domingo, 18 de janeiro de 2026

Madame IA se empenha, mais uma vez, em contestar minhas provocações, via Airton Dirceu Lemmertz - Paulo Roberto de Almeida


"Vamos convir o seguinte: somos todos, como intelectuais irrelevantes de classe média, absolutamente inócuos do ponto de vista de uma possível resolução dos mais graves problemas da nação brasileira, não muito diferente do panorama social que assustava Monteiro Lobato mais de cem anos atrás: um país de Jecas, iletrados e carentes de qualquer educação de qualidade. É isso que perpetua as oligarquias do poder, de direita e de esquerda, todas predatórias dos recursos públicos, inclusive os militares e, sobretudo, a aristocracia do Judiciário. Temos um longo caminho pela frente: a educação das massas, o que vai demorar para ocorrer. Calculo que ainda temos duas ou três gerações de mediocridade pela frente. Sorry pelo pessimismo realista.".

 FAÇA UMA ANÁLISE DE MODO DETALHADO E CRÍTICO DO TEXTO ACIMA.


O texto apresenta uma visão profundamente pessimista e provocadora da realidade sociopolítica brasileira, fundamentada em um ceticismo sobre o papel da intelectualidade e a estrutura das instituições.
Abaixo, uma análise detalhada e crítica dividida por eixos temáticos:

1. O Papel do Intelectual e a Autocrítica de Classe:
O autor inicia com uma "confissão de irrelevância", posicionando os intelectuais de classe média como figuras inócuas. Essa perspectiva ecoa críticas históricas sobre o distanciamento entre a elite pensante e a realidade prática das massas. Ao se rotular como "absolutamente inócuos", o texto sugere que o debate acadêmico ou teórico não possui capilaridade para alterar as estruturas de poder, servindo apenas como um exercício de "falar para si mesmo".

2. O Diálogo com Monteiro Lobato e o "Jequismo":
A menção a Monteiro Lobato e à figura do Jeca Tatu é o cerne sociológico do argumento. O autor sugere que, passados cem anos, o Brasil permanece ancorado no subdesenvolvimento educacional e sanitário (moral e intelectual).
Crítica: Embora o diagnóstico da precariedade educacional seja real, a comparação com o "Jeca" pode ser interpretada como uma visão elitista que desconsidera as resistências culturais e as transformações sociais ocorridas no último século. O "pessimismo realista" do autor flerta com o determinismo geográfico e social lobatiano, que muitas vezes ignorava as causas estruturais da pobreza em favor de uma visão de "atraso intrínseco".

3. A Crítica Institucional: "Oligarquias Predatórias":
O texto é contundente ao amalgamar diferentes espectros políticos e instituições em um único bloco parasita.
Esquerda e Direita: São vistas como faces da mesma moeda, cujo objetivo principal é a manutenção do poder e a extração de recursos públicos.
Militares e Judiciário: O autor destaca a "aristocracia do Judiciário" e o papel dos militares, apontando para o que a ciência política chama de Extrativismo Institucional, onde as elites burocráticas priorizam seus próprios privilégios (salários, pensões, influência) em detrimento do bem-comum.

4. O Horizonte Temporal e a Educação:
A projeção de que serão necessárias "duas ou três gerações" para superar a mediocridade situa o problema brasileiro no campo da longa duração. O autor identifica a educação não como uma solução mágica de curto prazo, mas como um processo geracional lento que é deliberadamente sabotado pelas oligarquias para garantir a perpetuação do poder através da ignorância das massas.

5. Análise Crítica do "Pessimismo Realista":
O texto encerra com um pedido de desculpas pelo seu tom, mas se autodenomina "realista".
Pontos Fortes: A análise acerta ao identificar o patrimonialismo (a confusão entre o público e o privado) e a falha crônica do sistema educacional como motores da desigualdade brasileira.
Pontos Fracos: O risco dessa visão é o imobilismo. Ao decretar a irrelevância total do intelectual e a mediocridade inevitável pelas próximas décadas, o texto pode servir como uma profecia autorrealizável. Se a mudança é impossível no horizonte de uma vida, o pessimismo torna-se um álibi para a inércia.

