sábado, 3 de janeiro de 2026

Paulo Roberto de Almeida no YouTube, coletado por Airton Diceu Lemmertz

Paulo Roberto de Almeida no YouTube, coletado por Airton Diceu Lemmertz

Airton Dirceu Lemmertz, um gênio da comunicação social, coletou um grande volume de vídeos contendo entrevistas minhas, muitas das quais eu sequer tinha conhecimento. Agradeço seu trabalho de compilação sistemática. Coloco à disposição dos interessados, sem nenhuma intenção de auto-promoção, apenas acreditando que se trata de um esforço que fiz para atender convites que jamais partiram de mim mesmo, apenas satisfazendo a curiosidade de estudantes ou jornalistas.

Paulo Roberto de Almeida

Brasília, 3 de janeiro de 2026

Paulo Roberto de Almeida no YouTube, coletado por Airton Diceu Lemmertz
Disponível na plataforma Academia.edu: https://www.academia.edu/145749326/Paulo_Roberto_de_Almeida_no_YouTube_coletado_por_Airton_Dirceu_Lemmertz


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O diplomata ex Ministro-Conselheiro da Embaixada do Brasil em Washington, entre 1999 e 2003, Paulo Roberto de Almeida comenta sobre o encontro de Lula e ...
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Para mostrar os resultados mais relevantes, omitimos algumas entradas bastante semelhantes aos 59 resultados já exibidos.
Se preferir, você pode repetir a pesquisa incluindo os resultados omitidos.

O ano de 2026 será melhor. Será? — Editorial revista Será?

A Revista Será?, da qual sou colunista regular, acaba de publicar um editorial sóbrio, e relativamente otimista, no qual acredita que 2026 possa ser melhor do que 2025, pelo menos para o Brasil. Será? Vamos conferir? PRA

O ano de 2026 será melhor. Será? 

Editorial Revista Será? | jan 2, 2026 | Opinião | 1  |     

Será?

Podemos, sim, desejar ardentemente que o ano novo seja melhor que 2025. O mundo todo grita, e os brasileiros, mais do que todos, manifestam um desejo sincero de feliz ano novo. E a Revista Será? (com esta teimosa interrogação) soma-se aos anseios de que, em 2026, o mundo encontre a paz e o Brasil ache o caminho do desenvolvimento. Mas a teimosa interrogação da Revista nos deixa desconfiados.

A dúvida começa ao lembrar que o governo desestruturador e errático de Donald Trump, no comando da maior potência do planeta, persiste neste ano que começa agora e terá ainda mais três anos para desmantelar a economia mundial e desrespeitar as regras da geopolítica global. Nos últimos dias de 2025, Trump se arrogou o papel de gendarme do planeta, substituindo as Nações Unidas — ele chegou a dizer isso — na imposição de sua vontade e de seu poder sobre o resto do mundo, incluindo a agressão militar aos seus desafetos.

O desempenho do Brasil em 2025 teve aspectos positivos. Os líderes golpistas foram condenados e presos, consolidando a democracia brasileira, e a economia andou relativamente bem — desemprego baixo e inflação sob controle (ao custo de juros muito altos, é certo) —, com redução da pobreza. O Brasil ainda mostrou capacidade e competência para sobreviver às absurdas sanções comerciais do arrogante Trump.

Em todo caso, o que houve de negativo no ano que se encerra pode ainda se agravar em 2026. Para começar, este será um ano eleitoral, com eleições seguramente ainda dominadas por uma perversa polarização política, que inibe o debate de ideias e propostas e tende a produzir uma das campanhas mais sujas da história. É difícil acreditar, por outro lado, que o governo do presidente Lula da Silva faça um esforço real para conter os gastos públicos.

Os parlamentares, que nos anos anteriores se empenharam em desmoralizar a política com debates e decisões mesquinhas e corporativistas, prepararam-se para renovar seus mandatos com um aumento de mais de 50% das emendas no orçamento da União de 2026 (de 50 para 61 bilhões). O Judiciário, que em 2025 se envolveu em lambanças vergonhosas — incluindo decisões monocráticas e suspeitas, para dizer o mínimo, de ministros da alta corte de Justiça —, também preocupa. Para 2026, podemos ao menos esperar uma melhora no comportamento do Judiciário graças ao Código de Conduta proposto pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF.

Com todas as dúvidas, reiteramos os desejos de um ano novo melhor para o mundo e para o Brasil. Mas, como desejos não mudam a realidade, convidamos nossos colaboradores a continuarem publicando bons artigos, com análises e críticas por meio das quais temos certeza de que ajudamos a melhorar o mundo. E convidamos os leitores a nos apoiarem, comentando e divulgando os conteúdos da Revista Será?


O que Putin conseguiu realizar em sua Operação Militar Especial? - Paulo Roberto de Almeida

 O que Putin conseguiu realizar em sua Operação Militar Especial?

Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Nota sobre as baixas e perdas russas na sua guerra de agressão contra a Ucrânia.

