Viva a resistência à Mela Jato. Viva também a nossa explicação
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Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
Eis a capa da VEJA desta semana.
O empresário Ricardo Pessoa, dono da construtora baiana UTC, quer falar. É PRECISO SABER SE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, CUJO CHEFE É RODRIGO JANOT, QUER OUVIR. E, SE A GENTE CHEGAR À CONCLUSÃO DE QUE NÃO QUER, ENTÃO É PRECISO CONHECER OS MOTIVOS. E EU AINDA VOLTAREI A JANOT NUM POST ESPECÍFICO.
Reportagem de capa da recente edição da revista VEJA joga luz em parte considerável dos porões do petrolão. Pessoa, preso desde novembro, está disposto a falar, e a revista revela um tanto do que ele tem a dizer. E O QUE ELE QUER DIZER DESDE QUE JANOT (E LEMBREM-SE DE QUE VOLTAREI AO PROCURADOR-GERAL…) QUEIRA OUVI-LO NUM PROCESSO DELAÇÃO PREMIADA? Sintetizo as informações da revista. A edição já está nas bancas.
- A UTC doou por baixo do pano R$ 30 milhões à campanha eleitoral do PT em 2014;
– R$ 10 milhões desses R$ 30 foram para a campanha de Dilma Rousseff;
– o esquema de roubalheira na Petrobras começou em 2003, organizado, originalmente, por Delúbio Soares;
– a UTC financiou diretamente a campanha dos petistas Jaques Wagner ao governo da Bahia, em 2006 e 2010, e de Rui Costa em 2014;
– em 2011, João Vaccari Neto procurou a UTC para a empreiteira, digamos, dar uma ajudazinha para José Dirceu resolver seus problemas pessoais: a empreiteira simulou um contrato de consultoria com a empresa do chefão petista no valor de R$ 2,3 milhões:
– Pessoa se reuniu com Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma, entre o primeiro e o segundo turnos para acertar a “doação” extracurricular de R$ 3,5 milhões.
O MINISTÉRIO PÚBLICO, QUE AQUI SINTETIZO NA PESSOA DE RODRIGO JANOT, QUER OU NÃO OUVIR O QUE PESSOA TEM A DIZER?
A natureza do jogo
Atenção, leitores, para a natureza do jogo.
O escândalo do petróleo é um terreno fértil para erigir bandidos e mocinhos, vilões e heróis. Também abre o caminho para que tacanhices ideológicas e interesses pessoais contrariados se manifestem. Então vamos ver o conjunto das facilidades interessadas que se anunciam por aí:
a: chegou a hora de pegar os empreiteiros, os grandes bandidos do Brasil;
b: tudo isso é fruto do mau-caratismo das elites, que espoliam o país;
c: não fosse o corruptor (o ativo), não haveria o corrupto (o passivo) — como se o contrário também não fosse verdade;
d: o Estado não tem como se livrar da canga imposta pelas empreiteiras;
e: o que se vê aí é o mal decorrente da formação de cartel;
f: e, finalmente, não se descarte, “o empreiteiro X não gosta de mim, e eu não gosto dele, mas a gente pode resolver”…
Adiante. Por isso, é preciso entender a natureza do processo, deixando de lado o fígado, a ideologia e o interesse. No dia 2 de fevereiro, escrevi aqui um post cujo título era este: “Afinal, os empreiteiros corromperam os políticos, ou os políticos corromperam os empreiteiros? Ou ainda: Juiz Sérgio Moro tem de tomar cuidado para não aliviar a carga do ombro dos companheiros”.
Nesse meu texto, escrevi:
“O Ministério Público Federal criou uma página com esclarecimentos sobre a Lava-Jato. Acho a iniciativa louvável, sim, embora haja ali um tantinho de proselitismo, de que a página deveria ser escoimada. A ilustração-síntese sugere que tudo começa com um grupo de empresários que decide praticar fraudes. Para tanto, corrompem agentes públicos, com a ajuda de doleiros. Com a devida vênia, isso frauda é a história. Cadê o projeto de poder dali? Não se trata de uma questão de gosto, de leitura, de ideologia, de viés, mas de fato. Em sua página, infelizmente, o MP omite a essência do que estava em curso: havia um partido no comando da operação. Aliás, isso está no depoimento do próprio Paulo Roberto Costa, segundo quem o PT ficava com parte considerável mesmo da propina que era paga ao PP.
