Acho que já tinha anunciado neste espaço, mas é que agora recebi os links das respectivas publicações.
O Fim da História, de Fukuyama, vinte anos depois: o que ficou?
Paulo Roberto de Almeida
Doutor em Ciências Sociais, Mestre em Planejamento Econômico.
Diplomata de carreira, professor de pós-graduação do Uniceub.
Publicado em Mundorama (21.01.2010; link).
Republicado no Meridiano 47 (n. 114, janeiro 2010; link).
Relação de Publicados n. 949.
Sumário:
1. O que restou, vinte anos depois, da tese controversa de Fukuyama?
2. O que Fukuyama de fato escreveu?
3. Fukuyama tinha razão?
4. Do fim da História ao fim da Geografia
5. Existem opções aos órfãos do socialismo?
Resumo: Reavaliação das principais teses de Francis Fukuyama, em seu ensaio de teoria da história sobre a ausência de alternativas às democracias liberais de mercado, depois da derrocada dos sistemas socialistas e do início do processo de transição nos antigos Estados do sistema socialista, fenômeno equiparado por esse autor a um equivalente do ‘fim da História’ da tradição interpretativa hegeliana. A tese é válida em sua concepção geral, mas os processos concretos de transição não obedecem a um padrão único de organização política, econômica e social.
Palavras-chave: Francis Fukuyama, fim da História, socialismo, capitalismo.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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Um comentário:
Gostei do artigo! Toca em muitos pontos que não são discutidos pelos autores que criticam Fukuyama. Quando li "The End of History?", pela primeira vez, logo percebi que haviam muitas diferenças no que escrevia e no que historiadores como François Dosse ou Josep Fontana alegavam...
Sobre a polêmica do "Incontornável Marx"...uma interessante recordação para mim. Seu organizador foi meu professor durante a graduação. Um cara legal e genial, mas um pouco "difícil de conviver" com quem desejava enxergar as Ciências Humanas para além de Marx.
Mas uma coisa é certa, professor... como o senhor mesmo afirmou...o que fez não foi uma resenha.
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