sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Revista Será?; um excelente veículo, democrático, plural, de reflexões sobre o Brasil e o mundo da atualidade. Colaborações Paulo Roberto de Almeida

Hoje é sexta-feira, dia de um novo número da revista Será?, com a qual colaboro desde o final de outubro de 2025. A revista mantém um design excelente e é em seu site que eu capturo a relação, e os links, de todos os artigos anteriores, como abaixo. Acho que a minha nota curricular está um pouco extensa (ao final); talvez seja o caso de diminuir um pouco. Agradeço aos editores, em especial João Rego, o convite para expressar minhas opiniões sobre temas de minhas pesquisas e trabalhos, em especial sobre a atualidade internacional e a política externa e diplomacia do Brasil.

Brasília, 16 de janeiro de 2026 (Dia do Quixote, aos 421 anos da publicação da primeira edição da obra imortal de Cervantes, em 1605), objeto de minha postagem imediatamente anterior).

https://revistasera.info/author/paulo-roberto-de-almeida/

Autor: Paulo Roberto de Almeida

Paulo Roberto de Almeida

Paulo Roberto de Almeida, é doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Bruxelas (1984) e mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia (1977); diplomata de carreira de 1977 a 2021, tendo servido em diversos postos bilaterais (Berna, Belgrado, Paris, Washington) e multilaterais (Genebra, Montevidéu). Foi professor no Instituto Rio Branco, na Universidade de Brasília e nos programas de pós-graduação em Direito do Centro Universitário de Brasília (Uniceub); é pesquisador sênior do Centro de Estudos Globais do Instituto de Relações Internacionais da UnB. Desempenhou-se como presidente do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (IBRI), como vice-comissário do pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Xangai (2010) e como diretor do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), do Ministério de Relações Exteriores (2016- 2019). Publicou diversas obras de relações econômicas internacionais, de política externa e de história diplomática do Brasil. É membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal e do seu Conselho Editorial. Entre suas obras estão: Vidas Paralelas: Rubens Ricupero e Celso Lafer nas relações internacionais do Brasil (2025); Apogeu e Demolição da Política Externa: itinerários da diplomacia brasileira (2022); Formação da Diplomacia Econômica no Brasil: as relações econômicas internacionais no Império (2001; 2004; 2017).

As principais ideologias políticas do brasileiro, segundo Christian Christian Edward Cyril Lynch, em matério do Meio (Pedro Doria):

As principais ideologias políticas do brasileiro, segundo Christian Christian Edward Cyril Lynch, em matério do Meio (Pedro Doria):

"O principal achado da Pesquisa Meio/Ideia é uma detalhada fotografia da ideologia política no Brasil. Ao longo de sua carreira como cientista político, Christian Lynch se debruçou sobre mais de dois séculos de textos escritos por acadêmicos, políticos e jornalistas para mapear dez ideologias brasileiras. Dez jeitos distintos de compreender o país — e o mundo. Aqueles conjuntos de valores encontram eco na sociedade brasileira. Na parceria com o Instituto Ideia, fomos a campo para entender como.

Dos dez tipos, quatro predominam. O conservadorismo societário e o conservadorismo estatista, o socialismo cosmopolita e o socialismo nacionalista. Pois é: 70% dos brasileiros se distribuem nestes quatro.

Destes quatro, são os conservadores societários que definirão as eleições de 2026. São desconfiados do Estado, põem a família no centro, têm uma rígida bússola moral ancorada pela religião. Este grupo, ligeiramente mais feminino do que masculino, periférico, com baixa escolaridade, é perfeitamente capaz de votar na esquerda ou na direita. O que buscam é estabilidade. Paz.

Ideologia varia de acordo com região do país. Sua religião também é um forte determinante de qual ideologia terá, assim como renda. Nível de escolaridade e idade, porém, determinam pouco. Não é ter lido mais ou menos, ser mais velho ou mais novo que vai mudar sua inclinação.

As ideologias que compõem o Brasil, as que dão base eleitoral para Lula e as que alicerçam a família Bolsonaro. Num artigo de Pedro Doria, na Edição de Sábado, exclusiva para assinantes premium.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

16 enero: Dia del Quijote, sobre la libertad

De don Quijote a Sancho Panza: 

"La libertad, Sancho, es uno de los más precisos dones que a los hombres dieron los cielos; conella no pueden igualarse los tesoros que encierra la terra ni el mar encubre; por la libertad así como la honra se puede y debe aventurar la vidiverio es el mayor mal que puede venir a los hombres".

