sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

ONU: Brasil se abstém sobre volta de crianças sequestradas pela Rússia - Claudio Dantas

PRA: Não sei o que é maior: se a hipocrisia vergonhosa, ou o desejo de NÃO desagradar o amigo Putin. Ele já foi condenado pelo TPI (do qual o Brasil é parte) pelo sequestro das crianças ucranianas como crime contra a humanidade. O Brasil de Lula pretende "dialogar" com Putin para pedir que ele devolva as milhares de crianças sequestradas?
==============
ONU: Brasil se abstém sobre volta de crianças sequestradas pela Rússia
Claudio Dantas
Brasil justificou abstenção alegando que “tom da resolução não ajuda a promover diálogo”

A delegação brasileira se absteve na votação da resolução da Assembleia Geral da ONU que cobra o retorno imediato de crianças ucranianas sequestradas pela Rússia. O texto teve 91 votos favoráveis, 12 contrários e 57 abstenções — atingindo a maioria de dois terços.
Desde o início da invasão russa à Ucrânia, organizações internacionais denunciam o “deslocamento forçado” de milhares de ucranianos menores de idade pela Rússia. O tema ganhou ainda mais peso quando o Tribunal Penal Internacional, em Haia, emitiu ordem de prisão contra Vladimir Putin pelo crime de guerra relacionado à deportação das crianças.
A ONU afirma que 20 mil crianças foram deportadas e que “muitas ainda não foram localizadas” ainda. A resoução aprovada exige o retorno “imediato, seguro e incondicional” de todas.
A Rússia rejeita as acusações, classificando-as como “mentirosas”, e disse que a discussão na ONU prejudica esforços pela paz. “O objetivo deste texto, claramente, não é ajudar as crianças”, afirmou a representante russa na organização, que acusou a resolução de promover “narrativas falsas”.
O Brasil reiterou seu “firme apoio à soberania e integridade territorial da Ucrânia” e defendeu “a importância de repatriar crianças deportadas ou transferidas no contexto deste conflito”. Apesar disso, se absteve por considerar que “o tom do texto não contribui para fomentar o diálogo”.
A resolução, aprovada na última quarta (10), determina que a Rússia garanta o retorno das crianças transferidas à força ou deportadas.

Mini-história das crises políticas no Brasil - Paulo Roberto de Almeida

Mini-história das crises políticas no Brasil 

Paulo Roberto de Almeida 

         Todas, repito TODAS, as crises político-institucionais da história da República no Brasil (e provavelmente também desde o Império) resultaram do enfrentamento entre forças divergentes dentro do Parlamento e, de forma ainda mais grave, entre o Parlamento e o Executivo (antes da República com o recurso eventual ao Poder Moderador, que depois, na República, se pretendeu encarnado nas FFAA, até recentemente, inclusive por uma interpretação distorcida do artigo 142 da CF-1988), o que nada mais era senão profundas divisões políticas na governança e na própria sociedade brasileira. 
        Foi assim no Estado Novo (inclusive antes que ele fosse implantado, em 1937), ao final do Estado Novo (com a derrocada de Vargas por aqueles mesmos, nas FFAA, que tinham sustentado seu golpe semi-fascista), foi assim na Republica de 1946, quando se enfrentaram continuamente varguistas e anti-varguistas, de que resultou o golpe militar e a ditadura de 1964-1985, novamente na Nova República, entre tucanos e petistas, depois entre petistas e diferentes forças políticas, enfrentamentos que resultaram nos impeachments de Collor e de Dilma, e novamente na sequência, até aqui, entre petistas e novas forças politicas, agora bem mais marcadas à direita e extrema-direita, na qual se distinguem os evanescentes bolsonaristas. 
        Agora com traços inéditos, com o envolvimento da Suprema Corte na luta política e na defesa das instituições, como uma espécie de novo poder moderador (até recentemente exercido pelos militares). 
    
        Tudo isso é muito ruim para nossa estabilidade institucional e até para a continuidade das políticas macro e setoriais, o que nos deixa semi- paralisados. 

Paulo Roberto de Almeida 
Brasília, 5/12/2025

THE END OF THE WAR IN UKRAINE - Jason Smart (UATV)

THE END OF THE WAR! 
 Jason Jay Smart names the only way to force Russia to collapse from within.


