segunda-feira, 22 de julho de 2013

A foto do dia: Francisco, seu laptop, seu tablete, seu smart phone...

E sem confiar em jesuítas...


Yes, that’s a photo of the pope carrying his own bag (onto his specially chartered plane)


Pope Francis carries his bag up the stairs of the plane at Fiumicino airport, Rome. (EPA/TELENEWS)
Pope Francis carries his bag up the stairs of the plane at Fiumicino airport, Rome. (EPA/TELENEWS)
When Pope Francis embarked Monday morning for Brazil, where he will take an official week-long tour, he raised eyebrows around the world by carrying his own bagup the stairs to his flight out of Rome.

Alerta, alerta: catastrofe economica chegando: FED deixa de calibrar o chope da festa...

Segundo uma velha piada entre economistas da área, o banqueiro central é aquele sujeito que chega no meio da festa, quando o pessoal está embalado, no máximo da energia, soltando a franga, como se diz no Brasil, e aí corta o chope, desliga a música, apaga as luzes e manda o pessoal para casa...
Pois é, por esse critério, o Federal Reserve errou tremendamente a mão: serviu chope à vontade para o pessoal, aumentou o som, distribuiu umas bolinhas, e só desligou tudo quando estava todo mundo por terra, arrasado...
Também andou promovendo festas fora de hora, em dias errados, errando no compasso, atravessando o refrão, perturbando a marcha das passistas, um desastre.
Pelas regras do economista John Taylor, uma delas chamada precisamente de Taylor Rule, o Fed deveria ter aumentado os juros nas fases de inflação alta, e cortado quando a inflação estava baixa. Parece que ele errou a mão, de forma vergonhosa.
Vai dar água no chope, mais uma vez...
Paulo Roberto de Almeida


Are You Ready for This Coming Disaster?
By Evaldo Albuquerque, Editor of Retirement Strategist

Dear Paulo Roberto,
Last month, everyone thought the punch bowl was going to be taken away.

On June 19, Federal Reserve Chairman Ben Bernanke said he planned to reduce the size of the Fed’s money-printing program (Quantitative Easing) later this year.

But last week, Bernanke backpedaled by pouring a couple bottles of liquor into the punch bowl to keep the party going.

On Wednesday, he suggested that the economy may actually be weaker than he initially thought. For that reason, cutting the size of QE is not a done deal. Heck, Bernanke could still increase the size of the Fed’s money-printing program. He made it clear that all options remain on the table.

The stock market loved it.

But, here’s the bad news… 

This party will not end well. Bernanke’s easy-money policy will end up creating another bubble, followed by a crash.

This doesn’t surprise me. The Fed has always had a bias toward easy monetary policy. It tends to keep interest rates too low for way too long, therefore mastering the art of creating booms and busts.
We’ve Seen This Movie Before …
When Alan Greenspan was the Fed chairman in 2001, he kept interest rates below 3% for about four years after the tech bubble burst. Starting in July 2003, he kept the rate at 1% for a full year.

Greenspan’s actions led to a boom in the economy and financial markets between 2003 and 2007.

But, by keeping interest rates below the rate of inflation for a long time, Greenspan planted the seeds of the next bubble. His easy-money policy helped create the housing and credit bubbles.
Bubble Creation 101: Keep Interest Rates Below the Inflation Rate

Bernanke is now repeating Greenspan’s mistakes, but on a much larger scale. He’s not only keeping interest rates at 0%, but also printing trillions of dollars.
Bernanke is planting the seeds of the next bubble in a very big way.
With interest rates below the inflation rate, investors feel they have no alternative but to invest in stocks. After all, if they keep money in the bank, inflation will eat away their purchasing power.
That’s why keeping rates below inflation is a surefire way to create speculative bubbles.
Exiting in Baby Steps
It’s clear that interest rates will remain at low levels for a very, very long time. The Fed will remove the stimulus in baby steps because it has no other choice. Any significant moves would send world markets into a tailspin.
First, the Fed will reduce the size of QE. For example, it may print $65 billion a month, instead of the current $85 billion a month. It will likely take at least 12 months before the Fed stops printing money all together – maybe even longer.
And when the money printing finally stops, the Fed will still keep interest rates at zero for a while, just to make sure the economy can stand on its own feet.
Only then – and if everything goes well – will the Fed slowly begin to hike rates.
How Will This Party End?
Well, most bubbles burst when the Fed starts to move rates above the inflation rate. As you can see in the chart above, that’s what happened in 2006.