(…)
No esforço de manter parte da investigação na 13ª Vara Federal, em Curitiba, para que não migre toda para o Supremo Tribunal Federal, o juiz Sergio Moro tem impedido que empreiteiros e ex-diretores da Petrobras citem nomes de políticos com mandato. Vamos ser claros: não deixa de ser uma forma incômoda de condução do processo, que leva, ademais, a uma suposição errada — a de que o esquema tinha um braço de funcionamento que independia da política. Isso é simplesmente mentira.
A síntese é a seguinte: é preciso que o dito rigor de Sérgio Moro não acabe contribuindo para aliviar o peso sobre as costas do PT, que é, afinal, desde sempre, o maestro da ópera, não é mesmo? Se os verdadeiros responsáveis restarem impunes — ou receberem uma pena branda —, tudo seguirá igual no estado brasileiro.”
No dia 4 de fevereiro, voltei à carga com outro post, cujo título era:“É preciso cuidado para que o tão aplaudido rigor de Moro e do MP não acabe servindo, de novo!, à impunidade dos petistas! Ou: A tese impossível.”
Muita gente ficou bravinha, como se eu ligasse pra isso. Prestem atenção ao que escrevi ali.
É possível que, até agora, eu não tenha me feito entender, mas eu sou mais chatinho do que o Pequeno Príncipe, e jamais desisto de uma questão. Então vamos ver.
Todas as ações penais que correm na 13ª Vara Federal de Curitiba estão atreladas a uma tese: as empreiteiras formaram um cartel para corromper “agentes públicos” na Petrobras. Os nomes dos políticos com mandato eventualmente envolvidos nas falcatruas são enviados ao Supremo Tribunal Federal pelo Ministério Público.
Infiro, prestem atenção!, que parte considerável do PT — e o núcleo ligado à presidente Dilma em particular — está satisfeito com essa, digamos, divisão. Não se fala nome de político com mandato na presença do juiz Sérgio Moro. Isso é para outra instância. Estes chegam ao Supremo pelas mãos do MP.
Parece que o juiz e o MP se atribuíram uma missão: “Aqui, nós vamos punir os corruptores da Petrobras”. Tudo indica que o objetivo é manter os empresários presos até que admitam o crime de cartel. Se isso acontecer, então Justiça e Ministério Público dão por cumprida a sua missão.
Qual é o problema dessa tese? Ela favorece, obviamente, os políticos larápios. Sim, talvez o Supremo se encarregue deles, vamos ver, mas estará consolidada uma farsa monumental: a de que as empreiteiras cometeram crimes que não estavam necessariamente conectados com a política. E isso simplesmente não aconteceu.
A tese do “cartel”, diga-se, é um tanto cediça. Se existia, por que as empresas negociavam caso a caso com a quadrilha? Esse dito cartel, ou o que tenha existido, poderia ter operado sem os políticos na outra ponta — e sem um grupo político em particular: o PT?
Retomo
É preciso saber ler linhas, entrelinhas e, claro!, conversar com as pessoas que estão escrevendo, não importa o papel que desempenhem, esse capítulo da história. Nem tudo se resolve com imaginação. Estava na cara, E A REPORTAGEM DA VEJA EXPLÍCITA, ISTO — É UMA INTERPRETAÇÃO MINHA, NÃO DA REVISTA — QUE O MP ESTÁ FAZENDO CORPO MOLE NO CASO DE RICARDO PESSOA.
O empresário quer falar, mas parece que o MP não quer ouvir. O empresário quer fazer acordo de delação premiada, mas parece que Rodrigo Janot não gosta do que ele tem a dizer. O empresário quer falar, mas parece que suas informações não se coadunam com a determinação do Ministério Público e do juiz Sérgio Moro — que não se encarrega dos políticos — de provar a formação do cartel — uma tese, lamento!, fácil e errada.
O que se viu no petrolão e no mensalão foi a constituição de uma quadrilha, de uma organização criminosa, de caráter essencialmente político, para financiar um projeto de poder. A prisão preventiva não pode ser usada como instrumento para que o acusado ou o réu confesse aquilo que a autoridade — juiz ou Ministério Público — quer ouvir.
Por enquanto, da forma como as coisas estão sendo encaminhadas, tudo aponta para uma punição severa dos empreiteiros que não quiserem confessar o que querem que eles confessem, não necessariamente o que aconteceu, preservando a verdadeira natureza do crime. Por isso lamentei aqui quando o juiz Moro se insurgiu contra as testemunhas de defesa arroladas por Ricardo Pessoa. Entre eles, estão Jaques Wagner — agora se entende por quê — e José de Filippi Jr., ex-tesoureiro das campanhas de Lula e Dilma. Até hoje o juiz não explicou por que ficou zangado.