        How can Russia be forced to lose without tanks on its border? In this interview, American political strategist and advisor Jason Smart, who was permanently expelled from Russia for supporting the democratic opposition, explains why Ukraine is now the key front in the Kremlin's global war against the West. 
        He shares his experience of living in Kyiv since 2015 and working with post-Soviet countries, and explains why, despite the fatigue of its allies, Ukraine can still prevail – provided that a severe blow is dealt to the Russian economy. We discuss why some European countries (Belgium, Italy, Finland, and others) are delaying decisions on frozen Russian assets, how populism affects support for Ukraine, and why procrastination on sanctions and weapons always plays into Moscow's hands. 
        Smart explains how Russia uses Iran, North Korea, drug cartels, terrorist organisations, and the "grey economy" to wage hybrid warfare around the world – from Latin America to Africa. 
         In the finale, the guest formulates a simple but harsh answer: the fastest way to defeat the Russian regime is to deliberately collapse its economy and create an internal crisis that will cause the system to crumble from within. 

        Watch the interview to the end, write your opinion about the West's strategy in the comments, and don't forget to subscribe to the channel so you don't miss new conversations about the war, sanctions, and the future of Ukraine.

Chamada para artigos - Cadernos de Política Exterior IPRI-Funag

Cadernos de Política Exterior - IPRI-Funag 

Convidamos a comunidade acadêmica e os especialistas em Relações Internacionais a submeter artigos aos Cadernos de Política Exterior, periódico editado pelo Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) e publicado pela Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). 
 Os Cadernos de Política Exterior tem por linha editorial divulgar estudos e pesquisas sobre relações internacionais e política externa e possuem classificação Qualis Capes A4 (2017-2020), com publicação impressa e eletrônica (ISSN Impresso: 2359-5280; ISSN Eletrônico: 2447-228X). 

A partir do Nº 16 os Cadernos de Política Exterior passam a ser publicados também na versão em língua inglesa. 
As submissões para publicação nos Cadernos de Política Exterior ocorrem em fluxo contínuo. As datas limite para submissão de artigos são: 1 de março, para volume publicado em julho; e 1 de setembro, para volume publicado em dezembro. 

Os interessados podem enviar os artigos para o e-mail ipri@funag.gov.br 
 Para mais informações, acesse a página dos Cadernos de Política Exterior e Diretrizes para Autores 

Atenciosamente, 
Editora- Adjunta Cadernos de Política Exterior 
Annita Calmon 
Coordenadora-Geral de Pesquisa Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais

Como eu ajudei (involuntariamente) um personagem bizarro a virar um chanceler acidental - Paulo Roberto de Almeida

Como eu ajudei (involuntariamente) um personagem bizarro a virar um chanceler acidental 
 
    Eu ainda não tinha visto, mas amigos que receberam me enviaram:

        Na verdade, eu não gostei muito dessa entrevista. Quando ela foi feita (mais de 3 horas), eu estava esgotado, pois não havia dormido nada na noite anterior e tinha passado o dia correndo de um lado para outro; fiquei totalmente esquecido, trocando datas, repetindo coisas. 
        Achei ruim a minha entrevista, sinceramente, porque eu já estava quase dormindo sentado. O resto da entrevista (antes) talvez seja melhor, mas tudo o que eu disse corresponde exatamente à verdade do que ocorreu naqueles tempos loucos do início do bolsolavismo diplomático. 
        Quem quiser um relato mais circunstanciado, pode acessar o meu livro Miséria da Diplomacia: a destruição da inteligência no Itamaraty, escrito e publicado digitalmente em junho de 2019, menos de seis meses do início do governo dos malucos. 
        Sorte do EA, que foi defenestrado em março de 2021: poderia estar no banco dos réus se tivesse continuado a destruir a diplomacia brasileira na companhia dos golpistas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Indigno de registro: Brasil se alinha a um criminoso de guerra: se recusa a condenar a Rússia por sequestro de crianças

 Se corresponder ao que Vitelio Brustolin suspeita, vou considerar, e já vou condenar severamente, como sendo o gesto mais SÓRDIDO da diplomacia brasileira em 2003 anos de história, sabendo, entretanto, que não se trata da diplomacia profissional, e sim da política externa enviesada, míope, vergonhosa, do Palácio do Planalto e sua subserviência exacerbada ao tirano de Moscou, uma das coisas mais execráveis já vistas desde que o lulopetismo diplomático sujeitou e deformou nossas mais caras tradições, princípios e valores de nossa identidade diplomática e até de nossos dispositivos constitucionais.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 4/12/2025

==========

Queria muito ouvir o governo e o Itamaraty explicando isso:

 Vitelio Brustolin

Brasil se abstém na ONU sobre retorno de crianças ucranianas

Assembleia Geral aprova resolução que exige volta de menores de 18 anos tirados de suas casas pela Rússia. 

