terça-feira, 27 de agosto de 2019

Livros de Paulo Roberto de Almeida disponíveis (quase todos) online

Uma informação talvez útil a alguns estudiosos da área: 

Permito-me indicar que meu livro de pesquisa historiográfica sobre a diplomacia econômica do Brasil no século XIX (e uma síntese do século XX), publicado em 3ra. edição em 2017, está livremente disponível no site da Funag: 

1257. Formação da Diplomacia Econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império. 3ra. edição, revista; apresentação embaixador Alberto da Costa e Silva, membro da Academia Brasileira de Letras; Brasília: Funag, 2017, 2 volumes; Coleção História Diplomática; ISBN: 978-85-7631-675-6 (obra completa; 964 p.); Volume I, 516 p.; ISBN: 978-85-7631-668-8 (link: http://funag.gov.br/biblioteca/download/1212-Formacao-da-diplomacia-economica-no-brasil-VOL1.pdf) e Volume II, 464 p.; ISBN: 978-85-7631-669-5 (link: http://funag.gov.br/biblioteca/download/1213-Formacao-da-diplomacia-economica-no-brasil-VOL2.pdf). Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/09/formacao-da-diplomacia-economica-no_9.html) e disseminado no Facebook (link: https://www.facebook.com/paulobooks/posts/1648798118516965). Relação de Originais n. 1351 (prefácio à 2a edição) e 3083 (prefácio à 3a edição).

E meu livro mais recente encontra-se livremente disponível, em duas versões a partir de meu blog, ou nos links abaixo: 

1313. Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty, Brasília: Edição do autor, 2019, 184 p., ISBN: 978-65-901103-0-5. Incorporado à plataforma Academia.edu (link para o miolo do livro: https://www.academia.edu/40000881/A_Destruicao_da_Inteligencia_no_Itamaraty_Edição_do_Autor_2019_; link para a capa completa: https://www.academia.edu/39821938/Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_inteligencia_no_Itamaraty_2019) e a Research Gate (link: https://www.researchgate.net/publication/334450922_Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_Inteligencia_no_Itamaraty_2019). Relação de Originais n. 3489 (e capítulos setoriais n. 2488, 3426, 3485, 3483, 3484, 3486, 3467 e 3487).
1316. Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty, Boa Vista: Editora da UFRR, 2019, 165 p., Coleção “Comunicação e Políticas Públicas vol. 42; ISBN: 978-85-8288-201-6 (livro impresso); ISBN: 978-85-8288-202-3 (livro eletrônico; disponível nos links: https://docs.wixstatic.com/ugd/6e2800_3e88aadf851b4b2ba4b54c6707fd9086.pdf e do Google Books: https://books.google.com.br/books?id=tvqjDwAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false). Incorporado à plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/39882114/Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_inteligencia_no_Itamaraty_Ed._UFRR_2019_) e a Research Gate (https://www.researchgate.net/publication/334593501_Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_inteligencia_no_Itamaraty). Anunciado no blog Diplomatizzando (https://diplomatizzando.blogspot.com/2019/07/miseria-da-diplomacia-edicao-da-ufrr.html), no Facebook (https://www.facebook.com/paulobooks/posts/2579881795408588) e no Twitter (https://twitter.com/PauloAlmeida53/status/1152678941989253126). Relação de Originais n. 3489.

Vários outros livros, menos os comerciais, encontram-se disponíveis nas plataformas Academia.edu ou Research Gate, segundo transcrevo abaixo, a partir da lista atualizada completa: 

38) Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty (Boa Vista: Editora da UFRR, 2019, 165 p., Coleção “Comunicação e Políticas Públicas vol. 42; ISBN: 978-85-8288-201-6 (livro impresso); ISBN: 978-85-8288-202-3; links: https://docs.wixstatic.com/ugd/6e2800_3e88aadf851b4b2ba4b54c6707fd9086.pdf; Google Books: https://books.google.com.br/books?id=tvqjDwAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false; Academia.edu: https://www.academia.edu/39882114/Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_inteligencia_no_Itamaraty_Ed._UFRR_2019_ e Research Gate: https://www.researchgate.net/publication/334593501_Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_inteligencia_no_Itamaraty).
37) Miséria da diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty (Brasília: Edição do autor, 2019, 184 p., ISBN: 978-65-901103-0-5; links, Academia.edu: https://www.academia.edu/40000881/A_Destruicao_da_Inteligencia_no_Itamaraty_Edição_do_Autor_2019_; Research Gate: https://www.researchgate.net/publication/334450922_Miseria_da_diplomacia_a_destruicao_da_Inteligencia_no_Itamaraty_2019).
35) A Constituição Contra o Brasil: ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988 (São Paulo: LVM, 2018, 448 p.; ISBN: 978-85-93751-39-4; Amazon.com (links: http://a.co/d/1wnJvxx e: https://www.amazon.com.br/dp/8593751393/ref=cm_sw_em_r_mt_dp_U__k3j0BbYVJ83P6).
34) Volta ao Mundo em 25 ensaios: relações internacionais e economia mundial (Brasília: Edição Kindle, 10/03/2018; ASIN: B07BCRM1YF; disponível na Amazon, link: https://www.amazon.com/dp/B07BCRM1YF); novo prefácio: “Diário de bordo de uma nova volta ao mundo”, Brasília, 25/10/2017, 5 p.; blog Diplomatizzando (https://diplomatizzando.blogspot.com.br/2018/03/volta-ao-mundo-em-25-ensaios-prefacio.html).
33) Formação da diplomacia econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (3ª edição; Brasília: Funag, 2017; 2 volumes; 964 p.; ISBN: 978-85-7631-675-6; obra completa; 964 p.; Volume I, 516 p.; ISBN: 978-85-7631-668-8 (link: http://funag.gov.br/biblioteca/download/1212-Formacao-da-diplomacia-economica-no-brasil-VOL1.pdf) e Volume II, 464 p.; ISBN: 978-85-7631-669-5 (link: http://funag.gov.br/biblioteca/download/1213-Formacao-da-diplomacia-economica-no-brasil-VOL2.pdf).
32) Nunca Antes na Diplomacia…: a política externa brasileira em tempos não convencionais (Curitiba: Editora Appris, e-book, 2016; link: https://editoraappris.lojasdot.com.br/produto/e-book-nunca-antes-na-diplomacia-a-politica-externa-brasileira-em-tempos-nao-convencionais).
31) Nunca Antes na Diplomacia…: a política externa brasileira em tempos não convencionais (Curitiba: Editora Appris, e-book, 2016; link: https://editoraappris.lojasdot.com.br/produto/e-book-nunca-antes-na-diplomacia-a-politica-externa-brasileira-em-tempos-nao-convencionais).
30) Révolutions bourgeoises et modernisation capitaliste: Démocratie et autoritarisme au Brésil (Sarrebruck: Éditions Universitaires Européennes, 2015, 496 p.; ISBN: 978-3-8416-7391-6). Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/10/avant-propos-revolutions-bourgeoises-et.html). Relação de Originais n. 2863.
29) Die brasilianische Diplomatie aus historischer Sicht: Essays über die Auslandsbeziehungen und Außenpolitik Brasiliens (Saarbrücken: Akademiker Verlag, 2015, 204 p.; Übersetzung aus dem Portugiesischen ins Deutsche: Ulrich Dressel; ISBN: 978-3-639-86648-3). Divulgado na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/11838693/27_Die_brasilianische_Diplomatie_aus_historischer_Sicht_2015_).
28) O Panorama visto em Mundorama: Ensaios Irreverentes e Não Autorizados (Hartford: 2a. edição do autor, 2015, 294 p.; DOI: 10.13140/RG.2.1.4406.7682), available: Academia.edu; link: http://www.academia.edu/12038814/29_O_Panorama_Visto_em_Mundorama_2015_2a._edicao_).
27) Paralelos com o Meridiano 47: Ensaios Longitudinais e de Ampla Latitude (Hartford: edição do autor, 2015, 380 p.; DOI: 10.13140/RG.2.1.1916.4006; available: Academia.edu; link: https://www.academia.edu/11981135/28_Paralelos_com_o_Meridiano_47_ensaios_2015_).
26) Volta ao Mundo em 25 Ensaios: Relações Internacionais e Economia Mundial, Hartford, 5 novembro 2014, 110 p. Livro montado com base nos textos preparados para o site Ordem Livre em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, e divulgados ao longo de 2010, e esporadicamente e aleatoriamente ulteriormente. Publicado como Kindle book (file size: 809 KB; ASIN: B00P9XAJA4; link: http://www.amazon.com/dp/B00P9XAJA4). Inserido na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/9126863/26_Volta_ao_Mundo_em_25_Ensaios_Rela%C3%A7%C3%B5es_Internacionais_e_Economia_Mundial_2014_). Researchgate.net (DOI: 10.13140/2.1.3057.5683). Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/11/volta-ao-mundo-em-25-ensaios-relacoes.html). Relação de Originais n. 2712. Relação de Publicados n. 1149.
25) Rompendo Fronteiras: a Academia pensa a Diplomacia, Hartford, 4 novembro 2014, 414 p. Livro de resenhas de não-diplomatas, completando os dois anteriores na série de três derivados do Prata da Casa. Editado em formato Kindle (1202 KB, ASIN: B00P8JHT8Y; link: http://www.amazon.com/dp/B00P8JHT8Y). Researchgate.net (DOI: 10.13140/2.1.4106.1447). Disponibilizado na plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/9108147/25_Rompendo_Fronteiras_a_academia_pensa_a_diplomacia_2014_). Informado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/11/rompendo-fronteiras-academia-pensa.html). Relação de Originais n. 2710. Relação de Publicados n. 1148.

