Não sei bem por que, ou como, mas assistindo às cenas estrepitosas da realidade brasileira neste exato momento, resolvi colocar meus likes e dislikes, apenas para marcar certas posturas em face dessa mesma realidade:
Coisas de que mais gosto:
1) Conhecimento: que adquiro por meio de livros ou quaisquer outros suportes, como cultura, como lazer, como ferramenta, para minha profissão preferida, a de professor;
2) Solidariedade com os mais fracos, nem sempre diretamente, mas por meio de políticas públicas, que para mim significa crescimento com equidade e inclusão, o que obtive com esforço próprio, mas nem todo mundo tem essa chance.
Coisas que mais desprezo, detesto, abomino:
1) Racismo: sob qualquer forma, cor, feitio, disfarce.
2) Políticos corruptos: nem preciso explicar, não é?
Por enquanto basta...
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 1/05/2026
Post Scriptum: eu tinha finalizado pelos políticos corruptos, e disse que por enquanto bastava, mas não posso me conter ao ter lido uma pequena nota, que tem tudo para ser verdadeira conhecendo os despudorados representantes de certa aristocracia judiciária. Por isso vou corrigir meu ponto 2, das coisas que mais abomino nesta humilde terra de aproveitadores:
2) Políticos corruptos e magistrados assaltantes do dinheiro público: preciso explicar?
A explicação está aqui:
"Em reação à decisão do Supremo Tribunal Federal que restringiu o pagamento de supersalários à magistratura, o Tribunal de Justiça do Paraná criou um novo “penduricalho” transformando todos os magistrados do Estado em professores. O benefício pode render até R$ 14 mil por mês para cada um fora do teto remuneratório imposto pela Constituição.
A resolução da Corte burla a decisão do Supremo ao descaracterizar o exercício de magistério. (Estadão, 1/05/2026)"
2) Políticos corruptos e magistrados assaltantes do dinheiro público: preciso explicar?
A explicação está aqui:
"Em reação à decisão do Supremo Tribunal Federal que restringiu o pagamento de supersalários à magistratura, o Tribunal de Justiça do Paraná criou um novo “penduricalho” transformando todos os magistrados do Estado em professores. O benefício pode render até R$ 14 mil por mês para cada um fora do teto remuneratório imposto pela Constituição.
A resolução da Corte burla a decisão do Supremo ao descaracterizar o exercício de magistério. (Estadão, 1/05/2026)"
Nenhum comentário:
Postar um comentário