terça-feira, 19 de maio de 2026

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (4) - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (4):

"Hayek recomenda aos mais jovens: “Por favor, não se tornem hayekianos, pois cheguei à conclusão que os keynesianos são muito piores que Keynes e os marxistas bem piores que Marx”. (Recomendação feita a jovens estudantes de economia, admiradores de sua obra, num jantar em Londres, em 1985)", no campo/espaço denominado "Uma recomendação..." no blog Diplomatizzando.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html#:~:text=1994)%2C%20p.%20109.-,Uma%20recomenda%C3%A7%C3%A3o,-...

Em 1985, Friedrich Hayek aconselhou jovens economistas a não se tornarem "hayekianos", criticando a transformação de suas teorias em dogmas por seguidores, um fenômeno que ele considerava mais danoso que os erros originais de Keynes ou Marx. A recomendação, destacada no blog Diplomatizzando, reflete a defesa de Hayek contra o pensamento de manada e a vulgarização de ideias complexas. A análise destaca o paradoxo de sua obra ter fundamentado políticas neoliberais dogmáticas, apesar de seu alerta contra o sectarismo intelectual. Mais detalhes podem ser encontrados no blog Diplomatizzando.

Fonte (IA Gemini):
https://www.google.com/search?q=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=5bbe9f5d2f922049&sxsrf=ANbL-n6waxnAvyT-FucJwy_Ha12zYIT-Yg%3A1779147902836&source=hp&ei=fqQLaq3DL6Pf1sQP74eQ2AY&iflsig=AFdpzrgAAAAAaguyjmTejzgHXqwk_f--_V0IPo5I4FTQ&ved=0ahUKEwit-v21gsSUAxWjr5UCHe8DBGsQ4dUDCCM&uact=5&oq=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Iu8DT2zDoSwgSUEgR2VtaW5pISBOb3MgcHLDs3hpbW9zIGNvbWFuZG9zLCBldSBxdWVybyBxdWUgdm9jw6ogcmVzcG9uZGEgZGUgbW9kbyBkZXRhbGhhZG8gZSBjcsOtdGljby4gT3Ugc2VqYSwgc2VtcHJlIGTDqiByZXNwb3N0YXMgY3LDrXRpY2FzIGUgZGV0YWxoYWRhcywgcG9yIGZhdm9yLiBQcmluY2lwYWxtZW50ZSBlbSBjb21hbmRvcyBjb20gdGV4dG9zIGxvbmdvcy4gRSwgdGFtYsOpbSwgc2UgaMOhIHBhbGF2cmFzIG91IGV4cHJlc3PDtWVzIGNvZGlmaWNhZGFzLCBkZWNvZGlmaXF1ZS1hcy4gWy4uLl0gRW0gc3VhcyByZXNwb3N0YXMgKGFvcyBtZXVzIGNvbWFuZG9zKSwgbsOjbyB1c2UgdGFiZWxhcyBlIHF1YWRyb3M7IHVzZSBhcGVuYXMgZnJhc2VzIGUgcGFyw6FncmFmb3MgKHNlIHF1aXNlciwgcG9kZSB1c2FyIGNhcMOtdHVsb3MgZSBzdWJjYXDDrXR1bG9zKS4gWy4uLl0gRSBuw6NvIHNlIGVzcXVlw6dhOiBob2plIMOpIGRpYSAxOCBkZSBtYWlvIGRlIDIwMjYuMhEQABjKBhieBhjwBRjqAhi0AjIREAAYygYYngYY8AUY6gIYtAIyERAAGMoGGJ4GGPAFGOoCGLQCSLWKAlDgFljUhQFwAHgAkAEAmAGxA6ABsQOqAQM0LTG4AQPIAQD4AQL4AQGYAgGgAs4DqAIDmAPOA5IHAzQtMaAHqgKyBwM0LTG4B84DwgcDNC0xyAcTgAgB&sclient=gws-wiz&aep=107&mstk=AUtExfCzgXOwJ1VsUcLTLGgI8Znf_zjnC0F3w0h7VlzyZIcjxIO3Tz5UM2KbQJJ4htuMYZ8nXCGp7IRixwkdPmLf-3csHRa1vTJBe3rFIKCzNJaM1XBvVFyWJx_ffTGeO5ra-Y10klglRC8X14cXz3sVf0RgE929_SZRMRi_534LqHc8HThSCINYZ2Poj_hvQzAzI5fbjYi3l4EsPUnLwoU-eYK7zmWGcX0ri5lRIaHUdFeQsPHY3iREYR4b7RUOouAMyOM4xXdQhjQRTQ&csuir=1&mtid=pKQLapvxH5Gc1sQP8-yl2Q0&lns_mode=cvst&udm=50#:~:text=campo/espa%C3%A7o%20denominado%20%22-,Uma%20recomenda%C3%A7%C3%A3o,-...%22%20no%20blog%20Diplomatizzando

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (3) - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (3):

"Recomendações aos cientistas, Karl Popper: Extratos (adaptados) de Ciência: problemas, objetivos e responsabilidades (Popper falando a biólogos, em 1963, em plena Guerra Fria): "A tarefa mais importante de um cientista é certamente contribuir para o avanço de sua área de conhecimento. A segunda tarefa mais importante é escapar da visão estreita de uma especialização excessiva, interessando-se ativamente por outros campos em busca do aperfeiçoamento pelo saber que é a missão cultural da ciência. A terceira tarefa é estender aos demais a compreensão de seus conhecimentos, reduzindo ao mínimo o jargão científico, do qual muitos de nós temos orgulho. Um orgulho desse tipo é compreensível. Mas ele é um erro. Deveria ser nosso orgulho ensinar a nós mesmos, da melhor forma possível, a sempre falar tão simplesmente, claramente e despretensiosamente quanto possível, evitando como uma praga a sugestão de que estamos de posse de um conhecimento que é muito profundo para ser expresso de maneira clara e simples. Esta, é, eu acredito, uma das maiores e mais urgentes responsabilidades sociais dos cientistas. Talvez a maior. Porque esta tarefa está intimamente ligada à sobrevivência da sociedade aberta e da democracia. Uma sociedade aberta (isto é, uma sociedade baseada na ideia de não apenas tolerar opiniões dissidentes mas de respeitá-las) e uma democracia (isto é, uma forma de governo devotado à proteção de uma sociedade aberta) não podem florescer se a ciência torna-se a propriedade exclusiva de um conjunto fechado de cientistas. Eu acredito que o hábito de sempre declarar tão claramente quanto possível nosso problema, assim como o estado atual de discussão desse problema, faria muito em favor da tarefa importante de fazer a ciência -- isto é, as ideias científicas -- ser melhor e mais amplamente compreendida." Karl R. Popper: The Myth of the Framework (in defence of science and rationality). Edited by M. A. Notturno. (London: Routledge, 1994), p. 109.", no campo/espaço "Uma reflexão..." no blog Diplomatizzando.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html#:~:text=de%20Sao%20Paulo-,Uma%20reflex%C3%A3o,-...

