| Desvalorização das moedas será tema da OMC |
| Renato Carvalho DCI, 28/09/2011 |
A desvalorização artificial das moedas deve ser tema a ser tratado pela Organização Mundial do Comércio. A opinião é da professora da FGV,Vera Thorstensen, que foi assessora econômica da missão do Brasil em Genebra. "Ou a OMC assume a discussão sobre o câmbio ou perde o senso de realidade", afirmou. A manipulação de moedas, além de dar vantagem em relação aos concorrentes, anula o efeito de ações de proteção comercial.
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Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Cambio na OMC: wishful thinking (ou, ilusoes são as últimas que morrem...)
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Doctorat Honoris Causa en Publicite de Soi-Meme (et comment...)
Et pour cause...
Provavelmente, a maior, a melhor, a mais eficiente, aliás em certo sentido a ÚNICA política realmente existente nesse governo do nunca antes, tenha sido a publicidade.
Nunca antes na história deste país, ou na história de qualquer outro país, em qualquer época histórica, lugar e circunstância, um dirigente foi tão adulado, tão incensado, tão autoelogioso consigo próprio, nunca antes tantos pagaram tanto por tão poucos (na verdade uma única pessoa, elle mesmo), nunca fomos tão bombardeados por propaganda incessante, mentirosa, calamitosa e, no fundo, criminosa (ao consumir recursos tão necessários em vários áreas com publicidade enganosa de um produto duvidoso).
Creio que pode até merecer algum premiozinho de marketing, se por acaso tivesse efeitos especiais realmente dignos de elogios, e não fosse apenas uma propaganda viciada e viciosa de um personagem com um ego maior que a Terra (talvez maior que a galáxia).
Paulo Roberto de Almeida
Primeiro a notícia de imprensa:
Provavelmente, a maior, a melhor, a mais eficiente, aliás em certo sentido a ÚNICA política realmente existente nesse governo do nunca antes, tenha sido a publicidade.
Nunca antes na história deste país, ou na história de qualquer outro país, em qualquer época histórica, lugar e circunstância, um dirigente foi tão adulado, tão incensado, tão autoelogioso consigo próprio, nunca antes tantos pagaram tanto por tão poucos (na verdade uma única pessoa, elle mesmo), nunca fomos tão bombardeados por propaganda incessante, mentirosa, calamitosa e, no fundo, criminosa (ao consumir recursos tão necessários em vários áreas com publicidade enganosa de um produto duvidoso).
Creio que pode até merecer algum premiozinho de marketing, se por acaso tivesse efeitos especiais realmente dignos de elogios, e não fosse apenas uma propaganda viciada e viciosa de um personagem com um ego maior que a Terra (talvez maior que a galáxia).
Paulo Roberto de Almeida
Primeiro a notícia de imprensa:
Lula recebe título de Doutor Honoris Causa na França
No discurso, Lula exaltou realizações de seu governo. "Os pobres passaram a ser tratados como cidadãos", afirmou
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta terça-feira (27) o título de Doutor Honoris Causa do Instituto de Estudos Políticos de Paris – conhecido como Sciences Po. Lula foi a 16ª personalidade – a primeira latino-americana – que recebeu essa láurea desde a fundação da instituição, em 1871.
Em seu discurso, Lula falou sobre suas ações durante os oito anos à frente do governo federal, ressaltando o crescimento do emprego, a distribuição de renda e os investimentos em educação.
“Em oito anos e meio foram criados 16 milhões de novos empregos formais. O salário mínimo teve um aumento real de 62%, e todas as categorias de trabalhadores fizeram acordos salariais com ganhos acima da inflação”, disse Lula.
“Os pobres passaram a ser tratados como cidadãos. Governamos para todos os brasileiros e não apenas para um terço da população, como habitualmente acontecia”, completou o ex-presidente.
Lula citou a criação de 14 novas universidades federais e 126 extensões universitárias durante o seu governo. “Embora eu tenha sido o único governante do Brasil que não tinha diploma universitário, já sou o presidente que mais fez universidades na história do Brasil, e isso possivelmente porque eu quisesse que parte dos filhos dos brasileiros tivesse a oportunidade que eu não tive.”
Compareceram ao evento o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), os ex-ministros Márcio Thomaz Bastos e José Dirceu, os diretores do Instituto Lula Luiz Dulci e Clara Ant, o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, além do ex-primeiro ministro de Portugal, José Sócrates.