24) Codex Diplomaticus Brasiliensis: livros de diplomatas brasileiros, Hartford, Edição de Autor, 2014, 326 p. Livro digital, plataforma Academia.edu (link: https://www.academia.edu/9084111/24_Codex_Diplomaticus_Brasiliensis_livros_de_diplomatas_brasileiros_2014_). Kindle Edition (1117 KB; ASIN: B00P6261X2; link: http://www.amazon.com/dp/B00P6261X2). Researchgate.net (DOI: 10.13140/2.1.2008.9927). Relação de Originais n. 2707. Relação de Publicados n. 1147.
23) Polindo a Prata da Casa: mini-resenhas de livros de diplomatas (Amazon Digital Services: Kindle edition, 2014, 151 p. 484 KB; ASIN: B00OL05KYG; DOI: 10.13140/2.1.4630.4325; disponível na Amazon; link: http://www.amazon.com/dp/B00OL05KYG; e na plataforma Academia.edu; link: https://www.academia.edu/8815100/23_Polindo_a_Prata_da_Casa_mini-resenhas_de_livros_de_diplomatas_2014_). Prefácio e Sumário disponíveis no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/10/mini-resenhas-de-livros-de-diplomatas.html). Relação de Originais n. 2693. Relação de Publicados n. 1145.
22) Prata da Casa: os livros dos diplomatas (book reviews; Edição de Autor; Versão de: 16/07/2014, 663 p.; disponível nos links: Academia.edu: página do livro: https://www.academia.edu/5763121/Prata_da_Casa_os_livros_dos_diplomatas_Edicao_de_Autor_2014_; link direto para download do arquivo em pdf: https://www.academia.edu/attachments/34209509/download_file?s=work_strip&ct=MTQwNzAwODExOCwxNDA3MDExMjI5LDc4NTEwNjY; divulgado neste link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/07/prata-da-casa-os-livros-dos-diplomatas.html; disponível em Researchgate.net: https://www.researchgate.net/publication/269701236_Prata_da_Casa_os_livros_dos_diplomatas?ev=prf_pub; DOI: 10.13140/2.1.4908.9601). Relação de Originais n. 2533. Relação de Publicados n. 1136.
21) Nunca Antes na Diplomacia...: A política externa brasileira em tempos não convencionais (Curitiba: Editora Appris, 2014, 289 p.; ISBN: 978-85-8192-429-8); Hartford, 30 março 2104, 312 p. (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/6999273/21_Nunca_Antes_na_Diplomacia_a_politica_externa_brasileira_em_tempos_nao_convencionais), Relação de Originais n. 2596. Relação de Publicados n. 1133.
20) O Príncipe, revisitado: Maquiavel para os contemporâneos (Hartford, 8 Setembro 2013, 226 p. Revisão atualizada do livro de 2010) Publicado em formato Kindle (disponível: http://www.amazon.com/dp/B00F2AC146). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/5547603/20_O_Principe_revisitado_Maquiavel_para_os_contemporaneos_2013_Kindle_edition). Relação de Originais n. 2512; Relação de Publicados n. 1111.
19) Integração Regional: uma introdução (São Paulo: Saraiva, 2013, 174 p.; ISBN: 978-85-02-19963-7; site da Editora: http://www.saraivauni.com.br/Obra.aspx?isbn=9788502199637). Relação de Originais ns. 2996, 2998, 2300, 2303, 2304, 2313, 2316, 2317, 2373, 2383, 2431, 2438 e 2449. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2013/04/integracao-regional-novo-livro-enfim.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32644653/download_file). Relação de Publicados n. 1093.
18) Relações internacionais e política externa do Brasil: a diplomacia brasileira no contexto da globalização (Rio de Janeiro: LTC, 2012, 309 p.; ISBN 978-85-216-2001-3; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/RelaIntPExt2011.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642402/download_file). Relação de Originais n. 2280. Relação de Publicados n. 1058.
16) O Moderno Príncipe (Maquiavel revisitado) (versão impressa: edições do Senado Federal volume 147: Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2010, 195 p.; ISBN: 978-85-7018-343-9; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/95MaquiavelRevisitado.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642375/download_file). Relação de Originais n. 1804. Relação de Publicados n. 1014.