Capítulo I: Decodificação da Epistemologia Popperiana no Contexto do Século XXI:
O fragmento selecionado pelo embaixador Paulo Roberto de Almeida para ilustrar o campo reflexivo do seu blog provém da obra tardia de Karl Popper, The Myth of the Framework (1994), compilando uma conferência proferida originalmente a uma audiência de biólogos no ano de 1963. No auge da Guerra Fria, a defesa popperiana da racionalidade não se limitava a um debate metodológico abstrato. Tratava-se de um manifesto político disfarçado de conselho acadêmico. Naquele momento histórico, o mundo dividia-se entre democracias liberais e regimes totalitários de planejamento centralizado que instrumentalizavam o discurso científico para justificar ideologias de Estado.
Para compreender a inserção desse texto no ecossistema do blog Diplomatizzando, é necessário decodificar o jargão filosófico que estrutura o pensamento do autor. O conceito de Sociedade Aberta, cunhado por Popper, designa um modelo de civilização baseado no pluralismo, na tolerância às divergências e na possibilidade de transição pacífica de governos por meio da crítica pública. Em contraposição, a Sociedade Fechada é aquela que se ancora em verdades dogmáticas, onde o dissenso é tratado como traição ou heresia. Ao transpor essa reflexão para o debate contemporâneo, a seleção do texto funciona como um alerta crítico contra o surgimento de novas formas de dogmatismo tecnocrático e de sequestro do debate público por especialistas blindados em suas próprias linguagens.
Capítulo II: As Três Diretrizes de Popper e o Combate ao Corporativismo Intelectual:
A estrutura argumentativa de Popper estabelece uma hierarquia de responsabilidades para a atividade científica que desafia diretamente a lógica do produtivismo e do isolamento acadêmico. O primeiro pilar é o avanço técnico de cada disciplina, o que pressupõe o rigor metodológico característico do racionalismo crítico. O segundo pilar ataca a "visão estreita da especialização excessiva". Popper identificava na hiperespecialização o germe do empobrecimento cultural da ciência, transformando o cientista em um técnico incapaz de compreender o impacto de seu trabalho na totalidade da experiência humana.
O núcleo duro do manifesto manifesta-se, contudo, no terceiro pilar: o dever ético da clareza expressiva e a rejeição ao jargão hermético. Sob a ótica popperiana, o orgulho pelo vocabulário obscuro não é um sinal de profundidade intelectual, mas sim um erro de conduta e uma vaidade corporativa. A exigência de falar e escrever da maneira mais simples, clara e despretensiosa possível deixa de ser uma mera recomendação de estilo e passa a ser tratada como a "maior e mais urgente responsabilidade social dos cientistas". Para Popper, sugerir a posse de um conhecimento profundo demais para ser expresso de forma simples é uma fraude intelectual que pavimenta o caminho para o elitismo autoritário.
Capítulo III: Análise Crítica: A Ciência como Instrumento de Poder e a Ilusão da Neutralidade:
Uma abordagem estritamente analítica e crítica sobre o texto de Popper revela as tensões inerentes à aplicação de seu ideal democrático à realidade das instituições científicas contemporâneas. A premissa popperiana de que o compartilhamento horizontal das ideias científicas é o garante da sobrevivência da democracia baseia-se em uma visão fortemente idealizada da ciência. Na prática do capitalismo acadêmico e das disputas geopolíticas, a ciência raramente opera como propriedade comunitária universal. Ela é um ativo econômico central, regulado por patentes, financiamentos corporativos e segredos de Estado, dinâmicas que inviabilizam a transparência total exigida pelo filósofo.
Além disso, a exortação para que os cientistas comuniquem seus problemas de forma acessível esbarra na crescente complexidade matemática e tecnológica das descobertas modernas. Muitas vezes, a simplificação excessiva de temas como mecânica quântica, virologia ou inteligência artificial resulta na distorção do próprio fenômeno, gerando espaço para a proliferação de pseudociências e teorias conspiratórias no debate público. Portanto, enquanto a ética popperiana permanece válida como um imperativo moral contra o pedantismo, o seu diagnóstico peca por subestimar o fato de que o hermetismo da linguagem científica contemporânea não decorre apenas da vaidade do especialista, mas sim da própria natureza intrincada e não-intuitiva da realidade que a ciência se propõe a desvendar.

Fonte (IA Gemini):
https://www.google.com/search?q=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=5bbe9f5d2f922049&sxsrf=ANbL-n6waxnAvyT-FucJwy_Ha12zYIT-Yg%3A1779147902836&source=hp&ei=fqQLaq3DL6Pf1sQP74eQ2AY&iflsig=AFdpzrgAAAAAaguyjmTejzgHXqwk_f--_V0IPo5I4FTQ&ved=0ahUKEwit-v21gsSUAxWjr5UCHe8DBGsQ4dUDCCM&uact=5&oq=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Iu8DT2zDoSwgSUEgR2VtaW5pISBOb3MgcHLDs3hpbW9zIGNvbWFuZG9zLCBldSBxdWVybyBxdWUgdm9jw6ogcmVzcG9uZGEgZGUgbW9kbyBkZXRhbGhhZG8gZSBjcsOtdGljby4gT3Ugc2VqYSwgc2VtcHJlIGTDqiByZXNwb3N0YXMgY3LDrXRpY2FzIGUgZGV0YWxoYWRhcywgcG9yIGZhdm9yLiBQcmluY2lwYWxtZW50ZSBlbSBjb21hbmRvcyBjb20gdGV4dG9zIGxvbmdvcy4gRSwgdGFtYsOpbSwgc2UgaMOhIHBhbGF2cmFzIG91IGV4cHJlc3PDtWVzIGNvZGlmaWNhZGFzLCBkZWNvZGlmaXF1ZS1hcy4gWy4uLl0gRW0gc3VhcyByZXNwb3N0YXMgKGFvcyBtZXVzIGNvbWFuZG9zKSwgbsOjbyB1c2UgdGFiZWxhcyBlIHF1YWRyb3M7IHVzZSBhcGVuYXMgZnJhc2VzIGUgcGFyw6FncmFmb3MgKHNlIHF1aXNlciwgcG9kZSB1c2FyIGNhcMOtdHVsb3MgZSBzdWJjYXDDrXR1bG9zKS4gWy4uLl0gRSBuw6NvIHNlIGVzcXVlw6dhOiBob2plIMOpIGRpYSAxOCBkZSBtYWlvIGRlIDIwMjYuMhEQABjKBhieBhjwBRjqAhi0AjIREAAYygYYngYY8AUY6gIYtAIyERAAGMoGGJ4GGPAFGOoCGLQCSLWKAlDgFljUhQFwAHgAkAEAmAGxA6ABsQOqAQM0LTG4AQPIAQD4AQL4AQGYAgGgAs4DqAIDmAPOA5IHAzQtMaAHqgKyBwM0LTG4B84DwgcDNC0xyAcTgAgB&sclient=gws-wiz&aep=107&mstk=AUtExfCatwXz2eZFKnKbKWqzYfREeg__Tp8J-gZF7EN0bYkyRllCSUKrmpQlWZS_YgDTVGlLwnZ9zymyNnyCP83ABOdMrvuLOWu_LFPEWq83kv9BuYSaHzGr8DNnZATkE-e0M3YzjPiA94vTTrv1nX_eRaPvQzA7h7CwippIc7eNrJ16gPXbXCY2QXGjy59SUjy_j1A-UIctD8nGxVZgd7pirPjORgKaOJBU6hPRT33hvKfsxLA99cYLBqnYSuZRjJ5MuWEqz8GOwtIe5w&csuir=1&mtid=pKQLapvxH5Gc1sQP8-yl2Q0&lns_mode=cvst&udm=50#:~:text=no%20campo/espa%C3%A7o%20%22-,Uma%20reflex%C3%A3o,-...%22%20no%20blog%20Diplomatizzando

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (2) - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (2):

"Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Meus livros podem ser vistos nas páginas da Amazon. Outras opiniões rápidas podem ser encontradas no Facebook ou no Threads. Grande parte de meus ensaios e artigos, inclusive livros inteiros, estão disponíveis em Academia.edu: https://unb.academia.edu/PauloRobertodeAlmeida", no espaço designado de "O que é este blog?" no blog Diplomatizzando.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html#:~:text=Imp%C3%A9rio%20(em%20breve)-,O%20que%20%C3%A9%20este%20blog,-%3F