Este é o sétimo título de Doutor Honoris Causa recebido por Lula, e o segundo fora do Brasil. Muitos doutoramentos foram aprovados antes ou durante os mandatos do ex-presidente, mas Lula optou por recebê-los quando deixasse o governo.
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Agora o comentário recebido de um correspondente:
Não se trata de ter má vontade eterna com Lula, se trata de de respeitar a verdade, que Lula não respeita, porque foi (e é), o governante que mais propagou inverdades na história do Brasil para gerar factóides a seu respeito.
O Governante que se aproveitou mitos fabricados a respeito de si próprio.
Primeiro, porque não tem a menor idéia do que este diploma significa, nem o que é este instituto de altos estudos políticos, nem o que ele faz.
Segundo, porque não havia tradução simultânea, ele não entendia nada do que estava acontecendo, nem uma virgula.
Terceiro, que a instituição, o Science Politiques, teve em mente fazer puxa-saquismo intelectual, porque os franceses também não têm a menor idéia do que realmente se passou nos anos Lula no Brasil e o que realmente Lula fez no Governo, mas devem achar maravilhoso o que ele fez, porque a palavra mágica governar contra as "elites" é o mote para ganhar um titulo assim.
Ao afirmar que "os pobres passaram a ser tratados como cidadãos", Lula já está sendo inverídico, porque desde a Constituição de 88, isto está ocorrendo no Brasil. Lula não inventou uma nova ordem constitucional, embora se apresente assim, desta maneira..
Quarto, lula manejou números requentados, a idéia de criar 16 milhões de novos empregos é outro numero mágico que junta todos os empregos, incluindo a simples reposição dos empregos que haviam sido perdidos no governo anterior, reposição estática. Dividido por 8 anos dá dois milhões de novos empregos por ano, o que até é pouco para o que o Brasil precisa.
A juventudade ainda está desempregada e não há um sistema de treinamento e recolocação eficiente para os pobres adultos desempregados, nem um sistema efetivo de Bem Estar Social no Brasil.
Que Lula nem seus principais assessores sabem o que significa. O Brasil ainda vive de programas compensatórios de renda.
Quinto, Lula enfim não fez uma revolução cultural ou social no Brasil embora se embeveça em afirmar isto o tempo inteiro. Aproveitou uma conjuntura internacional favorável, onde os produtos primários estavam em alta e não cresceu o que deveria, deu muito dinheiro para banqueiros para financiar também o crescimento das camadas mais pobres da população, com isto rompendo a barreira da estagnação do mercado de baixa renda no Brasil, que sempre tinha o stop and go, crescia e parava, crescia e parava, foi isto.
Fala em números de crescimento da educação que não são verídicos.Não abriu universidades, simplesmente ampliou modestamente o que existia.
A educação ainda está calamitosa no Brasil, simplesmente clamitosa, nos níveis elementar e médio.
Trata-se do melhor exemplo de repetir uma inverdade até que os outros se cansem de refutá-la, porque aí a inverdade já está nos ouvidos das pessoas....
Doutorado honoris causa em humildade: nunca antes...
Destaco desta nota laudatória da representação do maior partido do Ocidente -- como se dizia nos velhos tempos da Arena, de saudosa memória para alguns -- o conceito de humildade.
Sim, humildade.
Ele aparece quatro vezes no texto abaixo, o que talvez recomendaria à Sciences Pô criar um doutorado em humildade, que é, como diriam os franceses, "le caractère d'être humble".
De fato, é o que mais distingue, caracteriza, define a personalidade do novo doutor honoris causa pela rue Saint Guillaume, onde estarei dentro de poucos meses e onde certamente me perguntarão o que eu acho disso.
Poderei dizer: "Je n'ai pas de mots, je suis sans parole...".
Ou então, direi isso mesmo: ele recebeu a distinção exatamente por ser humilde.
Nunca antes, na história deste país, na da França, ou na de qualquer outro lugar deste nosso humilde planetinha redondo, e tão sujeito a poluição que vai de um lado a outro -- se ele fosse quadrado, isso não aconteceria, certamente -- um dirigente político foi tão (como é mesmo?) humilde.
C'est ça: humble...
Os franceses é que são... -- comment dirais-je? -- arrogantes.