Com a ajuda de Madame IA: 

  • 16 de enero: En esta fecha, pero del año 1605, salió a la luz la primera edición de "El ingenioso hidalgo don Quijote de la Mancha", impresa en Madrid por Juan de la Cuesta. Por esta razón, se realizan algunas celebraciones y efemérides ese día.
  • 23 de abril: Esta es la fecha en la que se celebra el Día Mundial del Libro y del Derecho de Autor, establecida por la UNESCO. Se eligió este día porque, según el calendario gregoriano, coincidió con la muerte de Miguel de Cervantes (y también de William Shakespeare, aunque las fechas difieren por los calendarios usados en ese momento). En muchos países hispanohablantes, este día también se conoce como el Día del Idioma Español, en honor a Cervantes y su obra cumbre. 
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    Revoluções... - Paulo Roberto de Almeida

     Revoluções...

    A revolução francesa de 1789 foi contra o absolutismo monárquico, num contexto de crise econômica e fome nas camadas mais pobres.
    A revolução iraniana de 1979, similarmente, também as mesmas razões principais. Ela fou sequestrada pelos aiatolás, que criaram uma república islâmica absolutista.
    A nova revolução iraniana de 2026, contra os aiatolás, também tem as mesmas causas: absolutismo e crise econômica.
    Apenas superficialmente elas estão próximas, mas suas causas são universais,
    Paulo Roberto de Almeida
    Brasília, 15/01/2026

    quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

    Material do Livres: A intervenção americana na Venezula - Paulo Roberto de Almeida, Fernando Schüler, Sandra Rios, Uriã Fancelli, Rafael Moredo, Beatriz Bortoni

    Novo material do Livres no ar!
    🇻🇪🇺🇸 A operação dos EUA que capturou Nicolás Maduro reabriu debates sobre legitimidade, soberania, transição democrática e os riscos do “dia seguinte” na Venezuela.
    🗣️ Inspirados pelo Cato Institute, reunimos análises plurais de lideranças e acadêmicos do Livres a fim de qualificar o debate público.
    O material aborda:
    •⁠ ⁠⚖️ dilemas jurídicos e legitimidade internacional
    •⁠ ⁠🌎 impactos geopolíticos e econômicos
    •⁠ ⁠🏛️ desafios de reconstrução institucional e governança
    •⁠ ⁠👥 a dimensão humana da crise venezuelana


    terça-feira, 13 de janeiro de 2026

    Como fica a dívida da Venezuela para com o Brasil a partir de uma postagem de Vitelio Brustolin analisada por Madame IA, via Airton Dirceu Lemmertz

    Como fica a dívida da Venezuela para com o Brasil a partir de uma postagem de Vitelio Brustolin analisada por Madame IA:

    "Após a captura do presidente [e ditador] venezuelano Maduro por forças dos EUA, que desencadeou reações negativas de alguns líderes mundiais [incluindo o presidente brasileiro Lula], a questão da dívida da Venezuela com o Brasil voltou ao centro dos debates financeiros entre os dois países. Venezuela tem uma dívida acumulada com o Brasil que, conforme relatado por autoridades econômicas, ultrapassa R$ 12 bilhões, resultado de financiamentos concedidos por bancos brasileiros e coberturas dadas pelo Tesouro Nacional devido à inadimplência que já dura mais de sete anos. A captura de Maduro gerou expectativas de uma possível renegociação mais ampla do passivo venezuelano com credores internacionais, incluindo os brasileiros."

    Consulta de Airton Dirceu Lemmertz a Madame IA:
    RESPONDA DE MODO DETALHADO E CRÍTICO AS SEGUINTES INDAGAÇÕES: Venezuela deve R$ 12 bilhões ao Brasil e Maduro não respondia às cobranças; o que acontece agora? Quais as expectativas? Qual o cenário mais provável?

    https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/01/venezuela-deve-r-12-bilhoes-ao-brasil-e.html

    Considerando o cenário hipotético de uma transição de poder na Venezuela em 2026, a questão da dívida de aproximadamente R$ 12,7 bilhões (valores atualizados pelo Tesouro Nacional) entra em uma fase de alta complexidade jurídica e diplomática.
    Abaixo, analiso os desdobramentos técnicos e as expectativas para este cenário:
     

    1. O que acontece agora com a dívida?
    Com a saída de Maduro, o processo de cobrança deixa de ser um impasse ideológico e passa a ser uma questão de sucessão de Estado.
    Reconhecimento da Dívida: Um novo governo, buscando legitimidade internacional e acesso a novos créditos, tende a reconhecer formalmente as dívidas com o Brasil (principalmente as do BNDES garantidas pelo Fundo de Garantia à Exportação - FGE).
    Acionamento das Garantias: Como o Tesouro Nacional brasileiro já honrou grande parte desses valores junto aos bancos (indenizando o BNDES), o Brasil figura agora como credor direto por meio da União. O processo de cobrança migra da esfera bancária para a diplomática-financeira via Clube de Paris, onde o Brasil atua como credor.
     

