sábado, 24 de setembro de 2011

Uma terceira Guerra do Pacífico?; juridica desta vez, pelo menos da parte da Bolivia...

Chile and Bolivia have heated argument over ocean access in UN

Digital Journal, Sep 22, 2011 by Igor I. Solar
The presidents of Chile and Bolivia discussed conflicting maritime issues dating back to 1879 in their respective speeches at the 66th General Assembly of the United Nations.
United Nations General Assembly hall in New York City.
Patrick Gruban
United Nations General Assembly hall in New York City.
Evo Morales, President of land-locked Bolivia said his government has decided to take the dispute to international courts, although this does not mean excluding direct bilateral dialogue to find a solution to the dispute that dates back to 1879.
"Bolivia has a historical claim with Chile for a sovereign return to the sea, so we have decided to go to international courts to demand a useful and sovereign access to the Pacific Ocean"
said Morales in his speech at the international forum, according to Bolivian newspaper La Razón (In Spanish).
Evo Morales President of Bolivia.
Jaume d'Urgell
Evo Morales President of Bolivia.
At the end of his speech the Bolivian President questioned the border treaty of 1904 with Chile and announced his decision to bring Bolivia’s claim against Chile to the Court in The Hague.
"Bolivia comes under the principle of reason to ask for justice to the international court because its confinement is the result of an unjust war, an invasion,"
he said in reference to the War of the Pacific of 1879-1883.
"I urge the United Nations, the international organizations and especially the countries of the region, to join our claim for a sovereign return to the Pacific Ocean,"
he added.
For his part, President of Chile Sebastián Piñera, responded to Evo Morales’ challenges to the Treaty of 1904.
Official portrait of Sebastian Piñera  President of Chile.
Government of Chile
Official portrait of Sebastian Piñera, President of Chile.
"Referring to what the President of Bolivia said yesterday, raising his country's claim to achieve a sovereign access to the Pacific Ocean through Chilean territory, I reiterate that there are not unresolved territorial issues between Chile and Bolivia”
said Piñera, reports Chilean newspaper La Tercera (in Spanish).
"All issues were definitely settled by the treaty of peace and friendship of 1904. The treaty was duly negotiated more than 20 years after the end of the conflict between our two countries. The Treaty is based on International Law which both Chile and Bolivia must respect and comply."
said the Chilean President.
Piñera also reiterated that
"Chile has always been willing to a dialogue with Bolivia on the basis of full respect for international law and the existing treaties, and has the strongest disposition to ensure that practical solutions are feasible and useful for both countries".
The controversy stems from the outcome of the War of the Pacific between Chile and the Peru-Bolivia Confederation. The cost of the conflict in human life was high. It is estimated that between 14,000 and 23,000 soldiers and civilians were killed during the war.
The war officially ended on October 20, 1883 with the signing of the Treaty of Ancon, in which the Peruvian Department of Tarapaca became permanently Chilean territory and the provinces of Tacna and Arica were placed under Chilean administration for a period of 10 years, after which a plebiscite would decide if they would remain part of Chile, or if they would be returned to Peru.
The peace between Chile and Bolivia was signed in 1904. However, the peace treaty between the two nations, by which Bolivia recognized the permanent Chilean sovereignty over the disputed territory, has produced ongoing diplomatic tensions between both countries during the 20th and early 21th centuries, because Bolivia lost all sovereign access to the Pacific Ocean.


Read more: http://www.digitaljournal.com/print/article/311849#ixzz1Yu9Uu5yE

Vladimir Putin eleito presidente da Russia! (!!!???)

Calma, calma, estou apenas antecipando, em um ano, resultados absolutamente certos, esperados e corretos, desta crônica de uma eleição antecipada...
Paulo Roberto de Almeida

News Alert: Dmitry Medvedev asks Vladi­mir Putin to run for president of Russia
September 24, 2011 9:10:58 AM
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Russian President Dmitry A. Medvedev said Saturday he will step aside after one term as president, and called on the ruling United Russia party to endorse Vladimir V. Putin for the post.