“A delegação brasileira se absteve na votação de uma resolução da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) que exige o retorno imediato de crianças ucranianas tiradas de suas casas pela Rússia. 

O documento, intitulado “Retorno de crianças ucranianas”, foi aprovado na 4ª feira (3.dez.2025), com 91 votos a favor, 12 contra e 57 abstenções, alcançando a maioria de ⅔ necessária para a aprovação.”

Leia aqui: https://lnkd.in/dWTr7uby 

Como se deu a ascensão do chanceler acidental - Paulo Roberto de Almeida (O Mundo é um Moinho)

 Extraido de uma gravação bem mais ampla, que estará no YouTube do programa coordenado pelo Pedro Costa Jr., O Mundo é um Moinho, sobre a "Nova Ordem Mundial", que contém meu depoimento de como eu fui, em parte, responsável pela indicação do chanceler acidental a esse cargo na primeira fase do infeliz governo Bolsonaro, por ter publicado, na revista do IPRI (que eu dirigia) o artigo esquizofrênico do Ernesto Araújo, “Trump e o Ocidente”, e pelo fato dele ter ido entregar as suas bobagens ao Olavo de Carvalho, que o indicou ao Bolsonaro.

https://www.linkedin.com/posts/danielafonsodasilva_paulo-roberto-de-almeida-revela-bastidores-activity-7402410053527330816-56xm?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAADIc2V4Bmgcy60pkRmbt6gWRnYbnHZripLQ

Joesley, um diplomata brasileiro - Mariana Barbosa (UOL)

 Joesley, um diplomata brasileiro

Mariana Barbosa
Colunista do UOL

04/12/2025 13h20
https://economia.uol.com.br/colunas/mariana-barbosa/2025/12/04/joesley-um-diplomata-brasileiro-na-venezuela.htm

        Nem Celso Amorim nem Mauro Vieira. O empresário Joesley Batista se transformou no grande articulador para assuntos internacionais do presidente Lula (PT).
        O dono da JBS foi crucial para distensionar as relações de Lula com o presidente americano Donald Trump, patrocinando a "química" entre os dois chefes de Estado.         E, agora, sabe-se que ele foi pessoalmente, a bordo do jato Global 7500, negociar com Nicolás Maduro a saída do ditador do país — o que ajudaria a distensionar as relações com os EUA, evitando uma guerra.
        Nove dias antes de desembarcar em Caracas, no domingo, dia 23 de novembro, o mesmo jato foi flagrado em Washington DC, também em um bate e volta.

Joesley virou grande articulador do governo Lula
        Com negócios nas áreas de energia, óleo e gás na Venezuela, a J&F, holding dos irmãos Batista, teria muito a perder com a deflagração de uma guerra pelos EUA. Já a aproximação com Trump começou no segundo mandato do presidente americano, com uma doação de US$ 5 milhões para a festa de posse. Pouco depois, a JBS conseguiu destravar o processo de IPO (Initial Public Offering ou Oferta Pública Inicial, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York, que estava obstruído na SEC (a Comissão de Valores Mobiliários americana).
        A aproximação também levou à liberação do visto dos empresários, que era negado desde a Lava Jato.
        O grupo J&F é dono da Âmbar Energia e entrou no setor de óleo e gás nos últimos dois anos, com a aquisição da Fluxus - ambas com interesses na Venezuela.
        Como ninguém faz negócios com o país vizinho sem passar pelo Palácio de Miraflores, os Batistas passaram a manter contatos estreitos com autoridades venezuelanas.
        A Fluxus tem escritório em Caracas e está há mais de ano prospectando reservatórios de petróleo do país, com perspectiva de médio prazo. Dona de grandes reservas de petróleo, a Venezuela depende de empresas privadas para conseguir extrair o produto.
        Já a Âmbar Energia adquiriu recentemente a distribuidora de energia de Roraima, que durante muito tempo dependeu exclusivamente da compra de energia da Venezuela por não estar ligada ao Sistema Interligado Nacional. O estado passou a integrar o sistema em setembro.
        A entrada da Âmbar marcou a retomada da compra de energia venezuelana pelo Brasil, que havia sido interrompida no governo Bolsonaro por razões técnicas do lado venezuelano. No passado, a comercialização se dava entre estatais dos dois lados, sendo a Eletronorte pelo lado brasileiro. Hoje além da Âmbar, outras empresas como Engelhart CTP, RZK Comercializadora de Energia, BTG Pactual, Matrix, Bolt Energy, Eneva, Tradener e Bid Comercializadora têm autorização do Ministério de Minas e Energia para importar energia da Venezuela.
        Em nota enviada à coluna, a J&F negou que tenha negócios na Venezuela. A empresa também diz que a listagem da JBS na SEC "seguiu o rito normal" e que a história do visto "não procede".