15) O Moderno Príncipe: Maquiavel revisitado (Rio de Janeiro: Freitas Bastos, edição eletrônica, 2009, 191 p.; ISBN: 978-85-99960-99-8; R$ 12,00; disponível para aquisição no seguinte link: http://freitasbas.lojatemporaria.com/o-moderno-principe.html). Anunciado no site pessoal (link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/95maquiavelrevisitado.html) e no blog Diplomatizzando (21.12.2009; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2009/12/1591-novo-livro-pra-o-moderno-principe.html), com livre disponibilidade do Prefácio, da Dedicatória, da carta a Maquiavel e das Recomendações de Leitura. (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/5546980/15_O_Moderno_Principe_Maquiavel_revisitado_2009_e-pub). Relação de Originais n. 1804. Relação de Publicados n. 940.
14) O Estudo das Relações internacionais do Brasil: um diálogo entre a diplomacia e a academia (Brasília: LGE Editora, 2006, 385 p.; ISBN: 85-7238-271-2; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/93EstudoRelaIntBr2006.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642184/download_file).
12) Relações internacionais e política externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira (2ª ed.: revista, ampliada e atualizada; Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004, 440 p.; coleção Relações internacionais e integração nº 1; ISBN: 85-7025-738-4; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/74UFRGS2004.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642325/download_file).
11) A Grande Mudança: consequências econômicas da transição política no Brasil (São Paulo: Editora Códex, 2003, 200 p.; ISBN: 85-7594-005-8; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/58GrdeMudanca.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/5546940/11_A_Grande_Mudanca_consequencias_economicas_da_transicao_politica_no_Brasil_2003_).
10) Une histoire du Brésil: pour comprendre le Brésil contemporain (avec Katia de Queiroz Mattoso; Paris: Editions L’Harmattan, 2002, 142 p.; ISBN: 2-7475-1453-6; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/48HistoireBresil2002.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642309/download_file).  
09) Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas (São Paulo: Editora Paz e Terra, 2002, 286 p.; ISBN: 85-219-0435-5; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/45SeculoXXI2002.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642303/download_file).
8) Formação da diplomacia econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (São Paulo: Editora Senac, 2001, 680 pp., ISBN: 85-7359-210-9; resenha em Academia.edu, link: http://www.academia.edu/attachments/32642297/download_file).
7) Le Mercosud: un marché commun pour l’Amérique du Sud, Paris: L’Harmattan, 2000, 160 p.; ISBN: 2-7384-9350-5; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/40Mercosud2000.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642281/download_file).
6) O estudo das relações internacionais do Brasil (São Paulo: Editora da Universidade São Marcos, 1999, 300 p.; ISBN: 85-86022-23-3; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/31EstudoRelaIntBr1999.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/5546888/06_O_estudo_das_relacoes_internacionais_do_Brasil_1999_).
5) O Brasil e o multilateralismo econômico (Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, na coleção “Direito e Comércio Internacional”, 1999, 328 p.; ISBN: 85-7348-093-9; Academia.edu, link: http://www.academia.edu/attachments/32642262/download_file).
4) Velhos e novos manifestos: o socialismo na era da globalização (São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 1999, 96 p.; ISBN: 85-7441-022-5; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/29Manifestos1999.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642256/download_file).
3) Mercosul: Fundamentos e Perspectivas (São Paulo: Editora LTr, 1998, 160 p.; ISBN: 85-7322-548-3; link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/26MercosulLTr1998.html). (Academia.edu, link: https://www.academia.edu/attachments/32642244/download_file).
2) Relações internacionais e política externa do Brasil: dos descobrimentos à globalização (Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1998, 360 p.; ISBN: 85-7025-455-5); link: http://www.pralmeida.org/01Livros/2FramesBooks/25RelaIntPExtUFRGS1998.html). (Academia.edu: https://www.academia.edu/attachments/32642231/download_file ).
  