        A guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia é uma das guerras mais estranhas e indefinidas do século XXI, tanto quanto foi, ou até mais, no século passado, a guerra Irã-Iraque dos anos 1980, quando dois exércitos se enfrentaram durante oito anos, de setembro de 1980 a agosto de 1988, tendo começado pela invasão do Irã pelo Iraque, mas terminando pela completa exaustão dos dois lados, sem quaisquer mudanças territoriais significativas, e até sem resultados tangíveis para qualquer um dos lados, mas produzindo um custo humano e econômico devastador para ambos os lados. A guerra de agressão de Putin contra o país vizinho, antiga república federada da União Soviética até a implosão desta em 1991, chamada eufemisticamente de “Operação Militar Especial”, tem representado, o mesmo resultado praticamente nulo, tanto do ponto de vista estratégico, quanto tático, se considerados os objetivos iniciais apresentados pelo líder russo: a derrota das forças militares da Ucrânia e a ocupação completa do país pelo império neoczarista. Nada disso se realizou, de fato.
        Tenho seguido, praticamente diariamente, todos os episódios da guerra de agressão russa por meio dos relatórios cotidianos emitidos pela ONG ucraniana CDS, o Centre for Defence Strategies (CDS) um think tank voltado para estudos sobre a segurança da Ucrânia, em operação desde 2020. O relatório de 2 de janeiro de 2026, recém recebido, atualiza os dados recolhidos nas várias frentes de batalha, que são considerados fiáveis por um outro think tank respeitável, o ISW, Institute for the Study of War, baseado em Washington. O lado russo nunca apresentou os dados computados para um lado ou outro, mas o CDS apresentou os seguintes dados totais, desde o início da invasão, relativamente às perdas russas:

Russian operational losses from 24/02/2022 to 02/01/2026
Personnel - almost 1,209 880
Tanks – 11,494
Armored combat vehicles ‒ 23,851
Artillery systems – 35,720
Multiple rocket launchers (MLRS) – 1,589
Anti-aircraft warfare systems – 1,267
Vehicles and fuel tanks – 72,587
Aircraft - 434
Helicopters – 347
UAV operational and tactical level – 99,043
Intercepted cruise and other missiles – 4,137
Boats/ships – 30

        O dado mais impressionante é o número de baixas humanas russas, de soldados mortos ou feridos, mas as perdas de equipamentos bélicos também são significativas, só perdendo para o número de drones engajados nos ataques, ferramentas agora convertidas em “operadoras” principais das guerras contemporâneas. Se dividirmos esses números pelos 47 meses de operações militares mantidas até aqui, temos os seguintes resultados:

Baixas humanas russas: 25.742 cada mês, ou quase 860 por dia
Tanques: 244 por mês, ou mais de 8 por dia, aproximadamente
Veículos armados de combate: 507 por mês, ou quase 17 por dia
Sistemas de artilharia: 760 por mês, ou mais de 25 por dia de operações
Lançadores múltiplos de foguetes: 33,8 por mês, ou mais de um por dia
Sistemas de defesa antiaérea: 27 por mês, ou quase 1 por dia
Veículos-tanque de combustíveis: 1544 por mês, ou mais de 51 por dia
Aparelhos aéreos: mais de 9 por mês, ou 1 a cada três dias aproximadamente
Helicópteros: 7,3 por mês (cabe duvidar que os russos produzam mais por mês)
Veículo aéreo não tripulado (drones): 2,100 todos os meses, ou mais de 70 ao dia
Mísseis de cruzeiro interceptados: 88, ou 3 a cada dia
Embarcações: 30 no total (sendo um cruzador, várias corvetas, um submarino)

        As perdas materiais e, sobretudo, as baixas humanas são realmente impressionantes, mas talvez o mais importante sejam os parcos resultados desses “investimentos” maciços lançados à conquista de um país que jamais representou qualquer ameaça efetiva à Rússia (independentemente do que digam os anti-Otan convencidos). Os avanços territoriais das tropas russas são não apenas pífios, mas sobretudo alcançados a um custo humano e material desproporcional quando computados os resultados em outras frentes de batalha referidos por alguns especialistas. Alguns deles mencionam o fato de que, na “grande guerra patriótica” da URSS contra os exércitos nazistas, no período que até aqui durou a guerra de agressão russa contra a Ucrânia, as tropas soviéticas foram de Moscou a Berlim, simbolicamente, ao passo que os soldados russos estão atolados a poucas dezenas de quilômetros das duas fronteiras oficiais. A dimensão respectiva de cada conflito deve ser levada em consideração, mas ao examinarmos as “estatísticas” ucranianas sobre as perdas russas até aqui, uma única conclusão é possível: a Operação Militar Especial de Putin é uma derrota estratégica, tática, e um grande desastre humano (contar os fugidos da guerra, os mais capazes) e sobretudo material, ou seja, uma catástrofe econômica e social que será duramente paga pelos russos.

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5171, 2 janeiro 2026, 2 p.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

O Brasil num mundo turbulento, em 2026 e mais além - Paulo Roberto de Almeida (revista Será?)

 Paulo Roberto de Almeida, em “O Brasil num mundo turbulento, em 2026 e mais além”, analisa os dilemas estratégicos do país num sistema internacional em ruptura e sob pressões internas que corroem a governança democrática.


O Brasil num mundo turbulento, em 2026 e mais além


Paulo Roberto de Almeida, diplomata, professor.
Uma agenda interna e externa bastante movimentada em 2026.
Publicado na revista Será? (ano xiv, n. 690, 02/01/2026; link: https://revistasera.info/2026/01/o-brasil-num-mundo-turbulento-em-2026-e-mais-alem/). Relação de Publicados n. 1615.