But, the Fed will only do that when inflation starts to get out of control. We’re not there, yet.

For now, stay invested and make sure you use a trailing stop-loss for all of your positions.
Your best strategy is to keep dancing until the music stops.

Just make sure you’re dancing close to the exit door. Because when the music stops, only those who are prepared to move out of the market quickly will be able to escape the bloodbath.

Regards,
Evaldo Albuquerque
Editor, Retirement Strategist

Pronto!: o Portunhol NAO e' mais a lingua oficial do Mercosul...

Estava tudo indo tão bem, com o Portunhol servindo de língua franca entre os brasileiros e os hermanos.
Não compreendo como isso foi acontecer, ou melhor compreendo...
Vocês também compreendem: melhor assim, não é mesmo?

Lombardi disse que o encontro entre Dilma e Francisco teve intérprete.

(das notícias online sobre o mais esperado encontro da cristandade, aquele que pode salvar o Brasil da decadência argentina; mas com tradução demora um pouco mais...)

Deterioracao da politica economica, erosao do crescimento, aumento da inflacao (Veja)

Ainda há tempo

Editorial Veja, 20/07/2013


Quando assumiu a Presidência da República em janeiro de 2003, Lula recebeu do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a recomendação de não mexer radicalmente em três áreas: o Itamaraty, as Forças Armadas e o tripé econômico baseado na obtenção de superávit fiscal primário, no câmbio flutuante e nas metas de inflação. Mesmo sem admitir publicamente ter seguido a recomendação de FHC, Lula passou oito anos com a faixa presidencial cruzando-lhe o paletó sem bulir fortemente com aquelas instituições. A exceção talvez tenha sido o Itamaraty, que, mesmo mantido intacto na aparência, foi usado como braço externo dos interesses políticos internos do PT e colocado a serviço da idolatria e da vaidade pessoal de Lula. No que diz respeito à economia, Lula resistiu a pressões fortíssimas de seu parado e manteve o que vinha dando certo antes dele. "Inflação baixa é dinheiro no bolso do trabalhador", dizia Lula.

Uma reportagem desta edição de VEJA constata, com consternação, que o governo Dilma fez justamente aquilo que Lula sempre evitou: relaxar no controle da inflação e desmontar os mecanismos complexos e de delicado equilíbrio que regem as relações entre o estado e a economia de mercado. Seja por incapacidade, seja por convencimento ideológico, o fato é que os alicerces da política econômica fincados no fim do governo Itamar Franco, aprofundados por FHC e mantidos por Lula estão agora corroídos e frágeis. A reportagem da revista revela que faliu o modelo que Dilma tentou pôr no lugar do vitorioso tripé econômico.

A conclusão é que o Brasil está tendo um triênio perdido, com as piores taxas de crescimento do PIB desde o governo Collor. Má notícia para a presidente Dilma. Péssima para a candidata à reeleição em 2014. Uma tragédia para o Brasil e os brasileiros, pois, como se sabe, o estado sobrevive, mesmo que dramaticamente modificado, sem uma economia funcional, mas as economias de mercado não sobrevivem muito tempo sem que os governos propiciem e mantenham condições favoráveis à criação de riqueza. Dilma Rousseff tem pouco tempo para retomar a trajetória que atraia investimentos de longo prazo, o principal ingrediente da prosperidade e da paz social. Se fizer isso, ganha a presidente, a candidata, e ganham os brasileiros.

A falência do novo modelo econômico

 Giuliano Guandalini e Marcelo Sakate (Veja)

Aumentam as evidências do fracasso na chamada "nova matriz econômica", que, até agora, levou apenas pouco investimento, inflação elevada e menos crescimento

O economista americano John Taylor, professor de Stanford, lançou no ano passado o livro First Principies (Princípios Primordiais, sem tradução no Brasil), no qual argumenta que a recuperação americana tem decepcionado porque os Estados Unidos se desviaram das políticas que, historicamente, os levaram ao posto de país mais próspero do mundo. Para Taylor, a interferência equivocada do governo no funcionamento dos mercados e o desequilíbrio nas contas públicas, entre outros fatores, minaram a confiança dos empresários e reduziram a atividade. "Minhas pesquisas em política monetária e fiscal, desde os anos 60, mostram que o desempenho econômico pode ser tremendamente aprimorado se certos princípios bem definidos forem perseguidos", diz Taylor. "Afastar-se desses princípios básicos leva a crises."