Os brasileiros elegeram um inepto - Editorial Estadão

Popularidade em queda

É improvável que o presidente Jair Bolsonaro receba o resultado da pesquisa CNT/MDA como um sinal de alerta sobre sua forma de governar

Editorial O Estado de S.Paulo, 27/08/2019
A nova pesquisa CNT/MDA, divulgada ontem, mostrou que mais da metade dos brasileiros – 54% – desaprova o desempenho pessoal de Jair Bolsonaro. É a primeira vez que esse patamar majoritariamente negativo em relação à atuação do presidente da República é atingido. 
A avaliação do governo tampouco é alvissareira. Dobrou o porcentual dos que o classificam como “ruim ou péssimo”, saltando de 19% em fevereiro para 39% em agosto. No início do ano, de acordo com a mesma pesquisa, 39% dos entrevistados consideravam o governo “ótimo ou bom”. O número de satisfeitos caiu para 29% em agosto. 
Esses resultados são particularmente preocupantes porque Jair Bolsonaro tem apenas oito meses de mandato e a curva histórica das pesquisas realizadas no período lhe é bastante desfavorável. Em outras palavras: à medida que o tempo passa e o presidente é instado a agir diante das mais variadas questões que lhe são postas, cada vez mais brasileiros parecem se dar conta de que à frente do governo está alguém inapto para apresentar as soluções para os graves problemas nacionais. 
Para qualquer governante minimamente sensato e cioso de seu papel numa República democrática, pesquisas de opinião deveriam servir de base para uma reflexão honesta sobre os rumos do governo. Eventuais percepções negativas da sociedade deveriam ser tomadas como sinais de alerta. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro não tem se notabilizado por ser um arguto leitor dos vários sinais emitidos pela população. Ao que parece, optou por fechar-se em suas próprias convicções e preconceitos e fazer deles o critério único para seu processo de tomada de decisão. Não surpreende, portanto, que a opinião pública reaja negativamente. 
Se a pesquisa CNT/MDA diz muito sobre o desempenho do presidente Jair Bolsonaro, diz igualmente sobre a abissal distância que separa os fatos e a sua percepção pela sociedade. O levantamento mostrou que 31,3% dos respondentes avaliam que a melhor área de atuação do governo é o combate à corrupção. Ora, se há uma área hoje em que o presidente Jair Bolsonaro tem sido criticado com bastante ênfase é justamente o combate à corrupção. O presidente tem sido pessoalmente acusado de usar o poder do qual está revestido para interferir na administração da Polícia Federal, da Receita Federal e de órgãos de controle como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), agora vinculado ao Banco Central. 
Por trás de todas essas ações do governo – particularmente do presidente Jair Bolsonaro – estaria uma tentativa de dificultar a apuração de supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e outros ligados às atividades de milícias no Rio de Janeiro que teriam sido cometidos por membros de seu círculo mais próximo, incluindo membros de sua família. 
É curioso ainda que 8% dos respondentes avaliem como uma das melhores práticas do atual governo a política de privatizações, já que são escassas as estatais privatizadas na gestão de Jair Bolsonaro. Ao que parece, intenções ou meros comunicados são tomados como fatos consumados por uma parcela da população. Isso é um perigo porque quanto menor a capacidade da sociedade de discernir o que são fatos – e seus desdobramentos na vida prática da Nação – e o que são versões, mais sujeita à manipulação ela estará. 
É improvável que o presidente Jair Bolsonaro receba o resultado da pesquisa CNT/MDA como um sinal de alerta sobre sua forma de governar. Um sinal de que fora eleito não apenas pelo nicho de apoiadores mais aguerridos de sua agenda extremada, mas por uma parcela mais ampla de brasileiros há muito descontentes com os desmandos dos governos do PT e ávidos por um governo que resgatasse os valores republicanos perdidos em nossa história recente. É de esperar que Jair Bolsonaro continue a crer que sua eleição representou tamanha ruptura com a “velha ordem” que a ele é dado governar desconsiderando o conjunto de brasileiros, que nem sempre endossam suas ideias. Resta saber por quanto tempo durará a ilusão.

