sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Assembleia Geral da ONU, 50 anos atras (1964): quase nao acontece (NYT)

Pois é: eram um tempo em que os russos (ops, os soviéticos) bloqueavam tudo. Hoje eles estão mais cooperativos, não é?
Ainda bem que somos aliados deles, não é?
Paulo Roberto de Almeida 


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The United Nations General Assembly convened in New York starting this week. Fifty years ago, the Assembly almost didn’t meet at all.
A dispute over the Soviet Union’s failure to pay its $52.6 million share of bills for peacekeeping operations in the Congo and the Middle East delayed the start of the 1964 session until December, after the United States threatened to invoke a U.N. rule barring countries whose payments were more than two years in arrears from voting in the Assembly.
The dispute dragged on for months, with the Assembly convening to hear speeches but not taking any votes at all. It wasn’t until the next summer that the Soviets agreed to make “voluntary contributions”and the other big powers agreed to let normal voting procedures resume.
Other countries were rushing to pay their U.N. bills, including Taiwan, which hoped that its $3.6 million check would preserve not only its voting rights but also its very membership in the organization, which was under attack from supporters of the Communist-governed mainland. (Taiwan succeeded, but only until 1971, when the Assembly voted to expel it and admit the country known today simply as China.)
Other issues before the Assembly included civil war in the Congo (today’s Democratic Republic of Congo), ethnic tension inCyprus and the admission of Malawi, Malta and Zambia to the United Nations. The addition of those three, all former British colonies, brought the membership of the United Nations to 115 countries; today there are 193. There was also a busy schedule of diplomatic parties and receptions; those given by Pakistan were said to be among the most enjoyable.
If President Johnson attended any part of the regular Assembly session of 1964, it was not recorded in The Times, although the president did speak at a ceremony in San Francisco the next spring marking the 20th anniversary of the United Nations. The United States delegation was led by the ambassador Adlai Stevenson, while the Soviet Union was represented by its foreign minister, Andrei Gromyko.
There was at least one delegate with star power: Ernesto Guevara, known as Che, the Cuban Minister of Industry, who gave a speech charging that the United States was planning to attack Cuba. As he spoke, anti-Castro rebels fired a bazooka shell at the U.N. from across the East River in Queens; it fell into the water and did no damage.
Photo
Che Guevara, cigar in hand, listened to a speech by the United States ambassador to the United Nations, Adlai Stevenson, on Dec. 14, 1964. CreditHarry Harris/Associated Press

GloboNews Painel: Direita e esquerda na política nacional (Lamounier, Ponde, Azevedo)

Link do programa
Direita e esquerda na política nacional
no  Programa GloboNews Painel, de 28/12/2013, do qua participaram Luiz Pondé, Reynaldo Azevedo e Bolivar Lamounier, que acaba de publicar o seu livro sobre os "intelectuais" no Brasil.
Como foi ao ar  no final do ano, pode ter passado despercebido por muitos, inclusive por mim:

https://www.youtube.com/watch?v=lwEUK8_E60k#t=82

A frase da semana: definicao de um esquerdista - G. Gordon Liddy

Acho que é mais ou menos isso:

Um esquerdista é alguém que se sente devedor da humanidade, e cuja dívida propõe pagar com o dinheiro dos outros.
G. Gordon Liddy

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Politica Externa: coerencia total e sem falhas - Augusto Nunes

Sem comentários. E precisa?
Paulo Roberto de Almeida 

23/09/2014 às 21:48
Augusto Nunes \ Direto ao Ponto

A defesa do Estado Islâmico é uma prova de coerência: a condutora da política externa da canalhice jamais desperdiçou alguma chance de envergonhar o Brasil