        O Brasil inicia 2026 com vários desafios, internos e externos. Em ambas as frentes, pendências políticas e diplomáticas já postas na agenda do Executivo vão exigir habilidades superiores às disponíveis para encaminhá-las exitosamente, no Congresso e na diplomacia.
        No plano interno, tendo sido aprovado, no último dia útil da sessão legislativa de 2025, o orçamento de 2026, os estudantes de todo o Brasil, do fundamental à pós-graduação, descobrem que os indigníssimos parlamentares tungaram (esse é o termo) meio bilhão de reais da dotação educacional federal, com vistas a inflar o bolão das indecorosas emendas parlamentares, que ascendem a mais de 61 bilhões de reais: sim, ele aumentou, e muito, em relação à extorsão feita no ano passado, que se junta aos fundos Partidário e Eleitoral, tudo concorrendo para ajudá-los numa reeleição que deveria ser vetada pelos eleitores. O Fundo de Assistência foi severamente podado, o que deve prejudicar o desempenho educacional e profissional de milhões de jovens em todo o Brasil; mas também serão prejudicados projetos de pesquisa e o apoio a programas de ciência e tecnologia em nível de pós-graduação. Começamos o ano, portanto, com o que se poderia chamar de “crime político”. Salvo alguma correção ao longo do ano, tal corte tornará a vida dos estudantes brasileiros mais precária e o futuro do desenvolvimento do país ainda mais incerto.
        O desafio externo também será relevante: a diplomacia brasileira ocupará, pela 12ª vez, a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o órgão que pode oferecer sugestões, mediante consultas, para compor a agenda de trabalho dos membros do CSNU – cinco permanentes, mais dez rotativos –, cuja incumbência principal é a de preservar a paz e a segurança no mundo, eventualmente mediante missões internacionais que podem envolver o uso da força armada. Aliás, dia 1º de janeiro foi o Dia Mundial da Paz e, também, o Dia da Confraternização Universal, comemorado no Brasil como feriado nacional desde 1935.
        Conflitos armados não faltam no mundo, começando pela guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia e pela guerra de destruição de Israel contra a Faixa de Gaza, a pretexto de combater o grupo terrorista armado Hamas. Curioso registrar, se o termo não é irônico, que o Brasil possui posturas diametralmente opostas em face desses dois “conflitos”: uma áspera condenação das ações do governo Netanyahu contra a população palestina, e um retumbante silêncio, de fato uma indiferença chocante, em relação ao morticínio diário conduzido pelo amigo Putin contra a população civil ucraniana e contra o próprio país. Não parece provável que o Brasil retome, junto com o outro aliado no Brics, a China, o “plano de paz” elaborado sobre a guerra da Ucrânia, já que Trump conduz um denodado esforço para a cessão dos territórios ucranianos usurpados ilegalmente pela Rússia, medida que confronta as bases doutrinais da diplomacia brasileira, mas que parece esquecida pelo governo lulopetista.
        Ainda em sua presidência, a delegação brasileira na ONU poderá conduzir, em 27 de janeiro, sessão a propósito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, data que marca a libertação de Auschwitz (Polônia), em 1945, que foi o principal e o mais terrível campo de extermínio de judeus do regime nazista. Quando o Brasil deixar a presidência do Conselho, em fevereiro, a guerra de agressão do amigo Putin provavelmente continuará por muitos meses mais, até que a Rússia seja, em algum momento, estrangulada economicamente pelas “sanções” ucranianas: a desativação da “frota fantasma” de petroleiros transportando um petróleo cada vez mais escasso, resultante da desativação de poços e de refinarias russas, por drones disparados a centenas de quilômetros, desde a Ucrânia.
        De volta ao país, fevereiro é o início do funcionamento das principais instituições governamentais, entre elas as que estão em agudo conflito, ou seja, os três poderes entre si. Os desentendimentos serão potencializados, obviamente, pelo calendário eleitoral, o que tende a acirrar a guerrilha no Parlamento e nas mídias sociais. O bolsonarismo, mesmo com o seu líder “engaiolado”, deixou de ser um fenômeno temporário e parece ter adquirido certa consistência política, ao conseguir ainda pautar a agenda congressual de vários partidos. Isso reduz a possibilidade de surgimento de alguma candidatura de centro-direita, independente da atual polarização. A economia demonstra certa resiliência, mas a perspectiva de manutenção de juros altos – pelo agravamento das contas públicas, a despeito do aumento da carga fiscal – deve manter o lento crescimento e o relativo insulamento do comércio internacional, numa conjuntura em que o Mercosul possui escassas possibilidades de aprofundamento externo.
        O calendário eleitoral, como ocorre a cada dois anos, principalmente a cada quatro, afrouxará, parcialmente, o ativismo congressual; em contrapartida, haverá forte ativismo político, com traições, alianças fugazes e muita hipocrisia por parte dos candidatos e seus apoiadores (turbinados pelos milhões que inundam os múltiplos canais de financiamentos públicos criados pelos próprios políticos). Numa das mais baixas fases de qualidade, já bastante precária, da democracia brasileira – se algum dia ela apresentou alguma qualidade superior –, é tempo da sociedade se perguntar se não está na hora de revisar aspectos fundamentais da extrema permissividade sob a qual operam os “cartórios” partidários alimentados pelos dois fundos imorais: o Partidário e o Eleitoral. Ambos são ilegítimos, uma vez que partidos são entidades de direito privado, e não poderiam ser financiados com recursos públicos. Não obstante, os recursos são afrontosamente ampliados a cada escrutínio, enchendo as burras dos partidos registrados e de todos os oportunistas que buscam integrar a casta dos eleitos, desde vereadores das mais modestas prefeituras (cujos orçamentos próprios sequer as mantêm funcionando, mas que exibem vistosas câmaras), até a pletora de “aspones” dos representantes federais, ademais de todos os gastos associados aos seus mandatos.