Ils sont fous, ces gaulois...
Paulo Roberto de Almeida
Sim, humildade.
Ele aparece quatro vezes no texto abaixo, o que talvez recomendaria à Sciences Pô criar um doutorado em humildade, que é, como diriam os franceses, "le caractère d'être humble".
De fato, é o que mais distingue, caracteriza, define a personalidade do novo doutor honoris causa pela rue Saint Guillaume, onde estarei dentro de poucos meses e onde certamente me perguntarão o que eu acho disso.
Poderei dizer: "Je n'ai pas de mots, je suis sans parole...".
Ou então, direi isso mesmo: ele recebeu a distinção exatamente por ser humilde.
Nunca antes, na história deste país, na da França, ou na de qualquer outro lugar deste nosso humilde planetinha redondo, e tão sujeito a poluição que vai de um lado a outro -- se ele fosse quadrado, isso não aconteceria, certamente -- um dirigente político foi tão (como é mesmo?) humilde.
C'est ça: humble...
Os franceses é que são... -- comment dirais-je? -- arrogantes.
Ils sont fous, ces gaulois...
Paulo Roberto de Almeida
Líder homenageia Lula por mais um título doutor honoris causa
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Informe da Liderança do PT na Câmara dos Deputados, 28/09/2011
Em artigo, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), líder do PT na Câmara, enaltece o título de doutor honoris causa concedido ontem ao ex-presidente Lula pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris e ressalta uma das principais qualidades do ex-mandatário: a humildade. Lula é o primeiro latino-americano a receber tal honraria.
De Garanhuns a Paris
Nascido na pequena Caetés, distrito do município de Garanhuns, o pequeno Luiz Inácio da Silva deixou o agreste pernambucano para se tornar, décadas depois, o Lula que o Brasil e o mundo aprenderam a admirar e a respeitar.
Não apenas por suas qualidades de líder político, mas também pela sua capacidade de captar, traduzir e expressar os sentimentos do povo que o elegeu duas vezes presidente da República e o consagrou como o mandatário mais popular que o Brasil já teve na sua árdua e sinuosa história que ultrapassa o meio milênio.
A humildade, como bem registrou o genial poeta e dramaturgo T.S. Eliot, é uma forma especial de sabedoria. É o tipo de qualidade que inspira a humanidade, mas, via de regra, alcança menos as pessoas quanto mais degraus na escada do poder elas galgam.
O título de doutor “honoris causa” que Luiz Inácio Lula da Silva recebeu do Instituto de Estudos Políticos de Paris, o Sciences Po, por sua “contribuição ao desenvolvimento econômico e social de seu país”, ainda que indiretamente, premia também a humildade enquanto virtude, tão bem personificada pelo nosso ex-presidente.
Em 140 anos de existência da instituição, Lula é o 16º agraciado com o título, sendo o primeiro latino-americano a receber a honraria.
Em seu discurso de agradecimento, se disse “orgulhoso de ter criado 14 universidades, 126 campi universitários e 214 escolas técnicas”, demonstrando que “um metalúrgico sem diploma universitário podia fazer mais do que a elite política do Brasil”, embora o preconceito de classe lhe seja uma sombra constante, despertado inclusive pelo anúncio da entrega deste título por parte do Sciences Po.
Os 2.400Km que separam Garanhuns de Santos – e os 59 anos passados após a viagem do menino Lula rumo ao litoral de São Paulo – são ínfimos diante da grandeza à qual as duas gestões do presidente Lula alçaram o Brasil.
Por seus feitos à frente da nossa imensa Nação, que cansou de se conformar em ser “o país do futuro” para transformar o seu presente e tomar para si a condução dos seus rumos, Lula já havia conquistado o seu lugar cativo na história dos grandes vultos do Brasil.
Agora, percorrendo os quatro cantos do globo para partilhar – sempre com a humildade que caracteriza a sua prática e o seu discurso – suas experiências e lições de estadista, Lula caminha para se tornar um personagem dos mais notáveis do nosso tempo.
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Economia da America Latina: gasto publico e deficit fiscal
América Latina, entre el gasto público y el control del déficit
Rogelio Núñez
Infolatam, 27/09/2011
Las claves
- Dilma Rousseff: "Vamos a asegurar el crecimiento de la economía, vamos a continuar con nuestra política de distribución de ingreso y vamos a dar más oportunidades para que todos mejoren de vida".