Instituída no governo Lula, a política externa da canalhice foi encampada com muita animação por Dilma Rousseff. Ao longo de oito anos, o padrinho sempre escolheu o lado errado. Nesta terça-feira, ao baixar em Nova York, a afilhada confirmou que nunca perde alguma chance de envergonhar o país que presta. Ao comentar a ofensiva militar americana contra o Estado Islâmico, Dilma solidarizou-se com a turma da caverna e garantiu que, embora não pareça, até decepadores de cabeças aceitam convites para um diálogo civilizado. “Lamento enormemente os ataques na Síria”, recitou em dilmês primitivo. “Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados”.
O choro de Dilma depende da nacionalidade do morto. Ela não derramou uma única e escassa lágrima pelas incontáveis vítimas do bando de fanáticos. Não deu um pio sobre a decapitação  ─ em ritos repulsivos filmados pelos carrascos e transformados em programas de TV ─ de dois jornalistas e um agente humanitário. Não emitiu nenhum sinal de desconforto com os massacres intermináveis, os estupros selvagens, a rotina da tortura, a pena de morte por heresia aplicada a quem não se subordina aos dogmas da seita. A presidente só “lamenta enormemente” a perda de aliados na guerra irremediavelmente perdida que move desde a juventude contra o imperialismo ianque.
Erguido durante a entrevista coletiva convocada pela doutora em nada, o monumento ao cinismo foi implodido por uma nota subscrita por Ban Ki-Moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas. Além de endossar os bombardeios americanos, Ki-Moon lembrou que os devotos da barbárie só serão contidos por mais operações militares semelhantes às executadas pelos Estados Unidos. Sem ter lido o documento, Dilma avisou que o besteirol seria reprisado em seu discurso na ONU. Caso cumpra a promessa, todos os presentes entenderão por que um representante do governo de Israel, inconformado com o ostensivo apoio do governo lulopetista ao Hamas, qualificou o país de “anão diplomático”
Entre o governo constitucional paraguaio e o presidente deposto Fernando Lugo, Dilma escolheu o reprodutor de batina. Também se juntou aos patifes da vizinhança na conspiração que afastou do Mercosul o Paraguai e permitiu a entrada da Venezuela chavista, fez todas as vontades do bolívar-de-hospício que virou passarinho, arranjou até um estoque de papel higiênico para adiar o naufrágio de Nicolás Maduro, curvou-se aos caprichos do lhama-de-franja que reina na Bolívia, presenteou a ditadura cubana com o superporto que o Brasil não tem e transformou a Granja do Torto em residência de verão de Raúl Castro. Fora o resto.
O apoio enviesado ao Estado Islâmico é também uma prova de coerência. Só poderia agir assim quem fez há pelo menos 12 anos a opção preferencial pela infâmia.

Sobre politicas de governo e politicas de Estado: distincoes necessarias - Paulo Roberto de Almeida

De repente, o Google Scholar vem nos lembrar de algum texto antigo, quando já tínhamos esquecido dele, mas uma citação recente, em trabalho de terceiros, o fazem emergir de repente, confirmando também que algumas URLs são mais permanentes, ou consistentes, do que pareceria.
Este trabalho, por exemplo, que pode ser encontrado neste link: http://www.imil.org.br/artigos/sobre-politicas-de-governo-e-politicas-de-estado-distincoes-necessarias/
Preciso ler, para saber se tem alguma consistência com os tempos que correm...
Paulo Roberto de Almeida