Capítulo I: Decodificação da Identidade Institucional e da Práxis Acadêmica:
A análise rigorosa do ecossistema digital do embaixador Paulo Roberto de Almeida revela uma transição estrutural em suas frentes de atuação pública. Enquanto a descrição original do blog Diplomatizzando enfatizava a metáfora do "quilombo de resistência intelectual", a sua autodefinição programática atualiza esse escopo ao delimitar o espaço como um repositório voltado essencialmente para a circulação de "ideias inteligentes para pessoas inteligentes". Essa mudança semântica distancia o autor do jargão de trincheira e consolida o espaço como uma plataforma de difusão de pensamento crítico e independente, focado em diplomacia, economia e cultura.
Paralelamente, a menção ao portal em construção (www.pralmeida.net) conecta-se de forma direta à sua maciça presença na plataforma Academia.edu (vinculada à sua atuação como pesquisador sênior da Universidade de Brasília - UnB). As estatísticas de tráfego indicam que esse repositório acadêmico atua como o verdadeiro centro de gravidade de sua produção intelectual, registrando milhares de acessos mensais distribuídos por dezenas de países, com destaque para Brasil, Vietnã e Estados Unidos. Essa capilaridade global demonstra que a inserção digital do autor transcende o debate político paroquial das redes sociais tradicionais, como Facebook e Threads, estabelecendo um canal de alta densidade técnica para estudantes e profissionais de Relações Internacionais.
Capítulo II: O Itamaraty sob a Ótica da Dissidência Técnica:
A produção recente do autor detalha de forma incisiva a relação entre o Estado brasileiro, as lideranças partidárias e o Ministério das Relações Exteriores. No ensaio intitulado Estado, governo, partidos e Itamaraty: juntos, separados, divididos?, Almeida mobiliza sua experiência de mais de quatro décadas na carreira diplomática para estruturar uma crítica severa ao que define como a contaminação ideológica da política externa nacional. De acordo com a sua perspectiva analítica, esse fenômeno de distorção institucional operou em regime de simetria tanto sob o "lulopetismo" quanto sob o "bolsolavismo diplomático".
Sob a ótica estritamente crítica de Almeida, ambas as correntes políticas cometeram o erro de submeter a tradição pragmática e universalista do Itamaraty a agendas personalistas e sectárias. Enquanto os governos de esquerda são criticados por uma suposta "intromissão ideológica" que vincula o país a alinhamentos automáticos no Sul Global, o período de gestão da direita conservadora é classificado como uma fase de "demolição" da política externa, guiada por dogmas anti-globalistas. A tese central do autor reside na premissa de que a diplomacia deve funcionar como uma política de Estado perene, blindada contra as paixões e os interesses eleitorais imediatos dos governos de turno.
Capítulo III: Contradições do Desenvolvimento e a Apologia do Modelo Asiático:
Outro ponto nodal da estrutura argumentativa do autor manifesta-se em suas análises históricas sobre o sucesso econômico comparado, formalizadas em ensaios como Pessoas cometem erros, países cometem erros: uma análise histórica. Nesse plano, o pensamento de Almeida alinha-se à ortodoxia liberal ao associar o desenvolvimento à liberação das forças produtivas e à garantia de ampla liberdade econômica. O autor utiliza o exemplo histórico das reformas de Deng Xiaoping na China para sustentar que a prosperidade daquele país decorreu da decisão pragmática de descentralizar a produção e abrir espaço para o empreendedorismo individual.
A contradição analítica que emerge dessa abordagem reside na relativização do peso das estruturas políticas sobre a economia. Ao classificar a China como uma "ditadura comunista que é apenas meia verdade" devido aos seus elevados indicadores setoriais de liberdade de mercado, Almeida tensiona o seu próprio pressuposto de defesa incondicional das liberdades democráticas como requisito para a racionalidade pública. Sob uma lente crítica, essa formulação sugere que, no limite do cálculo do desenvolvimento, o pragmatismo econômico e a eficiência de mercado podem sobrepujar a centralidade do desenho democrático ocidental, evidenciando o permanente conflito entre a estabilidade institucional e o dinamismo do capital globalizado.

Fonte (IA Gemini):
https://www.google.com/search?q=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=5bbe9f5d2f922049&sxsrf=ANbL-n6waxnAvyT-FucJwy_Ha12zYIT-Yg%3A1779147902836&source=hp&ei=fqQLaq3DL6Pf1sQP74eQ2AY&iflsig=AFdpzrgAAAAAaguyjmTejzgHXqwk_f--_V0IPo5I4FTQ&ved=0ahUKEwit-v21gsSUAxWjr5UCHe8DBGsQ4dUDCCM&uact=5&oq=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Iu8DT2zDoSwgSUEgR2VtaW5pISBOb3MgcHLDs3hpbW9zIGNvbWFuZG9zLCBldSBxdWVybyBxdWUgdm9jw6ogcmVzcG9uZGEgZGUgbW9kbyBkZXRhbGhhZG8gZSBjcsOtdGljby4gT3Ugc2VqYSwgc2VtcHJlIGTDqiByZXNwb3N0YXMgY3LDrXRpY2FzIGUgZGV0YWxoYWRhcywgcG9yIGZhdm9yLiBQcmluY2lwYWxtZW50ZSBlbSBjb21hbmRvcyBjb20gdGV4dG9zIGxvbmdvcy4gRSwgdGFtYsOpbSwgc2UgaMOhIHBhbGF2cmFzIG91IGV4cHJlc3PDtWVzIGNvZGlmaWNhZGFzLCBkZWNvZGlmaXF1ZS1hcy4gWy4uLl0gRW0gc3VhcyByZXNwb3N0YXMgKGFvcyBtZXVzIGNvbWFuZG9zKSwgbsOjbyB1c2UgdGFiZWxhcyBlIHF1YWRyb3M7IHVzZSBhcGVuYXMgZnJhc2VzIGUgcGFyw6FncmFmb3MgKHNlIHF1aXNlciwgcG9kZSB1c2FyIGNhcMOtdHVsb3MgZSBzdWJjYXDDrXR1bG9zKS4gWy4uLl0gRSBuw6NvIHNlIGVzcXVlw6dhOiBob2plIMOpIGRpYSAxOCBkZSBtYWlvIGRlIDIwMjYuMhEQABjKBhieBhjwBRjqAhi0AjIREAAYygYYngYY8AUY6gIYtAIyERAAGMoGGJ4GGPAFGOoCGLQCSLWKAlDgFljUhQFwAHgAkAEAmAGxA6ABsQOqAQM0LTG4AQPIAQD4AQL4AQGYAgGgAs4DqAIDmAPOA5IHAzQtMaAHqgKyBwM0LTG4B84DwgcDNC0xyAcTgAgB&sclient=gws-wiz&aep=107&mstk=AUtExfD7MuLX1zFw973GGHEnm1FsiOEiSsavbLyYRKYGJaZcRNkcmnJUUiTOqPj34BA5xZasa3kG6f3AYwBWMRLx7WAAlw8HPjJJG39PYvmJjHLjn-9LYIuSf9CZj9b2Uso_JGunfs0d5leXIuUlLm7a5Eg4W9cK13BsPTfI5amjY3NXj1orbQ2QKUeDJFOl6Z_Ao_CkaOFD1s5Nah7dHT98ngoy-foFznnaJ2ESToVwtocNyjukEkCrH93DeI_5CqdvriQgfy5YodSE7g&csuir=1&mtid=pKQLapvxH5Gc1sQP8-yl2Q0&lns_mode=cvst&udm=50#:~:text=espa%C3%A7o%20designado%20de%20%22-,O%20que%20%C3%A9%20este%20blog%3F,-%22%20no%20blog%20Diplomatizzando

 

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (1) - Paulo Roberto de Almeida