- José Mujica: "La crisis y la inestabilidad del mundo central, Europa y EE.UU. en alguna de sus consecuencias están llegando a la región y en parte las medidas proteccionistas de nuestros vecinos mayores son actos reflejos, directa o indirectamente, por la situación internacional.
La zona de peligro: se agudizan los riesgos para la estabilidad financiera
“… Los mercados emergentes se enfrentan a la posibilidad de un shock mundial que podría provocar un cambio repentino en los flujos de capital y una caída del crecimiento económico. Nuestro análisis muestra que el impacto en los bancos de los mercados emergentes podría ser sustancial”. (Blog del FMI)
(Especial para Infolatam) Dos caminos se abren en América latina en el próximo futuro en el terreno económico: uno, de corte keynesiano para estimular la economía aumentando el gasto público, y otro mucho más ortodoxo, preocupado por el control del déficit y la inflación.
Perú, con Ollanta Humala, ya ha optado por el modelo keynesiano mientras que Brasil, con el gobierno deDilma Rousseff bajo la sombra de una posible burbuja, parece encaminarse hacia la segunda.
La vía keynesiana es la que en el mundo lidera Barack Obama quien ha lanzado este mes un nuevo paquete de estímulo valorado en 447 mil millones de dólares, que incluye incentivos tributarios para reducir el desempleo y gasto en proyectos de infraestructura.
Las medidas keynesianas tratarían de aplacar la desaceleración económica mundial y la caída de la inversión extranjera. En América lartina ya se cuenta con que la crisis impactará de una manera u otra, que las monedas ya no estarán tan sobrevaluadas y que llegará menos inversión extranjera.
De este último hecho están avisando varias autoridades internacionales. Por ejemplo, el director del departamento del Hemisferio Occidental del FMI, Nicolás Eyzaguirre, quien descartó un “huida de capitales” en Latinoamérica: “previamente uno de los problemas de la región era la lluvia de capitales; ahora estamos viendo que la lluvia está parando. No creo que se produzca una sequía, pero bajarán algo las precipitaciones”.
En esa misma línea, el secretario de la Segib y expresidente del BID, Enrique Iglesias, dijo al diario español El País que los efectos de la crisis mundial ya llegaron a América Latina: “más tarde o más temprano los efectos de la crisis están llegando a América Latina. El impacto más fuerte lo estamos viendo en las caídas fuertes de los precios de las materias primas y esto tiene consecuencias fiscales”, señaló.
Perú, con Ollanta Humala, ya ha optado por el modelo keynesiano mientras que Brasil, con el gobierno deDilma Rousseff bajo la sombra de una posible burbuja, parece encaminarse hacia la segunda.
La vía keynesiana es la que en el mundo lidera Barack Obama quien ha lanzado este mes un nuevo paquete de estímulo valorado en 447 mil millones de dólares, que incluye incentivos tributarios para reducir el desempleo y gasto en proyectos de infraestructura.
Las medidas keynesianas tratarían de aplacar la desaceleración económica mundial y la caída de la inversión extranjera. En América lartina ya se cuenta con que la crisis impactará de una manera u otra, que las monedas ya no estarán tan sobrevaluadas y que llegará menos inversión extranjera.
De este último hecho están avisando varias autoridades internacionales. Por ejemplo, el director del departamento del Hemisferio Occidental del FMI, Nicolás Eyzaguirre, quien descartó un “huida de capitales” en Latinoamérica: “previamente uno de los problemas de la región era la lluvia de capitales; ahora estamos viendo que la lluvia está parando. No creo que se produzca una sequía, pero bajarán algo las precipitaciones”.
En esa misma línea, el secretario de la Segib y expresidente del BID, Enrique Iglesias, dijo al diario español El País que los efectos de la crisis mundial ya llegaron a América Latina: “más tarde o más temprano los efectos de la crisis están llegando a América Latina. El impacto más fuerte lo estamos viendo en las caídas fuertes de los precios de las materias primas y esto tiene consecuencias fiscales”, señaló.
Según Iglesias, “en los momentos de crisis las empresas pierden el apetito por las inversiones en el extranjero. Algunas no, porque tienen mercados generosos y amplios, pero otras empresas importantes van a ser mucho más cautas y sobre todo más efectivas en cuanto a la inversión”.
