Transcrevo, primeiro:
Comunicado de Presos Políticos en Venezuela
Caso Zuloaga es de terrorismo judicial
Sabado, 12 junio 2010
Nosotros, presos políticos del régimen del Gobierno del Presidente Hugo Chávez, recibimos con alarma la orden de privación de libertad contra el Presidente de Globovisión Guillermo Zuloaga y su hijo Guillermo Zuloaga Sisso.
Por más energías que invierta la ex consultora jurídica de Venezolana de Televisión -canal de propaganda del régimen- hoy Fiscal General de la República, Luisa Ortega Díaz, en desviar las motivaciones de esta decisión; quienes padecemos la represión judicial del señor Chávez, sabemos que éste es un proceso político.
Con preocupación observamos, que los gritos de la comunidad
internacional y organismos hemisféricos quedan en el vacío, habida cuenta que el régimen en Venezuela, burla a la OEA, a la ONU, a la SIP, a la Corte Interamericana de Derechos Humanos, en fin, a todas las voces acostumbradas al orden y a la democracia y que no tienen espacio en Venezuela.
Lo que el Presidente quiere es silenciar, por la vía de la fuerza, un medio de comunicación que sirve de ventana para reflejar esta hora menguada y bochornosa que hoy vive el país.
Mientras el Presidente en sus apariciones públicas pide para sus
opositores, sentencias, a las que cándidamente obedecen los Poderes Públicos a su servicio, muchos de sus Bolifuncionarios gozan de medidas cautelares aún cuando están acusados de delitos de corrupción.
En Venezuela, el Presidente ordena y horas más tarde los tribunales
ejecutan. Así de grave es el estado de indefensión que vivimos. Sumado a esto, se obliga a huelguistas de hambre por la fuerza a desistir de su protesta, una cosa nunca vista ni siquiera en la Cuba de Fidel Castro.
Que más podemos decir para sacudir a la comunidad internacional, al país y a los venezolanos y sacarlos de su apatía, de su conformismo, de su cobardía cívica frente al Gobierno del Teniente Coronel Hugo Chávez.
El caso Zuloaga, sirve para alertarlos de lo que puede suceder y va a
suceder si se deja pasar lo que se está diciendo y se está haciendo. No nos acompañen con sus oraciones solamente. Están notificados. Están advertidos. En Venezuela lentamente muere la democracia.
Desde las cárceles en Venezuela a los 12 dias del mes de junio de 2010 , los prisioneros políticos:
Jueza María Lourdes Afiuni
Comisario Iván Simonovis
Comisario Lázaro Forero
Periodista Leocenis García
Periodista Biagio Pilieri
Comisario José Sanchez “Mazuco”
Capitán Otto Guevauer
General Delfin Gómez
Ingeniero Silvio Merida
===========
Agora, terminada a transcrição, confesso que gostaria de ler a seguinte nota à imprensa:
De: AIG - Imprensa [imprensa@itamaraty.gov.br]
Enviado: domingo, 13 de junho de 2010
Assunto: INFO 158 - Situação política na República Bolivariana da Venezuela
Ministério das Relações Exteriores
Assessoria de Imprensa do Gabinete
Nota à imprensa n° 158
13 de junho de 2010
Situação política na República Bolivariana da Venezuela
O Governo brasileiro acompanha com preocupação os desenvolvimentos políticos que vêm ocorrendo na República Bolivariana da Venezuela, que levaram à prisão de diversos opositores do governo naquela república irmã, em condições que desafiam o conceito comum e corrente de democracia, aliás respaldado em instrumentos interamericanos já consagrados. O Brasil se associa às manifestações de repúdio à violação dos direitos elementares de manifestação política, bem como à constante erosão da normalidade democrática no país irmão.
O Governo brasileiro exorta as autoridades venezuelanas a se manterem dentro da legalidade democrática e a atuarem com moderação no tratamento dos seus opositores, de forma a preservar o quadro político-institucional e a restabelecer a ordem constitucional e democrática no país.
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PS.: A nota acima é, obviamente, completamente fictícia, não tendo, como nas obras de ficção, qualquer compromisso com a realidade. Qualquer relação com personagens, situações e eventos existentes não passa de mera coincidência...
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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