Sobre políticas de governo e políticas de Estado: distinções necessárias

O que são políticas de Estado e o que são políticas de governo? Seriam os dois termos intercambiáveis, como preferem alguns? Ou são elas necessariamente distintas e próprias de cada situação, de cada arranjo de poder, correspondendo cada uma a uma forma específica de elaboração e de aprovação? Esta não é uma questão trivial, pois dependendo da resposta que se dá a estas questões pode-se estar sancionando meras políticas do governo como se fossem políticas de Estado ou travestindo as primeiras com a aura indevida do processo decisório articulado e responsável, como devem ser todas as políticas que aspiram à chancela “de Estado”.
Com efeito, determinadas políticas, seguidas por um governo específico, num dado momento da trajetória política de um país, podem corresponder à expressão da chamada “vontade nacional”, dado que contêm certo número de elementos objetivos que podem entrar na categoria dos sistêmicos ou estruturais, respondendo, portanto, ao que normalmente se designa como política de Estado. Alternativamente, porém, ela pode expressar tão somente a vontade passageira de um governo ocasional, numa conjuntura precisa, geralmente limitada no tempo, da vida política desse mesmo país, o que a coloca na classe das orientações passageiras ou circunstanciais.
Muitos pretendem que toda e qualquer política de governo é uma política de Estado, já que um governo, que ocupa o poder num Estado democrático – isto é, emergindo de eleições competitivas num ambiente aberto aos talentos políticos – é sempre a expressão da vontade nacional, expressa na escolha regular daqueles que serão os encarregados de formular essas políticas setoriais. Os que assim pensam consideram bizantina a distinção, mas estes são geralmente pessoalmente do próprio governo, eventualmente até funcionários do Estado que pretendem se identificar com o governo de passagem. O que se argumenta é que, na medida em que suas propostas políticas já foram “aprovadas” previamente no escrutínio eleitoral, elas correspondem, portanto, aos desejos da maioria da população, sendo em conseqüência “nacionais”, ou “de Estado”.
Não é bem assim, pois raramente, numa competição eleitoral, o debate pré-votação desce aos detalhes e minudências das políticas setoriais e a todos os contornos e implicações dos problemas que podem surgir na administração corrente do Estado após a posse do grupo vencedor. Campanhas eleitorais são sempre superficiais, por mais debates que se possam fazer, e os candidatos procuram simplificar ainda mais os problemas em confronto, adotando slogans redutores, e fazendo outras tantas simplificações em relação às posições dos seus adversários. Por outro lado, as promessas são sempre genéricas, sem muita quantificação – diretamente quanto às metas ou sua expressão orçamentária – e sobretudo sem precisão quanto aos meios e seus efeitos no cenário econômico ou social. Todos prometem empregos, distribuição de renda, crescimento e desenvolvimento, defesa dos interesses nacionais, resgate da dignidade e da cidadania e outras maravilhas do gênero.  Em outros termos, raramente a eleição de um movimento ou partido político ao poder executivo lhe dá plena legitimidade para implementar políticas de governo como se fossem políticas de Estado, que por sua própria definição possuem um caráter mais permanente, ou sistêmico, do que escolhas de ocasião ou medidas conjunturais para responder a desafios do momento.
Quando alguém disser que está seguindo políticas de Estado, pare um pouco e examine os procedimentos, a cadeia decisória, as implicações para o país e constate se isso é verdade