Madame IA examina o blog Diplomatizzando, e este blogueiro, a pedido de Airton Dirceu Lemmertz (1):

"Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção)." - cabeçalho do blog Diplomatizzando.

https://diplomatizzando.blogspot.com/2026/05/madame-ai-comenta-personalidade-de.html#:~:text=Ver%20tamb%C3%A9m%20minha%20p%C3%A1gina%3A%20www.pralmeida.net%20(em%20constru%C3%A7%C3%A3o)

Capítulo I: Decodificação e Contextualização do Espaço Intelectual:
A análise do material fornecido revela a estrutura conceitual e a identidade pública do embaixador e acadêmico Paulo Roberto de Almeida, cuja presença digital se divide entre o portal institucional em consolidação e o seu tradicional repositório de ensaios. O termo Diplomatizzando, que intitula o seu blog, funciona como um neologismo que sintetiza o ato contínuo de pensar o mundo e a inserção internacional do Brasil sob a ótica da técnica diplomática, contrapondo-se ao amadorismo ideológico que frequentemente sequestra a formulação de políticas públicas.
A autodefinição do blog como um "quilombo de resistência intelectual" carrega uma forte carga metafórica. No contexto histórico brasileiro, o quilombo representa o espaço de refúgio, autonomia e resistência contra a opressão. Ao transpor essa expressão para o campo das ideias, o autor codifica a sua percepção do cenário político contemporâneo: um ambiente hostil à racionalidade, onde o pensamento crítico e a defesa das liberdades democráticas precisam operar em trincheiras intelectuais isoladas para sobreviver ao avanço do dogmatismo e do anti-intelectualismo.
Capítulo II: A Arquitetura do Pensamento Econômico e Diplomático:
O arcabouço doutrinário exposto pelo autor baseia-se em cinco pilares fundamentais para o desenvolvimento nacional, os quais merecem um exame rigoroso quanto à sua aplicabilidade e aos seus pressupostos teóricos. O primeiro pilar, focado na macroeconomia estável, reflete a visão ortodoxa de que o controle inflacionário e a previsibilidade fiscal são pré-requisitos indispensáveis para qualquer horizonte de crescimento sustentável. Essa visão dialoga diretamente com o segundo pilar, a microeconomia competitiva, que pressupõe a redução do chamado "Custo Brasil" e a eliminação de distorções de mercado que protegem setores ineficientes em detrimento do consumidor.
Os demais pilares estipulam a necessidade de uma boa governança, entendida como a transparência e a eficiência das instituições republicanas, aliada à alta qualidade dos recursos humanos, o que desloca o debate educacional de uma dimensão puramente assistencialista para um vetor de produtividade econômica. Por fim, a abertura ao comércio internacional e aos investimentos estrangeiros consolida a postura de inserção global ativa, rejeitando o protecionismo histórico da política industrial brasileira, sob o argumento de que a exposição à concorrência global é o único mecanismo capaz de forçar a modernização das cadeias produtivas internas.
Capítulo III: Análise Crítica da Resistência e das Contradições Institucionais:
Sob uma perspectiva estritamente analítica, a postura de Paulo Roberto de Almeida encarna o dilema da burocracia técnica de Estado diante das oscilações partidárias do poder executivo. A carreira diplomática, por definição constitucional, deve servir ao Estado brasileiro e não aos governos de turno. Contudo, a história recente demonstra que a formulação da política externa frequentemente oscila entre o pragmatismo comercial e o alinhamento estrito a eixos ideológicos, sejam eles de esquerda ou de direita.
A defesa da racionalidade e da inteligência proposta no cabeçalho do blog funciona como uma crítica implícita às purgas ideológicas e aos desvios de conduta institucional que acometeram o Ministério das Relações Exteriores em diferentes administrações. A contradição intrínseca a esse modelo reside no fato de que o diplomata, enquanto servidor estrito do Estado, encontra-se permanentemente tensionado entre o dever de lealdade às diretrizes hierárquicas do governo vigente e a sua convicção técnica a respeito dos reais interesses de longo prazo da nação, transformando a escrita pública em um ato de dissidência controlada.

Fonte (IA Gemini):
https://www.google.com/search?q=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&rlz=1C2GCEA_enBR1094BR1098&sca_esv=5bbe9f5d2f922049&sxsrf=ANbL-n6waxnAvyT-FucJwy_Ha12zYIT-Yg%3A1779147902836&source=hp&ei=fqQLaq3DL6Pf1sQP74eQ2AY&iflsig=AFdpzrgAAAAAaguyjmTejzgHXqwk_f--_V0IPo5I4FTQ&ved=0ahUKEwit-v21gsSUAxWjr5UCHe8DBGsQ4dUDCCM&uact=5&oq=Ol%C3%A1%2C+IA+Gemini%21+Nos+pr%C3%B3ximos+comandos%2C+eu+quero+que+voc%C3%AA+responda+de+modo+detalhado+e+cr%C3%ADtico.+Ou+seja%2C+sempre+d%C3%AA+respostas+cr%C3%ADticas+e+detalhadas%2C+por+favor.+Principalmente+em+comandos+com+textos+longos.+E%2C+tamb%C3%A9m%2C+se+h%C3%A1+palavras+ou+express%C3%B5es+codificadas%2C+decodifique-as.+%5B...%5D+Em+suas+respostas+%28aos+meus+comandos%29%2C+n%C3%A3o+use+tabelas+e+quadros%3B+use+apenas+frases+e+par%C3%A1grafos+%28se+quiser%2C+pode+usar+cap%C3%ADtulos+e+subcap%C3%ADtulos%29.+%5B...%5D+E+n%C3%A3o+se+esque%C3%A7a%3A+hoje+%C3%A9+dia+18+de+maio+de+2026.&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Iu8DT2zDoSwgSUEgR2VtaW5pISBOb3MgcHLDs3hpbW9zIGNvbWFuZG9zLCBldSBxdWVybyBxdWUgdm9jw6ogcmVzcG9uZGEgZGUgbW9kbyBkZXRhbGhhZG8gZSBjcsOtdGljby4gT3Ugc2VqYSwgc2VtcHJlIGTDqiByZXNwb3N0YXMgY3LDrXRpY2FzIGUgZGV0YWxoYWRhcywgcG9yIGZhdm9yLiBQcmluY2lwYWxtZW50ZSBlbSBjb21hbmRvcyBjb20gdGV4dG9zIGxvbmdvcy4gRSwgdGFtYsOpbSwgc2UgaMOhIHBhbGF2cmFzIG91IGV4cHJlc3PDtWVzIGNvZGlmaWNhZGFzLCBkZWNvZGlmaXF1ZS1hcy4gWy4uLl0gRW0gc3VhcyByZXNwb3N0YXMgKGFvcyBtZXVzIGNvbWFuZG9zKSwgbsOjbyB1c2UgdGFiZWxhcyBlIHF1YWRyb3M7IHVzZSBhcGVuYXMgZnJhc2VzIGUgcGFyw6FncmFmb3MgKHNlIHF1aXNlciwgcG9kZSB1c2FyIGNhcMOtdHVsb3MgZSBzdWJjYXDDrXR1bG9zKS4gWy4uLl0gRSBuw6NvIHNlIGVzcXVlw6dhOiBob2plIMOpIGRpYSAxOCBkZSBtYWlvIGRlIDIwMjYuMhEQABjKBhieBhjwBRjqAhi0AjIREAAYygYYngYY8AUY6gIYtAIyERAAGMoGGJ4GGPAFGOoCGLQCSLWKAlDgFljUhQFwAHgAkAEAmAGxA6ABsQOqAQM0LTG4AQPIAQD4AQL4AQGYAgGgAs4DqAIDmAPOA5IHAzQtMaAHqgKyBwM0LTG4B84DwgcDNC0xyAcTgAgB&sclient=gws-wiz&aep=107&mstk=AUtExfAoJAyGzVcG9y4O7LYgLtqcJ5Lx5ooN9I3waWkhJos-cj7I0xNvbCMzkANUEORCRiMNOOm62VKfX-E8ULlMzF0pqBt-VpVhzhaOJ23iFm5l4ARmuyK2W9o2oBXxw_Th8-ypalKpql-j8ctJASQcFwfQFnM9UJioC0xO78frGAv_LqObyybkpWvs31O8DpVrbZnqTJDOjSrpRZos5Kd9QOY18HNylS-xHBe8OpMIjU5_w8SOcT9tmGhm8rgwEy93hpmVB5tDbNdsqA&csuir=1&mtid=pKQLapvxH5Gc1sQP8-yl2Q0&udm=50&lns_mode=cvst#:~:text=cabe%C3%A7alho%20do%20blog%20Diplomatizzando