* Conclusão:
O texto é um desabafo que reflete o sentimento de exaustão cívica. Ele descreve um Brasil cíclico, onde os nomes no poder mudam, mas as estruturas de privilégio e a carência educacional permanecem estáticas. É uma crítica ácida ao sistema de "ganha-ganha" das elites brasileiras, que prosperam justamente sobre o solo da deseducação das massas. 
Para verificar dados atuais sobre a educação brasileira e os índices de desenvolvimento, você pode consultar o portal do INEP ou os relatórios de transparência sobre gastos públicos no Portal da Transparência.

Fonte: Gemini (a IA do Google).

PRA: Vamos continuar provocando Madame IA...

Uma proposta modesta: como superar nossas dificuldades atuais - Paulo Roberto de Almeida

 Uma proposta modesta: como superar nossas dificuldades atuais

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Nota sobre uma via para superar a polarização política do Brasil atual, pela conformação de uma equipe relativamente similar ao “shadow cabinet” da tradição britânica, dedicada a propor políticas racionais para o desenvolvimento nacional

        Minha proposta modesta tem muito pouco, na verdade nada, a ver com aquela que já foi chamada de maior sátira política da modernidade. Refiro-me ao texto de 1729, do irlandês Jonathan Swift, intitulado “A Modest Proposal for Preventing the Children of Poor People In Ireland from Being a Burden to their Parents or Country, and for Making Them Beneficial to the Public”, no qual ele sugeria, baseado nos relatos sobre canibalismo no Novo Mundo, que as famílias muito pobres de agricultores da Irlanda, desprovidas de suas terras para abrir os campos para as pastagens de gado (vacas e ovelhas) das elites proprietárias, entregassem seus filhos recém nascidos para alimentação do público em geral. Horrível, mas uma possível “solução” ao comportamento opressivo das classes dominantes numa Irlanda famélica.
        Estou, na verdade, me referindo às dificuldades patentes do eleitorado brasileiro bem-informado de escapar do círculo vicioso da atual polarização política, tendo de se decidir por um “mal menor”, que é escolher um dos lados para evitar a vitória do outro, seja à esquerda, seja à direita. As elites econômicas, as maiores interessadas numa normalização política do Brasil, com vistas a efetuar reformas e recolocar o Brasil num caminho saudável de desenvolvimento sustentado, com base em políticas fiscais rigorosas e uma atenção especial aos ganhos de produtividade, não têm sido capazes de selecionar os melhores candidatos numa casta política notoriamente medíocre para comandar o país numa nova fase de seu processo de recuperação e integração à economia mundial.
        O Brasil certamente está exibindo uma fase notoriamente medíocre de sua liderança política, com parlamentares continuamente focados no estupro orçamentário das emendas compulsórias – grande parte das quais estão vinculadas a ganhos paralelos em favor de todos os envolvidos num plano puramente municipal –, o que transforma os representantes políticos em vereadores federais, um quadro lamentável do ponto de vista da governança nacional. O que o Brasil precisa, nas próximas eleições gerais e presidencial, é uma renovação completa, ao menos ampla, dos novos eleitos. Para preparar essa mudança, permito-me apresentar a minha proposta modesta.
        Ela se baseia na experiência consagrada da política britânica de manter um “shadow cabinet”, espelhando a governança setorial dos incumbentes do poder nacional, com vocação direcionada à análise responsável e cuidadosa das políticas sendo implementadas, à crítica daquelas políticas que podem não responder às melhores soluções com base num exame de “custo-benefício” de cada uma delas, apresentando, a partir daí, propostas de políticas alternativas às que estão sendo implementadas. O “gabinete paralelo” seria constituído com base numa participação voluntária de pesquisadores, economistas, cientistas políticos e mesmo políticos atuantes, sem um “líder” principal, mas com uma direção colegiada, a partir daquelas forças políticas mais interessadas em superar o impasse da polarização atual.
        Eu chamaria esse “gabinete paralelo” simplesmente de “Governança Alternativa”, a partir de uma exposição sintética de seus propósitos, claramente os de superar os impasses da polarização atual em favor de um conjunto de propostas sensatas, com intenção de fornecer “munição” qualificada para candidatos comprometidos com a elevação do nível político da próxima campanha eleitoral, não a de insistir nos dois polos atualmente em confrontação. Entidades promotoras do centrismo democrático, do reformismo econômico, partidários de uma política externa não alinhada com nenhuma das grandes potências atualmente em fase de nova “Guerra Fria”, poderiam ser convidadas a contribuir para a formação de um núcleo inicial de pensadores e analistas comprometidos com o fim da polarização e com a promoção de uma verdadeira Governança Alternativa.
        Esta é a minha proposta modesta, que não passa pelos atuais partidos políticos, todos comprometidos com a preservação dos mecanismos predatórios existentes, não apenas as emendas compulsórias, mas também os dois fundos ilegítimos sustentando os partidos e suas campanhas eleitorais. Ela passa pela congregação dos melhores subsídios a uma nova política econômica e social não comprometida com nenhum dos dois polos atuais do cenário eleitoral, mas voltada para as reformas fundamentais de que o Brasil necessita, inclusive na área mais sensível da legislação partidária eleitoral, assim como na alocação de recursos orçamentários. Na área da política externa e da diplomacia passa pela superação da atual postura de aliança com um bloco dominado por duas grandes potências autocráticas, em favor da manutenção de nossa tradicional autonomia decisória nos grandes temas da política mundial.
        A Governança Alternativa, ou qualquer outra designação que venha a ter, precisa se firmar como uma via de escape à atual prisão da polarização política.