Brasil-Bolívia: uma história de duas queimadas - Ishaan Tharoor (WP)



(Eraldo Peres/AP; David Mercado/Reuters)

The Amazon fires put spotlight on two rival leaders


(Eraldo Peres/AP; David Mercado/Reuters)
Even as fires rage in both their countries, there’s little neighborly love between the leaders of Brazil and Bolivia. International scrutiny has fallen on both countries following a summer where vast tracts of the world’s most important forest went up in flames. In Brazil, there’s been a more than 80 percent spike in the number of fires from 2018, a development that garnered international headlines when the city of Sao Paulo got cloaked in sooty smoke last week.
Similar pollution reached Bolivia’s largest city, Santa Cruz. An area roughly the size of Connecticut in Bolivia’s densely forested Chiquitania region, on the border with Brazil and Paraguay, has burned to the ground this summer, endangering hundreds of animal species. By one account, it may take Bolivia’s forests two centuries to recover.
But don’t expect either Brazilian President Jair Bolsonaro or his Bolivian counterpart, President Evo Morales, to come to the other’s aid. When the former, a far-right firebrand, took office at the start of the year, the latter, a South American leftist stalwart, tweeted his disgust at “the reemergence of white supremacist (KKK) ideology” in the continent’s politics.
The feelings were mutual. At Bolsonaro’s inauguration, Morales, the only regional left-wing leader to attend, was jeered by the new president’s supporters as a “communist” and a “f---ing Indian.” In an interview with the Brazilian newspaper O Globo, a lawmaker in Bolsonaro’s political party scoffed at critics who worried about the risks facing Brazil’s indigenous communities under the new president’s watch. “If you like Indians, you should go to Bolivia,” said Rodrigo Amorim, the recently elected congressman, referring to Morales’s indigenous ethnicity. “As well as being communist, it’s governed by an Indian.”
Since coming to power in 2005, Morales has been unabashed about his origins and his desire to uplift his country’s most marginalized. He leveraged a boom in natural gas and mineral exports to redistribute the wealth and bring hundreds of thousands of Bolivians into the middle class through populist social plans that guaranteed him reelection in 2009 and 2014. Although Bolivia remains one the continent’s poorest countries, its gross domestic product per capita has tripled while Morales has been president.
But Morales’s popularity has been waning. He is seeking reelection in October for an unprecedented fourth term — a bid only possible after he controversially circumvented the results of a 2016 referendum that blocked him from scrapping constitutional term limits.
Meanwhile, Bolsonaro’s antipathy toward both indigenous minorities and leftists has been a defining streak of his politics. During his successful 2018 election campaign, he tarred his domestic opponents as would-be leftist autocrats in the vein of Venezuela’s Nicolás Maduro — and, indeed, Morales. And, now in command, Bolsonaro has followed through on his campaign trail vows: a restructuring or wholesale dismantling of Brazil’s existing environmental protections for indigenous areas in the Amazon, to the benefit of the country’s powerful agribusiness industry. Not for nothing did he earn the sobriquet “Captain Chainsaw.”
Those moves provide the backdrop to the unfolding calamity in the Amazon rainforest, referred to widely as the “lungs” of the planet. Critics, including prominent politicians in Europe and elsewhere, argue that Bolsonaro has emboldened cattle ranchers and loggers to start setting fires to clear land. At the Group of Seven summit in France on Monday, French President Emmanuel Macron announced an immediate fund of $20 million to help fight the fires in the Amazon. He and other European leaders have also threatened to stall a free-trade deal between the European Union and a bloc of South American nations over Bolsonaro’s harmful policies.