Federico Steinberg en un artículo para Infolatam señala que “el gran dilema al que se enfrentan las autoridades económicas es si debe utilizar el margen de maniobra monetario y fiscal con el que ahora cuentan para contrarrestar el menor crecimiento de la demanda externa o si, por el contrario, debe asumir que crecerán algo menos el próximo año pero pondrán fin al peligroso recalentamiento que sus economías estaban experimentando”.
Steinberg cree que “la mayoría de los líderes de la región se sienten fuertes y tienen agendas sociales que abordar es posible que opten por utilizar su munición fiscal y monetaria para reducir su crecimiento lo mínimo posible. Además, esto les permitirá aparecer ante el mundo desarrollado como actores responsables, que salen al rescate del crecimiento mundial justamente cuando el viejo motor de los países del norte se está parando”.
Planes keynesianos
Perú, la economía que crece con más fuerza en la región, ha sido la primera en anunciar planes de corte keynesiano. El ministro de Economía, Luis Miguel Castilla, ha promueve un paquete de estímulo fiscal moderado que podría ampliarse si la crisis financiera internacional llega a agravarse.
Federico Steinberg en un artículo para Infolatam señala que “el gran dilema al que se enfrentan las autoridades económicas es si debe utilizar el margen de maniobra monetario y fiscal con el que ahora cuentan para contrarrestar el menor crecimiento de la demanda externa o si, por el contrario, debe asumir que crecerán algo menos el próximo año pero pondrán fin al peligroso recalentamiento que sus economías estaban experimentando”.
Steinberg cree que “la mayoría de los líderes de la región se sienten fuertes y tienen agendas sociales que abordar es posible que opten por utilizar su munición fiscal y monetaria para reducir su crecimiento lo mínimo posible. Además, esto les permitirá aparecer ante el mundo desarrollado como actores responsables, que salen al rescate del crecimiento mundial justamente cuando el viejo motor de los países del norte se está parando”.
Planes keynesianos
Perú, la economía que crece con más fuerza en la región, ha sido la primera en anunciar planes de corte keynesiano. El ministro de Economía, Luis Miguel Castilla, ha promueve un paquete de estímulo fiscal moderado que podría ampliarse si la crisis financiera internacional llega a agravarse.
“Estamos viendo la posibilidad de aumentar el estímulo, tenemos las herramientas necesarias pero queremos asegurarnos de que aplicamos el estímulo adecuado”, indicó Castilla quien ha tratado con el Presidente de la República, Ollanta Humala, la posibilidad de aumentar el estímulo fiscal.
El estímulo fiscal se centraría en agilizar los proyectos públicos que actualmente se llevan a cabo, dándoles prioridad a la mejora de las escuelas y hospitales, y a la ampliación de los programas de empleo temporal.
En Chile también se está contemplando esa posibilidad keynesiana. El ministro Felipe Larraín anunció que trabaja en un plan de contingencia ya que “es más posible que las cosas empeoren a que mejoren”.
Esas medidas podrían consistir en un aumento de liquidez, lo que se ha traducido en la colocación de un bono soberano por US$1.000 millones realizada la semana pasada: “si las cosas se ponen peores de lo que están, tendremos que evaluar en qué momento poder aplicar medidas y un plan de contingencia para apoyar fundamentalmente a los sectores más vulnerables y a nuestra clase media”.
El estímulo fiscal se centraría en agilizar los proyectos públicos que actualmente se llevan a cabo, dándoles prioridad a la mejora de las escuelas y hospitales, y a la ampliación de los programas de empleo temporal.
En Chile también se está contemplando esa posibilidad keynesiana. El ministro Felipe Larraín anunció que trabaja en un plan de contingencia ya que “es más posible que las cosas empeoren a que mejoren”.
Esas medidas podrían consistir en un aumento de liquidez, lo que se ha traducido en la colocación de un bono soberano por US$1.000 millones realizada la semana pasada: “si las cosas se ponen peores de lo que están, tendremos que evaluar en qué momento poder aplicar medidas y un plan de contingencia para apoyar fundamentalmente a los sectores más vulnerables y a nuestra clase media”.