Difícil não pensar no Brasil, lendo a análise de Taylor. O país havia recobrado a estabilidade, irradiando o otimismo na população e atraindo investimentos produtivos. A base para o novo período de prosperidade era assentada em três pilares: o respeito às metas de inflação, a flutuação da taxa cambial e o controle das contas públicas. Esse tripé, apenas, não basta para trazer o desenvolvimento. Mas graças a ele a economia ganhara previsibilidade e credibilidade. Porém, a pretexto de acelerar o crescimento, o governo Dilma Rousseff decidiu se afastar desses princípios. O maior desvio de rota ocorreu nas finanças públicas. Houve, por exemplo, o uso crescente do BNDES como um orçamento paralelo. O banco estatal recebeu do Tesouro 370 bilhões de reais desde 2007. A capitalização foi feita na forma de títulos, sem o arbítrio do Congresso. Como disse o economista Rogério Wemeck, em um artigo no jornal O Estado de S. Paulo: "De um lado, a dura realidade do orçamento. De outro, a Ilha da Fantasia do BNDES, nutrida por emissões de dívida, em que parecia haver dinheiro para tudo".

O governo viveu sob a ilusão de ter criado um "moto contínuo tropical", na expressão do gestor de recursos Luis Stuhlberger, diretor da Credit Suisse Hedging-Griffo. Imaginou ser possível engendrar uma máquina de crescimento que se movesse indefinidamente, sem custos. Mas a ilusão parece ter chegado ao fim. Estão por toda parte os sinais de falência da política baseada no crédito farto, na ingerência na vida econômica, na negação das leis de mercado e na farra fiscal. Stuhlberger, um dos mais celebrados gestores financeiros do país, listou, em um relatório recente, dezoito sinais do fracasso no amai modelo. A seguir, uma síntese dos principais pontos:

ESTAGNAÇÃO — A expansão do PIB no triênio 2011-2012-2013 parou na faixa de 2% ao ano, sem perspectiva de melhora no curto prazo. O desempenho nos três primeiros anos de Dilma será o mais baixo desde o governo de Fernando Collor. "Devemos ver nos próximos anos a repetição do baixo crescimento, porque, além de focar apenas as políticas de curto prazo, o governo resolveu atrapalhar as de longo prazo", afirma Sérgio Vale. economista-chefe da consultoria MB Associados. "Temos um governo voluntarista. que muda as regras a toda hora. com um uso intensivo de políticas erradas para o crescimento."

ESTÍMULOS — O governo despejou bilhões de reais em incentivos fiscais e creditícios, mas os efeitos no aumento da capacidade produtiva foram tímidos. Além de não acelerar o crescimento, essa política fez aumentar a desconfiança de investidores e teve como resultado a elevação da dívida pública bruta, que subiu de 64% para 69% do PIB entre 2008 e 2012.

INFLAÇÃO — Descontando-se os artifícios como segurar o preço da gasolina e o aumento das tarifas de ônibus, a inflação brasileira tem se mantido ao redor de 7% e 8% ao ano. É muito. Países com grau de desenvolvimento semelhante convivem com reajustes anuais entre 2% e 4%.

OFERTA REPRIMIDA — Estímulos à demanda sem a contrapartida de aumento na oferta levam à inflação endemicamente alta. O país sente o reflexo. Nos últimos dez anos, as vendas do comércio aumentaram mais de 120%. No mesmo período, a produção da indústria cresceu apenas 30%. Esse descompasso expõe a falta de competitividade das empresas.

CUSTO BRASIL — O país está estruturalmente caro em razão da carga fiscal pesada e da infraestrutura deficiente. As reduções tributárias foram tímidas, diante da carga total de 36% do PIB que pesa sobre o setor privado da economia, um valor sem similares nos países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, as obras de infraestrutura custam a sair do papel. A rodada de licitações de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, anunciada há um ano, ainda não foi executada. Assim, o governo perdeu a oportunidade de atrair investidores quando a conjuntura externa e também a interna eram mais favoráveis. Agora será mais difícil atraí-los.

CONTAS EXTERNAS — O Brasil possui ainda um colchão confortável de reservas internacionais, no valor total de 370 bilhões de dólares. Mas essa blindagem ficará mais delgada se os déficits nas contas externas continuarem em alta. O resultado da conta comercial e de serviços do país com o exterior foi negativo em 40 bilhões de dólares de janeiro a maio. Até o fim do ano, o rombo deve crescer para 75 bilhões, ou 3,2% do PIB. Será o pior resultado desde 2001.