Políticas de governo são aquelas que o Executivo decide num processo bem mais elementar de formulação e implementação de determinadas medidas para responder às demandas colocadas na própria agenda política interna – pela dinâmica econômica ou política-parlamentar, por exemplo – ou vindos de fora, como resultado de eventos internacionais com impacto doméstico. Elas podem até envolver escolhas complexas, mas pode-se dizer que o caminho entre a apresentação do problema e a definição de uma política determinada (de governo) é bem mais curto e simples, ficando geralmente no plano administrativo, ou na competência dos próprios ministérios setoriais.
Políticas de Estado, por sua vez, são aquelas que envolvem as burocracias de mais de uma agência do Estado, justamente, e acabam passando pelo Parlamento ou por instâncias diversas de discussão, depois que sua tramitação dentro de uma esfera (ou mais de uma) da máquina do Estado envolveu estudos técnicos, simulações, análises de impacto horizontal e vertical, efeitos econômicos ou orçamentários, quando não um cálculo de custo-benefício levando em conta a trajetória completa da política que se pretende implementar. O trabalho da burocracia pode levar meses, bem como o eventual exame e discussão no Parlamento, pois políticas de Estado, que respondem efetivamente a essa designação, geralmente envolvem mudanças de outras normas ou disposições pré-existentes, com incidência em setores mais amplos da sociedade.
Se quisermos ficar apenas com um exemplo, no âmbito da diplomacia, pode-se utilizar esta distinção. Política de Estado é a decisão de engajar um processo de integração regional, a assinatura de um tratado de livre comércio, a conclusão de um acordo de cooperação científica e tecnológica numa determinada área e coisas do gênero. Política de governo seria a definição de alíquotas tarifárias para um setor determinado, a exclusão de produtos ou ramos econômicos do alcance do tratado de livre comércio, ou a assinatura de um protocolo complementar definindo modalidades para a cooperação científica e tecnológica na área já contemplada no acordo. Creio que tanto o escopo das políticas, como os procedimentos observados em cada caso podem ser facilmente distinguidos quando se considera cada um dos conjuntos de medidas em função das características definidas nos dois parágrafos precedentes.
Por isso, não se pode pretender que as políticas de Estado possam ser adotadas apenas pelo ministro da área, ou mesmo pelo presidente, ao sabor de uma sugestão de um assessor, pois raramente o trabalho técnico terá sido exaustivo ou aprofundado o suficiente para justificar legitimamente essa designação. Isso se reflete, aliás, na própria estrutura do Estado, quando se pensa em como são formuladas e implementadas essas políticas de Estado.
Pense-se, por exemplo, em políticas de defesa, de relações exteriores, de economia e finanças – em seus aspectos mais conceituais do que operacionais – de meio ambiente ou de educação e tecnologia: elas geralmente envolvem um corpo de funcionários especializados, dedicados profissionalmente ao estudo, acompanhamento e formulação das grandes orientações das políticas vinculadas às suas respectivas áreas. Ou considere-se, então, medidas de natureza conjuntural, ou voltadas para uma clientela mais restrita, quando não ações de caráter mais reativo ou operacional do que propriamente sistêmicas ou estruturais: estas podem ser ditas de governo, aquelas não.
Portanto, quando alguém disser que está seguindo políticas de Estado, pare um pouco e examine os procedimentos, a cadeia decisória, as implicações para o país e constate se isso é verdade, ou se a tal política corresponde apenas e tão somente a uma iniciativa individual do chefe de Estado ou do ministro que assim se expressou. Nem todo presidente se dedica apenas a políticas de Estado, e nem toda política de Estado é necessariamente formulada pelo presidente ou decidida apenas no âmbito do Executivo.
Como dizem os americanos: think again, ou seja, espere um pouco e reconsidere o problema…

