O que é este blog?

Este blog trata basicamente de ideias, se possível inteligentes, para pessoas inteligentes. Ele também se ocupa de ideias aplicadas à política, em especial à política econômica. Ele constitui uma tentativa de manter um pensamento crítico e independente sobre livros, sobre questões culturais em geral, focando numa discussão bem informada sobre temas de relações internacionais e de política externa do Brasil. Para meus livros e ensaios ver o website: www.pralmeida.org.

sábado, 21 de julho de 2018

Licoes da Australia para o agro brasileiro - Marcos Sawaya Jank

Lições da Austrália para o agro brasileiro

Jornal “Folha de São Paulo”, Caderno Mercado, 21/07/2018

Marcos Sawaya Jank (*)

Temos muito a aprender em organização, regulação, comunicação e presença internacional.

Estive recentemente na Austrália, um dos países com os quais mais temos a aprender na área de organização de cadeias produtivas, regulação adequada e política comercial competente.

Apesar de ser o sexto maior país em área do mundo, logo atrás do Brasil, a Austrália padece de um imenso déficit hídrico. Ela se posiciona entre os países mais áridos do planeta, além de ser vítima frequente das mudanças do clima e de eventos extremos. 

Sem água para expandir a produção agropecuária e com um mercado interno bastante limitado (o país possui apenas 25 milhões de habitantes), a Austrália decidiu investir na organização das suas cadeias de commodities, buscando adição de valor e diferenciação no exterior.

Para começar, o país assinou dezenas de acordos comerciais que cobrem virtualmente toda a sua pauta exportadora, principalmente na Ásia, garantindo acesso privilegiado e menores problemas e surpresas.

A Austrade, agência de promoção de comércio e investimentos semelhante à nossa Apex, tem 83 escritórios no exterior, dos quais 48 apenas na Ásia.

No agronegócio, chama a atenção a sólida cultura enraizada no governo e no setor privado em temas como qualidade e segurança do alimento, rastreabilidade, inovação e capacitação. São notáveis o sistema de classificação e tipificação de produtos e o trabalho subsequente de marketing e fixação da marca-país. Isso dá à Austrália uma alta reputação e credibilidade principalmente na Ásia, traduzida em maiores preços dos produtos vendidos.

No setor privado, a organização da cadeia das carnes vermelhas é um bom exemplo. A principal organização do setor —a Meat and Livestock Australia (MLA)— tem um orçamento anual de US$ 154 milhões (R$ 585 milhões), dos quais US$ 40 milhões (R$ 152 milhões) bancados pelo governo, para serem gastos basicamente com programa de inovação tecnológica no país e de comunicação no exterior. A entidade já montou sete escritórios no exterior.

Sem poder contar com a opção confortável de um grande mercado doméstico e tendo de encarar custos mais elevados em razão da carência de água e de mão-de-obra do país, a Austrália não pode falhar na consistência das suas exportações.

O sistema de vigilância para evitar a entrada de doenças no país é sofisticado e eficaz, visível para qualquer um que desembarca nos aeroportos do país.

A legislação sanitária é simples e objetiva, focada nas necessidades dos reguladores e dos clientes do exterior. No Brasil, a legislação sanitária é ultrapassada (data dos anos 1930!), complicada e engessada, sendo que muitos agentes e empresas não conhecem o ambiente regulatório e as exigências do mercado externo. Não são raros os casos em que as respostas que são dadas não atendem ao que foi pedido no exterior.

É quase um milagre termos chegado a quase US$ 100 bilhões em exportações no agronegócio brasileiro, sem contar com o suporte de acordos comerciais, sem logística adequada, com legislações anacrônicas e presença ínfima no exterior. O que nos salvou foi a disponibilidade de recursos naturais do Brasil, aliada ao desenvolvimento tecnológico e, principalmente, à bravura dos agricultores e das agroindústrias que desbravaram os nossos trópicos. 

Mas nos quesitos organização, regulação, comunicação e presença internacional temos muito a aprender com países como a Austrália.

(*) Marcos Sawaya Jank é especialista em questões globais do agronegócio. Escreve aos sábados, a cada duas semanas.

Ensaios de grande estrategia brasileira - João Paulo Soares Alsina Jr.

Valendo-se da experiência adquirida no Itamaraty e no Ministério da Defesa e de quase 20 anos de estudos sobre o tema, João Paulo Alsina Jr. oferece aos leitores um diversificado painel sobre o conceito de grande estratégia, o sistema internacional de segurança, o caráter da guerra contemporânea, as operações de paz da ONU e o modelo de recrutamento militar brasileiro. Ensaios de grande estratégia brasileira reúne cinco capítulos sobre a articulação entre as políticas externa e de defesa do país, em que o autor enfatiza a necessidade inadiável de retirar o Exército do pântano da segurança pública, condição sine qua non para implementar uma grande estratégia coerente - e para enfrentar de maneira efetiva a ameaça do crime organizado. Este livro será de grande valia para todos os interessados em política externa, defesa, segurança internacional, história e ciência política, bem como para qualquer cidadão preocupado com o futuro do Brasil.