That makes it almost certain that Putin will return to the presidency, because United Russia, which he built, has a stranglehold on the country’s politics.

http://link.email.washingtonpost.com/r/GWSCIY/BMQ1KX/87OH71/TD2SQX/4HFDQ/36/h

Sergio Buarque de Hollanda e as Raizes do Brasil - Elias Thomé Saliba


As complexas Raízes do Brasil

Setenta e cinco anos após a publicação de sua obra mais conhecida, Sérgio Buarque de Hollanda permanece um clássico — no sentido de que ainda não se esgotou o que tem a nos dizer
Por Elias Thomé Saliba*, em Carta Capital
Em bem-humorada crônica de 1929, Mário de Andrade nos conta a respeito do formidável bote de um jacaré comendo um pato, numa lagoa em Belém do Pará. O ligeiro nhoque do animal era comparado àquele conhecimento rápido e imediato do mundo: “Ver pato, saber pato, desejar pato, abocanhar pato, foi tudo uma coisa só”, exclamava o escritor, maravilhado com o poder da verdadeira intuição. No final da crônica, ele lamenta, por contraste, nossa incapacidade de juntar sensação, abstração, vontade e ação, conformando-se com a lentidão do conhecimento humano. Pitoresca, a crônica resumia o dilema da geração de intelectuais e artistas modernistas: repensar o Brasil em todas as suas peculiaridades, definindo-lhe um lugar cultural no contexto dos países civilizados. Mas o caminho para compreender o País seria pela intuição imediata (tão verdadeira quanto o nhoque do jacaré) ou pesquisando pacientemente as fontes de sua cultura e história?
Esse dilema também marcou a primeira fase da trajetória intelectual do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, cujo início se atrelou à pesquisa histórica. Até os 25 anos, atuando como jornalista, ele voltou-se, sobretudo, para a crítica literária. Engajado no movimento modernista, o jovem Sérgio Buarque partilhou da mesma inquietação daquela geração de intelectuais, ansiosos por compreender o Brasil. Isto implicava, de qualquer forma, um mergulho na história brasileira, para explicar rapidamente o que era o Brasil e a brasilidade. Publicado em 1936, Raízes do Brasil, o primeiro livro de SBH, integra (ao lado de Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, e Formação do Brasil Contemporâneo, de Caio Prado Jr.) o trio clássico de interpretações que, por meio do ensaio sintético, respondem ao anseio de explicar rapidamente o Brasil pela sua história.
As “raízes” do título tiveram na época dois significados. O primeiro era uma referência às estruturas mentais mais profundas que forjaram a história brasileira. O segundo, uma indicação mais sutil, ao fato de que qualquer raiz é feita para ser arrancada. Num estilo eminentemente narrativo que sempre o caracterizou, SBH reconstitui, neste livro, o peso das heranças rurais, nos aspectos sociopolíticos e culturais. As raízes brasileiras germinam no solo profundo da decadência do império português no século XVI, no qual surgem sociedades de economia frágil e capitalismo incipiente, incapazes de gerar uma burguesia modernizadora, apta a impor sua dominação sobre a aristocracia.
Homo brasiliensis: Em lugar da colonização fundada no trato paciente da terra, nas virtudes do trabalho e no esforço comunitário, cria-se aqui uma civilização do ócio e da aventura, que enxerga a terra apenas como um meio de rápida riqueza, sem laços de sociabilidades, os quais, ainda mais entravados pela escravidão, regridem às relações familiares e patriarcais. Surgem daí formas de convívio nas quais predominam a familiaridade, o personalismo e a afetividade, que acabam exportadas para a vida pública e estruturas políticas.
É daí que SBH utiliza a metáfora do homem cordial, que remete, afinal, ao peso das relações familiares. Tal expressão não era um conceito sociológico, referia-se muito mais a certa maneira de ser no tempo. O universo dos afetos domésticos mistura-se com o universo impessoal do Estado. Daí o homo brasiliensis: o inventor de meios e jeitos sutis, sorridente sabotador tinhoso dos obstáculos abstratos e impessoais da lei ou do Estado, que ele contorna através dos contatos pessoais diretos. Daí também uma leitura da história brasileira sensível aos arranjos e conchavos que passam continuamente da esfera privada para a pública, numa mistura quase irreconhecível. As classes dominantes, desde os tempos da colonização, foram moldadas a tradições autoritárias provenientes do absolutismo da Coroa ou de instituições inquisitoriais – almejando apenas o poder imediato e a satisfação de interesses adquiridos.