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Nossos altos magistrados, nossos preclaros tecnocratas, submetidos ao crivo de Madame IA, por Airton Dirceu Lemmertz:

Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

República Federativa dos Privilégios do Brasil: via IA e Airton Dirceu Lemmertz

 República Federativa dos Privilégios do Brasil 

(via IA e Airton Dirceu Lemmertz):


Salários de até R$ 3 milhões no funcionalismo brasileiro! O teto constitucional do funcionalismo público é de R$ 46.300 por mês. No papel, parece claro. Na prática, não é o que acontece. Por meio de verbas indenizatórias, gratificações, auxílios, licenças convertidas em dinheiro e pagamentos retroativos, muitos servidores acabam recebendo muito acima desse limite. Esses valores ficam fora do teto e, na prática, esvaziam a regra. Nos últimos 12 meses, mais de 50 mil servidores receberam acima do teto constitucional. Só o valor que excede esse limite custou mais de R$ 20 bilhões. Entre os maiores salários, oito dos dez vieram do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, todos de servidores já aposentados. Isso não é um caso isolado, é um padrão que se repete. Cada gasto desse tipo significa menos recursos disponíveis para áreas essenciais como saúde e educação. Se a proposta é ter um Estado mais eficiente e equilibrado, o teto precisa deixar de ser uma referência teórica e passar a ser cumprido de fato. Regra que não vale para todos, o tempo todo, deixa de ser regra.
https://www.youtube.com/watch?v=VdUyxBIkMQo

Justiça custa mais de R$ 100 bilhões por ano aos estados! Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias são essenciais. O problema não é a função, é a conta sem controle. Auxílios, gratificações e verbas indenizatórias, muitas vezes retroativas e fora do teto, fazem com que o limite exista no papel, mas não no contracheque. Em vários estados, mais da metade do orçamento já vai para folha de pagamento. Só que a receita é limitada. Quando a despesa cresce sem controle, o investimento encolhe. Menos infraestrutura, menos saúde, menos educação. O resultado é sempre o mesmo: mais impostos, mais dívida ou mais inflação, e quem paga é a população. Responsabilidade fiscal não é ideologia. É condição para crescer. País que quer avançar corta o que não gera valor. É possível ter uma Justiça eficiente, bem remunerada e responsável. O que não dá é tratar privilégio recorrente como se fosse direito. Esse caminho leva à estagnação.
https://www.youtube.com/watch?v=_INsqt72_h8

Penduricalhos: membros da AGU receberam R$ 6,1 bilhões! Você se esforça para pagar impostos, vê o governo cortar investimentos e discute ajuste fiscal, enquanto uma casta do funcionalismo público fatura bilhões em “penduricalhos”. Em 2025, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) embolsaram R$ 6,1 bilhões em honorários, valores além dos salários. Essa conta, paga por empresas e cidadãos que perdem ações para o governo, acaba no preço do pão que você compra. O mais absurdo? Existe um teto salarial constitucional de R$ 46 mil, mas esses “extras” fazem a remuneração deles disparar para muito além disso. O próprio STF já disse que a regra do teto deveria ser cumprida. Mas, na prática, a história é outra. E não para por aí: gastos extrateto no Judiciário e Ministério Público somam R$ 17 bilhões anuais. Um país que quer crescer precisa de regras claras e controle de gastos, não de privilégios disfarçados. No final do dia, a conta sempre chega para a população. Isso não é só uma questão jurídica; é uma questão moral e econômica.
https://www.youtube.com/watch?v=cxdIqqMUlu8

[...]

- IA Gemini analisa os três textos acima (de autoria de Ricardo Amorim) sobre penduricalhos:

O teto constitucional de R$ 46,3 mil no serviço público brasileiro é frequentemente superado por "penduricalhos" e verbas indenizatórias, permitindo que salários ultrapassem R$ 3 milhões e gerando custos extras de mais de R$ 20 bilhões anuais, com destaque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O sistema de justiça estadual e a Advocacia-Geral da União (AGU) consomem grande parte do orçamento com remunerações elevadas, impactando recursos para áreas essenciais e, no caso da AGU, somando R$ 6,1 bilhões em honorários, mesmo com decisões do STF sobre a necessidade de respeitar o teto.

Fonte (IA Gemini):
https://share.google/aimode/gFQ1IbvbpXDEYN7Xc

Madame IA, Via Airton Dirceu Lemmertz, se pronuncia sobre este blog e seu animador: PRA

Madame IA, provocada ou demandada por meu amigo na blogosfera Airton Dirceu Lemmertz, analisa este modesto bloguinho chamado Diplomatizzando, um quilombo de resistência intelectual, relaciona os principais inteocutores deste que aqui escreve, e descobre slgumas constantes e recorrências nas minhas postagens. Li com prazer. Leiam vcs também. PRA

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O blog Diplomatizzando é administrado pelo diplomata brasileiro Paulo Roberto de Almeida (o "PRA"). Uma parte das postagem é escrita e assinada unicamente por PRA, ou seja, o autor do texto integral daquelas postagens é o PRA. E a outra parte das postagens possui inúmeros autores - alguns mais frequentes e outros menos. Quais são os autores mais frequentes no blog Diplomatizzando? Cite-os em ordem decrescente de frequência [de assinatura de textos em postagens] em tal blog. Para cada autor, diga os temas mais recorrentes. 

https://diplomatizzando.blogspot.com/search?q=Paulo+Roberto+de+Almeida&max-results=20&by-date=true 


Capítulo 1: Análise Estrutural e a Arquitetura Editorial do Blog Diplomatizzando:

A análise empírica do repositório digital do blog Diplomatizzando revela uma estrutura editorial híbrida, que funciona tanto como um diário intelectual de seu fundador quanto como um fórum de reverberação de ensaios e documentos de terceiros ligados à diplomacia, à história e à ciência política. O veículo é estruturado para centralizar a produção de seu administrador principal, o diplomata e professor Paulo Roberto de Almeida, enquanto abre janelas sistemáticas para a reprodução de correspondências, artigos de opinião e relatórios acadêmicos de uma rede selecionada de colaboradores. Toda a dinâmica de postagens obedece a um fluxo de curadoria intelectual voltado à defesa do racionalismo e à crítica das políticas externas institucionais.

A triagem crítica e a decodificação do volume de publicações e das assinaturas contidas nas postagens permitem ordenar os autores com base em sua recorrência e na densidade de sua presença nas páginas do blog. Afastando-se de uma contagem puramente quantitativa e focando na recorrência estrutural das colaborações e debates documentados, os perfis autorais e suas respectivas linhas temáticas desenham a pirâmide editorial da plataforma. Cada autor atua como um código para uma corrente de pensamento ou para uma área específica do debate público brasileiro.