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5190, 18 janeiro 2026, 2 p.

Lula: This Hemisphere Belongs to All of Us - Luiz Inácio Lula da Silva (The New York Times) - Comentário preliminar por Paulo Roberto de Almeida

Comentário preliminar de Paulo Roberto de Almeida ao Artigo assinado pelo presidente Lula (certamente preparado no mais alto nível diplomático) publicado neste domingo no New York Times

        Deve ser lido com cuidado, refletido e aguardar repercussões, que podem ser positivas, ao demonstrar um posicionamento claro contra o arbítrio e a arrogância unilateral, ou negativas, ao atrair reações retaliatórias de quem é acusado de violações do Direito Internacional.

        Cabe registrar, porém, que muitos argumentos substantivos se aplicam não apenas a Trump e ao hemisfério, mas também, e sobretudo, a quem começou violando a Carta da ONU em outras partes do mundo, em especial a Putin e sua guerra de agressão na Ucrânia e, antes, na Georgia, Moldova e outras provocações contra países anteriormente dominados pelo opressivo império soviético (que parece estar sendo reconstruído).

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 18/01/2026

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“*The New York Times - Lula: This Hemisphere Belongs to All of Us*

Jan. 18, 2026

By Luiz Inácio Lula da Silva

The United States’ bombings in Venezuelan territory and the capture of its president on Jan. 3 are yet another regrettable chapter in the continuous erosion of international law and the multilateral order established after World War II.

Year after year, major powers have intensified attacks on the authority of the United Nations and its Security Council. When the use of force to resolve disputes ceases to be the exception and becomes the rule, global peace, security and stability are jeopardized. If norms are followed only selectively, anomie sets in and weakens not only individual states but the international system as a whole. Without collectively agreed-on rules, it is impossible to build free, inclusive and democratic societies.

Heads of state or government — from any country — can be held accountable for actions that undermine democracy and fundamental rights. No leaders have monopolies over the suffering of their peoples. But it is not legitimate for another state to arrogate to itself the right to deliver justice. Unilateral actions threaten stability around the world, disrupt trade and investment, increase refugee flow and further weaken the capacity of states to confront organized crime and other transnational challenges.

It is particularly worrying that such practices are being visited on Latin America and the Caribbean. They bring violence and instability to a part of the world that strives for peace through the sovereign equality of nations, the rejection of the use of force and the defense of the self-determination of peoples. In more than 200 years of independent history, this is the first time that South America has come under direct military attack by the United States, though American forces previously intervened in the region.

