Essa é das bravas, talvez a mais brava das que já ouvi, em minha longa caminhada de andanças desandadas, com mais pedras no meio do caminho do que havia no poema do poeta, e do que já li, numa vida de retinas fatigadas, que ficam ainda mais fatigadas lendo coisas como esta:
“O futuro está em cima, em cima no sentido de que o futuro é sempre uma exigência maior que a gente se faz a nós mesmos”.
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
The New World Map the UN Wants You to Use - Visual Capitalist
The New World Map the UN Wants You to Use Visual Capitalist, Sept 16, 2026 The UN has endorsed a new world map using the Equal Earth project...
-
Minha entrevista desta sexta-feira 25/02/2022, sobre a dramática situação da Ucrânia no canal +BrasilNews. 1437. “ Entrevista sobre a Ucrân...
-
China and the Rule of Law Leonidas Zelmanovitz 2026, Law & Liberty Liberty Fund , September 8, 2026 https://www.academia.edu/175255097/...
-
Greetings Paulo Roberto Almeida, A new Announcement has been posted in H-LatAm. TOC: Special Issue Publication -- Gender, Slavery, and Fre...
-
Um ÚNICO diplomata disputa as eleições em 2026: o embaixador Aldemo Garcia Prezados colegas da ADB, Gostaria de compartilhar com todos vocês...
-
Sem alarmismo Marcelo Guterman set 10, 2026 O economista Felipe Salto reclama do “alarmismo” de certos analistas econômicos, que estaria...
-
Mais uma reunião do BRICS para falar muito, e não tocar nas questões mais importantes da atualidade Paulo Roberto de Almeida O BRICS é um F...
-
Olhando o panorama por cima: da democracia å mediocracia Os militares já não contam quase nada, ou totalmente nada, na política, o que é u...
-
As decisões monocráticas delituosas de certo personagem que NUNCA poderia ter sido aceito para a Suprema Corte do país. Nota preliminar : ...
-
Erico Veríssimo, falecido há muitos anos, acaba de adentrar o STF. Se fosse vivo, teria material para mais um romance do absurdo: Distopia d...
Um comentário:
Caro professor, em resposta à tua pergunta, título de um post que publiquei em meu blog:
O FUTURO É PRESENTE DO PASSADO
Por Gilrikardo
Em meus tempos de guri, lá pelas bandas do Rio Grande do Sul, Coréia era sinônimo da origem de bugigangas baratas, sem qualidade nem garantia que circulavam pelas mãos de ambulantes (atuais paraguaias). Por extensão também se utilizou para denominar o local menos privilegiado do estádio Beira Rio do Internacional, rente ao fosso que separava o campo da torcida. Ali o ingresso era o mais barato, pois além de permanecer em pé, a torcida virava alvo daqueles que estavam na arquibancada e
arremessavam quaisquer objetos, entre os quais o famoso saco plástico com "xixi".
Avivei-me disso ao deparar com artigo da revista Superinteressante que apresenta a Coréia do Sul como o país que detêm o maior índice da população conectada à internet em alta velocidade (97%), na frente de países tais como Suíça (90%), Noruega (84%), Holanda (83%), EUA (75%) e o nosso Brasil (19%). A receita para tal desempenho é divulgada no mundo inteiro. Há cinquenta anos o país arrasado pela guerra, na miséria e essencialmente agrícola resolveu virar a mesa, isto é, mudar o rumo de seu destino e aplicou todas as fichas no seu maior patrimônio: as pessoas. E deu no que deu, uma das nações que mais cresceu nas últimas décadas, com altos investimentos em educação, ciência e tecnologia. Transformou-se em berço da Hyundai, Kia, Samsung, LG Eletronics. Primeiro lugar mundial na fabricação de celulares e monitores de plasma. O sistema de ensino situa-se entre os melhores do mundo (99% índice de alfabetização). Professores com salário inicial em torno de dois mil dólares e que facilmente dobra após dez anos de trabalho. UM POVO EM DIA COM O FUTURO.
E nós aqui convivendo num sistema viciado, repleto de distorções, abismos e contradições sustentado pela CARGA tributária que faria qualquer jumento quebrar as canelas. Um sistema que em pleno século XXI nos brinda com os discursos inflamados de políticos se vangloriando de que chegaram onde chegaram sem precisar estudar e que talvez por isso imaginam que todos devem se abrigar nas asas do Estado cujo reflexo democrático determina limites, pois é a voz da maioria. A mesma maioria que talvez nunca ouviu falar dessa tal "Coréia". É uma pena, pois parece que JÁ ESTAMOS EM DÉBITO COM O FUTURO.
Postar um comentário