Errata:

Diferentemente do que foi publicado anteriormente, a Âmbar ainda não controla a Roraima Energia. A Âmbar adquiriu a Roraima Energia em outubro deste ano, mas o negócio ainda depende da aprovação dos órgãos competentes. A Âmbar não foi comprada há dois anos, como escrito anteriormente, mas foi criada pela J&F em 2015. O texto foi corrigido.
Reportagem
Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.


The West Is Running Out of Time - Alexander Stubb, (Foreign Affairs)

The West Is Running Out of Time

Alexander Stubb

Foreign Affairs, Dec 2025

The President of Finland, Alexandrr Stubb, has published an important article, “The West’s Last Chance,” arguing that the post–World War II order — built on cooperation, rules, and shared values — is breaking down. Wars are multiplying, alliances are fracturing, and rising powers across the global South are reshaping the geopolitical landscape.

This may be the West’s last chance to rebuild an international order that protects freedom, stability, and smaller nations like Ukraine. If the West fails, the alternative is a world governed by raw power — where aggression goes unpunished and borders mean nothing.

Key Points:

1. The old world order is collapsing.

The rules-based system that kept global peace for decades is unraveling under the pressure of wars, authoritarianism, and great-power competition.

2. A fragmented, multipolar world is emerging.

Influence is shifting to regional and “middle” powers — from India and Brazil to Turkey and Saudi Arabia — who no longer accept a Western-led system.

3. Global conflict is rising because institutions are failing.

The UN, EU, WTO, and other bodies lack the cohesion, authority, or legitimacy to stop aggression or resolve crises.

4. The West is dangerously divided.

Political polarization, inconsistent leadership, and short-term thinking weaken the ability of democracies to respond to global threats.

5. The global South feels ignored — and is choosing its own path.

Many countries believe the old system served Western interests, not theirs, and are now shaping alternative alliances and norms.

6. If the West does nothing, “might makes right” becomes the new global law.

A world where russia can invade neighbors, China redraws borders, and small countries lose basic security guarantees.

7. The West still has a narrow window to act.

Not to restore the old world, but to build a new one — inclusive, modernized, and capable of protecting sovereignty and stability.

8. The solution is renewed, reformed multilateralism.

Western democracies must modernize global institutions, bring rising powers into decision-making, and rebuild trust in shared rules.

9. Leadership matters: hesitation is fatal.

Without coordinated Western leadership, authoritarian regimes will reshape the global order in their image.

10. The stakes are existential for countries like Ukraine.

If the world shifts to a system where aggression is rewarded and sovereignty becomes negotiable, Ukraine will be the first — not the last — victim.

Source: Foreign Affairs

The President of Finland, Alexander Stubb, has published an important article, “The West’s Last Chance,” arguing that the post–World War II order — built on cooperation, rules, and shared values — is breaking down. Wars are multiplying, alliances are fracturing, and rising powers across the global South are reshaping the geopolitical landscape.

This may be the West’s last chance to rebuild an international order that protects freedom, stability, and smaller nations like Ukraine. If the West fails, the alternative is a world governed by raw power — where aggression goes unpunished and borders mean nothing.


terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Trabalhos publicados por Paulo Roberto de Almeida como colunista

 Trabalhos publicados por Paulo Roberto de Almeida como colunista (apenas no ano de 2025)

Compilado por Pau1o Roberto de Almeida
Atualizada em 2 de dezembro de 2025

1586. “A ideia do interesse nacional: o papel da ferramenta diplomática”, portal Interesse Nacional (3/07/2025; link: https://interessenacional.com.br/portal/a-ideia-do-interesse-nacional-o-papel-da-ferramenta-diplomatica/). Relação de Originais n. 4952.

1587. “O Brasil e o seu grande desafio, a partir de uma releitura de H. G. Wells”, Publicado no Portal Interesse Nacional (28/07/2025; link: https://interessenacional.com.br/portal/o-brasil-e-o-seu-grande-desafio-a-partir-de-uma-releitura-de-h-g-wells/). Relação de Originais n. 4977.

1591. “Onde buscar o interesse nacional nos programas de governo? Nas mensagens presidenciais ao Congresso”, portal Interesse Nacional (18 agosto 2025, link: https://interessenacional.com.br/portal/onde-buscar-o-interesse-nacional-nos-programas-de-governo-nas-mensagens-presidenciais-ao-congresso/). Relação de Originais n. 5007.