This censure has not played well in Brazil. “From the start, Bolsonaro, like U.S. President Donald Trump, stacked his cabinet with science deniers who call climate change a Marxist hoax and made his open disdain for minority communities who depend on the Amazon a hallmark of his political messaging,” noted reporters for HuffPost Brazil. “Now, both leaders distract from fierce criticism and low polling at home by recasting criticism from media or other countries as unfair mudslinging from ideological opponents.”
Bolsonaro has angrily lashed out at his critics and recently warned his supporters that “Brazil is the virgin that every foreign pervert wants to get their hands on.” On Monday, his government rejected the G-7 aidon offer, saying in a statement that the funds should be used instead to reforest Europe and save the continent’s famous cathedrals like Notre Dame in Paris.
“The Bolsonaro administration is trying to produce a rally-around-the-flag effect,” said Matias Spektor, an associate professor of international relations at the Getúlio Vargas Foundation in Sao Paulo, to my colleagues. “They are trying to denounce Macron … and the international press and the NGOs as a coalition that is set on suspending Brazilian sovereignty over the Amazon and it’s our duty to fight back.”
Though they are far from kindred spirits, Morales and Bolsonaro share a similar culpability in what has unfolded this summer. The Bolivian president’s administration initially played down the scale of the fire before realizing its horrific reach after an outcry. Morales suspended his reelection campaign to help coordinate his government’s response. After his earlier reticence, he did an about-face and said he welcomes whatever aid the rest of the world can muster for Bolivia’s firefighting efforts.
But critics argue that the fires in Bolivia are also a product of policies that encouraged deforestation, including a recent decree aimed at boosting beef production for export that infuriated Bolivian civil society. Morales has a “top-down mentality about imposing development projects on the Amazon,” said Andrew Miller of conservation organization Amazon Watch on the left-wing radio show Democracy Now. “So, at the same time that Evo Morales has had some progressive policies, he’s also had tensions with indigenous peoples.”
And suddenly, Morales has something in common with his ideological foe across the border. “The two countries most affected [by the fires] have governments at opposite ends of the political spectrum, but their position on deforesting the Amazon is the same,” said Eugenio Coter, a prominent Bolivian bishop, to Catholic News Service. “There is no political or economic plan for the Amazon that does not depend on the extraction of natural resources.”

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Extrema esquerda e extrema direita se unem no besteirol da paranoia amazônica - Causa Operária

Reproduzo abaixo uma matéria do jornal Causa Operária, que volta ao famoso mapa fraudado sobre a "internacionalização" da Amazônica, mentira que eu havia detectado em 2000, como sendo uma montagem da extrema direita militar, secundada imediatamente pela extrema esquerda.
Por que é que eu ainda insisto nesse besteirol?
Justamente para demonstrar que esses dois extremos são irremediavelmente estúpidos, no seu anti-imperialismo primário, no seu antiamericanismo infantil, enfim, na paranoia doentia.
O mapa e o texto que o seguia são tão primários, tão estúpidos, no seu "ingreis" tupiniquim, que fiquei surpreendido, quando estava na embaixada do Brasil em Washington, de ver que jornalistas e mesmo congressistas – deputados e senadores – vinham interrogar o Itamaraty e a nossa embaixada para obter maiores "esclarecimentos" sobre o tal projeto de "internacionalização" da Amazônia.
Na época, fiz até um dossiê completo sobre a questão, denunciando a fraude, que ficou por muito tempo em meu site. Depois que passou a febre de estupidez, retirei, porque achei que não fazia mais sentido insistir nessa fábula sobre "unicórnios" inexistentes.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 26/08/2019