Para Edwards “en estos momentos hay que ser prudentes. El Banco Central ha hecho una buenísima labor y estoy seguro de que seguirá haciéndola. Es el momento de empezar a bajar las tasas y estoy convencido de que es lo que harán. De hecho, yo sería bastante agresivo. Hacienda, por su lado, debe estar preparado para tener una política de corto plazo un poco más expansiva. Si las cosas se ponen verdaderamente color de hormiga hay que darle un impulso fiscal a la economía, para que así mantenga el momentum actual”.
En Colombia, el presidente Juan Manuel Santos ha planteado un pacto entre banqueros, empresarios y sindicalistas, ante la posibilidad de que la difícil situación económica internacional afecte al país: “podemos hacer acuerdos. Por ejemplo: el sector financiero lo primero que hace cuando la situación está difícil es protegerse y suspender los créditos. No más préstamos, mientras la situación no se aclare”.
Las consecuencias de todo estos son para Santos las siguientes: “¿Eso qué produce? Que el empresario diga: se me va a secar el crédito. Yo me anticipo y comienzo a despedir gente. ¿Y eso qué produce? Que comienzan a despedir gente. Y el sector laboral comienza a reaccionar: ‘no nos despidan’. Y comienzan los paros. Y se vuelve un círculo vicioso que agranda el costo de la crisis”.
El gobierno de Cristina Kirchner en Argentina continuará, al menos a corto plazo, con su política de incentivar el consumo, pese a las tensiones inflacionarias que vive el país. Argentina planea impulsar más el consumo doméstico y las exportaciones a países vecinos si el comercio global se estanca por la desaceleración de la economía mundial, dijo a Reuters el viceministro de Economía, Roberto Feletti.
La tercera economía latinoamericana prevé una expansión de un 8,3% este año y de al menos un 5% en el 2012: ”Tenemos la expectativa de sustituir demanda mundial por demanda interna y demanda regional”, dijo Feletti.
Amado Boudou, ministro de economía y vicepresidenciable de Cristina Kirchner defiende el modelo kirchnerista ante las criticas del FMI que señala la fuerte espiral inflacionaria que padece el país: “el Fondo dice que se necesita un mundo que crezca y genere empleo. Eso no difiere de la posición que tuvo Argentina en los últimos ocho años. Sin embargo, cuando se empiezan a analizar las herramientas para lograrlo no parece que fueran todas en el mismo sentido, muchas están demasiado atadas a recetas que ya fracasaron. Se observa falta de creatividad, de audacia y de capacidad para interpretar el origen de los problemas que está viviendo el mundo. Desde nuestra óptica, esa es la causa de los pobres resultados alcanzados hasta ahora”.
Apuesta por la ortodoxia y el proteccionisno
Las dos grandes economías regionales, Brasil y México, han optado por la ortodoxia o el proteccionismo. Brasil por su delicada situación económica interna y México por su dependencia con respecto a Estados Unidos y por el recuerdo de la crisis de 2009 cuando el PIB de este país cayó un 7%.
Por eso el Secretario de Hacienda mexicano, José Antonio Meade, confía en que la Cámara de Diputados apruebe un Paquete Económico para 2012: ”el Congreso acreditó desde sus posicionamientos (en la comparecencia)… la plena conciencia del momento difícil que está viviendo la economía mundial y la importancia de que en ese contexto mandemos al mundo señales de certidumbre alrededor de un paquete económico responsable”.
Meade apuesta a que el crecimiento para el año 2012 se ubicaría en 3.5 por ciento, prevé la disminución del déficit público, logrando con ello un balance adecuado a través de un estímulo del gasto público.
Brasil, que en 2008-2009, apostó por estimular la economía bajando impuesto y tipos de interés, en 2011 ha tomado otro camino, el de apostar por el proteccionismo.
Como indicó Jonás Fernández en Infolatam el gobierno ha optado por la prudencia: “anunció el incremento del objetivo de superávit primario hasta el 3,3 por ciento del PIB…cuando una economía ve acelerar su inflación de tal modo que el Banco Central no podrá ya cumplir la banda objetivo de 2011 (7,2 por ciento en agosto) y el crédito al sector privado crece por encima del 20 por ciento interanual, con aumentos en el segmento hipotecario del 50 por ciento, no parece el mejor escenario para rebajar tipos”.
El objetivo para la presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, es seguir creciendo: “vamos a asegurar el crecimiento de la economía, vamos a continuar con nuestra política de distribución de ingreso y vamos a dar más oportunidades para que todos mejoren de vida”.