1592. “O interesse nacional nas mensagens ao Congresso entre 1933 e 1937: ameaça das ideologias e centralização a favor do Estado”, portal Interesse Nacional (4 setembro 2025, link: https://interessenacional.com.br/portal/o-interesse-nacional-nas-mensagens-ao-congresso-entre-1933-e-1937-ameaca-das-ideologias-e-centralizacao-a-favor-do-estado/). Relação de Originais n. 5009.

1593. “A ideia do interesse nacional e da ferramenta diplomática”, Revista Interesse Nacional (n. 71, outubro-dezembro de 2025, p. 54-57; link: https://interessenacional.com.br/a-ideia-do-interesse-nacional-e-da-ferramenta-diplomatica/); edição completa do n. 71 da Revista Interesse Nacional (link: https://interessenacional.com.br/edicoes/numero-71/). Relação de Originais n. 4952.

1595. “As mensagens presidenciais de 1947 a 1960: desenvolvimentismo e inflacionismo”, portal Interesse Nacional (8 outubro 2025, link: https://interessenacional.com.br/portal/as-mensagens-presidenciais-de-1947-a-1960-desenvolvimentismo-e-inflacionismo/); republicado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/10/as-mensagens-presidenciais-de-1947-1960.html). Relação de Originais n. 5010.

1599. “Opções da diplomacia brasileira num mundo em desordem”, artigo publicado na revista digital Será? (ano xiv, n. 681, 24/10/2025, link: https://revistasera.info/2025/10/opcoes-da-diplomacia-brasileira-num-mundo-em-desordem/); divulgado no blog Diplomatizzando (24/10/2025, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/10/opcoes-da-diplomacia-brasileira-num.html). Relação de Originais n. 5097.

1600. “Trump, ou a diplomacia pelo método confuso”, revista digital Será? (ano xiv, n. 682, 31/10/2025, link: https://revistasera.info/2025/10/trump-ou-a-diplomacia-pelo-metodo-confuso/); divulgado no blog Diplomatizzando (31/10/2025, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/10/trump-ou-diplomacia-pelo-metodo-confuso.html). Relação de Originais n 5098.

1601. “Rupturas nas relações internacionais no contexto do triunvirato imperial”, Revista Será? (ano XIV, n. 683, 7/11/2025, link: https://revistasera.info/2025/11/rupturas-nas-relacoes-internacionais-no-contexto-do-triunvirato-imperial/); divulgado no blog Diplomatizzando (9/11/2025, link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/rupturas-nas-relacoes-internacionais-no.html). Relação de Originais n. 5104.

1602. “Política externa e diplomacia do Brasil: como são, como podem ser, 1/2”, revista digital Será? (ano xiv, n. 684, Recife, 21 de novembro de 2025; link: https://bit.ly/4o6CUpD ou https://revistasera.us2.list-manage.com/track/click?u=411db2b245b4b4625516c92f4&id=5960193be7&e=b9cc4cc5fd); divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/politica-externa-e-diplomacia-do-brasil.html). Relação de Originais n. 5109.

1603. “Política externa e diplomacia do Brasil: como são e como podem ser, 2”, revista Será? (ano xiv, n. 684, Recife, 21 de novembro de 2025; link: https://bit.ly/4o6CUpD ou https://revistasera.us2.list-manage.com/track/click?u=411db2b245b4b4625516c92f4&id=5960193be7&e=b9cc4cc5fd); divulgado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/11/politica-externa-e-diplomacia-do-brasil.html). Relação de Publicados n. 1602. Relação de Originais n. 5110.

1605. “Mensagens presidenciais dos governos Jânio Quadros e João Goulart: crises políticas e ruptura democrática, 1961-1964”, Publicado no portal Interesse Nacional (1/12/2025; link: https://interessenacional.com.br/portal/mensagens-presidenciais-dos-governos-janio-quadros-e-joao-goulart-crises-politicas-e-ruptura-democratica-1961-1964/); Postado no blog Diplomatizzando (link: https://diplomatizzando.blogspot.com/2025/12/as-mensagens-presidenciais-de-1947-1960.html). Relação de Originais n. 5011.


Postagem em destaque

Guerra contra o Irã – O Vietnã de Trump? - Sergio Abreu e Lima Florencio (Portal Interesse Nacionsl)

Sergio Abreu e Lima Florencio Portal Interesse Nacional, 15/03/2026 Guerra contra o Irã – O Vietnã de Trump? A ofensiva contra o país persa ...