A prosa do historiador: Essa primeira fase, mais intuitiva e ensaística, da obra de Sérgio Buarque de Hollanda, da qual Raízes do Brasil é exemplar, foi superada quando o historiador, sobretudo após 1946, dedicou-se plenamente às pesquisas históricas e, a partir de 1956, quando se tornou professor da USP. Isto não significa que as questões colocadas no primeiro livro tenham sido abandonadas – pelo contrário, cada um dos temas, apenas indicados em Raízes do Brasil, transformou-se em autêntico programa para novas pesquisas.
SBH possuía um estilo narrativo muito pessoal e sutil de reconstituição e interpretação do passado. Inspirado no filósofo alemão Dilthey, acreditava que a tarefa do historiador era “desocultar” o universal a partir do estudo dos pormenores: as partes é que levariam ao todo e jamais o contrário. Era preciso nos detalhes e hábil em captar com vivacidade pormenores significativos de toda uma época: o dormir em redes, o sentido simbólico dos calçados entre os bandeirantes paulistas, as “veredas de pé posto” que os desbravadores aprenderam com os índios e a facilidade com que os colonos adotaram dos índios as iguarias, os métodos de cura e até o arco e a flecha.
Na sua erudição e memória prodigiosa de historiador, Sérgio parecia já dispor da completa árvore genealógica da figura política, tão logo ela se introduzia na narrativa. No país do compadrio, do familismo e do nepotismo, todas as figuras já aparecem inteiramente nuas, despidas de quaisquer idealismos políticos. Mas na sua prosa de historiador não há nada de estritamente biográfico e analítico: ele está sempre contando uma história e os personagens vão brotando naturalmente como cogumelos.
Também nos seus ensaios sobre a história política do País – notadamente aqueles relacionados à passagem da Monarquia à República – reitera-se um cenário que a narrativa do historiador vai progressivamente desmistificando: no alto, um governo absoluto que não assume sequer a sua fisionomia, mascarando-se nas falsas instituições liberais. No meio, os deputados, conservadores ou liberais, lutando por manter-se nos cargos, “atiravam uns e outros contra a sombra do imperador” recorrendo, quando muito, a um “liberalismo de emergência”. Na imensa base, o vazio político gerado pela completa ausência da sociedade civil: os “figurantes mudos” da história brasileira, manietados pelo escravismo e pela ética do favor – dois graníticos blocos de pedra a emparedar quaisquer possibilidades de organização.
Raízes fincadas: Setenta e cinco anos depois da publicação daquele primeiro livro intuitivo de SBH, teríamos, afinal, arrancado todas essas raízes? Como algumas das passagens do livro ainda iluminam, de forma inesperada, muitos episódios da atualidade brasileira, é provável que parte da resposta seja negativa. O personalismo e uma ética de fundo emocional ainda podem ser notados no cenário atual. A persistência do uso costumeiro de facções familiares e de particularismos dificulta a consolidação do Estado e o domínio das leis gerais. O personalismo exagerado, historicamente derivado do peso das relações familiares e da fraqueza das instituições públicas, ainda continua imperando no Brasil recente. Entra governo, sai governo, acabamos nos surpreendendo com a endêmica incapacidade de tratar a coisa pública de forma impessoal. Continuamos tendo receio da distância provocada pela impessoalidade da lei e das instituições. A síndrome de Santa Terezinha (a santa francesa Teresa de Lisieux, único país no qual ela virou diminutivo) continua vigente, até nos apelidos mais comuns.
“Se quiser entender o passado, o bom historiador terá de se esforçar para uma boa inteligência do tempo presente”, escreveu Sérgio Buarque de Hollanda, em 1950. Sem ser completa, era uma descrição quase perfeita da trajetória intelectual de um historiador que sempre viu o estudo do passado fortemente relacionado ao presente. Com um olhar sempre voltado para a visão de uma sociedade aberta no tempo presente, sua obra pode ser definida como um esforço para reconstituir as tensões entre a tradição e a mudança histórica e um mergulho libertário no passado brasileiro. Nesse sentido, seus livros continuam sendo “clássicos”, pois, afinal, são aqueles que – como na definição de Italo Calvino – “nunca terminaram de dizer o que tinham para dizer”.
Elias Thomé Saliba é Professor do Departamento de História da USP