    2. Quais as expectativas de recebimento?
    As expectativas imediatas são baixas em termos de liquidez (dinheiro em caixa), mas altas em termos de regularização contratual.
    Moratória e Carência: É improvável que a Venezuela pague as parcelas atrasadas em curto prazo. A expectativa é que um novo governo solicite uma moratória ou um longo período de carência para reconstrução interna.
    Apoio do FMI: Qualquer renegociação estará atrelada a um pacote de socorro do Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil teria que aceitar os termos multilaterais de reestruturação, que geralmente envolvem "haircuts" (descontos no valor principal) ou alongamento de prazos para 20 ou 30 anos.

     
    3. Qual o cenário mais provável?
    O cenário mais realista não envolve o pagamento em espécie no curto prazo, mas sim uma compensação estratégica:
    Pagamento em Energia e Petróleo: O cenário mais provável é a utilização de commodities para abater a dívida. Isso incluiria a retomada do fornecimento de energia elétrica de Guri para o estado de Roraima e o fornecimento de petróleo para refinarias brasileiras com descontos contratuais que seriam abatidos do saldo devedor.
    Reestruturação via Clube de Paris: O Brasil deverá seguir as diretrizes internacionais para países em crise humanitária. Isso significa que os R$ 12 bilhões serão "reempacotados" em novos títulos de dívida com juros menores e prazos extendidos.
    Impacto Político Interno no Brasil: O governo brasileiro sofrerá pressão do Congresso para não conceder novos créditos enquanto a dívida antiga não for equacionada. O foco será recuperar o que foi pago pelo Tesouro Nacional para aliviar o déficit primário brasileiro.

     
    * Análise Crítica:
    A captura de um líder e a mudança de regime não apagam a dívida, mas alteram a vontade política de pagamento. No entanto, a capacidade de pagamento da Venezuela permanece severamente comprometida pela destruição de sua infraestrutura petrolífera. O Brasil terá que escolher entre ser um "credor agressivo" (arriscando não receber nada) ou um "parceiro na reconstrução" (aceitando receber o valor de forma diluída em décadas ou em recursos naturais).

    Fonte (Gemini, a IA do Google):

    Venezuela deve R$ 12 bilhões ao Brasil e Maduro não respondia às cobranças - Vitelio Brustolin (TV Record)

    Vitelio Brustolin comenta o horror da ditadura venezuelana, apoiada praticamente até o fim pelos governos do PT:

    Venezuela deve R$ 12 bilhões ao Brasil e Maduro não respondia às cobranças. O que acontece agora?

    Após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, que desencadeou reações negativas de alguns líderes mundiais incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, a questão da dívida da Venezuela com o Brasil voltou ao centro dos debates financeiros entre os dois países. Caracas tem uma dívida acumulada com o Brasil que, conforme relatado por autoridades econômicas, ultrapassa R$ 12 bilhões, resultado de financiamentos concedidos por bancos brasileiros e coberturas dadas pelo Tesouro Nacional devido à inadimplência que já dura mais de sete anos. A captura de Maduro gerou expectativas de uma possível renegociação mais ampla do passivo venezuelano com credores internacionais, incluindo os brasileiros. 

    Conversei sobre o tema com a Veruska Donato para essa entrevista da Veja.: 

    Assista a entrevista completa aqui, ao longo do jornal: 

    https://www.youtube.com/live/dBuIjNYXQVU?si=ARe7UnvGweShslRq 

    #Venezuela #Brasil #EstadosUnidos #VitelioBrustolin #Maduro

    Lula precisa cair na realidade: Zona de Paz não defende soberania - Fiel Observador (Defesa Net)

     PRA: Um militar da ativa, apenas chamado de "Fiel Observador", talvez bolsonarista ou certamente extremamente antipetista, desanca a "política de paz" de Lula, na verdade promovida pelo seu conselheiro diplomático, ex-chanceler e ex-ministro da Defesa (designado por Dilma, sob sugestão de Lula, apenas para humilhar os militares; mas ele se comportou).