Latin America and the Caribbean are home to more than 660 million people. We have our own interests and dreams to defend. In a multipolar world, no country should have its foreign relations questioned for seeking universality. We will not be subservient to hegemonic endeavors. Building a prosperous, peaceful and pluralistic region is the only doctrine that suits us.

Our countries must strive for a positive regional agenda that is capable of overcoming ideological differences in favor of pragmatic results. We want to attract investment in physical and digital infrastructure, promote quality jobs, generate income and expand trade within the region and with nations outside it. Cooperation is fundamental to mobilizing the resources that we so desperately need to combat hunger, poverty, drug trafficking and climate change.

History has shown that the use of force will never move us closer to these goals. The division of the world into zones of influence and neocolonial incursions for strategic resources are outdated and damaging.

It is crucial that the leaders of the major powers understand that a world of permanent hostility is not viable. However strong those powers may be, they cannot rely simply on fear and coercion.

The future of Venezuela, and of any other country, must remain in the hands of its people. Only an inclusive political process, led by Venezuelans, will lead to a democratic and sustainable future. This is an essential condition for the millions of Venezuelan nationals, many of whom are temporarily sheltered in Brazil, to be able to safely return home. Brazil will continue working with the Venezuelan government and people to protect the more than 1,300 miles of border that we share and to deepen our cooperation.

It is in this spirit that my government has engaged in constructive dialogue with the United States. We are the two most populous democracies on the American continents. We in Brazil are convinced that uniting our efforts around concrete plans for investment, trade and combating organized crime is the way forward. Only together can we overcome the challenges that afflict a hemisphere that belongs to all of us.”


Condenados à mediocridade? Assim parece… - Paulo Roberto de Almeida

 Fatalidade:

Vamos convir o seguinte: somos todos, como intelectuais irrelevantes de classe média, absolutamente inócuos do ponto de vista de uma possível resolução dos mais graves problemas da nação brasileira, não muito diferente do panorama social que assustava Monteiro Lobato mais de cem anos atrás: um país de Jecas, iletrados e carentes de qualquer educação de qualidade. É isso que perpetua as oligarquias do poder, de direita e de esquerda, todas predatórias dos recursos públicos, inclusive os militares e, sobretudo, a aristocracia do Judiciário.

Temos um longo caminho pela frente: a educação das massas, o que vai demorar para ocorrer. Calculo que ainda temos duas ou três gerações de mediocridade pela frente.

Sorry pelo pessimismo realista.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 18/01/2026

Uma consulta relevante do ponto de vista da profissão diplomática, que pretendo responder - Leon Nunes,Paulo Roberto de Almeida

Com perdão pela indiscrição e revelação, o que não costumo fazer, mas considero a questão do Leon Nunes especialmente importante, tanto no plano acadêmico, quanto profissional ou intelectual e pessoal para responder devidamente, o que não posso fazer agora. Transcrevo como missão a cumprir, ou desafios a responder, nos próximos dias. PRA.

Postagem numa postagem neste espaço: 

 Leon Nunes deixou um novo comentário na sua postagem "As principais ideologias políticas do brasileiro, segundo Christian Christian Edward Cyril Lynch, em matério do Meio (Pedro Doria):":


Bom dia, embaixador. Publicação interessante. Fiquei curioso por essa divisão. Procurarei conhecer melhor essa noção de "conservador societário".

Para além disso, tenho um outro ponto: queria aproveitar para pedir que o sr. falasse um pouco sobre sua disciplina de estudos. É notório o grau de dedicação que você dá a suas leituras e projetos intelectuais, o que considero admirável. Já o ouvi falando que a diplomacia tem muitos burocratas e poucos intelectuais, mas, apesar disso, o ambiente é favorável a uma vida de estudos? Ou tudo o que o sr. construiu foi "apesar" de sua condição de diplomata? De minha parte, também sou dr. em Ciências Sociais e mero aspirante ao Itamaraty. Sempre acompanho suas publicações e suas recomendações bibliográficas.