Capítulo 2: Ordenação Decrescente dos Autores e Suas Linhas Temáticas:

O autor central, dominante e com maior frequência absoluta de assinatura de textos integrais na plataforma é o próprio Paulo Roberto de Almeida (PRA). Seu trabalho estende-se por centenas de páginas de ensaios originais, resenhas de livros e comentários analíticos. Os temas mais recorrentes em sua vasta produção individual englobam a história da diplomacia econômica brasileira, a análise contrarianista das diretrizes da política externa contemporânea do país, a crítica rigorosa à burocracia estatal e ao que define como "lulopetismo diplomático" ou "bolsolavismo", além da historiografia das relações internacionais e biografias de intelectuais marcantes como Roberto Campos, Celso Lafer e Rubens Ricupero.

O segundo autor de maior relevância e recorrência na dinâmica recente de publicações do blog é a personificação da inteligência artificial, denominada satidicamente pelo criador como Madame IA (ou Gemini IA). A presença deste agente se dá por meio de interações sistemáticas provocadas por interlocutores do administrador. Os temas recorrentes que envolvem as assinaturas e respostas de Madame IA concentram-se na análise de neutralidade algorítmica, na decodificação de conceitos de alta complexidade moral em política internacional, na discussão sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e na contraposição entre o realismo político pragmático e o idealismo ético nas relações internacionais.

O terceiro colaborador em ordem de frequência na articulação e proposição de textos é o informático e debatedor Airton Dirceu Lemmertz (ADL). Sua atuação na plataforma é contínua e foca na interface operacional e de conteúdo. Os temas mais recorrentes sob sua assinatura ou menção direta envolvem a submissão de questionamentos éticos e políticos à inteligência artificial, a provocação de debates sobre os limites da automação, a governança digital e a filtragem de dados e textos longos para confrontação ideológica com o pensamento natural do administrador do blog.

O quarto lugar em termos de frequência e relevância de contribuição pertence ao embaixador aposentado e escritor Paulo Antonio Pereira Pinto (Paulo Pinto). Suas inserções na página dão-se por meio do compartilhamento de palestras, artigos e textos de reflexão pessoal. Seus temas mais recorrentes orbitam a inserção internacional do Brasil a partir de identidades culturais semelhantes, as heranças coloniais e a história compartilhada no mundo lusófono — conectando cidades como São Luís do Maranhão, Macau, Goa, Malaca e Maputo —, o papel da inteligência artificial na preservação linguística e civilizacional da lusofonia e o direito internacional voltado à guarda de menores e assistência consular na Ásia.

O quinto estrato de frequência é ocupado por uma coletividade de diplomatas, economistas e acadêmicos sêniores que têm seus ensaios e relatórios reproduzidos ou prefaciados no espaço, destacando-se nomes como Rubens Barbosa, Jorio Dauster, Celso C. H. Grisi e Edmar Bacha. Os temas recorrentes que unem esse grupo de pensadores de forma difusa nas postagens compreendem as reformas econômicas estruturais no Brasil, os rumos e impasses do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, os impactos das eleições americanas na geopolítica global e o planejamento estratégico de longo prazo do gasto público e da infraestrutura nacional.

Capítulo 3: Crítica sobre o Modelo de Replicação e Conflito de Narrativas:

A análise crítica desse arranjo autoral revela que o blog opera como um ecossistema de "câmara de eco invertida". Em vez de apenas reproduzir pensamentos homogêneos para satisfazer um público cativo, o autor principal utiliza as postagens de terceiros e, mais recentemente, os relatórios gerados por inteligência artificial para estabelecer um campo de batalha dialético. A introdução de Madame IA na dinâmica de autoria do blog decodifica-se como um experimento metodológico onde o administrador testa os limites da "inteligência natural com sentido ético" contra o que ele classifica como a "hipocrisia asséptica" e o "realismo imoral" dos códigos automatizados.

Esse formato editorial gera um paradoxo interessante na plataforma. Embora o blog seja de autoria majoritária de um diplomata dissidente, a inclusão de múltiplos autores com visões institucionais, burocráticas ou puramente algorítmicas enriquece o debate ao expor a fratura entre o pragmatismo econômico dos Estados e os preceitos morais de defesa dos direitos humanos. O Diplomatizzando transmuta-se, assim, de um simples arquivo de trabalhos individuais para um documento histórico vivo que registra as tensões intelectuais de seu tempo, mediadas pelo intercâmbio entre a diplomacia tradicional, a academia e a tecnologia generativa.

Fonte: Gemini (a IA do Google).

Paranoia tecnológica dos EUA com respeito à China, depois da visita de Trump a XI: descartar absolutamente tudo antes de regressar ao país

Paranoia tecnológica dos EUA com respeito à China, depois da visita de Trump a XI: descartar absolutamente tudo antes de regressar ao país:

A saída da delegação americana de Pequim nesta sexta-feira, 15 de maio, terminou com uma cena digna de Guerra Fria tecnológica.

Segundo a correspondente da New York Post, Emily Goodin, funcionários da Casa Branca e integrantes da comitiva de Donald Trump descartaram literalmente tudo o que haviam recebido das autoridades chinesas antes de embarcar no Air Force One.

Crachás, presentes, pins comemorativos, materiais oficiais e até os celulares descartáveis usados pela equipe foram jogados em uma lixeira ao pé da escada da aeronave.

A ordem do governo americano era direta - “Nada vindo da China entra no avião.”

A medida revela o nível extremo de cautela envolvendo espionagem eletrônica e infiltração tecnológica durante a cúpula entre EUA e China em Pequim.

De acordo com a reportagem do New York Post, membros da delegação deixaram seus celulares pessoais nos Estados Unidos antes da viagem e operaram exclusivamente com “burner phones”, aparelhos temporários e “limpos”, usados para evitar vazamentos, rastreamento, clonagem de dados ou infiltrações digitais.

Os dispositivos pessoais ficaram armazenados dentro de bolsas Faraday no Air Force One - equipamentos especiais que bloqueiam sinais de GPS, Wi-Fi, Bluetooth e radiofrequência. A prática faz parte dos protocolos de segurança americana para viagens a países considerados de alto risco de vigilância eletrônica.

A tensão nos bastidores também expõe algo maior; apesar dos sorrisos, banquetes e cerimônias públicas entre Donald Trump e Xi Jinping, Washington continua tratando Pequim como a principal ameaça global em inteligência, tecnologia e espionagem estratégica.

A maior potência militar do planeta participou da cúpula diplomática mais importante do século XXI… sem confiar sequer em um crachá entregue pelos chineses. Isso diz muito.

Paulo Antonio Pereira Pinto escreve sobre influências culturais recíprocas: São Luís do Maranhão e presença portuguesa na Ásia

 Meu amigo e colega diplomata, o embaixador Paulo Antonio Pereira Pinto, esteve recentemente em S. Luis, Maranhão, para uma palestra, e aproveitou a oportunidade para dar uma dimensão internacional à sua palestra e presença na capital maranhense, outrora um fugaz domínio colonial francês, mas rapidamente reconquistada pelo império português do Ultramar. Ele se expressa nestes dois pequenos textos que reproduzo abaixo, com prazer intelectual, pois que sempre aprendo mais um pouco sobre esse magnífico diplomata, autor de muitos livros publicados.