    Lula precisa cair na realidade: Zona de Paz não defende soberania
    Fiel Observador
    Editor Defesa Net, 11 de janeiro de 2026

    O duplo discurso de Lula e Celso Amorim confrontado com a realidade. A Zona de Paz além de inócua é negada pelo discurso inflamatório e belicista de verdadeiro “warmonger” de Celso Amorim.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste em repetir em entrevistas, telefonemas a líderes estrangeiros e em fóruns internacionais que a América Latina deve ser uma “zona de paz”.

    A ideia soa bonita, quase poética, mas é ingênua e pode ser perigosa. No mundo real, não protege fronteiras, não garante dissuasão e tampouco preserva a soberania brasileira. A política externa baseada em slogans perdeu validade num cenário internacional cada vez mais duro, competitivo e imprevisível onde a ordem internacional baseada em regras foi enterrada.

    O Brasil vive numa região formalmente pacífica, é verdade. Mas paz não é ausência de ameaças — é capacidade de impedir que elas se concretizem. O entorno estratégico brasileiro está longe de ser estável: regimes colapsados se tornando colônias estrangeiras, crime transnacional armado, pressões geopolíticas sobre recursos naturais e disputas indiretas entre grandes potências já alcançam a América do Sul. Fingir que isso não existe é confundir desejo com realidade.

    Enquanto o discurso oficial inspirado na visão ideológica de seu assessor especial e ministro de fato da Defesa e das Relações Exteriores, Celso Amorim, que romantiza a diplomacia do soft power, do Sul Global ou do finado BRICS, o país mantém defesas frágeis e baixo investimento militar.

    Duante seus 8 anos de mandato do Lula I e II, em nenhum momento Lula comentou alertou ou emitiu qualquer comentário do crescimento militar desproporcional para a América Latina.

    Pior foi o atual Assessor de Assuntos Internacionais que foi Chanceler daquele período e posteriormente Ministro da Defesa, substituindo Nelson Jobim, no governo Dilma. Ao todo foram 12 anos e mais os 3 do Lula III como Assessor Especial.

    A Amazônia, maior ativo estratégico nacional, segue com presença estatal insuficiente diante de ilícitos transfronteiriços e da cobiça internacional. O Atlântico Sul — por onde escoa a riqueza energética do pré-sal e 90% do comércio brasileiro — carece de vigilância naval compatível com sua importância. A defesa aérea continua limitada para um território continental. Nada disso se resolve com declarações de “zona de paz”.

    Países que se levam a sério não terceirizam sua segurança a boas intenções. Diplomacia só funciona quando apoiada por poder real. A própria história recente mostra que tratados e retórica não impedem intervenções, sanções, bloqueios ou pressões híbridas quando interesses estratégicos entram em jogo. O Brasil não é exceção — é alvo potencial justamente por sua dimensão, recursos e posição geográfica.

    Preparar as defesas do Brasil não significa adotar belicismo, mas dissuasão responsável. Significa investir em capacidades militares próprias, integração entre as Forças Armadas, base industrial de defesa, inteligência, cibersegurança e controle efetivo do território. Significa planejar o longo prazo, independentemente de alinhamentos ideológicos passageiros. Significa construir alianças estratégicas e se beneficiar de parcerias com países de confiança e que dividem os mesmos interesses.

    Lula precisa entender que soberania não se declara — se constrói. A retórica da “zona de paz” da América Latina pode agradar plateias externas, mas não substitui radares, satélites, meios navais, drones armados, carros de combate, defesa aérea e presença efetiva nas fronteiras. O Brasil não precisa de bravatas nem de ingenuidade. Precisa de realismo estratégico. E isso começa quando o presidente troca slogans por preparo.

    https://www.defesanet.com.br/terrestre/lula-precisa-cair-na-realidade-zona-de-paz-nao-defende-soberania/

    O Brasil parece ser um país condenado ao planejamento governamental; pode não ser uma mania, mas uma maldição - Paulo Roberto de Almeida

    Alguém me lembrou de um antigo trabalho meu, feito logo após eu ter participado, pela enésima vez, de mais um desses exercícios governamentais destinados a planejar e (pior que tudo) executar nossa futura felicidade terrena num processo de planejamento ideal, que só pode existir no céu. Em todo caso, relembro aqui um desses meus comentários desabusados sobre esses exercícios que gastam muito dinheiro durante alguma gestão, para serem logo esquecidos na administração seguinte (por vezes na própria);