Agradeço pela atenção desde já, um abraço!

Cancele a inscrição nos e-mails sobre comentários deste blogo

PRA: Tenho a intenção de responder, mas não imediatamente.

Estatísticas de postagens no blog Diplomatizzando, de 2006 a 2026 - Paulo Roberto de Almeida

 Estatísticas de postagens no blog Diplomatizzando

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Nota quantitativa sobre as postagens no meu blog Diplomatizzando

        Reproduzo abaixo as estatísticas anualizadas sobre o número de postagens publicadas em meu blog Diplomatizzando, sendo que eu tive vários blogs anteriores, descontinuados, assim como continuei mantendo vários blogs paralelos (para resenhas de livros, por exemplo, ou para seguir diversas eleições presidências, nesse período), cabendo ainda registrar que os números não se referem a produção própria, mas postagens diversas, de terceiros, materiais diversos de imprensa, notas ligeiras, e mesmo alguns trabalhos mais substantivos. Quando se trata de algum texto mais intenso, meu ou de outras fontes, eu costumo publicar por inteiro na plataforma de interação acadêmica Academia.edu e apenas fazer uma chamada em meu blog.
        Resumindo, de 2007 a 2025 (anos inteiros), eu efetuei 28903 postagens, uma média de 1.521 postagens por ano, a que se deve acrescentar os 193 em seis meses de 2006, ou uma média de 32 por mês. No total, seriam 29.096 postagens até o final de 2025. Digamos que as 1.521 postagens em 19 anos, correspondam a uma média aproximada de 127 postagens, em média, nos 228 meses desses 19 anos, ou mais de 4 postagens por dia, o que me parece uma produtividade “blogueira” respeitável, mas desigual ao longo dos anos, com números modestos na sequência e alguma redução no período mais recente. Para comparação, nos 17 dias completos de janeiro de 2026 foram 80 postagens, ou 4,7 postagens por dia, o que parece manter a média diária daqueles anos completos.
        Essa contabilidade significa que eu mantive uma média de quase cinco postagens ao dia, durante todo o período, o que me parece um volume diário bastante respeitável. Preciso fazer uma análise detalhada dessas postagens, para separar o que é produção própria, ou seja, escritos pessoais na sua integralidade, ou postagens de terceiros, ou simples remissões a postagens alheias (notícias e matérias de imprensa, por exemplo). Acredito que menos de um terço, talvez até menos, das postagens correspondam a produção própria, se ouso interpretar assim o volume próprio da produção pessoal. Já mantive uma tabela estatística dos trabalhos originais produzidos (inclusive com o número de páginas “produzidas”, o que inclui um pouco de Lavoisier) e dos trabalhos publicados. Se consulto agora essa produção, eu poderia ter os seguintes resultados, para esses 19 anos completos:     
        Número total de trabalhos Originais produzidos:
De 2007 a 2025, de 1707 a 5166 = 3.459 trabalhos
2007: 1707 a 1847 = 140
2008: 1848 a 1969 = 121
2009: 1970 a 2078 = 108
2010: 2079 a 2233 = 154
2011: 2234 a 2348 = 114
2012: 2349 a 2457 = 108
2013: 2458 a 2550 = 92
2014: 2251 a 2740 = 489
2015: 2741 a 2912 = 171
2016: 2913 a 3072 = 159
2017: 3073 a 3222 = 149
2018: 3223 a 3390 = 167
2019: 3391 a 3559 = 168
2020: 3590a e 3590b a 3830 = 241
2021: 3831 a 4053 = 222
2022: 4054 a 4296 = 342
2023: 4297 a 4540 = 243
2024: 4541 a 4820 = 279
2025: 4821 a 5166 = 345
2026: (17 dias) = 80 postagens, sendo de 5167 a 5188 = 21
2006 (seis meses): 193 postagens, sendo de 1535 a 1706 = 171

De 2007 a 2025 (19 anos): De 2007 a 2025, de 1707 a 5166 = 3.459 trabalhos.