Minha transcrição de alguns trechos da Introdução do Autor: 

       “Esse texto inédito reflete, indiretamente, a perplexidade do autor diante da catástrofe que se abateu sobre o país nos últimos anos, reveladora de um estado de putrefação civilizacional sem paralelo em nossa história. A aterradora idiotizacão de nossa suposta elite cultural, produzida pela universidade brasileira ao longo de muitas décadas, está na base desse processo, razão pela qual torna impossível compreender o surrealismo nosso de cada dia sem referência ao quadro mais amplo que o engendrou. (...)
Sem que se proceda à discussão dessas mazelas primordiais, uma tão improvável quanto imprescindível reforma do modo brasileiro de estar no mundo não se materializará. Ao fim e ao cabo, novas aberrações serão criadas, talvez ainda mais nefastas do que as atuais. Roberto Campo afirmava que o Brasil ‘não perde oportunidade de perder oportunidades’. Talvez fosse o caso de não perder a oportunidade de apontar a oportunidade única que se apresenta com uma crise de tamanha envergadura. São nas crises que os indivíduos têm a chance de abandonar a complacência, de colocar em causa percepções longamente sedimentadas, de buscar a verdade sem o temor do ostracismo. A circunstância dos dias que seguem favorece a renovação, mas para tanto é preciso o diagnóstico correto e coragem moral para mudar. O indispensável senso de proporção, artigo raríssimo em nossas plagas, somente poderá ser reconstruído se formos capazes de recuperar o que de melhor o Brasil produziu no passado, e de acrescentar a esse patrimônio novos elementos que corrijam mazelas históricas.
Mais do que qualquer coisa, faz-se necessário questionar incisivamente as práticas recentes em todos os domínios da vida em sociedade – única forma de reverter o acelerado processo de decadência e de esgarçamento do tecido social. Somente no contexto de uma retomada vigorosa da modernização – de escopo igual ou superior em profundidade à restauração Meiji ou à fundação da Turquia liderada por Kemal Ataturk no pós-Primeira Guerra – poderá o Brasil aspirar a um futuro menos soturno. Evidentemente, a modernização não poderá seguir os moldes do modernismo nacional, que se transformou em uma tradição conservadora e deletéria – a despeito, ou talvez em função, da sua retórica de ruptura e emancipação. Se o mito modernista, associado ao mito revolucionário (ambos mediados pelos indivíduos que deles se nutriram), nos trouxe ao estado de coisas atual, caberia admitir que uma mudança qualitativa da nossa visão de mundo encontra-se dependente de duas tarefas prévias. A primeira, refere-se ao questionamento dos aspectos nefastos da cosmovisão reformista-revolucionária. A segunda, tem a ver com a criação de novos consensos virtuosos, menos dissociados da verdade e mais tendentes a fundamentar valores positivos: religiosidade tolerante, trabalho, honestidade, amor ao conhecimento, busca da verdade, solidariedade, patriotismo, apreço pela ordem, respeito ao mérito, autonomia do indivíduo em relação ao Estado, intolerância ao crime, universalismo na aplicação da lei, etc.
Ao contrário do que alguns querem fazer crer, os problemas atuais não têm a ver fundamentalmente com questões econômicas ou políticas. Trata-se de algo mais profundo e alarmante: uma crise multidimensional, que explicita a defasagem radical entre a mundivisão dominante, as elites do Brasil e as demandas da contemporaneidade. Esse fenômeno não diz respeito tão somente à obsolescência da base industrial ou à putrefação do sistema de educação – sequestrado ideologicamente pelo que há de mais retrógrado. Para onde se olhe, o observador encontrará atraso, corrupção, desalento, imobilismo, violência. Se é certo que essa não é uma tendência transversal – a justiça brasileira, apesar de suas carências e contradições, vem dando demonstrações de que pode agir de modo republicano –, parece igualmente correto afirmar que somente uma reforma em regra das nossas instituições e da nossa maneira de estar no mundo poderá reverter o processo de degeneração da vida coletiva no país.
A questão da grande estratégia brasileira encontra-se dependente desse processo de reforma, sempre penoso e repleto de obstáculos impostos pelo subdesenvolvimento – entrincheirado nas mentes de indivíduos que ocupam posições-chave na sociedade, o que apenas torna mais complexa a superação das redes de interesses materiais vinculados ao atraso. O pacto da mediocridade que prevalece na administração dos negócios do Estado, particularmente no tocante à gestão da política de defesa e à inércia de uma retórica de política externa castradora e derrotista, não nos permite antever que seja viável articular, de modo coerente, política, economia, poder militar e inteligência em prol dos interesses nacionais. Interesses, aliás, que são cada vez mais diluídos em função de um duplo cerco, representado pela adesão irrefletida de parcela das elites brasileiras ao globalismo e pela desorganização crescente de um aparato estatal assolado por níveis assustadores de entropia.
Nesse contexto, pensar a grande estratégia do país torna-se ainda mais relevante. Se a crise do presente vier a ser superada em bases sólidas, ela o será a partir de uma mudança de mentalidades que valorize o conhecimento e aqueles que o produzem de maneira séria e responsável. Nunca é demais enfatizar o quanto o proverbial desprezo brasileiro pelo estudo laborioso, baseado em um pragmatismo oportunista e acéfalo, prejudica, ou mesmo impossibilita, a obtenção de massa crítica indispensável à resolução de problemas.”

Retomo (PRA): 
Um livro que precisa ser lido não apenas por diplomatas e militares, mas por todos os brasileiros, em especial aqueles que pertencem (ou julgam pertencer) às elites do país (econômicas, políticas, os mandarins do Estado, etc.).
João Paulo Soares Alsina Jr. é um grande intelectual, um dos maiores que conheci na carreira diplomática.