    4786) Planejando o futuro do Brasil: uma mania recorrente (2024)
    By Paulo Roberto de Almeida
    9 Pages, 2024,
    4786. “Planejando o futuro do Brasil: uma mania recorrente” Paulo Roberto de Almeida Brasília, 16 novembro 2024, 9 p. Considerações a respeito no mais uma consulta dos planejadores governamentais brasileiros; um dos países mais planejados do mundo, com base nas justificativas oferecidas nas minhas respostas a um questionário sobre a Estratégia Brasil 2050, do Ministério do Planejamento.
    https://www.academia.edu/125587010/4786_Planejando_o_futuro_do_Brasil_uma_mania_recorrente_2024_?email_work_card=title

    segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

    Vários 80 anos da vida internacional na minha história de vida (ainda não cheguei lá) - Paulo Roberto de Almeida

    Alguns trabalhos em torno dos 80 anos de alguma coisa... 

    5000. “Os 80 anos da ONU na visão de um diplomata brasileiro”, Brasília, 20 julho 2025, 7 p. Colaboração ao livro “80 anos da Organização das Nações Unidas” (Rio de Janeiro: Grande Editora, 2025), organizado por Luciane Klein Vieira, Sidney Guerra e Luís Alexandre Carta Winter, em conformidade com normas editoriais (https://drive.google.com/file/d/1M9SbSdbMHYOgnd8rrW6UnNVhg8sxrM-w/view). Publicado como prefácio, in: Luciane Klein Vieira, Luís Alexandre Carta Winter, Sidney Guerra (orgs.), 80 anos da Organização das Nações Unidas (Rio de Janeiro: Grande Editora, 2025, 421 p.; ISBN: 978-65-6125-025-2, p. 13-19). Inserido na plataforma Academia.edu, com apresentação, sumário, dados (link: https://www.academia.edu/144482123/5000_Prefacio_ao_livro_80_Anos_da_ONU_2025_); texto original, com notas e remissões bibliográficas, in Academia.edu (https://www.academia.edu/144482418/5000_Os_80_anos_da_ONU_na_visao_de_um_diplomata_brasileiro_original_2025_); divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/10/os-80-anos-da-onu-na-visao-de-um_15.html). Relação de Publicados n. 1596.

     

    4826. “80 Anos do Brasil na ONU: a história da diplomacia e de uma vida”, Brasília, 9 janeiro 2025, 11 + 5 p. (bibliografia individual). Notas para Aula magna para o curso CACD, em 10/01/2025. Publicado pelo Ateliê das Humanidades (31/01/2025; link: https://ateliedehumanidades.com/2025/01/31/80-anos-do-brasil-na-onu-a-historia-da-diplomacia-e-de-uma-vida/); disponível em Academia.edu (link: https://www.academia.edu/127389171/4826_80_Anos_do_Brasil_na_ONU_a_hist%C3%B3ria_da_diplomacia_e_de_uma_vida_2025_). Relação de Publicados n. 1570.

     

    4839. “Na origem da atual ordem mundial: a desordem brutal criada por dois ditadores”, Brasília, 29 janeiro 2025, 2 p. Nota sobre as comemorações dos 80 anos do final da IIGM, esquecendo 1939. Divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/01/na-origem-da-atual-ordem-mundial.html). Republicado no boletim informativo O Tuiuti (órgão de divulgação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil/Rio Grande do Sul (AHIMTB/RS) e do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS), n. 472, janeiro 2025, p. 17-18; link: http://www.ahimtb.org.br/). Republicado no blog Diplomatizzando (5/02/2025; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/02/paulo-r-almeida-na-origem-da-atual.html). Relação de Publicados n. 1571.

     

    4891. “Paralelos históricos (que alguns acham que só se encontram no infinito da ignorância diplomática)”, Brasília, 11 abril 2025, 1 p. Nota sobre o dia 8 de maio de 2025, 80 anos da “vitória” soviética”. Postada no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/04/paralelos-historicos-que-alguns-acham.html).

     

     


    Postagem em destaque

    Eleições presidenciais: Flávio jogando parado e Lula na zona de rebaixamento - André Régis (Folha de Pernambuco)

    Eleições presidenciais: Flávio jogando parado e Lula na zona de rebaixamento André Régis Folha de Pernambuco, sábado, 28 de fevereiro de 202...