Sobre Paulo Roberto de Almeida

Paulo Roberto de Almeida
Diplomata, mestre em planejamento econômico pelo Colégio dos Países em Desenvolvimento da Universidade de Estado de Antuérpia, doutor em ciências sociais pela Universidade de Bruxelas. Trabalhou como assessor especial no Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. É autor dos livros: “O Mercosul no contexto regional e internacional” (Aduaneiras, 1993), “ O Brasil e o multilateralismo econômico” (Livraria do Advogado, 1999), “ Relações internacionais e política externa do Brasil: história e sociologia da diplomacia brasileira (UFRGS, 1998)” e “O moderno príncipe – Maquiavel revisitado” (2007)

Desigualdade: desaba a lenda da desconcentracao - Clovis Rossi

Os dados registrados num estudo, que ainda preciso conferir, confirmam que a
desigualdade na distribuição de renda, que sempre foi escandalosa no Brasil, tornou-se, ao contrário do proclamado pelo governo, maior e mais profunda justamente no período do distributivismo companheiro. Dava para desconfiar: eles deram umas migalhas para os pobres e muito mais para eles mesmos e para a burguesia e os mandarins do Estado. 

Leiam a matéria abaixo:

E, apesar de que a PNAD não constitui exatamente um instrumento ideal para a medição da desigualde, como demonstra o estudo citado na matéria acima, outro estudo mostra que a pobreza até aumentou. Acabaram os motivos para as mentiras companheiras ao que parece.
Paulo Roberto de Almeida

Com correção na Pnad, pobreza cai e miséria aumenta

Parcela de brasileiros miseráveis aumentou em 409 mil pessoas
Apesar de os dados da Pnad 2013 corrigidos pelo IBGE mostrarem a continuidade do processo de queda da desigualdade, a redução da pobreza ocorreu em ritmo menor e o contingente de miseráveis teve inclusive um leve aumento no ano passado. Depois de o instituto reconhecer que superestimou os dados das regiões metropolitanas de sete estados com impacto no resultado global de concentração de renda, os pesquisadores do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) Andrezza Rosalém e Samuel Franco refizeram os cálculos e constataram um cenário levemente pior.
A pobreza continuou cedendo no ano passado, mas num ritmo mais lento — menos que a metade verificada entre 2003 e 2013. Ao todo, 1,644 milhão deixaram o contingente. De acordo com os dois pesquisadores, 17% da população brasileira estava abaixo da linha de pobreza (de R$ 248 per capita) ante 18% do ano anterior. A pesquisa anterior mostrava um percentual de 16,9%. Já os miseráveis eram 6% da população brasileira, contra 5,8% de 2012.
Antes da correção da Pnad, já tinha mostrado aumento dessa parcela, mas em 0,1 ponto percentual. A despeito da ampliação das políticas de transferência de renda para esse público, com o Brasil Carinhoso (que complementa a renda dos beneficiários do Bolsa Família), houve o acréscimo de 409 mil pessoas nesse grupo. Eles levam em conta desigualdade medida pela renda domiciliar per capita, ao contrário do instituto.
Segundo Andrezza, do Iets, apesar de o Gini apontar queda, houve uma piora qualitativa. Os 10% mais pobres tiveram queda de 2,5% nos rendimentos ao contrário das divulgações passadas, em consequência da deterioração do mercado de trabalho, de um lado e da corroção da inflação, de outro.
— O mercado de trabalho tem um efeito não tão favorável para os mais pobres, que formam uma parcela menos escolarizada. O ideal é que o Gini melhore quando se aproximam as pontas. Esse modelo não está funcionando tanto. É uma piora qualitativa. Chegamos a um nível de se pensar num passo dois, analisar as políticas ofertadas para essa população — afirma Andrezza.
Consultado, o IBGE disse que não se pronunciaria sobre as declarações de ministros e da presidente a respeito da permanência da presidente Wasmália Bivar.
Paulo Roberto de Almeida Paulo Roberto de Almeida p

Fascismo companheiro: Big Brother petista ativo e censurando...

Recebo, de um amigo, que trabalha na administração direta em Brasilia, uma mensagem qualquer sugerindo que eu escreva sobre um determinado assunto.
Informo a ele que já escrevi, e recomendo uma consulta a meu blog, em tais e tais links, que forneço, diretamente, ou seja, URLs específicas.
Ele me diz então que o órgão em que ele trabalha bloqueou o acesso a meu blog.
Respondo que não deve ser só o meu, mas uma política geral do órgão, contra o que, na antiga Revolução Cultural chinesa se chamava de "inimigos do povo".
Eis o que ele me respondeu:

Caro Professor,
Os "censores" petistas estão bloqueando vários web sites e blogs além do seu!
Não é nada pessoal!
Lamentável!!!


Bem, parece que existem muitos inimigos do povo petista.
Tenho a honra de integrar o quilombo de resistência intelectual contra os novos totalitários.
Não me surpreende, e já esperava isso.
Esse é o Brasil no qual viveremos se a máfia neobolchevique continuar no poder.
Paulo Roberto de Almeida

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Livro Marxismo e Socialismo finalmente disponível - Paulo Roberto de Almeida

Meu mais recente livro – que não tem nada a ver com o governo atual ou com sua diplomacia esquizofrênica, já vou logo avisando – ficou final...