        Da mesma forma, caberia discutir seriamente a reversão do caráter compulsório das emendas parlamentares, iniciado sob o probo mandato de Eduardo Cunha e aprofundado exacerbadamente desde então – em seus diversos formatos –, não só pela captura de nacos cada vez maiores do orçamento público, mas sobretudo pela fragmentação perversa dos recursos. Os parlamentares se converteram em “vereadores federais”, o que obsta qualquer sentido de planejamento racional de obras prioritárias na infraestrutura, educação e saúde. Esses três fatores, os dois fundos ilegítimos e o estupro orçamentário das emendas, estão no centro das mais nocivas deformações do sistema político, e da corrupção que entranha o mecanismo das barganhas indecentes que se estabelecem entre os operadores dessa poderosa máquina, ao unir elites econômicas às políticas, todas conjugadas nessa esbórnia.
        São esses alguns dos mecanismos da longa tradição oligárquica que fundamenta o funcionamento e a direção da nação, desde que aqui aportou D. Tomé de Souza, o primeiro governador geral dos tempos do pau-brasil. Somos hoje um país independente, que avançou muito nos últimos dois séculos, mas que ainda não conseguiu arrancar de uma miséria ancestral amplos estratos da população, os escravos africanos e seus descendentes, como é óbvio, mas também os relegados dos rincões mais pobres do território. Idealmente, uma sociedade equilibrada teria investido na educação de todos os seus membros, uma tarefa ainda hoje inconclusa, incompleta ou deficiente, para fins gerais de produtividade e emprego. São ainda tênues os efeitos dessas deformações sobre a sociedade civil, de maneira a abrir o caminho para a regeneração do sistema político, e para o correto funcionamento dos esteios básicos de uma sociedade sadia, que são educação e saúde, de qualidade, a higidez das instituições de Estado e a transparência requerida dos dirigentes. Promiscuidade e conivência entre estes e seus “financiadores” explicam a continuidade das deformações e a deterioração progressiva da governança, até uma crise e ruptura política, com substituição dos dirigentes.
        A nação atravessou recentemente mais uma dessas rupturas, mas ainda não corrigiu as fontes primárias das deformações, ao mesmo tempo em que a própria ordem mundial passa por processo preocupante de ruptura nos arranjos feitos menos de um século atrás, que nos garantiram algumas décadas de paz improvisada, ainda que à sombra das grandes potências. Em 2026, duas delas, a nação supostamente hegemônica, mas já declinante, e a nuclearmente armada até os dentes, que já foram adversárias na primeira Guerra Fria, parecem unidas no propósito comum de liquidar com o multilateralismo político e com o sistema multilateral de comércio, numa segunda Guerra Fria, que tem como protagonistas principais o suposto Hegemon, de um lado, e a China, do outro. Mas, o gigante asiático, do seu lado, possui uma estatura econômica extraordinariamente superior à dinâmica produtiva e competitiva que jamais possuiu a finada União Soviética, sendo capaz, portanto, de confrontar com êxito as ameaças e provocações comerciais e as restrições tecnológicas americanas dirigidas contra si. Já o provou cortando o fornecimento de terras raras, minerais críticos, quando Trump tentou fazer chantagem tarifária, mas teve de recuar a pedido de seus próprios empresários.
        Pois é justamente a partir do sistema internacional que decorrem as maiores ameaças ao Brasil, não exatamente como exportador de commodities, ou recebedor de investimentos estrangeiros, sequer como pressão para a deterioração do risco-país pelas agências de rating internacional, e sim como país envolvido involuntariamente no jogo geopolítico das grandes potências, mesmo indiretamente. O fato é que, a partir do primeiro BRIC, em 2006-2009, e sobretudo do BRICS a cinco, de 2011 a 2023, a política externa lulopetista, desde Lula 1, e mais enfaticamente sob Lula 3, conectou-se em excesso às superpotências antes opostas ao Ocidente, um vínculo que nunca tinha sido incorporado pela diplomacia profissional, cuja preocupação sempre esteve justamente voltada para preservar a autonomia decisória externa do país, visando jamais envolver-se nas fricções entre grandes potências adversárias.
        Os que seguem as tomadas de posição do Brasil em face do maior conflito geopolítico desde 1945 sabem que o governo Lula jamais teve qualquer palavra de censura aos crimes perpetrados por Putin e pelas forças russas invasoras da Ucrânia, que valeram ao líder russo um mandado de busca e apreensão do TPI, por crimes contra a humanidade: o sequestro de crianças ucranianas e seu envio para a Rússia. O Brasil se absteve em resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU justamente sobre esse crime imprescritível segundo o Direito Internacional desde Nuremberg. Da igual forma, as declarações ministeriais e presidenciais do BRICS evitam, vergonhosamente, dentre as dezenas e dezenas de temas abordados em cada uma delas, qualquer menção à guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia. Esse tipo de omissão deliberada, inteiramente devida aos pedidos de Putin a Lula, corre o risco de afetar seriamente a credibilidade internacional da diplomacia brasileira.

Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5155, 25 dezembro 2025, 4 p.


Revista Será?, ano xiv, n. 690, 2/01/2026:
link:

Russia’s war on Ukraine. 02.01.26 Operational situation - CDS

 Relatório completo sobre a guerra na Ucrânia – o nome correto é guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia – feito pelo CDS, da Ucrânia, confiável e não governamental.

Russia’s war on Ukraine. 02.01.26
Operational situation
CDS
JAN 2
Centre for Defence Strategies (CDS) is a Ukrainian security think tank.

On the Northern Slobozhansky Direction, Russian forces attacked near Kostyantynivka, Kindrativka, Andriivka, Yunakivka, and Yablunivka.
On the Southern Slobozhansky direction, Russian forces attacked near Vovchansk, Starytsia, Lyman, Dekhtyarnе, Ambarne, Dovhenke, Dvorichanske, toward Izbytske and Obukhivka.
On the Kupyansk direction, the enemy “Zapad (West)” Operational Grouping is making efforts to restore its position in Kupyansk. Additional units of the 47th Tank Division of the 1st Tank Army are redeploying to the extreme right flank of the operational zone of the Operational Grouping (near Kupyansk) to reinforce the 27th Separate Motorized Rifle Brigade of the army, which is already advancing toward Kupyansk. The 121st and 122nd Motorized Rifle Regiments of the 68th Motorized Rifle Division of the 6th Combined Arms Army are unable to unblock the remnants of their assault groups encircled in Kupyansk due to significant losses in forward assault units.
On the Lyman direction, Russian forces attacked near Drobysheve, Novoselivka, Korovyi Yar, Oleksandrivka, Zarichne, and Yampil, toward Sosnove and Stavky.
On the Sloviansk Direction, Russian forces attacked near Dronivka, Platonivka, and Serebrianka, toward Riznykivka.
On the Kostyantynivka direction, the enemy “Bakhmut” Tactical Grouping (forces of the 3rd Army Corps, the 77th Motorized Rifle Regiment of the 7th Military Base of the 49th Combined Arms Army) attempts to secure positions on the southeastern outskirts of Kostyantynivka. The 72nd Separate Motorized Rifle Brigade of the 3rd Army Corps is breaking through toward Kostyantynivka from the direction of Bila Hora, while the 6th Motorized Rifle Division of the corps is advancing from the direction of Predtechyne along the Kostyantynivka–Bakhmut road with the objective of reaching the eastern outskirts of Kostyantynivka along a broad front.
On the Pokrovsk direction, Russian forces attacked near Nove Shakhove, near and within Pokrovsk, near Hryshyne, Rodynske, Sukhetske, Chervonyi Lyman, near and within Myrnohrad and Rivne, near Kotlyne and Molodetske.
On the Oleksandrivka direction, Russian forces attacked near Novopavlivka, Filiya, Yalta, Andriivka-Klevtsove, Oleksandrohrad, Sichneve, and Vyshneve.
On the Huliaypole direction, Russian forces attacked toward Ternuvate, Zalizne, Staroukrainka, near Huliaypole, Danylivka, Dobropillya, Solodke, Rybne, Pryvillya, Zlahoda, and Dorozhanka.
On the Orikhiv direction, the situation for Ukrainian Defense Forces is deteriorating. The enemy bypassed Stepnohirsk from the west along the road toward Hryhorivka and to the east of it along the road toward Lukyanivske. Ukrainian Defense Forces will be forced in the near term to fully withdraw from the Stepnohirsk area. Despite significant losses in assault units, the 19th Motorized Rifle Division of the 58th Combined Arms Army and the 108th and 247th Air Assault Regiments of the 7th Air Assault Division continue assault actions toward Prymorske–Richne and on both flanks of Stepnohirsk. In the Prymorske area, the enemy reached the defensive line of the 128th Separate Mountain Assault Brigade of the 17th Army Corps of Ukrainian Defense Forces along the Konka River, but most likely intends to significantly expand it from the delta of this river to Komyshuvakha within the offensive zone of the 58th Combined Arms Army.
General conclusion:
On the Kostyantynivka direction, the enemy has only managed to break through with individual assault groups into the southeastern part of Kostyantynivka, in the area between Ostrovskyi Street and the City-Drive-2019 service station. At the same time, the enemy is forced to continue fighting to secure positions in Predtechyne and Oleksandro-Shultyne.
In the near term, the command of the enemy “Bakhmut” Tactical Grouping intends, following the Pokrovsk model, to commit a significant number of infantry groups for their subsequent infiltration into areas of dense urban development in Kostyantynivka with massed UAV support. Prior to the start of large-scale infiltration, the enemy will attempt to significantly complicate the logistics support of Ukrainian units defending within the city itself. The enemy command intends to organize effective air cover (reconnaissance, fire engagement, logistics support) in the tactical zone of action of its small infantry groups during their operations within the city by building up forces and means whose personnel have significant experience in the employment of UAVs.
The command of the Defense Forces of Southern Ukraine is countering the flanking envelopment of the entire Orikhiv defensive area of the 17th Army Corps of Ukrainian Defense Forces from the west, from the Stepnohirsk direction, on the right flank of the enemy “Dnepr” Operational Grouping, and from the east, from the Huliaypole direction, in the operational zone of the “Vostok (East)” Operational Grouping. The enemy command slowly but consistently implements this concept.
