Desculpem a brincadeira indevida com o "túmulo do soldado desconhecido", mais conhecido nos anais da história, e presente um pouco em todas as guerras, para homenagear um soldado de valor, que morreu sem que seu corpo tenha sido identificado devidamente. Uma homenagem a verdadeiro soldado desconhecido, de qualquer forma.
Mas, isso não tem nada a ver com nosso "Anônimo Enraivecido", que não tem nenhum valor, e nem mereceria este post, que só vai postado para deixá-lo com mais raiva ainda.
Eu sei que ele vai ler, e vai ficar um pouco mais enraivecido.
Mas quem é o "Anônimo Enraivecido"? (doravante AE)
Simples, é alguém que não gosta de mim, o que está inteiramente em seu direito. Eu tenho dezenas, talvez centenas de inimigos.
O que me deixa terrivelmente preocupado.
Imaginem vocês se algum deles me desafiar para um duelo!!??!!
Oh vida, oh azar, oh céus, eu sabia que não ia dar certo! O que vou fazer agora, aqui perdido nesta vastidão do ciberespaço, sem sequer um Chapolim para me defender?
Eu faço posts provocadores, só para despertar o animus bellicandi de certo tipo de idiota desconhecido (como o AE, por exemplo), que pensa que sabe tudo com os seus dois neurônios concentrados em subliteratura do Zeitgeist.
Mas, estou sendo condescendente: não é que o AE não gosta de mim.
Ele, na verdade, tem ódio de mim. Se ele pudesse, me colocaria frente a um pelotão de fuzilamento, ou me mandaria para algum Gulag perdido no fundo da Amazônia, como talvez fizessem na terra dos seus diletos companheiros de opinião e de ideologia com dissidentes como eu...
Acho também que o AE é masoquista, pois ele lê tudo o que eu escrevo, inclusive os posts mais errados, mais estropiados, feitos na pressa, na correria das leituras, que estão sempre atrasadas.
Diferente do AE, que dispõe de todo o tempo do mundo para vigiar o que escrevo (o que agradeço, sinceramente).
Acho que ele vai ler mesmo este post, destinado a lhe dar 5 minutos de fama (mas acho que dá para ler em menos tempo...).
Ele lê tudo o que escrevo, com raiva preventiva, imaginem vocês, os seus dois neurônios atilados, saltando para fora da caixa ôca daquilo que passa por cérebro, só para descobrir um errinho qualquer de digitação, de concordância, de construção em meus textos.
E ele fica extasiado com alguma genial descoberta. Pronto, pegou mais mais uma estupidez da minha parte. Orgiástico, não é mesmo AE?
E aí ele escreve, esperando ser publicado (claro!, do contrário por que ele escreveria??), pois seu único prazer é de ser um PRA-bashing man, um detrator exclusivo que eu tenho, para vigiar todos os meus erros (o que agradeço sinceramente, pois se não fosse ele, os posts sairiam com muitos erros a mais do que já saem).
Eu cometo erros em todas as línguas em que escrevo, claro, mas já reparei que ele só corrige mesmo o meu portugueis estropiado, não os textos em outras línguas (se ele quiser revisar meus textos em francês e em inglês, eu até agradeço e posto aqui; aliás, preciso verter um para o espanhol, mas não pode ser em portunhol como é o de todos esses amigos de Cuba).
O AE não deve ter muito o que fazer, e não deve ter uma existência própria na vida. Seu único objetivo é destratar este blogueiro provocador e anarquista. Deve ser freudiano.
Ele pensa que isso me dá raiva.
Mas eu aprendo com isso. Thanks AE...
Ele até me dá inspiração para fazer mais um dos meus minitratados.
Ele vai ler, estou seguro, pois terá sido feito especialmente para ele.
E vai me ajudar a descobrir erros involuntários nesse minitratado e em todos os demais textos (e vários outros que derivam da minha própria estupidez, claro). Não desista agora, por favor AE!
O AE é um gênio! Ele trabalha de graça para mim...
Paulo Roberto de Almeida
Temas de relações internacionais, de política externa e de diplomacia brasileira, com ênfase em políticas econômicas, viagens, livros e cultura em geral. Um quilombo de resistência intelectual em defesa da racionalidade, da inteligência e das liberdades democráticas. Ver também minha página: www.pralmeida.net (em construção).
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2 comentários:
Sempre fico desapontado quando falo em público. Sempre imagino que os meus anônimos do coração apareçam. Mas, silly me por definição eles não fariam perguntas ou críticas as claras.
Esse tipinho exige muita paciência... Existem desses até em família. Ai sim, hajaaa paciência! Mas, com a sapiência que o senhor tem, ele não tem muita chance!
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