Paulo Roberto de Almeida 
Brasília, 21/07/2018

Outros livros do autor: 


Viva Paulo Freire: brilhando novamente - Percival Puggina

AS DIMENSÕES DO FRACASSO EDUCACIONAL BRASILEIRO

por Percival Puggina. Artigo publicado em 

 Vou dar os números rapidamente e seguir em frente para que você não desista de prosseguir na leitura. Segundo dados do PISA, divulgados nesta quinta-feira (19/07), referentes a um conjunto de 70 países, 61% dos estudantes brasileiros desistiram no decorrer da prova (foram 18% na Colômbia e 6% na Finlândia). Os estudantes brasileiros conseguiram o 65º lugar em ciências, o 63º em matemática e o 58º em leitura.
 Pronto, pronto, o pior já passou. Agora, segure essa tristeza cívica, seque as lágrimas e vamos examinar o fato em si. A imensa maioria dos pedagogos brasileiros está convencida de que isso se resolve com mais Paulo Freire, aquele autor a quem você só critica em público se estiver a fim de ouvir desaforos. Eis o motivo pelo qual, mesmo os que dele divergem silenciam em vez de denunciar os danos que já produziu à educação brasileira. Jamais use o nome desse deus em vão. Diante do lead deste texto, os fiéis seguidores do “padroeiro” da educação nacional afirmarão que o PISA é um parâmetro bom para a realidade do aluno da Finlândia, mas não “dialoga” com uma sociedade em que os jovens precisam ser “conscientizados” de sua condição oprimida e de sua necessidade de libertação. Deu para entender, ou quer que o professor barbudinho lá do quadro negro desenhe?
 Cresça e apareça, PISA! Quando a turma de vocês estiver interessada em “problematizações” que não envolvam aritmética, ou em medir a qualificação e preparação de alunos para a cidadania, venham todos ao Brasil. Antes não. Elaborem um questionário sério sobre oprimidos e opressores, machismo, feminismo, racismo, preconceito, politicamente correto, ideologia de gênero, ditadura militar e conscientização política. Aí sim, vocês ficarão conhecendo a força da educação à brasileira. Não apareçam mais aqui com raiz quadrada, regra de três, propriedades do oxigênio e compreensão de texto, que é mera submissão do leitor à intenção do autor. Raus! Get out!
 Não me digam o quanto dói o que acabei de expressar porque machuca a mim enquanto escrevo. Sei que apesar da má remuneração, da carência de meios, da pressão dos sindicatos e dos colegas que fizeram curso e concurso para militantes políticos, milhares de professores acolhem diariamente suas turmas mobilizados pela sublime intenção de educere, nos dois sentidos em que o vocábulo latino tanto diz à educação: dar vazão às potencialidades, aflorando seus talentos, e encaminhá-los para uma vida proveitosa no mundo real.
 Milhões de crianças e adolescentes brasileiros, porém, são recebidos em sala de aula como se fossem seres de quem não se pode cobrar sequer conduta civilizada, disciplina e respeito às autoridades escolares porque são mal nascidos, inferiores, incapazes de absorver qualquer conhecimento que exceda os limitados contornos do mundo em que vivem. Creio que nem na estreiteza dos países totalitários exista opressão igual.

* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Bancos Centrais: book review by Gary Richardson

Michael D. Bordo, Øyvind Eitrheim, Marc Flandreau and Jan F. Qvigstad, editors, 
Central Banks at a Crossroads: What Can We Learn from History? 
New York: Cambridge University Press, 2016. xix + 697 pages. 
$155 (hardback), ISBN: 978-1-107-14966-3.
Reviewed for EH.Net by Gary Richardson, Department of Economics, University of California – Irvine.