El Gobierno brasileño incrementó hace una semana en 30 puntos porcentuales el IPI aplicado a los vehículos, pero al mismo tiempo introdujo un amplio abanico de exenciones para los fabricantes que cumplieran toda una serie de requisitos locales. ”Se trata de favorecer la inversión en tecnología, y está abierta a todos los países y a todas las empresas”, afirmó Mantega.
Este proteccionismo ha dañado a algunos de sus socios de Mercosur, como Uruguay.
José Mujica ha sido muy claro: ”la crisis y la inestabilidad del mundo central, Europa y EE.UU. en alguna de sus consecuencias están llegando a la región y en parte las medidas proteccionistas de nuestros vecinos mayores son actos reflejos, directa o indirectamente, por la situación internacional. No obstante, la no diferenciación de las políticas para con los socios menores tiende a desvirtuar en los hechos el papel de la integración…Es, pues, no solo injusto, sino también un error político porque da una señal en contra de la integración”.
Dicas para se vingar dos marqueteiros chatos...
Serviço de utilidade pública:
Dicas Para NÃO Receber Telefonemas/Correspondências Indesejadas
Um editor de notícias da CBS nos brinda com essas preciosas dicas sobre como lidar com as agressões de marketing que nos bombardeiam todos os dias.
1) Um método que realmente funciona: Ao receber uma chamada de telemarketing oferecendo qualquer coisa, diga apenas:
- "Por favor, aguarde um momento..."
Diga isso, deixe o fone sobre a mesa e vá cuidar de outras tarefas (ao invés de simplesmente desligar o telefone de imediato).
Isso vai fazer com que cada chamada de telemarketing que fizerem tenha uma duração muito longa, arruinando as metas do marqueteiro que lhe ligou.
Periodicamente verifique se o marqueteiro ainda está na linha e reponha o fone no gancho somente após ter certeza de que ele desistiu e desligou. Isso dá uma lição de alto custo para esses intrusos.
Se difundirmos esse método ajudaremos a eliminar ofertas indesejadas por telefone.
2) Alguma vez você já atendeu ao telefone, e parecia não haver ninguém do outro lado?
Esta é uma técnica de telemarketing onde um sistema computadorizado faz a ligação e registra a hora em que a pessoa atendeu.
Esta técnica é utilizada por marqueteiros para determinar a melhor hora do dia em que uma pessoa real deverá ligar, evitando assim que o "precioso" tempo de ligação deles venha a ser desperdiçado, caso você não esteja em casa.
Neste caso, ao receber este tipo de ligação, não desligue. Ao invés disso, pressione o botão "#" no seu telefone seis ou sete vezes seguidas, em rápida sucessão.
Isso normalmente confunde o computador que discou seu número, fazendo registrar que seu número é inválido, e eliminando seu número do banco de dados. Ah, que pena, eles não têm mais seu número para ligar de novo...
3) Propaganda inserida em suas contas recebidas pelo correio:
Todos os meses recebemos propaganda indesejada inserida em nossas contas de telefone, luz, água, cartões de crédito, e outros. Muitas vezes essas propagandas vêm com um envelope de resposta comercial, que "não precisa selar; o selo será pago por..."
Insira nesses envelopes pré-pagos a propaganda recebida e coloque de volta no correio, COLOCANDO A PRÓPRIA COMPANHIA COMO DESTINATÁRIO.
Caso queira preservar sua privacidade, remova qualquer coisa que possa identificá-lo antes de inserir no envelope.
Isso funciona excepcionalmente bem para ofertas de cartões, empréstimos, e outros itens "pré-aprovados" . Não jogue fora esses envelopes pré-pagos. Devolva-os com as propagandas recebidas. Faça essas companhias pagarem duas vezes pela propaganda enviada.
Aproveite para inserir anúncios da pizzaria local, de lavanderias, supermercados, ou qualquer outro item inoportuno que esteja à mão..
Algumas pessoas já estão praticando isso e devolvendo esse lixo de volta a essas companhias. Mas, veja bem, temos que dar nosso recado. Precisamos ter números expressivos de pessoas aplicando essas técnicas eficazes de protesto.
Por isso talvez este e-mail seja um que você realmente queira repassar aos seus amigos.
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