E É POR ISSO TUDO QUE EU AINDA VOU ESCREVER UM OUTRO POST, ESPECIFICAMENTE SOBRE RODRIGO JANOT. UMA FRASE QUE ELE DISSE A UM INTERLOCUTOR ESTÁ MARTELANDO AQUI NA MINHA CABEÇA. E VOCÊS SABERÃO QUAL É. UMA COISA É CERTA: O GOVERNO DILMA E OS PETISTAS TAMBÉM NÃO QUEREM QUE PESSOA FAÇA DELAÇÃO PREMIADA, A EXEMPLO DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA. POR ISSO JOSÉ EDUARDO CARDOZO FOI À LUTA.
ESSE CASO, MEUS CAROS, COMPORTA MUITO MAIS NUANCES DO QUE INVENTAR BANDIDOS DE MANUAL. E quem acompanha este blog leu aqui, antes, a natureza do jogo. No próximo post, Janot.
AS RAZÕES DO COLAPSO ENERGÉTICO NO BRASIL
Sabe por que o Brasil está entrando em colapso energético? Não?
Então, por favor, leia com atenção os dados abaixo e entenderá perfeitamente.
Depois de conferir se são verdadeiros, favor passar adiante, pois tem muita gente que não sabe disso, e a seiva da ignorância é que nutre e mantêm os políticos safados no Poder.
RELAÇÃO DAS MAIORES HIDRELÉTRICAS EM FUNCIONAMENTO NO BRASIL, QUE ESTÃO PRODUZINDO MAIS DE 1000 MW:
1- Hidrelétrica de Itaipu...........................................14.000 MW- Construída na década de 80;
2- Hidrelétrica de Tucuruí........................................8.370 MW- Construída na década de 80;
3- Hidrelétrica de Ilha Solteira.................................3.444 MW- Construída na década de 70;
4- Hidrelétrica do Xingó..........................................3.162 MW- Iniciada em 82 e concluída em 1994;
5- Hidrelétrica de Paulo Afonso IV...........................2.462 MW- Concluída em 1979;
6- Hidrelétrica de Itumbiara......................................2.082 MW- Concluída em 1981;
7- Hidrelétrica de São Simão....................................1.710 MW- Concluída em 1978;
8- Hidrelétrica de Foz da Areia.................................1.676 MW- Concluída em 1979;
9- Hidrelétrica de Jupiá.............................................1.551 MW- Concluída em 1974;
10- Hidrelétrica de Itaparica......................................1.500 MW- Início da obra 79- operação 1988;
11- Hidrelétrica de Itá................................................1.450 MW- Início da obra 96, término 2000;
12- Hidrelétrica de Marimbondo...............................1.440 MW- Construída de 1971 a 77;
13- Hidrelétrica de Porto Primavera..........................1.430 MW- Construída entre 1980 e 88;
14- Hidrelétrica de Salto Santiago.............................1.420 MW- Entrada em operação, 1980;
15- Hidrelétrica de Água Vermelha...........................1.392 MW- Entrada em funcionamento 1979;
16- Hidrelétrica de Segredo.......................................1.260 MW- Construída entre 1987 a 91;
17- Hidrelétrica de Salto Caxias................................1.240 MW- Construída entre 1995 a 99;
18- Hidrelétrica de Furnas.........................................1.216 MW- Inaugurada em 1963;
19- Hidrelétrica de Emborcação................................1.192 MW- Início de operação 1986;
20- Hidrelétrica de Machadinho................................1.140 MW- Construída de 1997 a 2002.
21- Hidrelétrica de Salto Osório................................1.078 MW- Entrou em funcionamento em 1975;
22- Hidrelétrica Luiz Carlos Barreto.........................1.050 MW- Início de operação, 1969;
23- Hidrelétrica de Sobradinho..................................1.050 MW- Construída entre 1973 e 79.
Notem que, das 23 maiores hidrelétricas em operação no país, 20 foram obras dos governos militares, sendo que Itaipu é a 2ª maior usina do mundo e Tucuruí a 5ª.
Não há sequer UMA OBRA de grande porte no setor de energia, iniciada e terminada no governo petista. A única coisa que estão fazendo é ressuscitar as termoelétricas, verdadeiros dragões para o meio ambiente e um veneno para a economia.
Nos últimos 25 anos não fizeram mais nada! O que tem por aí são “puxadinhos” e obras intermináveis, superfaturadas, roubadas, assaltadas e saqueadas pela monstruosa máquina de propaganda e roubalheira instalada nas entranhas da governança, como é o caso da Usina de Belo Monte, que aliás, vai sair o olho da cara e terá uma pífia produção de energia.