This volume presents the results of a multi-team, multi-disciplinary research project that was inspired by the bicentennial of the Norges Bank, the Norwegian Central Bank. In the summer of 2012, the editors commissioned a broad range of research from fourteen teams of coauthors. The researchers included renowned international academics as well as policymaking experts. Representatives of all teams presented initial drafts of their research at a conference in Geneva in April 2013 at the Graduate Institute of International and Development Studies. After receiving comments and revising, the authors presented again in June 2014 at a Norges Bank conference titled Of the Uses of Central Banks: Lessons from History. The authors revised their papers once again, to accommodate comments by discussants and editors, and submitted final drafts for publication the following March.
The volume (and the research program which it encapsulates) asks broad questions about the past, present, and future of central banks. Why did the evolve? Will they continue to evolve in the future? What functions do they serve today? How are they structured as institutions? Why are central banks in developing nations so similar? In what ways do they differ? How are they structured as institutions? What are their roles in the international monetary system and among domestic political institutions? What lessons does history have for current and future practitioners of central banking and what does current practice reveal about central banks’ history and evolution?
The book divides the chapters into four groups. The first group provides historical perspectives on the central bank as an institution. This group includes five chapters.
• Chapter 2. “The Descent of Central Banks (1400-1815)” by William Roberds and François R. Velde.
• Chapter 3. “Central Bank Credibility: An Historical and Quantitative Exploration” by Michael D. Bordo and Pierre L. Siklos.
• Chapter 4. “The Coevolution of Money Markets and Monetary Policy, 1815-2008” by Clemens Jobst and Stefano Ugolini.
• Chapter 5. “Central Bank Independence in Small Open Economies” by Forrest Capie, Geoffrey Wood, and Juan Castañeda.
• Chapter 6. “Fighting the Last War: Economists on the Lender of Last Resort” by Richard S. Grossman and Hugh Rockoff.
The second group examines central banks as part of the international monetary system. This group includes four chapters.
• Chapter 7. “A Century and a Half of Central Banks, International Reserves and International Currencies” by Barry Eichengreen and Marc Flandreau.
• Chapter 8. “Central Banks and the Stability of the International Monetary Regime” by Catherine Schenk and Tobias Straumann.
• Chapter 9. “The International Monetary and Financial System: A Capital Account Historical Perspective” by Claudio Borio, Harold James and Hyun Song Shin.
• Chapter 10. “Central Banking: Perspectives from Emerging Economies” by Menzie D. Chinn.
The third group examines central banks as part of a system of regulatory, monetary, and fiscal institutions within a nation. A focus is delineating central banks from other institutions and describing central banks’ powers and limitations. This group contains three chapters.
• Chapter 11. “The Evolution of the Financial Stability Mandate from its Origins to the Present Day” by Gianni Toniolo and Eugene N. White.
• Chapter 12. “Bubbles and Central Banks: Historical Perspectives” by Markus K. Brunnermeier and Isabel Schnabel.
• Chapter 13. “Central Banks and Payment Systems: The Evolving Trade-off between Cost and Risk” by Charles Kahn, Stephen Quinn and Will Roberds.
The fourth group describes central banks from a practical perspective. It contains two papers that describe what central banks do well, what they do poorly, and how their successes and failures lead to gradual changes in central banks’ structure and mission.
• Chapter 14. “Central Bank Evolution: Lessons Learnt from the Sub-prime Crisis” by C. A. E. Goodhart.
• Chapter 15. “The Evolution of Central Banks: A Practitioner\’s Perspective” by Andrew G. Haldane and Jan F. Qvigstad.
The introductory chapter provides a clear and comprehensive summary of the chapters. You can read the introduction for free on the Cambridge University Press web site, so I will not summarize that material here. But, I will encourage you to read it. The introduction does a great job of discussing the big questions that still need to be answered about central banks. It explains that the basic story of central banks is to worry about monetary stability in normal times and about financial stability during crises. It also describes their evolution over the long term, hundreds of years, and explains that central banks’ structure and functions have co-evolved along with the structure of the economy.
The quality of the remaining chapters is uniformly high. Researchers interested in the history of central banks may be interested in the entire book. Specialists may want to focus on individual chapters. In my undergraduate course on the history of the Federal Reserve, I now assign portions of Chapters 2 and 4, which examine the evolution of central banking around the world from the fifteenth through the nineteenth centuries; Chapter 7, which discusses the structure of the international financial system and international currencies; Chapter 11, which discusses central banks’ role as a financial supervisor; and Chapter 13, which discusses central banks and payment systems. I have incorporated ideas and visuals from those chapters and several others into my courses’ power point presentations. An example comes from Chapter 15, which does a good job of discussing the dual long-run objectives of central banks, monetary and financial stability. The chapter highlights the interaction between the two, the value of policy independence in pursuing both, and the challenges that arise as the economy evolves and policy-makers struggle to find the right long-run balance and tradeoffs between their multiple objectives. Chapter 15 illustrates these issues with the history of the Bank of England and the Norges Bank. I teach a course on the history of the Federal Reserve, so I have taken ideas from this chapter and use them to frame material about the Fed which I present in my class.
I expect this volume will have lasting value because of the quality of its chapters. The chapters cover a broad range of topics, time, and geography, but return to consistent themes. The chapters are well written and suitable for a broad audience including researchers at universities and central banks but also policymakers and undergraduates who are interested in the topic.

Gary Richardson is the author of “Monetary Intervention Mitigated Banking Panics during the Great Depression: Quasi-Experimental Evidence from a Federal Reserve
District Border, 1929-1933,” Journal of Political Economy (2009). He was the editor for the Federal Reserve’s historical website, which can be found at www.federalreservehistory.org.

Copyright (c) 2018 by EH.Net. All rights reserved. This work may be copied for non-profit educational uses if proper credit is given to the author and the list. For other permission, please contact the EH.Net Administrator (administrator@eh.net). Published by EH.Net (July 2018). All EH.Net reviews are archived at http://www.eh.net/BookReview.

Carreira na diplomacia: ingresso, requerimentos, desempenho - Paulo Roberto de Almeida

Carreira na diplomacia: ingresso, requerimentos, desempenho

Paulo Roberto de Almeida
 [Objetivo: compilação de escritos passados; finalidade: dicas e informações]


Introdução
Desde que comecei a publicar textos acadêmicos nas ferramentas sociais – no início mais sobre integração, depois sobre relações internacionais de modo geral – comecei a receber demandas, que passaram a me chegar continuamente, sobre o ingresso na carreira, suas características básicas, o desempenho funcional, problemas dos postos e do próprio trabalho na Secretaria de Estado, enfim, um sem número de questões às quais eu procurava responder de modo tópico. 
Foram tantas e tão variadas essas demandas e questionamentos, que acumulei um número razoável de respostas, pequenas e grandes notas, digressões sobre a preparação e a própria carreira, que terminei inclusive fazendo uma seção dedicada inteiramente a essas questões em meu site pessoal (www.pralmeida.org). Por problemas que não vem agora ao caso explicitar, esse meu primeiro site com transcrição completa desses trabalhos não existe mais. Resolvi, portanto, consolidar novamente uma lista desses trabalhos que podem, eventualmente, ajudar os muitos candidatos à carreira, que tem atraído um número crescente de jovens, seja por vocação verdadeira, seja por uma ideia (geralmente equivocada) sobre o “charme” da carreira, seja ainda pelo desejo de simplesmente sair do Brasil durante algum tempo, e viver em algumas capitais onde se imagina que a vida seja mais amena ou agradável. 
maior inserção internacional do Brasil – se isso é verdade, o que pode ser questionado – e os avanços da globalização e da regionalização (relativamente, talvez) também explicam um pouco dessa atração legítima pela carreira diplomática. Muitos desses candidatos procuram os cursos de graduação em relações internacionais, o que nem sempre é a melhor estratégia, do ponto de vista de uma carreira profissional alternativa (pois, finalmente, são poucos, muito poucos, os que conseguem ingressar na carreira), já que a “profissão” de “internacionalista” nem existe de fato, e a maior parte dos jovens precisa trabalhar em áreas requisitadas por um mercado mais amplo do que o normalmente aberto a essa área específica. 
Em todo caso, os candidatos à carreira devem, em primeiro lugar, verificar na página do Instituto Rio Branco, no site do Ministério das Relações Exteriores, as últimas informações sobre o concurso, programa de estudos, bibliografia, etc. A Fundação Alexandre de Gusmão coloca à disposição do público em geral toda a sua coleção de livros, dentre os quais se inclui os guias de estudos para as disciplinas visadas nos concursos do Instituto Rio Branco já publicados, bem como todos os demais livros por ela publicados. Vejam este link: http://www.funag.gov.br/loja/.
Consoante o papel didático que sempre procurei exercer por meio das diversas ferramentas à minha disposição – site, blog, páginas em plataformas acadêmicas e outros veículos – apresento abaixo uma lista seletiva dos meus textos que podem guiar, informar, ajudar, esclarecer, consolar ou, quem sabe até, divertir os candidatos à carreira diplomática. Como atendo a muitas demandas, em geral repetitivas, sobre as mesmas questões, alguma repetição também é inevitável nesses trabalhos. Um de meus primeiros trabalhos reflexivos sobre a carreira, e um dos textos mais acessados em todos os tempos, foi este aqui: “Dez regras modernas de diplomacia”, cuja ficha segue aqui, antes de todas as demais: 