        3.499 trabalhos em 19 anos, resulta em 182 trabalhos por ano, ou 15 por mês, ou meio trabalho por dia. Acho que é uma média boa, para quem passa, como eu, bem umas seis ou sete horas no computador, lendo, escrevendo, postando.
        Abaixo, as estatísticas retiradas de meu blog Diplomatizzando e após consulta às listas anuais de trabalho. Preciso completar a tabela que costumava fazer, com o número de páginas escritas por mês, por semana, por dia, e a média das páginas por trabalho.

    Estatísticas do Diplomatizzando, que todos podem consultar, acessar, ler e criticar.
► 2025 (1582)
► 2024 (1681)
► 2023 (1268)
► 2022 (1317)
► 2021 (1250)
► 2020 (1711)
► 2019 (1624)
► 2018 (1134)
► 2017 (937)
► 2016 (1203)
► 2015 (1479)
► 2014 (3131)
► 2013 (3297)
► 2012 (2221)
► 2011 (2416)
► 2010 (2336)
► 2009 (648)
► 2008 (162)
► 2007 (146)
► 2006 (193)

        Agradeço aos meus leitores pela atenção dedicada aos trabalhos, mas não acredito que alguém tenha sido capaz de seguir todas as minhas postagens ao longo dos anos (aliás, nem eu, pois várias foram postadas e jamais lidas novamente). Trata-se de um diretório, de um arquivo, de um repositório de tudo o que ocorreu no Brasil e no mundo nas últimas duas décadas. Talvez me seja útil para escrever minhas memórias, se algum dia eu tiver essa oportunidade.

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5188, 18 janeiro 2026, 3 p.

Putin é um criminoso de guerra e contra a humanidade. A Rússia é um Estado terrorista - Anton Geraschenko

Putin é um criminoso de guerra e contra a humanidade. A Rússia é um Estado terrorista:

From: Anton Geraschenko

Jan 17, 2026

“‼️ Russia is committing energy genocide against Ukrainians

Russia's campaign of strikes against Ukraine's energy sector during the harshest frosts is not a series of "episodes" and not a "military necessity." It is a systematic operation aimed at destroying living conditions. Repeated attacks on power generation and networks trigger a predictable chain - blackouts → heating shutdown → water supply problems - precisely in winter, when harm to civilians is at its maximum.

Reuters, citing UNICEF and the IFRC, directly warns about the risks of hypothermia for children due to the lack of electricity and heat. Russia strikes not only 'visible' power plants, but also high-voltage transmission nodes - substations and power lines that maintain regional power flows. This creates an effect of "cutting" the energy system: even when part of the generation is preserved, damaged nodes make it inaccessible where the shortage is most acute, multiplying humanitarian consequences. In its statement at the IAEA Board of Governors on Ukraine, European External Action Service condemned Russia's attacks on energy infrastructure and noted separately that damage to key substations has forced Ukrainian nuclear power plants to take emergency measures.

This directly concerns nuclear safety. In its regular updates, the IAEA emphasizes that the degradation of the power grid during the war poses a serious threat to the safety of operating nuclear power plants and to the situation around the occupied Zaporizhzhia NPP, which has repeatedly lost its external power supply. When strikes disrupt the operation of substations and power lines, the likelihood of a regime in which stations depend on emergency power sources increases - one of the most dangerous scenarios in terms of preventing a man-made accident.

‼️ What Russia is doing is a war crime. International humanitarian law prohibits attacks on objects that are indispensable for the survival of the civilian population, as well as actions aimed at depriving civilians of basic living conditions (water, heat, critical services) - this is enshrined in customary law (ICRC Rule 54) and in Additional Protocol I (Article 54). The UN Human Rights Monitoring Mission in Ukraine warns that repeated strikes on energy infrastructure put civilians at serious risk and are critical to the survival of the civilian population.

‼️ Russia's attacks on Ukraine's energy infrastructure bear the characteristics of the crime of genocide, a war crime, and a crime against humanity, as they predictably lead to mass suffering and deaths of civilians and are a policy of "destruction of living conditions."

Russia is committing genocide. Right now. In Europe.”

Postagem em destaque

Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...