UnB militante: se fosse a "vanguarda do atraso" ja seria um avanco...

Pois é, certas áreas das "humanidades" (!!!???) na UnB não se corrigem, e continuam a exibir uma mostra de retardamento mental com anacronismo histórico.
Por isso escrevi que se ela fosse a chamada (e abusada) "vanguarda do atraso", ainda representaria certo avanço em relação à mentalidade embolorada, e canhestra, que costuma presidir certas iniciativas.
Num momento em que a dívida externa de países latino-americanos -- com as exceções de praxe -- já não representa o problema que representava no passado, e em que são países desenvolvidos que passaram a ostentar níveis de endividamento público excessivamente altos, os "vanguardeiros do atraso" da UnB ainda insistem com o tal de "Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo" (sic três vezes) e com uma tal de "Auditoria da Dívida", e o Congresso se presta a esse tipo de baboseira.
Vejam que estupendo: "O Seminário (...) irá discutir as verdadeiras causas da crise financeira, ambiental, alimentar e social que aflige todos os continentes e que tem a especulação financeira e o modelo de acumulação capitalista como pano de fundo." Uau!
Em função disso, ele pretendem "a integração Latino-americana [que] se coloca como urgente e necessária, tanto para proteger o bloco contra a transferência da crise especulativa como para a articulação de ações concretas que podem ser consideradas a vanguarda de uma Nova Arquitetura Financeira mundial". Duplo Uau!!
Será que eu terei tempo para coletar mais algumas pérolas para meu caderno de besteirol econômico? Será que eu aguentaria sorrindo ouvir tudo aquilo que se espera?
Tchan, tchan, tchan... suspense...
(Acho que vou pedir transcrição aos economistas voluntários.)
Paulo Roberto de Almeida 


III Seminário Internacional Latino-Americano-Alternativas de Enfrentamento à Crise

O Decanato de Extensão (DEX) transmite à comunidade da UnB convite da Auditoria Cidadã da Dívida e do Comitê pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo (CADTM) para o III Seminário Internacional Latino-Americano – Alternativas de Enfrentamento à Crise, a realizar-se de 5 a 7 de outubro de 2011.  Inscrições, Informações gerais e detalhamento da programação no site http://www.divida-auditoriacidada.org.br/

PROGRAMA

Dia 05/10 – 9h às 18h
III Seminário Internacional Latino-Americano – Alternativas de Enfrentamento à Crise
Local : Auditório da OAB Nacional (pede-se chegar às 8 horas para o credenciamento e distribuição de equipamento de tradução simultânea) Endereço: SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M – Brasília-DF .  As Inscrições são gratuitas e estão abertas no portalhttp://www.divida-auditoriacidada.org.br/

Dia 06/10- -  9h às 12h
Audiência Pública no Congresso Nacional
Local: Anexo 2 da Câmara dos Deputados, Corredor das Comissões, Plenário 4

Dia 07/10 -8h às 18h
Minicurso Dívida pública: processos, crise e participação popular (integra a  Semana Universitária UnB 2011).
Local: Auditório do Instituto de Ciências Humanas – IH- ICC Norte (Minhocão) – subsolo. Inscrições na páginahttp://www.semanauniversitaria.unb.br -Mais informações nos telefones (61) 3107-0332 ou 3107-0329.