800. “Dez Regras Modernas de Diplomacia”, Chicago, 22 julho 2001; São Paulo-Miami-Washington 12 agosto 2001, 6 p. Postado no blog Diplomatizzando(16/08/2015, link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/08/dez-regras-modernas-de-diplomacia-paulo.html).

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 20 de julho de 2018


Lista de trabalhos sobre a carreira diplomática (em ordem cronológica inversa)


2)     3153. “A carreira diplomática: questionário pessoal econsolidação de trabalhos produzidos por Paulo Roberto de Almeida”, Brasília, 19-20 agosto 2017, 22 p. Respostas a questionário submetido por grupo de alunos de Relações Internacionais do IESB, acompanhadas de listagem de trabalhos identificados sob a rubrica da diplomacia em minha produção entre 2001 e 2016, para entrevista audiovisual (efetuada em 31/08/2017, sob a coordenação de Alina Ribeiro (alinasilvaribeiro@gmail.com). Postado na plataforma Academia.edu (link:https://www.academia.edu/34279860/A_carreira_diplomatica_questionario_pessoal_e_consolidacao_de_trabalhos_produzidos_por_Paulo_Roberto_de_Almeida), e em Research Gate (link: https://www.researchgate.net/publication/319184080_A_carreira_diplomatica_questionario_pessoal_e_consolidacao_de_trabalhos_produzidos_por_Paulo_Roberto_de_Almeida) e no Twitter (https://shar.es/1S2F5K). Trabalho aproveitado para palestra sobre “Opções de Mercado para o Profissional de RI”, na Semana de Relações Internacionais organizada pelo Diretório Acadêmico do UniCEUB, em 21 de agosto de 2017, no campus de Taguatinga pela manhã, e no campus da Asa Norte pela noite (<da.ri.ceub@gmail.com>).Feita nova informação em 31/08/2017 (link:https://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/carreira-diplomatica-questionario-e.html).
3)     2984. “Uma carreira diplomática: Paulo Roberto de Almeida”, Brasília, 11-27 maio 2016, 16 p. Entrevista redigida para o site “Diplowife, Diplolife” (link: http://diplowife-diplolife.blogspot.com.br/2016/05/entrevista-com-paulo-roberto-de-almeida.html). Transcrito no blog Diplomatizzando(http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/entrevista-sobre-carreira-atividades.html). Relação de Publicados n. 1226.
4)     2977. “O Itamaraty e a diplomacia profissional brasileira em tempos não convencionais”, Brasília, 15 maio 2016, 10 p. Entrevista concedida por escrito a graduando na Faculdade de Direito da USP, e animador do blog Jornal Arcadas,um jornal independente totalmente produzido por estudantes do Largo de São Francisco (http://www.jornalarcadas.com.br/), sobre aspectos da carreira e do funcionamento do Itamaraty na fase recente. Publicado, sob o título de “Entrevista: a crise e o anarco-diplomata”, no blog Jornal Arcadas (15/05/2016; link: http://www.jornalarcadas.com.br/acriseeoanarcodiplomata/); reproduzido no Diplomatizando (http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/um-anarco-diplomata-fala-sobre.html). Relação de Publicados n. 1220.
5)     2608. “Carreira diplomática e formação”, Hartford, 19 Maio 2014, 9 p. Respostas a questões colocadas por aluna de RI do IESB, com base em trabalhos anteriores sobre o mesmo assunto. Postado no blog Diplomatizzandoem 15/08/2015 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/08/carreira-diplomatica-e-formacao-do.html).
6)     2382. “Questionário sobre a carreira diplomática”, Paris, 10 abril 2012, 2 p. Respostas para trabalho universitário. Blog Diplomatizzando (19/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/questionario-sobre-carreira-diplomatica.html)
7)     2409. “Grande estratégia e idiossincrasias corporativas: uma reflexão baseada em George Kennan”, Brasília, 14 julho 2012, 7 p. Considerações sobre posturas na carreira diplomática, com base em trecho da biografia do diplomata e historiador americano por John Lewis Gaddis: George F. Kennan: An American Life(New York: The Penguin Press, 2011), lida na edição Kindle. Blog Diplomatizzando(4/01/2016; link:http://www.diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/01/george-kennan-era-um-contrarianista.html).
8)     2328. “Carreira Diplomática e Carreira Acadêmica: vidas paralelas ou linhas que não se tocam?”, Brasília, 9 outubro 2011, 4 p. Respostas a questionário; postado, no blog Diplomatizzando(http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/10/carreira-diplomatica-e-carreira.html). 
9)     2222. “Respondendo a questões sobre a carreira diplomática”, Shanghai, 5 novembro 2010, 32 p. Introdução a compilação de respostas a questões colocadas por leitores do blog sobre a carreira diplomática, estudos preparatórios e o concurso de ingresso. Postado no blog Diplomatizzando(5/11/2010; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/11/carreira-diplomatica-respondendo.html), inclusive com as questões e comentários submetidos a seguir.
11)  2136. “Entrevista sobre Minha Carreira Diplomática”, Shanghai, 25 abril 2010, 5 p. Respondendo a um aluno do curso médio. Postado no blog Diplomatizzando(http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/04/2076-mais-uma-entrevista-sobre-carreira.html). 