Supporting operation:
The Unmanned Systems Forces struck the Novokuibyshevsk Oil Refinery of PJSC NK Rosneft in Samara Oblast and the Almetyevskaya oil preparation facility in the Russian Republic of Tatarstan.
Change in the line of contact (LoC), directions of attacks and counterattacks:
There were 98 combat engagements on various fronts.
On the Southern Slobozhansky and Kursk directions, the enemy attacked the positions of Ukrainian Defense Forces three times in the areas of Vovchansk and Starytsia.
On the Lyman direction, the enemy attacked 15 times, attempting to wedge into the Ukrainian defense in the areas of Novovodyane, Myrne, Kolodyazi, Zarichne, Novoyehorivka, Novoselivka, and Yampil.
On the Sloviansk direction, Ukrainian Defense Forces repelled 2 Russian offensive actions in the areas of Siversk and Sakko i Vantsetti.
On the Kostyantynivka direction, the enemy carried out 15 attacks in the areas of Oleksandro-Shultyne, Pleshchiivka, Rusyn Yar, Yablunivka, Shcherbynivka, and toward Torske.
On the Pokrovsk direction, 23 assault actions by the aggressor were stopped in the areas of Nove Shakhove, Rodynske, Chervonyi Lyman, Pokrovsk, Kotlyne, Udachne, Molodetske, and toward Novopavlivka.
On the Oleksandrivka direction, the enemy carried out 12 attacks in the areas of Zelenyi Hai, Oleksandrohrad, Vorone, Verbove, Vyshneve, and Rybne.
On the Huliaypole Direction, 14 enemy attempts to advance were stopped in the areas of Solodke, Huliaypole, and toward Zelenе.
On the Orikhiv direction, the invader attacked twice toward Prymorske.
On the Prydniprovske direction, Ukrainian units repelled 2 Russian attacks toward the Antonivskyi Bridge.
Changes in the enemy disposition:
Prior to the New Year, the arrival of at least two groups of UAV operators from the 16th Separate SOF Brigade (6–7 servicemen each) was recorded in the area southeast and east of Kostyantynivka, into the offensive zone of the 3rd Army Corps.
Possible operation situation developments:
On the Southern Slobozhanske Direction, the enemy will attempt to capture Vovchansk, attempt to break through in the area of Tsehelne toward the Vovchansk–Staryi Saltiv road and the highway to Rubizhne with the forces of a tactical grouping (elements of the 6th Combined Arms Army, the 11th and the 44th Army Corps). These actions will slow the enemy’s advance along the eastern bank of the Siverskyi Donets to Bilyi Kolodyaz, Verkhnya Pysarivka and Buhayivka.
On the Kupyansk Direction, the enemy will hold its bridgehead in the Dvorichna and simultaneously will develop an offensive by the 47th Tank Division of the 1st Tank Army east of the city. The troops of the 6th Combined Arms Army will envelop the defense area of the 16th Army Corps of Ukrainian Defense Forces near Kolodyazne, will attack in the Milove – Ambarne and Krasne Pershe – Novovasylivka Directions, and will break through in the Dvorichna – Ridkodub Direction.
The defeat of the enemy “Zapad (West)” Operational Grouping in Kupyansk complicates and delays the seizure of the Sloviansk–Kramatorsk agglomeration. The successes of Ukrainian Defense Forces on the Kupyansk Direction will not allow Russian forces to exploit the advance of the troops of the 25th Combined Arms Army near Lyman and the 3rd Combined Arms Army near Siversk, thereby slowing the movement toward Sloviansk. Enemy forces will need to force the Siverskyi Donets River in the Lyman Direction to reach Sloviansk and secure their flanks against a possible counterstrike by Ukrainian Defense Forces from the Izium area. Russian forces are unable to develop an offensive toward Sloviansk from the Siversk Direction, as they do not have a sufficient number of troops there to conduct a frontal assault on the city.
On the Lyman Direction, the enemy’s 20th Combined Arms Army will attempt to seize the Yarova – Novoselivka – Drobysheve – Pryshyb area and block the Lyman – Izium logistics route along the northern bank of the Siverskyi Donets River. The 25th Combined Arms Army will continue its offensive east and southeast of Lyman in order to reach the Dibrova – Ozerne line and create a favorable initial position for an assault on Lyman from the south and southeast and will attempt to seize Zakitne and consolidate on the dominant heights. In addition, through actions on this Direction, the enemy seeks to support the 3rd Combined Arms Army, which is advancing toward Sloviansk along the southern bank of the Siverskyi Donets River. The troops of the 20th and 25th Combined Arms Armies will advance north and east of Lyman with the aim of isolating the defense area of the 3rd Army Corps of the Ukrainian Defense Forces around the city from the north and northwest, in order to reach the Siverskyi Donets River south of the city on the Raihorodok – Zakitne section.
By maintaining control of a bridgehead on the Siverskyi Donets river, 3rd Army Corps of the Ukrainian Defense Forces will make it much more challenging for the enemy to launch an offensive towards Sloviansk from this direction.
On the Sloviansk Direction, the 3rd Combined Arms Army will attempt to break through from the Dronivka – Siversk line to the Zakitne – Riznykivka – Kalenyky – Kryva Luka area, facilitating the offensive on Lyman by the troops of the 25th Combined Arms Army. The advance of the 3rd Combined Arms Army along the southern bank of the Siverskyi Donets River in a westward direction will allow the command of the enemy “Zapad (West)” Operational Grouping not only to concentrate the main forces of the 20th and 25th Combined Arms Armies for the assault on Lyman without diverting them to block Defense Forces positions along the river, but also to ensure maneuver by troops within the zones of the 3rd, 20th, and 25th Combined Arms Armies across the Siverskyi Donets River outside the fire influence of Ukrainian Defense Forces.