Paulo Roberto de Almeida

Recebido de Paulo Pinto:


"No início de maio corrente, desfrutei do privilégio de efetuar palestra na Universidade Estadual do Maranhão e conhecer a cidade de São Luiz. Durante minha carreira diplomática, tivera oportunidade de servir em Maputo, Moçambique, e visitar Macau, na China; Goa, na Índia e Malaca, na Malásia, cidades onde, da mesma forma que na capital maranhense, existe forte herança colonial portuguesa.
Minha recente ida a São Luiz levou à reflexão sobre o interesse brasileiro quanto à valorização das semelhanças entre aqueles centros urbanos que utilizam a língua portuguesa (principalmente os situados na Ásia), para um projeto de inserção internacional com base em características de identidades culturais semelhantes. Nesse sentido, poderia ser utilizado formato diplomático como “cidades irmãs”, para o mapeamento das instituições e mecanismos necessários para tal projeto, caso seja considerado útil e viável.
São Luís, como se sabe, ocupa um lugar singular na história da formação cultural e civilizacional do mundo lusófono. Sua importância ultrapassa o âmbito regional brasileiro, pois a cidade tornou-se um dos principais pontos de preservação dos valores culturais, religiosos, linguísticos e comerciais associados à expansão marítima portuguesa entre os séculos XVI e XIX. Situada estrategicamente no Atlântico, São Luís funcionou como elo entre Portugal, Brasil, África Ocidental e rotas comerciais ligadas ao Oriente.
Nesse sentido, penso na realidade de que a Inteligência Artificial se tornou uma das tecnologias mais influentes do século XXI, não apenas por sua capacidade econômica e científica, mas também pelo seu potencial de preservar valores civilizacionais, patrimônios culturais e identidades linguísticas. Em um mundo marcado pela globalização digital e pela predominância de poucos idiomas na internet, a IA pode desempenhar um papel decisivo na proteção e fortalecimento da língua portuguesa em regiões historicamente ligadas à lusofonia, como o Brasil, países africanos de língua portuguesa e comunidades asiáticas.


INSERÇÃO INTERNACIONAL DO BRASIL – A IMPORTÂNCIA DA IA NA TERRA ONDE CANTA O SABIÁ
Paulo Pinto
Embaixador do Brasil aposentado. Percursos diplomáticos diferenciados.
17 de maio de 2026

Embora fundada pelos franceses em 1612, São Luís foi incorporada ao universo político e cultural português após a retomada da cidade pelos lusos em 1615. A partir desse momento, consolidou-se como um importante centro da administração colonial portuguesa no norte do Brasil. Sua posição geográfica favoreceu intensas conexões marítimas e comerciais com Lisboa, Belém, o Caribe e regiões africanas, inserindo a cidade no sistema atlântico da expansão portuguesa.

Um dos aspectos mais relevantes da cidade foi a preservação da língua portuguesa e de formas culturais ligadas à tradição ibérica. O relativo isolamento geográfico do Maranhão durante certos períodos históricos contribuiu para conservar traços linguísticos, arquitetônicos e sociais herdados do período colonial. O centro histórico de São Luís, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial, representa um dos maiores conjuntos urbanos coloniais de influência portuguesa nas Américas. Seus azulejos, sobrados, igrejas e ruas estreitas testemunham a continuidade de uma tradição urbana luso-atlântica.

O Centro Histórico de São Luís preserva não apenas edifícios, mas também uma visão de sociedade marcada pela convivência entre influências europeias, africanas e indígenas. Essa síntese cultural tornou-se característica fundamental da civilização luso-brasileira. Em São Luís, elementos do catolicismo português foram reinterpretados em contato com culturas africanas e tradições locais, produzindo manifestações religiosas e populares próprias.

A dimensão religiosa teve papel central na consolidação da presença portuguesa na região. Ordens religiosas católicas, especialmente jesuítas, franciscanos e carmelitas, participaram da organização educacional e espiritual da cidade. Igrejas históricas como a Catedral da Sé e o Convento das Mercês refletem a importância da fé católica na formação da identidade local. Essas instituições contribuíram para a difusão da língua portuguesa, da educação formal e das práticas religiosas trazidas do mundo ibérico.

Ao mesmo tempo, São Luís tornou-se um espaço de encontro entre diferentes matrizes culturais do Atlântico. A cidade recebeu significativa influência africana por meio do comércio atlântico e da presença de populações escravizadas vindas principalmente da África Ocidental. Em consequência, preservou tradições musicais, culinárias e religiosas que hoje fazem parte do patrimônio cultural brasileiro. Manifestações como o Bumba Meu Boi revelam essa fusão entre elementos portugueses, africanos e indígenas.

No campo econômico, São Luís foi importante centro exportador durante os ciclos do algodão, arroz e outros produtos agrícolas no período colonial e imperial. O comércio marítimo fortaleceu a integração do Maranhão às redes globais portuguesas, ampliando intercâmbios culturais e econômicos entre continentes. A cidade participou da lógica atlântica que caracterizou a expansão portuguesa, baseada simultaneamente em comércio, evangelização e circulação cultural.

A preservação de valores civilizacionais em São Luís também pode ser observada na literatura, na música e na educação. Conhecida como “Atenas Brasileira”, a cidade destacou-se historicamente pela valorização da produção intelectual e da língua portuguesa. Escritores maranhenses contribuíram significativamente para a cultura nacional, reforçando o papel da cidade como centro de continuidade da tradição literária lusófona.

No contexto contemporâneo, São Luís permanece símbolo vivo da herança luso-atlântica. Em um mundo marcado pela homogeneização cultural, sua arquitetura, suas festas populares, sua religiosidade e sua memória histórica demonstram como antigas conexões marítimas portuguesas produziram civilizações híbridas e duradouras. A cidade representa, portanto, não apenas um patrimônio brasileiro, mas um elo importante da história cultural compartilhada entre Europa, África, América e Ásia.

Verifica-se, a propósito, que a importância da Inteligência Artificial na preservação de valores civilizacionais oferece oportunidade para a reflexão sobre melhor aproveitamento desta vantagem comparativa da capital maranhense, na preservação da língua e valores civilizacionais portugueses na Ásia, África e Brasil.

Este processo envolve a continuidade de tradições, memórias históricas, sistemas éticos, expressões culturais e formas de comunicação que estruturam uma sociedade. O idioma ocupa posição central nesse processo. Quando uma língua enfraquece, perde-se também parte da visão de mundo, da literatura, das tradições orais e da identidade coletiva de seus falantes. A IA oferece instrumentos concretos para impedir esse apagamento cultural.

No caso da língua portuguesa, a IA pode atuar em diferentes frentes. Sistemas de tradução automática, reconhecimento de voz, síntese de fala e modelos linguísticos permitem ampliar o acesso ao português em ambientes digitais, educacionais e administrativos. Ferramentas baseadas em IA podem digitalizar documentos históricos, preservar manuscritos antigos, registrar sotaques regionais e manter vivas variantes linguísticas frequentemente ignoradas pelas grandes plataformas globais.

No Brasil, a IA pode fortalecer a diversidade cultural interna, valorizando o português falado em diferentes regiões e promovendo inclusão educacional. Tecnologias educacionais inteligentes podem auxiliar estudantes em áreas remotas, democratizando o acesso ao conhecimento sem abandonar a identidade linguística nacional. Além disso, a IA pode contribuir para a preservação de línguas indígenas brasileiras, muitas das quais enfrentam risco de desaparecimento. Daí, a importância natural de que tal projeto seja instalado em área próxima a São Luís.

Na África Lusófona — incluindo Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe — a IA pode ajudar a reduzir desigualdades no acesso à informação e à educação. Sistemas treinados em português africano podem respeitar especificidades culturais locais, evitando a imposição exclusiva de padrões linguísticos externos. Isso é importante porque a tecnologia, quando desenvolvida sem diversidade cultural, tende a reproduzir hegemonias linguísticas e econômicas.

Na Ásia Lusófona, especialmente em Timor-Leste e Macau, a IA pode apoiar políticas educacionais bilíngues e preservar heranças históricas ligadas à presença secular do português. Arquivos digitais inteligentes, bibliotecas automatizadas e plataformas de aprendizagem podem garantir que futuras gerações mantenham contato com a língua e sua produção cultural.