FARRA FISCAL — As despesas públicas permanecem em alta constante, graças ao acúmulo de subsídios e programas de todos os tipos. Houve um acréscimo no primeiro semestre de 7% em termos reais (ou seja, descontada a inflação), superando a barreira de 1 trilhão de reais no período pela primeira vez, segundo cálculo da ONG Contas Abertas. O cálculo inclui o refinanciamento da dívida.

DESINVESTIMENTO — A maior carga fiscal (36% do PIB) e uma das menores taxas de investimento (18% do PIB) entre os emergentes acuam o setor privado, travando o crescimento. Apesar de arrecadar muito, o governo destina menos de 10% de seu orçamento para os investimentos. A maior parte das despesas é consumida com o pagamento de salários, aposentadorias e benefícios de todos os tipos.

Para os economistas Marcos Lisboa, vice-presidente do Insper e Zeina Latif, da Gibraltar Consulting — que acabam de publicar o estudo "Democracia e crescimento no Brasil", em que analisam as políticas de governo que beneficiam grupos específicos —, enquanto a expansão do PIB era robusta, ficava mais fácil acomodar as demandas e sustentar privilégios. "O menor crescimento põe esse modelo em xeque", afirmam. "A população parece decepcionada com o ritmo de melhora e está mais exigente. A impressão deixada pelos protestos é que a sociedade desconfia de que há algo errado na atuação estatal."

Uau! Lula e Dilma tiraram Brasil da submissão mundial, diz Patriota

POLÍTICA EXTERNA

Lula e Dilma tiraram Brasil da submissão mundial, diz Patriota

Ministro das Relações Exteriores destaca que o Brasil é uma das poucas nações do mundo a manter relações diplomáticas com todos os 193 países da ONU
por Karen Marchetti, do ABCD Maior Rede Brasil Atual, 16/07/2013 11:02
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ORGANIZAÇÃO CONFERÊNCIA
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Patriota recebeu uma cobrança por maior transparência na política externa brasileira
São Bernardo – Na abertura da Conferência Nacional “2003-2013: Uma Nova Política Externa”, organizada pela UFABC (Universidade Federal do ABC), o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou que o Brasil deixou de ser um País submisso internacionalmente nos últimos dez anos. De acordo com Patriota, desde 2002, quando o ex-presidente Lula tomou posse, e também nos três anos de mandato da presidente Dilma, o Brasil conseguiu firmar relações diplomáticas com quase todos os países.
“Desde 2002 expandimos nossas relações e, atualmente, o Brasil é uma das poucas nações do mundo a manter relações diplomáticas com todos os 193 países dignitários da ONU (Organização das Nações Unidas). Inclusive com a Palestina, que ainda não é reconhecida como um país, mas que, esperamos, o seja em breve”, afirmou Patriota.

Participação

O ministro também anunciou que pretende criar um fórum, composto por representantes de diversos segmentos da sociedade, para atuar na formulação de propostas na política externa brasileira. O grupo também teria o papel de acompanhar a implementação e os resultados de programas e iniciativas nessa área.
Após sua fala, Patriota recebeu uma carta, assinada pelo Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais (GR-RI), que reivindica maior transparência e democracia na política externa brasileira. A carta foi lida em público. Ao recebê-la, o ministro afirmou que o documento é mais um motivo para a concretização do projeto. Na verdade, o GR-RI, composto por representantes do mundo acadêmico, movimentos sociais, partidos e governos, que tem se reunido há um ano, tem feito essa reivindicação desde o início de seu trabalho.
“Esse fórum terá uma composição equilibrada”, disse depois Patriota à imprensa, “com pessoas do mundo acadêmico, ONGs, sindicatos, setor privado e de grupos ligados a questões de gênero, racial e outros”. O ministro acredita ser possível apresentar oficialmente o projeto entre setembro e novembro.
Segundo sua assessoria, a minuta do projeto está praticamente concluída. Numa próxima etapa, será enviada à Casa Civil, para análise e ajustes jurídicos, e segue para a presidenta Dilma transformá-la em decreto. A ideia é que Dilma o faça depois da participação dela na Assembleia Geral da ONU, em setembro.
“É uma iniciativa importante, que responde a uma pressão que temos feito”, avalia Artur Henrique, presidente do Instituto de Cooperação da CUT e secretário-adjunto de Relações Internacionais da Central. “Vamos cobrar para que esse grupo tenha a maior efetividade possível”.