12)  2129. “Mais um questionário sobre o trabalho diplomático”, Shanghai, 8 abril 2010, 6 p. Respostas a questões colocadas por estudante de Relações Internacionais. Postado no blog Diplomatizzando(http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/04/2044-mais-um-questionario-sobre.html). 
13)  2126. “Carreira Diplomática: um questionário acadêmico”, Florença (Itália), 28 março 2010, 3 p. Respostas a perguntas de alunos de curso de Relações Internacionais da USP. Postado no blog Diplomatizzando(3.04.2010; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/04/1016-carreira-diplomatica-um.html). 
14)  2102. “Carreira Diplomática: Geral ou Especializada?: Respondendo a dúvidas legítimas”, Brasília, 16 janeiro 2010, 4 p. Respostas a questões colocadas por uma candidata à carreira diplomática. Postado no blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/01/1700-carreira-diplomatica.html). 
15)  2007. “Carreira Diplomática: respondendo a um questionário”, Brasília, 21 maio 2009, 8 p. Respostas a graduanda em administração na UFSC. Blog Diplomatizzando(8/01/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/01/um-questionario-sobre-carreira.html).
16)  1901. “Questionário sobre a carreira diplomática”, Brasília, 25 junho 2008, 3 p. Respostas a questionário de candidata à carreira diplomática. Blog Diplomatizzando(28.05.2011; link:http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/05/um-questionario-sobre-carreira.html).
17)  1885. “Questionário sobre a carreira diplomática”, Brasília, 10 maio 2008, 5 p. Respostas a questões colocadas por estudante de administração, sobre a carreira diplomática. Blog DiplomataZ (2.07.2009; link: http://diplomataz.blogspot.com/2009/07/19-mais-um-questionario-sobre-carreira.html#links).
18)  1893. “A importância do profissional de relações internacionais no setor público”, Brasília, 1 junho 2008, 1 junho 2008, 3 p. Respostas a questionário de estudante de RI da Unisul, Florianópolis, SC. Postado no Blog DiplomataZ(2.07.2009; link: http://diplomataz.blogspot.com/2009/07/18-o-profissional-de-ri-no-setor.html#links) e blog Diplomatizzando(28.05.2011; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2011/05/o-profissional-de-ri-no-setor-publico.html).
19)  1837. “Cartas a um Jovem Diplomata: conselhos a quem já se iniciou na carreira e dicas para quem pretende ser um dia”, Brasília, 17 novembro 2007, 1 p. Esquema de livro, com base no trabalho n. 800 (“Novas Regras de Diplomacia”). Blog Diplomatizzando(19/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/cartas-um-jovem-diplomata-como-seria-se.html).
20)  1812. “Academia e diplomacia: um questionário sobre a formação e a carreira”, Brasília, 1 outubro 2007, 5 p. Respostas a questionário colocado por estudante da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Blog Diplomatizzando(10.07.2010; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/07/academia-e-diplomacia-um-questionario.html).
21)  1780. “Aspectos da carreira diplomática: algumas considerações pessoais”, Brasília, 10 de agosto de 2007, 1 p. Palestra em curso preparatório à carreira diplomática. Exposição desenvolvida oralmente em torno dos seguintes pontos: 1. O ingresso: estudos preparatórios e exames de entrada; 2. Estrutura da carreira e fluxos da mobilidade ascensional; 3. Trabalho na SERE e nos postos do exterior: nomadismo vertical e horizontal; 4. Gostosuras e travessuras: os bônus e malus da carreira diplomática; 5. Uma experiência pessoal: combinando diplomacia e academia.
22)  1739. “Carreira diplomática: uma trajetória”, Brasília, 27 março 2007, 5 p. Respostas a perguntas para caderno especial sobre concursos. Publicado, sob o título “Minha trajetória como concursando”, na revista Carta Forense(ano 5, n. 47, abril 2007, Caderno de Concursos, p. C2-C3). Blog Diplomatizzando(12.07.2010; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/07/como-no-caso-de-textos-anteriores-que.html).
23)  1723. “Concurso do Rio Branco: algumas dicas genéricas sobre o TPS”, Brasília, 7 fevereiro 2007, 2 p. Feito em caráter particular, tornado genérico; postado no blog Diplomatizzandosob n. 698 (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/698-concurso-do-rio-branco-algumas.html#links).
24)  1722. “Aos formandos do curso de RI da Universidade Tuiuti do Paraná, turma 2007”, Brasília, 6 fevereiro 2007, 5 p. Palavras aos formandos que escolheram meu nome para designar o grupo de bacharelandos. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2007/02/699-recomendacoes-jovens-formandos-em.html#links).
25)  1706. “Retrato do diplomata, quando maduramente reflexivo”, Brasília, 31 dezembro 2006, 5 p. Reflexões pessoais em torno de uma vida dedicada aos livros, ao estudo e ao aperfeiçoamento da sociedade. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2006/12/679-retrato-do-diplomata-quando.html#links).
26)  1704. “Um autodidata na carreira diplomática”, Brasília, 26 dezembro 2006, 4 p. Respostas a questões colocadas por jovem candidato à carreira diplomática. Blog Diplomatizzando; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2006/12/667-um-autodidata-na-carreira.html#links.