E ainda tem gente que acredita que essa crise do setor elétrico, é culpa do pobre SÃO PEDRO.





| Deepak Lal: The rule of law, for 800 years This year marks the 800th anniversary of the Magna Carta, on which the constitutional liberties and the Rule of Law of England were founded. |
Over the course of my career, I’ve spoken at more than 1,000 events. While I don’t consider myself a five-star speaker, I do pretty well. In fact, during a recent interview, the Financial Women’s Association asked me what advice I’d give to aspiring public speakers — in 100 words or less. My response ended up far exceeding the word count, but the question got me thinking about all that I’ve learned over the years. With that in mind, here are my top tips for becoming a great public speaker:
Oh, and how did I handle that memorable audience “switch”? I started my presentation by saying, “I know what you are thinking: ‘What can this spring chicken tell us about our money?’ Well, this spring chicken has packed in a lot of life in her 21 years and hopefully you can handle what she is about to say.”
The audience had a hearty laugh, and I had their attention. I stuck to my core messages, but illustrated key points with anecdotes that were more relevant to their life stage. At the end of the meeting, audience members were taking photos with me and giving me a thumbs-up.
This article is published in collaboration with LinkedIn. Publication does not imply endorsement of views by the World Economic Forum.
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Author: Linda Descano is the Managing Director and Global Head of Content & Social at Citi.
Image: A journalists requests to ask question as European Central Bank (ECB). REUTERS/Kai Pfaffenbach.
Infolatam Efe
Caracas, 20 febrero 2015
Las claves
El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, viajó a Cuba el pasado martes y se reunió con su homólogo cubano, Raúl Castro, y con el exmandatario Fidel Castro. El Gobierno de Cuba expresó hoy su “invariable solidaridad” con el de Venezuela y Maduro y rechazó las declaraciones y acciones de Estados Unidos y la OEA.
“Estuve en Cuba (…) Aproveché que era martes de carnaval y visité al comandante Fidel Castro, que le manda un saludo a todo el pueblo de Venezuela”, dijo Maduro en un discurso citado hoy por medios oficiales como la agencia Prensa Latina y la web Cubadebate.
Según esos reportes, el mandatario venezolano visitó en La Habana al líder de la revolución cubana, Fidel Castro, con quien habló principalmente sobre temas “de interés mundial”, como “la paz” y “el cambio climático”.
Castro, de 88 años y sobre cuya salud hubo una nueva ola de rumores en diciembre y enero, reapareció en los medios cubanos hace un mes con la publicación de uno de sus artículos y la noticia de su reunión con el teólogo brasileño Frei Betto y el dirigente universitario cubano Randy Perdomo.
El pasado 3 de febrero la prensa cubana publicó asimismo imágenes del encuentro entre el exmandatario y Perdomo, las primeras fotos de Castro en divulgarse después de cinco meses.
Las informaciones divulgadas hoy añaden que durante su estancia en La Habana Maduro se reunió asimismo con el gobernante cubano, Raúl Castro, aunque en los reportes publicados hoy no se ofrece detalles sobre el contenido de ese encuentro.
Cuba y Venezuela son aliados políticos y económicos, y ambos gobiernos mantienen desde el año 2000 un convenio que abarca acuerdos de toda índole, incluido uno energético por el que la isla recibe 100.000 barriles diarios de petróleo.
El Gobierno de Cuba expresó hoy su “invariable solidaridad” con el de Venezuela y su presidente Nicolás Maduro y rechazó las declaraciones y acciones de Estados Unidos y la Organización de Estados Americanos (OEA) que, a su juicio, “alientan y promueven la subversión interna” en el país suramericano.
“Cuba expresa su invariable solidaridad y apoyo al pueblo y al Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela y a su legítimo Presidente Nicolás Maduro Moros, frente al reciente intento de golpe de Estado, los planes de atentado y las conspiraciones posteriormente denunciadas”, afirma la cancillería cubana en una declaración divulgada en La Habana.
Asimismo manifiesta su repudio a “la guerra económica y mediática” contra la Revolución Bolivariana.
También rechaza “enérgicamente” las declaraciones y acciones “injerencistas” de EE.UU. y la OEA que “alientan y promueven” la subversión interna, en violación de la soberanía, la independencia y la libre determinación del pueblo venezolano.
La declaración del Ministerio de Relaciones Exteriores de la República (Minrex) de Cuba recalca que los colaboradores de la isla que prestan servicios en Venezuela “continuarán cumpliendo con su deber bajo cualquier circunstancia, en beneficio del hermano, solidario y noble pueblo venezolano”.
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