Evento

Durante os quatro dias de debates promovidos pela UFABC serão discutidas as políticas públicas e diplomáticas adotadas pelo Brasil nos últimos 10 anos e que colocaram o País como peça importante no cenário mundial.
“O momento é bastante favorável para debater políticas internacionais. O Brasil hoje tem um papel fundamental no mundo e as políticas adotadas na última década foram as responsáveis por isso. Tanto é que o País foi um dos mais espionados pelos Estados Unidos. O apoio do Brasil ao retorno do Paraguai ao Mercosul e o posicionamento contra a espionagem têm um peso importante. Esses e outros temas estarão nas mesas de debate”, explicou o professor Giorgio Romano Schutte, um dos organizadores do evento.
Ainda participam dos debates da conferência os ministros Celso Amorim (Defesa), Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) e Maria do Rosário (Secretaria de Direitos Humanos), além do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), João Pedro Stedile.
A Conferência é aberta ao público. Para participar é necessário realizar inscrição no site oficial do evento (http://www.conferenciapoliticaexterna.org.br/). A programação completa, com os temas dos debates, oficinas e convidados dos quatro dias de evento, também está disponível na página.
O encerramento será no dia 18, às 15h, com a presença prevista do ex-presidente Lula.

Alerta, Alerta: vai faltar hostia!

Calma, calma, o pessoal pode repartir, de forma cristã...
Mas, a manchete do Estadão não deixa de ser curiosa:



Funag promove seminario sobre Pensamento Diplomatico Brasileiro

Nota elaborada pela presidência da Funag (com adaptações temporais):

Funag organiza debate sobre principais nomes do pensamento diplomático Brasileiro


WorkshopNos dias 4 e 5 de julho de 2013, a Fundação Alexandre de Gusmão promoveu o workshop “Pensamento Diplomático Brasileiro”, em Brasília. Os participantes - acadêmicos e membros da carreira diplomática - fizeram um breve relato de seus textos, escritos para integrar um livro sobre o tema, e discutiram os aspectos mais importantes de cada apresentação. 
De acordo com o presidente da Funag, embaixador José Vicente Pimentel, o livro, que deve ser publicado ainda este ano, traz ensaios sobre personagens representativos de etapas importantes da história diplomática brasileira. “O livro destina-se ao público universitário, alunos e professores, e deve se tornar uma referencia na área”, acrescentou Pimentel. O livro deverá ser traduzido para o inglês e o espanhol.
No primeiro dia do workshop, durante a manhã, o embaixador Synesio Sampaio Filho fez uma explanação sobre Alexandre de Gusmão; a professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Gabriela Nunes Ferreira, sobre Paulino Soares de Souza (o Visconde do Uruguai), o ministro Luís Claudio Villafañe, sobre Duarte da Ponte Ribeiro; o professor da Universidade de Brasília (UnB) Francisco Doratioto, sobre o Visconde do Rio Branco; e o secretário Kassius Pontes, sobre Euclides da Cunha.
De tarde, falaram o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) Helder Gordim sobre Manoel Oliveira Lima; a professora da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Tereza Cristina França sobre Domício da Gama; o ministro Eugênio Vargas Garcia sobre Cyro de Freitas Valle; o conselheiro Guilherme Conduru sobre José Carlos de Macedo Soares e o ministro Paulo Roberto de Almeida, que fez uma síntese do livro do embaixador João Hermes Pereira de Araújo sobre Oswaldo Aranha.
O segundo dia começou com a explicação do embaixador Carlos Henrique Cardim sobre Ruy Barbosa. Em seguida, dissertaram a professora da Universidade de São Paulo (USP) Angela Alonso sobre Joaquim Nabuco; o professor da UnB Eiiti Sato sobre o Almirante Álvaro Alberto; Rogério de Souza Farias sobre Edmundo Barbosa da Silva; o professor da UnB Antônio Carlos Lessa sobre Hélio Jaguaribe; e o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) Paulo Visentini sobre José Honório Rodrigues.
Após o intervalo, resumiram seus textos o embaixador Gelson Fonseca Jr., que escreveu sobre San Tiago Dantas; o professor da UnB Carlos Eduardo Vidigal, sobre Augusto Frederico Schmidt; e o embaixador Ronaldo Sardenberg, sobre Araújo Castro.
Ainda participaram dos debates o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães e o professor da UnB Estevão Martins.
Clique aqui para ver a estrutura do livro programado como resultado do Projeto:


Postagem em destaque

Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...