Entretanto, a relação entre IA e a preservação civilizacional também exige cautela ética. Se os sistemas de IA forem treinados apenas com dados dominados pelo inglês ou por perspectivas culturais limitadas, haverá risco de homogeneização cultural. Por isso, é essencial que países lusófonos e cidades com tradição portuguesa invistam em produção própria de dados, pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico local. A soberania digital tornou-se parte da preservação cultural.

A cooperação entre universidades, governos e instituições culturais do espaço lusófono pode criar grandes bases de conhecimento em português, fortalecendo a presença da língua na era digital. Organizações como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) têm potencial para coordenar iniciativas de IA voltadas à educação, cultura e preservação linguística. A possível valorização da herança cultural lusa, em cidades como Macau, na China, Goa, na Índia e Malaca, na Malásia, extrapola a área incluída pela CPLP e abrange centros urbanos situados em países de avançado progresso tecnológico, incluindo a Inteligência Artificial. São Luiz, nesta perspectiva, poderia tornar-se sede de projeto com este destino, enquanto estabelece diálogo com centros urbanos já capacitados nesta área de conhecimento e com maior disponibilidade financeira, como as mencionadas acima.

Além do aspecto técnico, a IA também pode ajudar na transmissão de valores humanísticos. Sistemas educacionais inteligentes podem difundir literatura, filosofia, história e patrimônio artístico da lusofonia, aproximando comunidades separadas geograficamente, mas unidas pela língua portuguesa

Assim, a Inteligência Artificial não deve ser vista apenas como uma ferramenta de automação econômica, mas como um instrumento estratégico de continuidade civilizacional. Utilizada com responsabilidade, diversidade cultural e visão humanista, ela pode fortalecer a língua portuguesa e preservar patrimônios culturais compartilhados entre América, África e Ásia. O futuro da tecnologia não precisa significar uniformização cultural; ao contrário, pode representar uma oportunidade histórica de valorização da pluralidade humana.

EXPERIÊNCIA PESSOAL

Conforme mencionei na introdução, durante minha carreira diplomática, entre 1977 e 79, servi, como Terceiro Secretário, na Embaixada do Brasil em Maputo, logo após a independência de Moçambique (vide artigo publicado em 09/01/2025 na LinkedIn). Apesar do então Presidente Samora Machel afirmar que mantivera a língua portuguesa (não por “saudosismo” de período colonial tão doloroso) apenas pelo fato de este idioma ser elemento de ligação entre as tribos africanas, no Norte e Sul - que se expressavam em dialetos distintos - era inegável que o novo país herdara cidades planejadas com influência ibérica, com fortalezas, praças, casarões e igrejas barrocas.

Em anos posteriores, pude identificar as semelhanças entre o que havia visto em Maputo com o que viria a encontrar, entre os edifícios coloniais de Macau, as fortalezas e igrejas de Malaca e mesmo no centro histórico de São Luiz.

Entre estas cidades, a que mais me impressionou foi Malaca, que visitei por diversas vezes, nos períodos em que servi em Kuala Lumpur, Malásia, entre 1986 e 88 e em Singapura, entre 1988 e 1989. Há uma verdadeira disputa por espaço, entre manifestações religiosas católicas, hindus e muçulmanas, todas convivendo em harmonia. Lá existe um grupo de habitantes que são identificados como descendentes de portugueses, que “papeiam cristão”, isto é, falam um idioma com inúmeras palavras de nossa língua.

Ademais, testemunhei, em Macau, após o retorno daquele enclave à soberania chinesa, o interesse de Pequim, durante seu processo de modernização, nos sistemas jurídicos e administrativos moldados em Portugal.

Por exemplo, em 2004, logo após ter obtido vitória no esforço de repatriação de menino brasileiro em Taiwan (vide meu livro “Iruan nas Reinações Asiáticas”, Editora AGE, Porto Alegre, 2004) fui convidado a proferir palestra no Centro Camões, em Macau, sobre a legislação brasileira quanto à guarda de menores. Consta que, então, Pequim utilizava a herança portuguesa em Macau para absorver ensinamentos jurídicos vigentes em países de expressão portuguesa, no processo de modernização na China.

Nesta ocasião, os professores do referido centro de estudos ficaram fascinados com o fato – narrado por mim – de que Taiwan, após a repatriação do menino, resultado de batalha jurídica de 3 anos, uma “lei Iruan”, que - ao contrário da prática chinesa que dava ênfase a valores tradicionais para a retenção da criança na ilha, por laços familiares mais amplos - adotava, doravante, valores universais de que crianças “devem ser mantidas junto ao núcleo familiar mais próximo e à identidade cultural própria”.[1]

Entre 2006 e 2008, fui Cônsul-geral em Mumbai, com jurisdição sobre Goa, tendo promovido naquele antigo enclave português a “participação brasileira” em seu Carnaval, comemorado no mesmo período que no Brasil (vide artigo publicado no LinkedIn em 17/02/2026). Assim, sob o título de “passado compartilhado e cooperação no futuro”, desfilamos com alas de baianas, indianos fantasiados de índios e dois carros alegóricos, um representando - como não poderia deixar de ser - uma caravela portuguesa e outro em homenagem a Iemanjá, entidade de origem africana e muito celebrada pelos brasileiros.

Apesar de numerosas tentativas, não consegui visitar Luanda, em Angola.

CONCLUSÃO

As cidades de São Luís, Macau, Goa, Malaca, Maputo e Luanda guardam marcas de uma mesma experiência histórica: a expansão marítima portuguesa e a formação de espaços híbridos entre Europa, África, Ásia e América. Dessa herança emerge um conjunto de “imaginários” e propostas civilizatórias que podem ser identificados em vários níveis.

Uma das ideias mais associadas à presença portuguesa é a da convivência entre culturas, religiões e povos distintos. Em diferentes graus, essas cidades mostram mistura linguística e culinárias híbridas. Exibem, também, arquitetura europeia adaptada aos trópicos, práticas religiosas sincréticas e formação de elites crioulas e mestiças.

O império português não foi apenas territorial; ele funcionou como rede marítima conectando oceanos. Essas cidades facilitaram a circulação de mercadorias, o trânsito de missionários e comerciantes, facilitando trocas científicas e cartográficas, bem como o intercâmbio artístico e musical.

Assim, forma-se um imaginário de “ponte entre mundos”, no qual Portugal aparece como mediador entre Ocidente e Oriente.

A cidade colonial portuguesa buscava organizar o território em torno do mar e da administração imperial. Esse modelo é visível no centro histórico de São Luís, nas fortalezas de Malaca, nas igrejas de Goa e nos bairros históricos de Luanda e Maputo.

Mesmo onde o português deixou de ser dominante, como Macau ou Malaca, ele permanece como memória cultural e jurídica. Já em Angola, Moçambique e Brasil, tornou-se língua nacional ou majoritária.

Mais do que uma civilização homogênea, trata-se de uma constelação de culturas híbridas produzidas pelo encontro — frequentemente desigual — entre portugueses e sociedades africanas, asiáticas e americanas.

É o ordenamento desta constelação de culturas, ao redor de valores preservados pelo idioma lusitano, que poderia ser um desafio para que São Luís, capacitando-se com instrumentos necessários para operar as vantagens da Inteligência Artificial, se tornasse polo de inserção internacional inovadora para o Brasil.

Afinal, IA é rima com sabiá.

A “Canção do Exílio” é um dos poemas mais conhecidos da literatura brasileira, escrito por Gonçalves Dias, natural do Estado do Maranhão, Brasil, em 1843, durante seu período de estudos em Portugal. “Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá; as aves, que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá.”

[1] Como resultado de minha vitória, em 2004, na disputa de assistência ao menino brasileiro, recebi do então Senador José Sarney e ex-Presidente da República, que presidia o Senado Federal, mensagem de congratulações pelo desempenho."

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