Bem, todo mundo conhece minha posicao sobre a dita república, mas confesso que a matéria abaixo me encantou pela "exigência".
Um dia isso vai ser realidade..
Venezuela exige en la ONU la destrucción total y completa de armas nucleares
(nada menos do que isso...)
El representante permanente de Venezuela ante la Organización de Naciones Unidas (ONU), embajador Jorge Valero, exigió ayer jueves en ese foro internacional la destrucción total y completa de las armas nucleares en el mundo.
“Venezuela considera que la única garantía de la paz y la seguridad internacionales es la destrucción total y completa de las armas nucleares. Así lo exigimos”, enfatizó durante un debate temático sobre armas nucleares efectuado en la sede de la ONU en Nueva York, Estados Unidos.
Dijo que desde el inicio de la era de las armas nucleares el mundo vive bajo la amenaza latente de una guerra nuclear, “que significaría el exterminio de la especie humana. La mera existencia de estas armas representa uno de los más graves peligros para la humanidad”.
Subrayó que la delegación venezolana considera “que los países poseedores de armas nucleares tienen la mayor responsabilidad en la aplicación de medidas tendientes a reducir y eliminar sus arsenales nucleares, en consonancia con la letra y espíritu del Tratado de No Proliferación (TNP)".
“El presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez, ha alertado al mundo de que el mayor riesgo de que se desate una guerra nuclear en el mundo proviene de Israel, que tiene bombas atómicas”, expresó.
Destacó la necesidad de continuar “trabajando en el fortalecimiento del plan de acción adoptado para el desarme nuclear, con plazos debidamente establecidos”.
“Mi delegación subraya la necesidad instrumentar el Plan de Acción para el desarme nuclear y se fije el año 2025 como la fecha límite para el logro de un mundo libre de armas nucleares”, agregó.
Agencia Venezolana de Noticias (AVN) (Viernes 15/10/2010)
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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