27)  1670. “Dez obras fundamentais para um diplomata”, Brasília , 29 setembro 2006, 6 p. Lista elaborada a pedido de aluno interessado na carreira diplomática: obras de Heródoto, Maquiavel, Tocqueville, Pierre Renouvin, Henry Kissinger, Manuel de Oliveira Lima, Pandiá Calógeras, Delgado de Carvalho, Marcelo de Paiva Abreu e Paulo Roberto de Almeida, para uma boa cultura clássica e instrumental. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2006/09/625-dez-obras-fundamentais-para-um.html). Relação de Publicados n. 709.
28)  1591. “O Ser Diplomata: Reflexões anárquicas sobre uma indefinível condição profissional”, Brasília, 2 maio 2006, 3 p. Reflexões sobre a profissionalização em RI. Blog Diplomatizzando(20/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/o-ser-diplomata-2006-paulo-roberto-de.html).
29)  1563. “As relações internacionais como oportunidade profissional”, Brasília, 23 março 2006, 9 p. Respostas a algumas das questões mais colocadas pelos jovens que se voltam para as carreiras de relações internacionais. Blog Diplomatizzando(14/09/2012; link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2013/03/as-relacoes-internacionais-como.html). Relação de Publicados n. 627.
30)   1558. “Ser um bom internacionalista, nas condições atuais do Brasil, significa, antes de mais nada, ser um bom intérprete dos problemas do nosso próprio País”, Brasília, 8 março 2006, 6 p. Alocução de paraninfo na turma de formandos do 2º Semestre de 2005 do curso de Relações internacionais do Uniceub, Brasília (/03/2006). Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/paraninfo-da-turma-de-ri-do-uniceub-em.html).
31)  1535. “Alguns aspectos da cultura diplomática: respostas a questionário no âmbito de projeto sobre a mulher na diplomacia”, Brasília, 18 janeiro 2006, 17 p. Respostas a questionário, no quadro do projeto “Mulheres e Relação entre os Gêneros nas Diplomacias Brasileira e Portuguesa”. Blog Diplomatizzando (link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/a-cultura-diplomatica-e-as-mulheres.html).
32)  1529. “O que faz um diplomata, exatamente?”, Brasília, 11 janeiro 2006, 4 p. Resposta a indagações efetuadas sobre a natureza do trabalho diplomático, como remissão a meu trabalho sobre as “dez regras modernas de diplomacia”; Blog n. 153 (link:http://paulomre.blogspot.com/2006/01/153-o-que-faz-um-diplomata-exatamente.html).
33)  1492. “Postura diplomática”, Brasília, 8 e 12 novembro 2005, 2 p. Comentários a questão colocada a propósito de situações difíceis enfrentadas no trabalho diplomático. Blog Diplomatizzando(2/07/2012; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2012/07/postura-diplomatica-o-contrarianista.html).
34)   1481. “Recomendações bibliográficas para o concurso do Itamaraty”, Brasília, 13 out. 2005, 6 p. Indicações resumidas a partir do Guia de Estudos do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática, versão 2005, para atender às demandas de candidatos à carreira diplomática. Circulada em listas de candidatos. 
35)   1403. “Conselhos de um contrarianista a jovens internacionalistas”, Brasília, 5 março 2005, 6 p. Alocução de patrono na XI turma (2º semestre de 2004) de Relações internacionais da Universidade Católica de Brasília (10/03/2005). Mesmo texto aproveitado para alocução de paraninfo na turma de RI da Universidade do Sul de Santa Catarina, Unisul, Tubarão, SC, de 2004 (8/04/2005). Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/conselhos-de-um-contrarianista-jovens.html).
36)  1377. “História Mundial Contemporânea”, Brasília, 23 janeiro 2005, 6 p. Nota de revisão e comentários ao programa de preparação ao concurso à carreira diplomática, encaminhada ao Diretor do IRBr. 
37)  1374. “Concurso de Admissão à Carreira Diplomática: Comentários ao Guia de Estudos”, Brasília, 20 janeiro 2005, 8 p. Comentários ao programa do concurso do IRBr, para atender solicitação do Diretor do IRBr.
38)  1345. “A caminho de Ítaca”, Brasília, 18 outubro 2004, 7 p. Sobre minha condição de professor. Blog DiplomataZ(link: http://diplomataz.blogspot.com/2009/11/24-por-que-sou-professor-uma-reflexao.html); blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/10/a-caminho-de-itaca-como-e-por-que-sou.html).
39)  1181. “A formação e a carreira do diplomata: uma preparação de longo curso e uma vida nômade”, Brasília, 14 janeiro 2004, 3 p. Reelaboração ampliada do trabalho 1156 – destinado originalmente ao Guia para a Formação de Profissionais do Comércio Exterior, das Edições Aduaneiras – para o jornal acadêmico da Faculdade de Direito da PUC-Campinas. Blog Diplomatizzando(27/05/2016; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/preparacao-para-carreira-diplomatica.html).
40)  1089. “Aprenda diplomacia por sua própria conta (e risco), em apenas um dia”, Washington, 2 agosto 2003, 4 p. Paródia aos manuais de auto-aprendizado de economia, imaginando matérias e métodos para um self-made diplomat. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/seja-diplomata-por-sua-propria-conta-e.html).
