
Num livro ou num artigo longo, a imaginação só encontra limites na capacidade criativa do leitor. O céu é o limite. No vídeo de 30 segundos, não. Não é necessário dar espaço à imaginação. O algoritmo foi desenhado exatamente para impactar, despertar emoção, identificação, pertencimento e desejo de compartilhar, tudo rápido.
Pesquisas recentes indicam que praticamente metade dos jovens de 18 a 24 anos tem atualmente nas redes sociais e plataformas de vídeo sua principal fonte de notícias. A mídia mainstream já é absolutamente minoritária na atenção de jovens até 35 anos.
Nos EUA, a mudança é impressionante: entre 2020 e 2025, o número de jovens com menos de 30 anos que dizem ter especificamente o TikTok como provedor regular de notícias aumentou de 10% para 43%.
Não se trata, simplesmente, de mudança na fonte da informação. É muito mais complexo. A mudança é na forma mental através da qual a informação é absorvida.
E aí, eis que entra em cena a IA que acelera e aprofunda essa transição porque viabiliza a produção com custo baixíssimo, de milhares de variações de uma mesma narrativa: texto, voz, fotografia, meme, vídeo, tradução, com comentários artificiais super-espontâneos e facilmente adaptáveis a públicos diferentes; um novo taylor made design.
Antes, as mensagens eram desenhadas para alcançar o maior público possível. Hoje elas são produzidas para maximizar a atenção, impactar e mobilizar o maior número de indivíduos. Mobilizado, o indivíduo passa a divulgador, passa, orgulhosamente, a influencer.
Há fortes evidências de que os movimentos populistas radicais tem sido mais hábeis na utilização dessas ferramentas digitais de massa.
A democracia liberal exige uma capacidade intelectual sofisticada que consiste, basicamente, em aceitar que fulano, ainda que tenha, a nosso ver, ideias absurdas e que esteja totalmente errado em seu julgamento, continue a ter direito de defendê-las e, eventualmente, até ganhe uma eleição. Isso parece banal mas não é, de jeito nenhum.
Esse mecanismo exige distinção entre julgamento político e julgamento moral.
As redes sociais, com frequência, induzem o oposto. Elas recompensam indignação, certeza, simplificação e pertencimento. Com frequência, são “binárias”, do tipo sim ou não, preto ou branco, amigo ou inimigo.
O adversário deixa de estar errado. Passa a ser mau. Depois passa a ser perigoso e, eventualmente, inimigo. E quando é considerado perigoso ou inimigo, emerge uma pergunta que já apareceu muitas vezes na história: Por que ele deveria ter os mesmos direitos que nós? Por que ele deveria estar entre nós?
Tem o outro lado da moeda, felizmente. A mesma tecnologia que espalha desinformação, permite acesso a bibliotecas inteiras, aulas importantes, lectures extraordinárias, documentos históricos, praticamente todo o conhecimento acumulado pela humanidade, coisa que há 20 ou 30 anos não era acessível à grande maioria dos humanos.
Pesquisa do Reuters Institute aponta a que há jovens criadores que fazem justamente o contrário da provocação midiática: apresentam assuntos complexos de forma simplificada de modo a incentivar os jovens a voltarem a ler, imaginar, elaborar mentalmente fatos históricos, assuntos científicos e notícias. Isso ainda é raro e, claro, tem limites, mas existe.
Os “vilões”, portanto, talvez não sejam, propriamente, ou isoladamente o smartphone, o TikTok, o Facebook, o Instagram ou a IA.
O problema é que essas tecnologias estão se difundindo rapidamente numa sociedade que perdeu três hábitos antigos e muito preciosos: ler demoradamente, suportar complexidade e conviver com quem discorda.
O maior risco para os direitos humanos, portanto, não é o “cancelamento” da “Declaração” de 1948. O maior risco é que nós, nossos filhos e netos esqueçamos nosso passado e com isso a compreensão da importância da “Declaração” na nossa conturbada história, das razões pelas quais ela foi construída e porque precisamos tanto, mas tanto, dela para preservar nossa humanidade no futuro.
©️ 2026 Armando Mariante
San Francisco, CA 94104
sábado, 19 de setembro de 2026
O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026: Análise de Madame IA
- O contraponto crítico: Embora no plano da segurança as Nações Unidas demonstrem falhas graves diante do retorno da "lei do mais forte", sob a ótica institucionalista liberal, os braços técnicos e agências temáticas (como UNICEF, OMS e agências ambientais) continuam desempenhando um papel crucial de governança global e governabilidade que impede o colapso total da cooperação internacional (1:06:03).
- O contraponto crítico: Sob a perspectiva da economia política heterodoxa e das teorias desenvolvimentistas, a inserção internacional do Brasil puramente baseada em commodities (agronegócio e mineração) perpetua a desindustrialização do país (42:52). Críticos apontam que o protecionismo e as políticas de substituição de importações do século XX, embora tenham gerado distorções fiscais, foram os responsáveis por criar a base industrial e tecnológica que o país possui hoje(44:06). Além disso, o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) dos BRICS é visto por muitos economistas como uma alternativa viável de financiamento de infraestrutura face à rigidez do FMI e do Banco Mundial (37:20).
- O contraponto crítico: O desalinhamento ou "neutralidade ativa" pragmática frente à disputa entre os Estados Unidos e a China é defendido por diversas correntes geopolíticas brasileiras. Para o Brasil, a China não representa apenas dependência, mas foi a "salvadora" do balanço de pagamentos nacional a partir de 2009 (59:45). Rejeitar o alinhamento automático com Washington e transitar no chamado "Sul Global" permite ao Brasil barganhar vantagens e manter espaço de manobra em um mundo que caminha para uma nova configuração policêntrica de poder (21:51).
- O contraponto crítico: Defensores do realismo diplomático e da vertente tradicional do Itamaraty argumentam que a retórica da neutralidade e a busca por soluções negociadas não significam complacência com violações, mas sim a preservação do Brasil como um interlocutor universal capaz de dialogar com todos os lados (7:50). A história da diplomacia brasileira mostra que o alinhamento punitivo ou a adesão automática a regimes de sanções unilaterais muitas vezes prejudicam o interesse nacional imediato sem gerar qualquer ganho prático na resolução do conflito global (7:07).
O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026
O diplomata Paulo Roberto de Almeida em vídeos no YouTube em 2026 [em ordem cronológica de publicação]:
Textos PRA mais acessados em Academia.edu - Paulo Roberto de Almeida
Textos PRA mais acessados em Academia.edu
Levantamento efetuado em 19/09/2026 por
Paulo Roberto de Almeida
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