Bolsonaro é criminoso na Amazônia, mas intervenção não é conspiração

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Temos que partir de um fato incontestável: Bolsonaro é um presidente ilegítimo, eleito em uma fraude, e sua política tem sido a continuidade do golpe, aprofundando o que Temer tinha feito anteriormente. Isto inclui as ações do governo Bolsonaro na Amazônia. Os latifundiários, que compõe a base direitista do governo, têm implementado uma ação profundamente predatória e irracional na floresta. No entanto, não podemos ser ingênuos.
Quem está de olho na Amazônia é o imperialismo, uma ameaça muito maior e mais poderosa do que Bolsonaro jamais será. Até porquê, convém lembrar, foi o próprio imperialismo quem elegeu Bolsonaro, mesmo que ele não fosse o candidato dos sonhos desta burguesia estrangeira. Embora exista todo um setor que diz que denunciar o interesse imperialista na Amazônia é “teoria da conspiração”, vimos no último período as invasões do Iraque, do Afeganistão e da Líbia, onde em cada um destes casos, o imperialismo encontrou uma “justificativa” diferente para agir. Estas ocupações foram reais, não apenas uma “teoria”, e custaram muito caro para os povos destes países.
É muito óbvio, mas devemos sempre destacar o fato de que a Amazônia possui uma riqueza inimaginável. Tanto os recursos minerais inexplorados, como ouro, petróleo, e muitos outros, como a própria diversidade biológica do território fazem da floresta um tesouro muito cobiçado. Sabemos que empresas estrangeiras atuam constantemente no território há muito tempo. Além disso, não é de hoje que o “olho grande” do imperialismo espreita a Amazônia. Ficou famoso o caso de um livro de geografia dos Estados Unidos, onde o Brasil aparecia no mapa sem a floresta em seu território!
Para os que insistem em tratam este assunto como “teoria da conspiração”, o próprio Macron falou recentemente na Amazônia como um “bem comum”. Ela não seria mais dos brasileiros, mas sim da “humanidade”. Traduzindo para o português claro: para os grandes tubarões imperialistas internacionais. Macron não foi o primeiro a dizer isso. Antes dele, François Mitterrant e Al Gore já tinham dado declarações similares.
Aqui, se aplica a lei da autodeterminação dos povos. A Amazônia é do povo brasileiro, e somente ao povo brasileiro cabe definir o seu destino. O Brasil não pode aceitar uma intervenção estrangeira no país, sob absolutamente qualquer pretexto. A solução para o problema da Amazônia hoje passa necessariamente pelo “Fora Bolsonaro”, e somente nós podemos conquistar esta reivindicação.

NOVAMENTE ABERTO; fechado para reformas: interrupção computacional - Paulo Roberto de Almeida

Addendum ex-post, ex-ante: 
Já consegui restabelecer a minha ferramenta de trabalho. Ufa!

Sinto informar, a amigos, colegas, visitantes, membros ou associados a meu blog Diplomatizzando, à minha página no Facebook ou Twitter, assim como ao simples contato por e-mail ou Messenger, que vou ficar temporariamente desabilitado, por motivo de problema com meu laptop, meu principal de veículo de trabalho e interface de comunicação, provavelmente por bateria morta.
Enquanto não resolver o problema, estarei limitado na capacidade de produção e de comunicação.
Alguns certamente se rejubilarão por minha ausência dos instrumentos de comunicação social, outros talvez lamentem, mas são as surpresas da vida, e a precariedade das nossas ferramentas de trabalho.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 26 de agosto de 2019

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