Ukrainian Defense Forces will seek opportunities to slow the enemy advance along the southern bank of the Siverskyi Donets River toward Raihorodok and Sloviansk.
On the Kostyantynivka Direction, the enemy command will attempt to conduct a deep envelopment of Kostyantynivka from the north, east, and southeast and to break through from the southwest to the near approaches to Druzhkivka, that is, to enter the deep rear of the 19th Army Corps of Ukrainian Defense Forces defending in Kostyantynivka and to its south and southwest. Enemy troops will advance in the general direction of Volodymyrivka – Rayske to reach the near approaches to Druzhkivka and will attempt to break through from the east and northeast to the Bilokuzmynivka – Virolyubivka – Izhevka – Kurtivka area. Simultaneously, the enemy will conduct a frontal offensive within the defense zone of the 12th Azov Special Purpose Brigade of the National Guard of Ukraine. The troops of the enemy’s 3rd Army Corps will advance to the Novodmytrivka – Chervone line, collapsing the defense of the 24th Separate Mechanized Brigade of the 11th Army Corps of Ukrainian Defense Forces in Chasiv Yar by an offensive from the south. The aggressor will attack along both banks of the Kazennyi Torets River in the Sofiivka area, attempt to seize the village, and advance toward Novopavlivka and Torske. In the offensive zone of the 8th Combined Arms Army, the enemy will advance in the general direction of Volodymyrivka – Sofiivka.
The Pokrovsk–Myrnohrad defense area of the 7th Rapid Reaction Corps of the Air Assault Forces of Ukrainian Defense Forces will be seized by the enemy by the end of January 2026. By capturing Pokrovsk and Myrnohrad, the enemy gains the chance to launch an offensive toward Dobropillya and potentially break through rapidly, with the 2nd Combined Arms Army advancing from Pokrovsk and the 51st Combined Arms Army moving from the bridgehead on the Kazennyi Torets River. The command of the enemy “Tsentr (Center)” Operational Grouping will not be able to bypass/encircle the defense area of the Armed Forces of Ukraine from the flanks, as the Defense Forces firmly hold the Vilne – Novyi Donbas line, leaving only a frontal offensive on Dobropillya, which will entail enormous losses.
On the Oleksandrivka and Huliaypole Directions, the enemy’s “Vostok (East)” Operational Grouping will attempt to envelop the Huliaypole defensive area of Ukrainian Defense Forces from the north, block its main lines of communication, reach the Huliaypole–Pokrovske road on the Dobropillya–Varvarivka section, reach the Khaychur River, force it in the Danylivka–Dobropillya area, and encircle Huliaypole from the northwest. Forces of the 36th Combined Arms Army and elements of the right flank of the 5th Combined Arms Army will attempt to break through toward Pokrovske from the southeast.
On the Orikhiv Direction, the enemy will try to break through toward Novomykolayivka to bypass the Orikhiv defensive area of Ukrainian Defense Forces from the north. The enemy “Vostok (East)” Operational Grouping will attempt to collapse the defense of the Armed Forces of Ukraine southeast of Zaporizhzhia and break through to its near approaches, advancing along the Donetsk–Zaporizhzhia highway. Simultaneously, acting from the south, the enemy’s “Dnepr” Operational Grouping will attempt to break through from the Plavni–Kamianske line along the left bank of the Dnipro River toward Stepnohirsk, and from the Stepove–Mali Shcherbaky line in the northern direction with the aim of reaching the near approaches to the city of Zaporizhzhia.
On the Prydniprovske direction, the command of the enemy’s “Dnepr” Operational Grouping will continue trying to take control of most of the island zone in the Dnipro delta in the direction of Kherson, will try to create a tactical bridgehead on the right bank, and to eliminate the tactical bridgeheads of the 30th Marine Corps of Ukrainian Defense Forces in the area of the automobile and railway bridges near Antonivka.
Russian operational losses from 24.02.22 to 02.01.26
Personnel - almost 1,209 880 (+910);
Tanks – 11,494 (+6);
Armored combat vehicles ‒ 23,851 (+2);
Artillery systems – 35,720 (+42);
Multiple rocket launchers (MLRS) – 1,589 (+2);
Anti-aircraft warfare systems – 1,267 (+1);
Vehicles and fuel tanks – 72,587 (+169);
Aircraft - 434 (0);
Helicopters – 347 (0);
UAV operational and tactical level – 99,043 (+590);
Intercepted cruise and other missiles – 4,137 (+1);
Boats/ships – 30 (0).
Humanitarian + general:
During the night of 2 January, Russian forces attacked Ukraine with 116 strike UAVs of the Shahed, Gerbera types, and other UAVs. According to the Air Force of the Armed Forces of Ukraine, as of 08:30 air defense forces managed to shoot down or suppress 86 enemy UAVs, about 70 of which were Shaheds. At the same time, impacts by 27 strike UAVs were recorded at 23 locations, and debris falls were recorded at two locations; as of the morning, the enemy attack was still ongoing.