41)  1080. “Relações Internacionais: profissionalização e atividades”, Washington, 15 julho 2003, 6 pp. Respostas a questões colocadas por estudantes de RI de MG, para subsidiar Mostra Profissional sobre relações internacionais. Blog Diplomatizzando(20/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/relacoes-internacionais.html).
42)  1073. “Mensagem aos formandos”, Washington, 4 julho 2003, 5 p. Texto de saudações elaborado para atender a convite da comissão de formatura do curso de Relações Internacionais da Universidade Tuiuti do Paraná. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/05/saudacao-formandos-de-relacoes.html). 
43)  1052. “Primeiro Emprego: depoimento pessoal e reflexões”, Washington: 22 maio 2003, 4 pp. Respostas a perguntas sobre formação e profissionalização, para elaboração do “Guia do Primeiro Emprego” (Editora Abril). Blog Diplomatizzando(20/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/meu-primeiro-emprego-nao-foi-diplomacia.html).
44)  915. “Profissionalização em relações internacionais: exigências e possibilidades”, Washington, 26 junho 2002, 6 p. Trecho das “Leituras complementares”, do capítulo 11: “A diplomacia econômica brasileira no século XX: grandes linhas evolutivas” do livro Os primeiros anos do século XXI: o Brasil e as relações internacionais contemporâneas(pp. 244-248), para divulgação pelo Centro de Serviços de Carreiras do Curso de RI da PUC-Minas. Blog Diplomatizzando(link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/profissionalizacao-em-relacoes.html).
45)  866. “Diplomacia econômica brasileira: lições da história”, Washington, 14 fevereiro 2002, 10 p. Palestra no Instituto Rio Branco, em 2 de abril de 2002, enfocando as tarefas sociais e políticas do diplomata. Inédito. Blog Diplomatizzando(20/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/um-outro-inedito-de-2002-palestra-no.html).
46)  848. “Entrevista Internews Unisul”, Orlando, 11 janeiro 2002, 9 pp. Respostas a questões colocadas pelo Centro Acadêmico Paulo Roberto de Almeida, do Curso de Relações Internacionais da Unisul, para Boletim Internews. Blog Diplomatizzando(20/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/uma-entrevista-sobre-carreira-de.html).
47)  840. “Imperial Regulamento do Asylo dos Diplomatas da Corte”, Washington, 16 dez. 2001, 5 p.; série “Cousas Diplomáticas” n. 5. Artigo de caráter satírico, reproduzindo o trabalho n. 448, que fazia adaptação, substituindo “mendigos” por “diplomatas”, de Regulamento do “Asylo de Mendicidade da Corte”, Decreto n. 9274, publicado na Coleção das Leis do Império do Brasil de 1884 (Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1885, p. 432-446). Publicado na revista Espaço Acadêmico(Maringá: UEM, AnoI, n. 9, fevereiro de 2002, link: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/35904/21028) e no Observatório da Imprensa(n. 181, 17.7.02, seção “Speculum”; http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/spe170720021.htm). Postado no blog Diplomatizzando(12/11/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/11/imperial-regulamento-do-asylo-dos.html).Relação de Publicados ns. 312 e 345.
48)  839. “Macro e microeconomia da diplomacia”, Washington 14 dez. 2001, 3 p.; série “Cousas Diplomáticas, n. 4. Artigo introdutório, semicômico, de “interpretação econômica” da política externa, cobrindo questões diversas da carreira e das atividades diplomáticas, vistas sob a ótica da economia política (continuidade no trabalho n. 1061). Publicado em Espaço Acadêmico(Maringá: UEM, a.I, n. 8, jan. de 2002); divulgado no Blog Diplomatizzando(20/07/2018; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2018/07/macro-e-microeconomia-da-diplomacia.html). Relação de Publicados n. 308.
49)  800. “Dez Regras Modernas de Diplomacia”, Chicago, 22 jul. 2001; São Paulo-Miami-Washington 12 ago. 2001, 6 p. Ensaio sobre novas regras da diplomacia, com inspiração a partir do livro de Frederico Francisco de la Figanière: Quatro regras de diplomacia (Lisboa: Livraria Ferreira, 1881, 239 p.). Espaço Acadêmico(Maringá: UEM, a. I, n. 4, set. de 2001 - ISSN: 1519.6186). Blog Diplomatizzando(16/08/2015, link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2015/08/dez-regras-modernas-de-diplomacia-paulo.html). Relação de Publicados n. 282.
50)  222. “Reforma do MRE e da Carreira Diplomática”, Montevidéu, 20 dezembro 1991, 6 pp. Texto revisto e sintetizado das sugestões elaboradas anteriormente e destinadas a atender solicitação formulada na Circular Telegráfica nº 18.715, de 27/11/91, sobre reforma da estrutura do Itamaraty, fluxo de promoções e outras questões (“escape clause”). Encaminhada ao Grupo de Trabalho sobre Reforma do MRE, coordenado pela SEMOR (Secretaria de Modernização Administrativa) por Ofício de 27/12/91. Anexo: Contribuição oferecida à reforma da carreira em 12 de julho de 1985. Blog Diplomatizzando (20/07/2018; link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2018/07/reforma-do-mre-e-da-carreira.html).


Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 20 de julho de 2018.