O Seminário, em sua programação plenária (consulte programação completa no site do evento) irá discutir as verdadeiras causas da crise financeira, ambiental, alimentar e social que aflige todos os continentes e que tem a especulação financeira e o modelo de acumulação capitalista como pano de fundo. Contará com a presença  de representantes de diversos países da América Latina, especialmente do Dr. Pedro Paez (presidente da Comissão Técnica Presidencial Equatoriana para o Desenho da Nova Arquitetura Financeira Regional e Banco do Sul); e da Europa: Sofia Sakorafa, deputada do parlamento grego; Eric Toussaint, presidente do CADTM, Bélgica; e Kjetil Abildsnes, da Noruega.

Informações – Maria Lucia Fattorelli – Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida (61) 81871477 e Rodrigo Ávila – Economista voluntário da Auditoria Cidadã da Dívida (61) 81471196 – Escritório 0 (61) 21939731 – Ana Regina, seminarioauditoriacidada@yahoo.com.br

SAIBA MAIS  
Sobre o Seminário – O momento atual exige a mobilização da sociedade para discutir as verdadeiras causas da crise financeira, ambiental, alimentar e social que aflige todos os continentes e que tem a especulação financeira e o modelo de acumulação capitalista como pano de fundo.  Mais do que nunca, a integração Latino-americana se coloca como urgente e necessária, tanto para proteger o bloco contra a transferência da crise especulativa como para a articulação de ações concretas que podem ser consideradas a vanguarda de uma Nova Arquitetura Financeira mundial. A exigência de transparência e acesso a informações acerca do endividamento público é a tônica do clamor social pela Auditoria da Dívida, principalmente devido à destinação da maior parte dos recursos públicos para o pagamento de juros de uma dívida que nunca foi auditada. No Brasil, em 2010 o Orçamento Geral da União destinou 44,93% para o pagamento de juros e amortizações da ívida pública e apenas 2,89% para educação;!
 3,91% para saúde; 0,04% para saneamento básico.

Sobre a Auditoria Cidadã:  É resultante do  Plebiscito da Dívida Externa, realizado no Brasil em setembro de 2000 pela Campanha Jubileu Sul, no qual 6.030.329 cidadãos, de 3.444 municípios do País, se manifestaram, sendo que mais de 95% votaram NÃO à manutenção do Acordo com o FMI, NÃO à continuidade do pagamento da dívida externa sem a realização da auditoria prevista na Constituição Federal e NÃO à destinação de grande parte dos recursos orçamentários aos especuladores. Enquanto o Congresso Nacional não convoca a auditoria oficial, como determina a Constituição Federal, um grupo de entidades vem se organizando para promover uma auditoria que se denomina cidadã, exatamente pelo fato de estar sendo realizada por cidadãos e para os cidadãos. O objetivo da auditoria da dívida é dissecar o processo de endividamento do País, revelar a verdadeira natureza da Dívida e, a partir daí, promover ações no sentido de reduzir o montante das Dívidas Interna e Externa. A Auditoria Cidadã possui um Conselho Político de dezenas de pessoas e entidades que está aberto à adesão de novas entidades.

Pesquisas estudantis: acervo da revista Veja

Coloquei pesquisas estudantis -- ou seja, jovens do secundário e, no máximo, dos dois primeiros anos de faculdade -- pois imagino que qualquer universitário sério faça pesquisas com outros recursos, ferramentas e instrumentos -- tipo Google Scholar, JSTOR, etc. -- do que a partir de uma revista de informação geral, superficial e de "vulgarização" -- no bom sentido da palavra -- da informação científica de melhor qualidade. Mas, para uma pesquisa ligeira, pode ser útil.
Paulo Roberto de Almeida 


Segue Link de acesso à  todas as revistas Veja, editadas pela Abril desde 1968.  
Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas.  
Pode servir como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa.  
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital:



 http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx 

A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. 
A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.    
O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.  
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.    
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.

Postagem em destaque

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