On the night of 2 January 2026, Russian invaders struck energy infrastructure in Zaporizhzhia Oblast and Mykolaiv Oblast. As of the morning, power outages were recorded for consumers in the city of Zaporizhzhia and in frontline areas. According to the Ministry of Energy, restoration work is currently ongoing in Odesa Oblast and Kyiv Oblast at facilities damaged during previous attacks; in particular, in Odesa Oblast more than 11,000 households remain without electricity.
During the night and morning, Russian occupiers attacked Dnipropetrovsk Oblast, injuring two people in the Synelnykove area. According to Acting Head of the Oblast Military Administration Vladyslav Haivanenko, enemy UAVs struck the Slovianska, Bohynivska, and Vasylkivska communities, causing fires in a garage and a summer kitchen and damaging a private house, a lyceum, and a sports hall. In addition, due to a UAV attack in Kryvyi Rih, damage to vehicles was recorded, while the enemy attacked Nikopol using FPV drones.
At around 21:30 on 1 January, the Russian army attacked two people with a drone in the Dniprovskyi District of Kherson. As a result of the dropping of explosives, a 40-year-old woman and a 52-year-old man sustained blast injuries and shrapnel wounds to their legs and were taken to hospital.
At around 22:00 on 1 January, Russian occupiers attacked an emergency medical team with a drone as it arrived on a call to the wounded in the Dniprovskyi District of Kherson. As a result of an explosive drop from a UAV, an ambulance was damaged and a 70-year-old driver was injured, sustaining a mine-blast injury, a closed traumatic brain injury, and concussion. The man was hospitalized in moderate condition.
On the night of 2 January, Russian occupiers carried out one of the largest strike-drone attacks on Zaporizhzhia, hitting residential buildings, premises of a shopping center, and civilian infrastructure facilities. As reported by Prime Minister Yuliia Svyrydenko, significant damage was recorded as a result of the strikes; however, fortunately, there were no fatalities or injuries. Among other targets, a JYSK store was hit by drones and guided aerial bombs, with the building damaged and goods destroyed.
During the day on 2 January, Russian forces launched a strike with two missiles against residential development in the central part of Kharkiv, hitting a multi-story building in the Kyivskyi District. As a result of the attack, one of the buildings sustained significant destruction, and a rescue operation was deployed at the impact site. As of 15:30, it was known that 19 people had sought medical assistance; the number of injured may be уточнено during debris removal. In the Kyivskyi and Shevchenkivskyi districts of Kharkiv, as of 19:00 on Friday, 2 January, damage to at least 27 buildings was recorded.
In the evening of 1 January, Russians repeatedly attacked Semenivka in Chernihiv Oblast with UAVs; after the strikes, a hospital was on fire.
Throughout the day on 2 January, Russian forces shelled with artillery and attacked with UAVs and FPV drones the Synelnykove and Nikopol districts of Dnipropetrovsk Oblast; two people were injured, and civilian facilities were damaged.
During the first two days of 2026, Russian forces shelled the Kherson Combined Heat and Power Plant more than ten times, using artillery and drones. The plant cannot operate in its normal mode; damage assessment and repairs are carried out when the security situation allows. As reported by the Chairman of the Board of Naftogaz of Ukraine Serhii Koretskyi, only on the morning of 2 January four impacts were recorded on the facility’s territory during another attack.
The results of a KIIS study for May–December 2025 indicate that Ukrainians’ attitudes toward compromises depend on the specific wording of “territorial concessions”: 58% of respondents oppose official recognition of certain territories as part of the Russian Federation, while 25% expressed readiness for such a step. Even greater resistance is caused by the idea of transferring to Russian control territories currently controlled by Ukraine, with 66% of respondents rejecting this option. As for freezing the front line without official recognition of occupation, the number of supporters of such an approach increased to 39%, although half of respondents (50%) still categorically reject this scenario. Sociologists note that in all categories there is an increase in the share of those who were unable to decide on an opinion.
According to a KIIS survey conducted from 26 November to 29 December 2025, 74% of Ukrainians consider the Russian plan for ending the war to be absolutely unacceptable, while only 17% of respondents agree with its version of “peace.” By contrast, 69% of respondents are ready to approve the plan of Europe and Ukraine, with the share of those who “readily agree” with this option increasing from 18% to 30%. In regional terms, an overwhelming majority of residents of all oblasts (71–78%) reject Russian conditions that include restrictions on the Defense Forces and troop withdrawals, while 67–69% support Ukrainian-European proposals.
The Foreign Intelligence Service of Ukraine warns of the continuation of a Kremlin special operation aimed at disrupting peace negotiations mediated by the United States. For this purpose, a provocation with human casualties may occur on 6–7 January. According to the Foreign Intelligence Service, to falsify evidence of Ukraine’s involvement it is planned to use fragments of Western-made strike UAVs, which will be delivered to the site of the provocation from the line of combat contact.
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